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DN_7.2011; 5.abr - regulamento_exames

DN_7.2011; 5.abr - regulamento_exames

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15704
Diário da República, 2.ª série — N.º 67 — 5 de Abril de 2011
Direcção regional Escola Distrito Concelho Localidade
DREN. . . . . . . . . . . EBS Coelho e Castro . . . . . . . . . . . . . . . Aveiro. . . . . . . . . . . . Santa Maria da Feira. . . Fiães.DREN. . . . . . . . . . . ES Serafim Leite . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aveiro. . . . . . . . . . . . São João da Madeira. . . São João da Madeira.DREN. . . . . . . . . . . ES Amares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Braga . . . . . . . . . . . . Amares. . . . . . . . . . . . . Amares.DREN. . . . . . . . . . . ES Barcelinhos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Braga . . . . . . . . . . . . Barcelos . . . . . . . . . . . . Barcelinhos.DREN. . . . . . . . . . . EBS Celorico de Basto. . . . . . . . . . . . . . Braga . . . . . . . . . . . . Celorico de Basto. . . . . Celorico de Basto.DREN. . . . . . . . . . . ES Henrique Medina . . . . . . . . . . . . . . . Braga . . . . . . . . . . . . Esposende . . . . . . . . . . Esposende.DREN. . . . . . . . . . . ES Padre Benjamim Salgado. . . . . . . . . Braga . . . . . . . . . . . . Vila Nova de Famalicão Joane.DREN. . . . . . . . . . . EBS Vieira do Minho. . . . . . . . . . . . . . . Braga . . . . . . . . . . . . Vieira do Minho. . . . . . Vieira do Minho.DREN. . . . . . . . . . . EBS Alfândega da Fé. . . . . . . . . . . . . . . Bragança . . . . . . . . . Alfândega da . . . . . . Alfândega da Fé.DREN. . . . . . . . . . . EBS Carrazeda de Ansiães. . . . . . . . . . . Bragança . . . . . . . . . Carrazeda de Ansiães . . Carrazeda de Ansiães.DREN. . . . . . . . . . . EBS Macedo de Cavaleiros . . . . . . . . . . Bragança . . . . . . . . .
Macedo de Cavaleiros
Macedo de Cavaleiros.DREN. . . . . . . . . . . EBS Miranda do Douro . . . . . . . . . . . . . Bragança . . . . . . . . . Miranda do Douro . . . . Miranda do Douro.DREN EBS Dr. Ramiro Salgado. . . . . . . . . . . . Bragança . . . . . . . . . Torre de Moncorvo. . . . Torre de Moncorvo.DREN. . . . . . . . . . . EBS D. Afonso III . . . . . . . . . . . . . . . . . Bragança . . . . . . . . . Vinhais. . . . . . . . . . . . . Vinhais.DREN. . . . . . . . . . . EBS Lordelo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Porto. . . . . . . . . . . . . Paredes. . . . . . . . . . . . . Lordelo.DREN. . . . . . . . . . . EBS Paredes de Coura. . . . . . . . . . . . . . Porto. . . . . . . . . . . . . Paredes de Coura . . . . . Paredes de Coura.DREN. . . . . . . . . . . ES Joaquim de Araújo . . . . . . . . . . . . . . Porto. . . . . . . . . . . . . Penafiel . . . . . . . . . . . . Penafiel.DREN. . . . . . . . . . . EBS António Nobre. . . . . . . . . . . . . . . . Porto. . . . . . . . . . . . . Porto. . . . . . . . . . . . . . . Porto.DREN. . . . . . . . . . . ES Valongo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Porto. . . . . . . . . . . . . Valongo . . . . . . . . . . . . Valongo.DREN. . . . . . . . . . . EBS Tomaz de Figueiredo . . . . . . . . . . . Viana do Castelo . . . Arcos de Valdevez . . . . Arcos de Valdevez.DREN. . . . . . . . . . . EBS Sidónio Pais. . . . . . . . . . . . . . . . . . Viana do Castelo . . . Caminha. . . . . . . . . . . . Caminha.DREN. . . . . . . . . . . EBS Melgaço. