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Direito Internacional Privado

Direito Internacional Privado

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Categories:Business/Law
Published by: Suelen Cristina Medeiros Mendes on Apr 06, 2011
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Direito Internacional PrivadoProf.: Andréia Costa Vieira
BIBLIOGRAFIA: NADIA DE ARAUJO
29/07/2010DIP
Fonte: TratadosRelações Diplomáticas – Carreira diplomática.Relações Consulares – Carreira diplomática.Sujeitos: Estados / Organizações Internacionais (Ex.: ONU, UE, MERCOSUL, NAFTA, OMC, OMS,OIT) / Direitos humanosTribunais: Corte Internacional Justiça, TPJ, Corte OEA, OMC (Fóruns/Painéis).
DIPRISujeitos:
 - Pessoas físicas e jurídicas.
Tribunal Local
:- Estadual- Regional05/08/10 - quinta-feira
Conceito de DIPRI:
“Conjunto de normas de direito interno que regem relações privadas internacionais” (OAB-MG)
Fontes
- Constituição Federal- Código Civil e Código de Processo Civil- Código Comercial- Código Penal e Código de Processo Penal- CLT- CTN- LICC- Leis ordinárias- Tratados Internacionais
Métodos e auxiliares do DIPRI
Direito uniforme e Direito Uniformizado– Ou seja, é a comparação com outros direitosque possuem a mesma história (Ex.: Lei Brasileira e Argentina). O direito pode seruniformizado quando se determina tratados internacionais, ou seja, regra paraaplicação como por ex. a união de países que determinaram a legislação tributária (Ex.:MERCOSUL).
Método uniformizador– Usa tratados para uniformizar.
Método conflitual– o direito não é uniforme. Olhas as normas do direito Brasileiro e vêqual a solução que elas dão ao caso concreto (em meio ao conflito). É chamado de“Conflict of Laws” (Conflito de Direitos).
Auxiliar: Direito Comparado
- Civil Law e Common LawCivil Law é o sistema que utiliza códigos, e onde a fonte primária do direito é a lei.Common Law é o sistema que se norteia por precedentes vinculantes/jurisprudências. Não hácódigos; porém a sua fonte primária é a Constituição; onde os juízes que criam as leis. Porisso da utilização de precedente vinculante. A lei é a fonte primária subsidiária.
Normas de DIPRI
Normas Ordinárias
Normas Indicativas
É aquela que vai indicar para o juiz brasileiro qual a lei que será aplicada no caso emquestão.ELABORADA POR SUELEN CRISTINA MEDEIROS MENDES –suelencmm@hotmail.comgroups.google.com.br/group/ius-uvv
 
Ex.: Art. 7º da LICC – A lei do país em que for domiciliada a pessoa (até aqui elementode conexão) determina as regras sobre o começo e o fim da personalidade, o nome, acapacidade e os direitos de família (essa segunda parte é o objeto de conexão).Toda norma indicativa de DIPRI é composta por 2 partes.
o
Elementos de conexão – é a parte da norma indicativa que conta pro Juizbrasileiro qual é a Lei que ele vai aplicar;
o
Objeto de conexão – é a parte da norma indicativa que conta pro juiz brasileiroqual é a área do direito sobre a qual ele aplicará a lei indicada11/08/10 - quarta-feira
Preceitos de DIPRI
1)
Preceito da ordem pública:Art. 17 da LICC
- As leis, atos e sentenças de outro país, bem como quaisquer declarações devontade, não terão eficácia no Brasil, quando ofenderem a soberania nacional, a ordempública e os bons costumes.Ex.: Um pedido de divorcio de sentença estrangeira de casal homossexual. Essa sentença ferea ordem pública brasileira.O que é ordem pública? Ordem pública é o conjunto de princípios basilares que norteiam odireito brasileiro. Cada área do direito tem um conjunto de princípios, se um princípio é feridoa área do direito fica maculada.
2) Preceito do ReenvioArt. 16 da LICC
– Quando, nos termos dos artigos precedentes, se houver de aplicar a leiestrangeira, ter-se-á em vista a disposição desta, sem considerar-se qualquer remissão porela feita a outra lei.
A LEI DETERMINADORA DO ESTATUTO PESSOAL
Verificação da Questão 74 (OAB/ES, 2005 – Agosto – G4)
O que é estatuto pessoal (pessoa física)?
Art. 7º, LICC A lei do país em que for domiciliada a pessoa determina as regras sobre ocomeço e o fim da personalidade, o nome, a capacidade e os direitos de família.É o conjunto de regras/normas do direito brasileiro que regem sobre começo e o fim dapersonalidade, o nome, a capacidade e os direitos de família.Existem critérios para disciplinar o Estatuto Pessoal:
1º.
Territorialidade: Aplica-se a lei do local onde estiver a pessoa (ou seja, a lei do territórioonde estiver a pessoa) para determinar o seu estatuto pessoal. Ex.: Se um Holandês(residente e domiciliado na Holanda) estiver no Brasil, aplicar-se-á a lei brasileira. Nãoadotamos este critério para o Dir. Internacional Privado. Este critério é aplicado apenasno âmbito Penal.
2º.
Nacionalidade: Aplica-se a lei da nacionalidade da pessoa. Ex.: Se um Holandês estiverno Brasil, aplicar-se-á a lei holandesa. Este critério não é adotado no Brasil, mas agrande maioria dos países europeus adota este critério.
3º.
Domicilio: Critério criado pela Alemanha, informa que aplica-se a lei do domicilio dapessoa. Ex.: Se um Holandês (residente e domiciliado nos EUA) estiver no Brasil,aplicar-se-á a lei americana, pois não importará onde a pessoa está, mas sim o seudomicílio. O Brasil adota este critério provado com o Art. 7º, caput, da LICC.O que é domicilio? Art. 70 CCArt. 70. O domicílio da pessoa natural é o lugar onde ela estabelece a sua residênciacom ânimo definitivo.Em uma sentença americana apresentou a informação de que domicilio é o local daresidência habitual. O STF afirmou que esta residência habitual afirmada pelo juizamericano é a mesma citada no Art. 70 do CC.4º.Tratados internacionais 
Convenção da Haia (1955, Art. 2º) – aplica-se a lei da nacionalidade.Esta convenção manda o juiz adotar a regra do domicilio no caso concreto, apesar dereger sobre a nacionalidade. Esta convenção não é adotada no Brasil.ELABORADA POR SUELEN CRISTINA MEDEIROS MENDES –suelencmm@hotmail.comgroups.google.com.br/group/ius-uvv
 
