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Princípio da inércia ou da demanda
(art. 262, CPC
- O processo civil começa poriniciativa da parte, mas se desenvolve por impulso oficial.)
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Princípio da investidura
– os tribunais e os juízes, pela lei estão investidos na funçãode aplicar a jurisdição. Não pode “inventar” um juízo para a causa.
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Princípio da vedação ao “non liquet” ou indeclinabilidade
– o juiz não pode seescusar a dar a tutela jurisdicional (de decidir). Exceto prescrição, decadência, abolitiocriminis... não existe denúncia arquivada.
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Princípio da indelegabilidade
– a atividade jurisdicional não pode ser delegada aninguém.
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Princípio da improrrogabilidade ou aderência
– (comarca = espaço físico ondeexerce a jurisdição) – A jurisdição adere à comarca.
Princípio do Juiz ou Juízo natural
(art. 5º, LIII, CF - ninguém será processado nemsentenciado senão pela autoridade competente; e art. 5º, XXXVII - não haverá juízo outribunal de exceção) – pela Lei, existe uma autoridade competente para julgar o crimecometido em cada comarca.
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Princípio do duplo grau de jurisdição
- o sistema é feito por homens, sendo assim,não é perfeito. O sistema está ligado ao duplo grau, pois a decisão pode serrevisionado pelos órgãos, colegiados, câmaras... existem matérias que nunca podemser revisionadas, que são: matérias originárias do STF ou STJ.
O que é necessário fazer para que as causas cheguem ao STJ/STF?Automaticamente sempre irá chegar?
13/02/2009 - sexta-feiraAula 04:
COMPETÊNCIA
É o limite da jurisdição que dita dentro deste foro as regras de quem vai dizer o direito. Vaientrar em matéria de direito material e processual. Vai ser fixada dentro do ambiente físicochamado de foro. Que em primeiro momento é regulamentado pela CF dirigente (órgãosjurisdicionais), e logo depois pelas regras do Código de Procedimento (CPP).
Órgãos Jurisdicionais
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STF
– art. 102, CF
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STJ
– art. 105, CF
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TRF e Juízes Federais
– art. 109, CF
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TRE e Juízes Eleitorais
(especial, o restante é comum)
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TRT e Juízes Trabalhistas
(especial, o restante é comum)
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Tribunais Militares
(especial, o restante é comum) – Lei 1001/69
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Tribunais de Justiça e Juízes de DireitoCritérios Gerais (art. 69, CPP):1º) Locus Comissivi Delicti
– local do crime, da infração.
Competência pelo local da infração: por quê?Objetivo 1: Prevenção geral;Objetivo 2: facilidade de investigação, processo e julgamento.
Teoria do Resultado (aplica-se ao direito processual) – art. 70 do CPP: A competênciaserá, de regra, determinada pelo lugar em que se consumar a infração, ou, no caso detentativa, pelo lugar em que for praticado o último ato de execução.
Teoria Mista ou da Ubiqüidade (inteligência do legislador pelos crimes à distância;aplica-se ao direito penal material) – art. 6º do CP: se praticado o crime no lugar emque ocorreu a ação ou omissão, no todo ou em parte, bem como
onde se produziu
oudeveria produzir-se o resultado.
2º) Domicílio ou residência do réu3º) Ratione Materiae
– dividir os crimes por matéria/espécie.
4º) Distribuição5º) Conexão e Continência
(art. 29, 69, 70 e 71, CP)ELABORADA POR SUELEN CRISTINA MEDEIROS MENDES – suelencmm@hotmail.com