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Viana do Castelo . . . Melgaço . . . . . . . . . . . . MelgaçoDREN. . . . . . . . . . . EBS Ponte da Barca. . . . . . . . . . . . . . . . Viana do Castelo . . . Ponte da Barca. . . . . . . Ponte da Barca.DREN. . . . . . . . . . . EBS Valença. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Viana do Castelo . . . Valença. . . . . . . . . . . . . Valença.DREN. . . . . . . . . . . EBS Barroselas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Viana do Castelo . . . Viana do Castelo . . . . . Barroselas.DREN. . . . . . . . . . . ES Fernão de Magalhães . . . . . . . . . . . . Vila Real. . . . . . . . . . Chaves . . . . . . . . . . . . . Chaves.DREN. . . . . . . . . . . EBS Mondim de Basto. . . . . . . . . . . . . . Vila Real. . . . . . . . . . Mondim de Basto. . . . . Mondim de Basto.DREN. . . . . . . . . . . EBS Dr. Bento da Cruz . . . . . . . . . . . . . Vila Real. . . . . . . . . . Montalegre. . . . . . . . . . Montalegre.DREN. . . . . . . . . . . EBS Murça. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Vila Real. . . . . . . . . . Murça. . . . . . . . . . . . . . Murça.DREN. . . . . . . . . . . EBS Miguel Torga . . . . . . . . . . . . . . . . . Vila Real. . . . . . . . . . Sabrosa. . . . . . . . . . . . . Sabrosa.DREN. . . . . . . . . . . ES Camilo de Castelo Branco . . . . . . . . Vila Real. . . . . . . . . . Vila Real. . . . . . . . . . . . Vila Real.DREN. . . . . . . . . . . EBS Dr. Joaquim Dias Rebelo. . . . . . . . Viseu . . . . . . . . . . . . Moimenta da Beira. . . . Moimenta da Beira. 204521463
Gabinete do Secretário de Estado Adjuntoe da Educação
Despacho normativo n.º 7/2011
A Lei Orgânica do Ministério da Educação Decreto-Lei
n.º 213/2006, de 27 de Outubro — determina que o Júri Nacional de
Exames tem por missão, em matéria de avaliação das aprendizagens,
coordenar e planificar os exames nacionais, provas a nível de escola para
alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente,provas de equivalência à frequência e provas de aferição nos anos ter-minais dos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico.As medidas implementadas no sistema educativo português obriga-ram a algumas alterações legislativas, com reflexos nos Regulamentosdos Exames dos Ensinos Básico e Secundário, permitindo clarificar osprocedimentos que devem ser seguidos para a conclusão dos diferentesníveis de ensino.As modificações agora introduzidas nos Regulamentos dos Exames
decorrem, por um lado, da adequação de alguns procedimentos dereapreciação de provas ao novo sistema de constituição da bolsa de
classificadores, bem como de uma alteração na estrutura do Júri Nacional
de Exames, e, por outro, de reajustamentos de legislação referentes aoensino secundário.Assim:
Considerando o disposto no Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de Janeiro,
com as alterações introduzidas pelos Decretos-Leis n.
os
209/2002, de 17
de Outubro, 396/2007, de 31 de Dezembro, e 3/2008, de 7 de Janeiro;Considerando ainda o disposto no Decreto-Lei n.º 74/ 2004, de 26de Março, na redacção conferida pelos Decretos-Leis n.
os
24/2006, de6 de Fevereiro, 272/2007, de 26 de Julho, e 4/2008, de 7 de Janeiro,determino o seguinte:1 — Os n.
os
3.6, 4.2, 5.2 e 6.4 constantes do anexo
I
(Regulamentodo Júri Nacional de Exames) do despacho normativo n.º 19/2008, de
19 de Março, com a redacção conferida pelos despachos normativos
n.