Convenção Americana de Direito Internacional Privado (Código Bustamante). OBrasil adota esta convenção. Esta convenção determina a aplicação da regra dodomicílio. Prefere a regra do domicílio.
5º.
Exceção no Direito Cambiário (Convenção de Genebra sobre letras de câmbio e notas promissórias) – Art. 2º Este artigo rege: “a capacidade das partes para se obrigarmediante uma letra de câmbio ou uma nota promissória é regida pela respectiva leinacional”. Este artigo vai de encontro a LICC, pois esta fala do domicilio, e aquela falada nacionalidade. (R. Extr. 80004/74).Ex.: Um americano de 16 anos, que tirou sua carteira de motorista nos EUA, PODERÁdirigir veículos no Brasil (desde que o domicilio dele seja no EUA). Um brasileiro foimorar nos EUA, fixando o seu domicilio lá (Green card), tira a carteira de habilitaçãoaos 16 anos. Vindo ao Brasil passear, PODERÁ dirigir veículos.19/08/2010 - quinta-feira
DIREITO DE FAMÍLIA INTERNACIONAL
É subdividido em 3 partes:
Casamento
Divórcio e
Adoção internacional
1) CASAMENTO
:“Lox Loci celebrationes” – Art. 41 do Código de BustamanteO casamento realizado em qualquer lugar do mundo (lei do local onde foi celebrado ocasamento) terá validade.Ex.: Casamento celebrando em Las Vegas sem formalidade legal nenhuma terá validade noBrasil, como um casamento realizado por um rabino em Israel
O brasileiro pode se casar no estrangeiro nas seguintes possibilidades:
1)
Autoridade local; (brasileiro com brasileira + brasileiro com estrangeiro)
2)
Consulado/Embaixada - (brasileiro com brasileira somente)
3)
Casamento de estrangeiro no Brasil – se as duas nacionalidades forem estrangeiras,casa-se frente a autoridade local; se forem da mesma nacionalidade pode serrealizados no consulado/embaixada, ou perante autoridade local.
4)
O funcionário diplomático (cônsul ou diplomata) que quiser se casar no estrangeiro,deverá solicitar autorização ao Brasil (Dec. 93325/86 e lei 6.880/80) Se o presidentevetar, a pessoa não poderá casar.Não poderá o funcionário diplomático casar com outro funcionário diplomático.Consulado (representação da administração pública)Embaixada (representação política do estado)§ 2º do Art. 7º da LICC - O casamento de estrangeiros poderá celebrar-se peranteautoridades diplomáticas ou consulares do país de ambos os nubentes. (devem ter amesma nacionalidade);
Casamento de brasileiros no exterior:
Texto: “Validade no Brasil de casamento celebrado em Portugal”
1 – O casamento de brasileiro celebrado em Portugal deve ser levado à homologação paraque tenha validade no Brasil? Por quê?o. Pois as homologões (homologão é o termo errado, pois no DIPRI a palavra“homologação” deve ser utilizada quando se referir a ão) perante embaixada econsulado não tem o sentido de dar valor ao casamento em si, ou de convalidarnecessariamente o ato. Servem apenas, para atender à algumas exigências burocráticas.2 – Uma pessoa que validamente se casou em Portugal, mas não levou seu casamento aregistro nos termos do art. 1544, CC, pode se casar novamente com outra pessoa no Brasil?Por quê?Não. Mesmo não registrado o casamento em Portugal existe, tem valor e não permite que apessoa em Portugal ou no Brasil, venha contrair um novo casamento.ELABORADA POR SUELEN CRISTINA MEDEIROS MENDES –suelencmm@hotmail.comgroups.google.com.br/group/ius-uvv

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