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Cod Contributivo - Trab Independentes

Cod Contributivo - Trab Independentes

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Novo código contributivo da Segurança Social
Novo código contributivo da Segurança Social

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04/01/2011

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CÓDIGO DOS REGIMES CONTRIBUTIVOS DO SISTEMA PREVIDENCIAL DE SEGURANÇA SOCIALDirecção-Geral da Segurança SocialJan. / 2011
 
1
 
I – Trabalhadores Independentes
II – Entidades Contratantes
I – Trabalhadores Independentes1. Quem é abrangido pelo regime de segurança social dos trabalhadoresindependentes
Estão abrangidos
por este regime:
 
Profissional liberal (incluindo a actividade de carácter científico, artístico ou técnico) e cônjuge
(
1
)
;
 
Empresário em nome individual (incluindo a actividade comercial ou industrial) e cônjuge
(
1
)
;
 
Produtor agrícola e cônjuge
(
1
)
;
 
Sócios de sociedades de agricultura de grupo;
 
Sócio ou membro de sociedade de profissionais livres;
 
Trabalhador intelectual (incluindo a actividade de carácter literário, científico ou artístico) ecônjuge
(
1
)
;
 
Apanhadores de espécies marinhas;
 
Pescadores apeados;
 
Membros de cooperativas de produção e serviços que, nos seus estatutos, optem por esteregime;
 
Proprietários de embarcações de pesca local e costeira;
(
1
)
Se com ele exercer efectiva actividade profissional com carácter de regularidade e depermanência.
Podem manter o enquadramento no regime dos trabalhadores independentes
:
 
Os advogados e solicitadores que, em 1 de Janeiro de 2011, se encontrem enquadradosfacultativamente naquele regime;
 
Os gerentes de sociedades constituídas exclusivamente por antigos comerciantes em nomeindividual ou por estes e pelos respectivos cônjuges, parentes ou afins em linha recta ou até ao2.º grau da linha colateral, que, em 1 de Janeiro de 2011, estivessem abrangidos peloDespacho n.º 9/82, de 25 de Março, até à data da sua revogação, pelo Decreto-Lei n.º 328/93,de 25 de Setembro.
 
Os membros das cooperativas de produção e serviços que, em 1 de Janeiro de 2011, estejamabrangidos pelo n.º 2 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 328/93, de 25 de Setembro.
Não estão abrangidos
por este regime:
 
Advogados e solicitadores;
 
Titulares de direitos (pessoas a quem foram cedidos direitos) sobre explorações agrícolas cujosprodutos se destinem a consumo próprio;
 
Trabalhadores que exerçam actividade temporária em Portugal por conta própria e que seencontrem abrangidos por regime de protecção social obrigatório noutro país, que integre pelomenos as eventualidades de invalidez, velhice e morte.
 
CÓDIGO DOS REGIMES CONTRIBUTIVOS DO SISTEMA PREVIDENCIAL DE SEGURANÇA SOCIALDirecção-Geral da Segurança SocialJan. / 2011
 
2
2. O que acontece quando o trabalhador independente inicia a actividade pela1.ª vez
A administração fiscal comunica à
instituição de segurança social competente
(
2
) o início deactividade, fornecendo-lhe todos os elementos de identificação.Com base nos elementos recebidos da administração fiscal, a instituição de segurança social inscreve otrabalhador (se for necessário) e efectua o seu enquadramento no regime dos trabalhadoresindependentes.O trabalhador fica enquadrado no regime dos trabalhadores independentes mesmo que se encontreem condições de isenção de pagamento de contribuições.(
2
)
Instituições de segurança social competentes
São competentes para a inscrição e o enquadramento do trabalhador independente os serviços doInstituto de Segurança Social, I.P ou os serviços da segurança Social da Região Autónoma da Madeiraou da Região Autónoma dos Açores, em cujo âmbito territorial se situe a residência do trabalhador,sem prejuízo do estabelecido quanto ao âmbito pessoal de caixas de previdência social.
3. A partir de quando se verifica a produção de efeitos do enquadramento
No caso de iniciar a actividade pela 1.ª vez
Obrigatoriamente
O primeiro enquadramento no regime dos trabalhadores independentes só produz efeitos quando orendimento anual relevante do trabalhador for superior a 6 vezes o valor do Indexante dos ApoiosSociais – IAS
(
3
)
e após decorridos pelo menos 12 meses.Neste caso, os efeitos
 
produzem-se:
 
No 1.º dia do 12.º mês posterior ao do início de actividade, quando este ocorra depois deSetembro e até final do ano;
 
No 1.º dia do mês de Outubro do ano subsequente ao do início de actividade, nos restantescasos.
Facultativamente
Os trabalhadores independentes podem requerer que o enquadramento produza efeitos:
 
Ainda que o rendimento anual relevante seja igual ou inferior a 6 vezes o IAS
(
3
)
;
 
Em data anterior às datas previstas para a produção de efeitos.
Cônjuge de trabalhador independente
O enquadramento do cônjuge:
 
É efectuado mediante requerimento;
 
Produz efeitos no 1.º dia do mês seguinte ao deferimento do requerimento ou no mês em queproduz efeitos o enquadramento do trabalhador independente.
Membros das cooperativas
O enquadramento dos membros trabalhadores produz efeitos a partir do mês seguinte ao dacomunicação da opção por este regime.A comunicação é efectuada através da apresentação de formulário de modelo próprio e vigora duranteo período mínimo de 5 anos.
 
CÓDIGO DOS REGIMES CONTRIBUTIVOS DO SISTEMA PREVIDENCIAL DE SEGURANÇA SOCIALDirecção-Geral da Segurança SocialJan. / 2011
 
3
No caso de reinício de actividade
O enquadramento produz efeitos no 1.º dia do mês seguinte ao do reinício da actividade.
(
3
)
€ 2515,32 em 2010
4. Quando cessa o enquadramento
O enquadramento cessa quando se verifique a cessação de actividade por conta própria.A cessação do enquadramento é efectuada oficiosamente, com base na troca de informação com aadministração fiscal ou mediante requerimento dos trabalhadores.
Cônjuge de trabalhador independente
O enquadramento do cônjuge cessa quando se verificar:
 
A cessação da actividade do trabalhador independente;
 
A cessação da actividade;
 
O inicio de uma actividade por conta própria
(*)
;
 
A dissolução do casamento
(*)
;
 
A declaração de nulidade do casamento
(*)
;
 
A anulação do casamento
(*)
;
 
A separação judicial de pessoas e bens
(*)
.
(*) A comunicação desta situação
deve ser efectuada pelo cônjuge do trabalhador independente,até
ao final do mês em que a mesma se verifique
.
5. Manutenção do enquadramento neste regime no caso de exercício deactividade em país estrangeiro
 
No caso de exercício de actividade em país estrangeiro, o trabalhador independente pode manter oenquadramento neste regime até ao limite de um ano.Este período pode ser prorrogado por outro ano mediante requerimento do interessado e autorizaçãodo serviço de segurança social, salvo o disposto em instrumento internacional a que Portugal seencontre vinculado.A autorização pode ser dada por período superior quando os conhecimentos técnicos ou aptidõesespeciais do trabalhador o justifiquem.
6. Quais as obrigações perante a segurança social
Todos os trabalhadores independentes devem
pagar as contribuições
a partir da data de produçãode efeitos do enquadramento no regime ou da cessação da isenção da obrigação de contribuir (Verponto
11. Quando termina a isenção
).O pagamento deve ser efectuado
de 1 a 20 do mês seguinte
àquele a que respeitam.

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