os
10/2009, de 19 de Fevereiro, 7/2010, de 16 de Março, e 4/2011, de24 de Fevereiro, passam a ter a seguinte redacção:
«3.6 — O presidente do JNE pode ainda delegar no vice-presidente
a competência para decidir os processos de reclamação.4.2 — Para a distribuição do serviço de classificação das provasde exame e das provas de aferição, compete:
a
) Às direcções regionais de educação, na área da sua jurisdição
e em parceria com o coordenador da delegação regional do JNE,
constituir em cada agrupamento de exames e em cada unidade deaferição bolsas de professores classificadores para cada disciplina
do ensino básico com exame nacional e para as provas de aferição,integradas por docentes profissionalizados do respectivo grupo que
prestam serviço nas escolas envolvidas, tanto públicas como privadas,
a designar pelos seus órgãos de direcção;
b
) Ao presidente do JNE nomear os professores que integram asbolsas locais de classificação de provas de exame do ensino básico ede aferição, sob proposta do director regional de educação;
c
) Ao presidente do JNE nomear, em cada agrupamento de exames,os professores classificadores para cada disciplina com exame nacional
do ensino secundário, de entre os docentes que integram a bolsa deprofessores classificadores constituída pelo GAVE.5.2
— 
Ao presidente do JNE compete:
a
) Nomear os professores relatores, sob proposta dos directores
regionais de educação, e decidir quanto aos resultados da reapreciação,
tendo em conta o parecer dos relatores e os demais procedimentosprevistos no Regulamento dos Exames do Ensino Básico;
b
) Nomear os professores relatores dos exames do ensino secundá-
rio, sempre que possível, de entre os docentes que integram a bolsade professores classificadores constituída pelo GAVE.6.4
— 
Os serviços prestados pelos membros docentes das estrutu-ras regionais do JNE que não estejam afectos aos serviços centraise regionais do Ministério da Educação são remunerados conformeo estabelecido no orçamento dos exames a aprovar por despacho domembro do Governo competente.»2 — Os n.
os
1.6, 3.3, 10.3, 10.4, 12.2, 14.2, 15.1, 15.3, 18.5, 19.1.2,26.7, 26.9 e 26.10 constantes do anexo
II
(Regulamento dos Exames do
Ensino Básico) ao despacho normativo n.º 19/2008, de 19 de Março, com
a redacção conferida pelos despachos normativos n.
os
10/2009, de 19 deFevereiro, e 7/2010, de 16 de Março, passam a ter a seguinte redacção:«1.6 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
a
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
b
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
 
Diário da República, 2.ª série — N.º 67 — 5 de Abril de 2011
15705
c
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
e
) Estejam no 6.º ano de escolaridade e que, após duas retençõesno 2.º ciclo do ensino básico, não tenham obtido aprovação na ava-liação sumativa final do 3.º período e se candidatem, na qualidade deautopropostos, no mesmo ano lectivo, aos exames de equivalência àfrequência do 2.º ciclo do ensino básico;
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
) Frequentem o 2.º ciclo do ensino básico e já tenham completado
os 18 anos de idade, não se enquadrando na escolaridade obrigatória
ao abrigo do estipulado na Lei n.º 85/2009, de 27 de Agosto, e se
candidatem aos exames de equivalência à frequência deste ciclo deensino na qualidade de autopropostos;
h
) Tenham atingido, no 9.º ano de escolaridade, a idade limite da
escolaridade obrigatória conforme previsto no n.º 2 do artigo 8.º da Lei
n.º 85/2009, de 27 de Agosto, sem aprovação na avaliação sumativafinal do 3.º período e se candidatem aos exames de equivalência àfrequência do 3.º ciclo, na qualidade de autopropostos;
i
) Tenham iniciado o 9.º ano de escolaridade com 15 anos de idadee tenham anulado a matrícula até ao 5.º dia de aulas do 3.º período
lectivo, candidatando-se aos exames do 3.º ciclo, na qualidade de
autopropostos.3.3 — O GAVE promove a divulgação pública das informações--exame de cada prova.10.3 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
a
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
b
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
c
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
e
) Estejam no 6.º ano de escolaridade e que, após duas retençõesno 2.º ciclo do ensino básico, não tenham obtido aprovação na ava-liação sumativa final do 3.º período e se candidatem, na qualidade deautopropostos, no mesmo ano lectivo, aos exames de equivalência àfrequência do 2.º ciclo do ensino básico;
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
) Frequentem o 2.º ciclo do ensino básico e já tenham completado
os 18 anos de idade, não se enquadrando na escolaridade obrigatória
ao abrigo do estipulado na Lei n.º 85/2009, de 27 de Agosto, e se
candidatem aos exames de equivalência à frequência deste ciclo deensino na qualidade de autopropostos;
h
) Tenham atingido, no 9.º ano de escolaridade, a idade limite da
escolaridade obrigatória conforme previsto no n.º 2 do artigo 8.º da Lei
n.º 85/2009, de 27 de Agosto, sem aprovação na avaliação sumativafinal do 3.º período e se candidatem aos exames de equivalência àfrequência do 3.º ciclo, na qualidade de autopropostos;
i
) Tenham iniciado o 9.º ano de escolaridade com 15 anos de idadee tenham anulado a matrícula até ao 5.º dia de aulas do 3.º período
lectivo, candidatando-se aos exames do 3.º ciclo, na qualidade de
autopropostos.
10.4 — Os candidatos referidos no número anterior realizam os
exames em todas as disciplinas do ciclo na primeira fase de exames.Os alunos do 9.º ano mencionados na alínea
h
) realizam os examesde equivalência à frequência nas disciplinas em que não obtiveramaprovação. Os candidatos do 3.º ciclo realizam os exames nacionaisconstantes do quadro
I
anexo ao presente Regulamento na 1.
a
fase,e numa só chamada, de acordo com o calendário anual de exames.12.2 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
a
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
b
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
c
) Após a sua aprovação, a matriz da prova deve ser afixada emlugar público da escola até ao final da 2.ª semana de Maio;
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
e
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
14.2
— 
Os alunos referidos nas alíneas
e
)
, f 
) e
h
) do n.º 10.3 que se
candidatam no mesmo ano lectivo em que não obtiveram aprovação
na avaliação sumativa final inscrevem-se no dia útil imediatamente a
seguir ao da afixação das pautas, no estabelecimento que frequentaram
até ao final do ano lectivo.
15.1 — Os exames de equivalência à frequência dos 2.º e 3.º ciclos
do ensino básico têm lugar nos estabelecimentos de ensino público
ou do ensino particular ou cooperativo, onde os alunos efectuam
a sua inscrição, no caso dos alunos das alíneas
e
)
, f 
)
, g 
)
, h
) e
i
) don.º 10.3.15.3 — O calendário de realização das provas de exame de equi-valência à frequência é definido em cada estabelecimento de ensinopelo director da escola, devendo ser divulgado até ao final da 3.ª se-mana de Maio.
18.5 — Os exames nacionais em versão Braille estão sujeitos a
adaptações formais, ao nível das imagens ou da formulação dos
itens, podendo, sempre que necessário, haver adaptações nos critérios
de classificação das provas. Os exames nacionais para alunos combaixa visão serão disponibilizados em formato digital, permitindo aampliação adequada às incapacidades funcionais decorrentes da suadeficiência visual.19.1.2 — Os alunos referidos nos n.
os
18.1 e 18.2 que estejam nas
condições referidas nas alíneas
e
)
,
)
,
)
, h
) e
i
) do n.º 10.3 e aos
quais foram concedidas condições especiais de exame ao abrigo dodisposto no n.º 17.4 podem delas usufruir, sendo necessário enviar àpresidência do JNE cópia do respectivo despacho de homologaçãodo director da escola, devidamente autenticada.
26.7 — Em caso de discrepância notória entre a proposta apre-
sentada pelo professor relator e a classificação inicial da prova ou na
ocorrência de circunstâncias objectivas excepcionais, o presidente do
JNE manda reapreciar a prova por outro professor relator ou recorrea outros procedimentos adequados para estabelecer a classificaçãofinal da prova.26.9 — O segundo relator reaprecia de novo a prova nos termos
referidos no n.º 26.5, com conhecimento da proposta do primeiro
relator.
26.10 — A classificação resultante da incorporação da proposta do
segundo professor relator passa a constituir a classificação final daprova, após homologação pelo presidente do JNE.»
3 — Os quadros
I
e
II
anexos ao anexo
II
(Regulamento dos Exames doEnsino Básico) do despacho normativo n.º 19/2008, de 19 de Março, com
a redacção conferida pelos despachos normativos n.
os
10/2009, de 19 de
Fevereiro, e 7/2010, de 16 de Março, passam a ter a redacção constantedo anexo A do presente despacho, do qual faz parte integrante.4 — Os n.
os
1.2, 1.3, 1.4.2, 3.1, 7.1.2, 12.1.1, 14.4, 20.3, 21.1, 22.3,
31.7, 31.8, 31.9, 33.2, 36.2.1 e 45.1 constantes do anexo
III
(Regulamento
dos Exames do Ensino Secundário) ao despacho normativo n.º 19/2008,
de 19 de Março, com a redacção conferida pelos despachos normativosn.
os
10/2009, de 19 de Fevereiro, e 7/2010, de 16 de Março, passam ater a seguinte redacção:«1.2 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
a
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
b
) Provas de equivalência à frequência nas restantes disciplinas nãosujeitas ao regime de exame final nacional a realizar obrigatoriamente
no ano terminal das mesmas pelos candidatos autopropostos.1.3
— 
Podem ainda realizar provas de equivalência à frequência:
a
) Os alunos autopropostos dos cursos tecnológicos e dos cursos
artísticos especializados no domínio das artes visuais e do áudio-
-visual, excluindo os do ensino recorrente, instituídos pelo Decreto-Lei
n.º 74/2004, de 26 de Março, com as alterações introduzidas pelo
Decreto-Lei n.º 24/2006, de 6 de Fevereiro, que realizam prova deequivalência à frequência no ano terminal da disciplina;
b
) Os alunos autopropostos dos cursos científico-humanísticos doensino recorrente nas disciplinas trienais de Língua Estrangeira II eIII do curso científico-humanístico de Línguas e Literaturas e bienal
de Aplicações de Informática B, nos termos da Portaria n.º 380/2010,
de 24 de Junho.1.4.2 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
a
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
b
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
c
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
e
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
) Os alunos dos cursos científico-humanísticos do ensino recorrente
que tenham estado matriculados no ano terminal da disciplina a querespeita o exame ou prova e anulado a matrícula nessa disciplina atéao 5.º dia de aulas após o último dia do mês de Abril inclusive;
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3.1
— 
A admissão às provas de equivalência à frequência de dis-ciplinas terminais dos 10.º, 11.º e 12.º anos só é permitida aos alunosque tenham obtido aprovação em todas as disciplinas terminais do(s)
ano(s) de escolaridade anterior(es) ou em todas menos duas, sem
prejuízo do disposto nos n.
os
1.5 e 3.2.7.1.2 — Os candidatos autopropostos referidos nas alíneas
b
)
, c
)
e
) do n.º 1.4.2, desde que tenham obtido aprovação em todas asdisciplinas terminais dos anos de escolaridade anteriores àquele a
 
15706
Diário da República, 2.ª série — N.º 67 — 5 de Abril de 2011
que respeita o exame, ou em todas menos duas, sem prejuízo do
disposto no n.º 1.5.12.1.1 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
a
) As provas para os alunos dos cursos científico-humanísticos,
incluindo os do ensino recorrente, nos termos do n.º 1.3.2 do presenteRegulamento, tecnológicos e artísticos especializados regulados pelo
Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março, com as alterações introdu-
zidas pelos Decretos-Leis n.
os
24/2006, de 6 de Fevereiro, e 272/2007,
de 26 de Julho, incidem sobre as aprendizagens correspondentes à to-
talidade dos anos de escolaridade em que a disciplina é leccionada;
b
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
c
) Após a sua aprovação, a matriz da prova deve ser afixada emlugar público da escola até ao final da 2.ª semana de Maio;
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
e
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .14.4
— 
O GAVE promove a divulgação pública das informações--exame de cada prova.20.3 — Para efeitos de conclusão do ensino secundário, os alunos
do 12.º ano dos cursos científico-humanísticos que tenham concluído
a frequência de Português Língua não Materna (PLNM) realizam ocorrespondente exame final nacional de PLNM no nível intermédio,
ou excepcionalmente no nível de iniciação, em substituição do exame
final nacional de Português. No caso dos alunos do 12.º ano dos
cursos tecnológicos, se não tiverem obtido aprovação na frequênciade PLNM, podem realizar a prova de equivalência à frequência dePLNM no nível intermédio ou, em casos excepcionais, no nível deiniciação.21.1 — O calendário de realização das provas de equivalência à
frequência é definido em cada estabelecimento de ensino pelo director 
da escola, devendo ser divulgado até ao final da 3.ª semana de Maio.
22.3 — As provas escritas das provas de equivalência à frequência
e dos exames nacionais são realizadas em papel de modelo oficial decaracterísticas distintas.
31.7 — Em caso de discrepância notória entre a proposta apre-
sentada pelo professor relator e a classificação inicial da prova ou na
ocorrência de circunstâncias objectivas excepcionais, o presidente do
JNE manda reapreciar a prova por outro professor relator ou recorrea outros procedimentos adequados para estabelecer a classificaçãofinal da prova.31.8 — O segundo relator reaprecia de novo a prova nos termos
referidos no n.º 31.5, com conhecimento da proposta do primeiro
relator.31.9 — A classificação resultante da incorporação da proposta dosegundo professor relator passa a constituir a classificação final daprova, após homologação pelo presidente do JNE.
33.2 — As condições especiais de exame dependem de autorização
prévia do presidente do JNE, mediante a análise de processo devida-mente instruído a decidir no prazo máximo de 70 dias úteis, o qual
não deverá contudo ultrapassar a data do início dos exames nacionais.
A adopção de qualquer condição especial de exame exige que o aluno
tenha sido abrangido por medidas educativas homologadas no seu
programa educativo individual, ao abrigo dos diplomas referidos nonúmero anterior.36.2.1 — Prestação obrigatória de exame nacional nas disciplinas
que queiram eleger como provas de ingresso para candidatura ao
ensino superior. Os exames nacionais em versão Braille estão sujeitos
a adaptações formais, ao nível das imagens ou da formulação dos
itens, podendo, sempre que necessário, haver adaptações nos critérios
de classificação das provas. Os exames nacionais para alunos combaixa visão serão disponibilizados em formato digital, permitindo aampliação adequada às incapacidades funcionais decorrentes da suadeficiência visual.
45.1 — Os alunos dos cursos científico-humanísticos do ensino
recorrente podem, como alunos autopropostos, conforme o Decreto--Lei n.º 4/2008, de 7 de Janeiro, realizar os exames finais nacionaisprevistos na alínea
a
) do n.º 1.2, e conforme a Portaria n.º 380/2010,
de 24 de Junho, podem realizar as provas de equivalência à frequência
constantes no n.º 1.3.2 nos termos estabelecidos no presente Regula-
mento, nas disciplinas homólogas dos cursos científico-humanísticos
do ensino regular.»5 — Os quadros
I
,
III
e
IV
anexos ao anexo
III
(Regulamento dos Exa-
mes do Ensino Secundário) do despacho normativo n.º 19/2008, de
19 de Março, com a redacção conferida pelos despachos normativos
n.
os
10/2009, de 19 de Fevereiro, e 7/2010, de 16 de Março, passam ater a redacção constante do anexo B do presente despacho, do qual fazparte integrante.
6 — Ao anexo
II
(Regulamento dos Exames do Ensino Básico) do
despacho normativo n.º 19/2008, de 19 de Março, com a redacção con-
ferida pelos despachos normativos n.
os
10/2009, de 19 de Fevereiro,
e 7/2010, de 16 de Março, são aditados os n.
os
1.7, 2.4 e 10.10, com aseguinte redacção:«1.7 — Não são admitidos aos exames de equivalência do 6.º ano
do ensino básico os alunos abrangidos pelo n.º 9 do artigo 22.º doEstatuto do Aluno do Ensino Básico e Secundário, aprovado pela
Lei n.º 30/2002, de 20 de Dezembro, com as alterações introduzidas
pelas Leis n.
os
3/2008, de 18 de Janeiro, e 39/2010, de 2 de Setembro,
respectivamente.
2.4 — Não são admitidos aos exames nacionais do 9.º ano deLíngua Portuguesa e Matemática os alunos abrangidos pelo n.º 9
do artigo 22.º do Estatuto do Aluno do Ensino Básico e Secundário,
aprovado pela Lei n.º 30/2002, de 20 de Dezembro, com as alterações
introduzidas pelas Leis n.
os
3/2008, de 18 de Janeiro, e 39/2010, de2 de Setembro, respectivamente.10.10 — Não são admitidos aos exames nacionais do 9.º ano deLíngua Portuguesa e Matemática os alunos abrangidos pelo n.º 9 do
artigo 22.º do Estatuto do Aluno do Ensino Básico e Secundário,
aprovado pela Lei n.º 30/2002, de 20 de Dezembro, com as alterações
introduzidas pelas Leis n.º 3/2008, de 18 de Janeiro e n.º 39/2010, de2 de Setembro, respectivamente.»7 — Ao anexo
III
(Regulamento dos Exames do Ensino Secundário)do despacho normativo n.º 19/2008, de 19 de Março, com a redacção
conferida pelos despachos normativos n.
os
10/2009, de 19 de Fevereiro,
e 7/2010, de 16 de Março, são aditados os n.
os
1.3, alíneas
a
) e
b
), 1.5 e6.2, com a seguinte redacção:«1.3 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
a
) Os alunos autopropostos dos cursos tecnológicos e dos cursos
artísticos especializados no domínio das artes visuais e do áudio-
-visual, excluindo os do ensino recorrente, instituídos pelo Decreto-
-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março, com as alterações introduzidas
pelo Decreto-Lei n.º 24/2006, de 6 de Fevereiro, realizam prova deequivalência à frequência no ano terminal da disciplina;
b
) Os alunos autopropostos dos cursos científico-humanísticos doensino recorrente nas disciplinas trienais de Língua Estrangeira II eIII do curso científico-humanístico de Línguas e Literaturas e bienal
de Aplicações de Informática B, nos termos da Portaria n.º 380/2010,
de 24 de Junho.1.5
— 
Os alunos que, no ano lectivo 2009-2010, não terminaramos seus planos de estudo ao abrigo do Decreto-Lei n.º 74/2004, de26 Março, e que em resultado dos reajustamentos introduzidos pelo
Decreto-Lei n.º 272/2007, de 26 de Julho, foram recolocados em anos
de escolaridade anteriores, tendo já concluído algumas disciplinas do
12.º ano de escolaridade, é-lhes possibilitado, excepcionalmente, em
2010-2011, realizar, na qualidade de alunos autopropostos, os exames
nacionais ou provas de equivalência à frequência das disciplinas emfalta, designadamente do 12.º ano de escolaridade, podendo parale-lamente frequentar o ano de escolaridade em que está posicionado.
6.2 — Os candidatos referidos na alínea
b
) do n.º 1.3, em caso
de não aprovação na prova de equivalência à frequência, mantêm aclassificação dos módulos efectivamente capitalizados.»8 — Ao anexo
III
(Regulamento dos Exames do Ensino Secundário)do despacho normativo n.º 19/2008, de 19 de Março, com a redacção
conferida pelos despachos normativos n.
os
10/2009, de 19 de Fevereiro,
e 7/2010, de 16 de Março, é aditado o quadro
I
, alínea
), que passa ater a redacção constante do anexo C do presente despacho, do qual fazparte integrante.9 — São revogados a alínea
) do n.º 4.1 do anexo
I
do Regulamento
do Júri Nacional de Exames, o n.º 20.2 do anexo
II
do Regulamento
dos Exames do Ensino Básico e os n.
os
26.2 e 34.8 do anexo
III
do Re-gulamento dos Exames do Ensino Secundário, do despacho normativo
n.º 19/2008, de 19 de Março, com a redacção conferida pelos despachos
normativos n.
os
10/2009, de 19 de Fevereiro, 7/2010, de 16 de Março, e4/2011, de 24 de Fevereiro10 — Os Regulamentos constantes, respectivamente, dos anexos A,
B e C ao presente despacho e do qual fazem parte integrante aplicam-se
a partir do presente ano lectivo de 2010-2011, inclusive.
11 — É republicado em anexo D o despacho normativo n.º 19/2008, de19 de Março, com as alterações introduzidas pelos despachos normativos
n.
os
10/2009, de 19 de Fevereiro, 7/2010, de 16 de Março, e 4/2011, de24 de Fevereiro, com a redacção actual.28 de Março de 2011. — O Secretário de Estado Adjunto e da Edu-cação,
José Alexandre da Rocha Ventura Silva.

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