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Mixdown No Sonar Pt 2

Mixdown No Sonar Pt 2

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TECNOLOGIA | SONAR

Mixdown no Sonar
Parte II
Olá Pessoal! Neste mês, continuamos o assunto “mixdown” vendo a parte prática. O Sonar traz inúmeras possibilidades de ações e configurações dependendo do uso que você faz do software. É de olho nestes detalhes que vamos mergulhar no assunto

N

Daniel Farjoun é autor do livro MIX – O poder da mixagem, e trabalha com mixagens para todo o Brasil pelo site: www.opoderdamixagem.com.br

a edição passada, vimos que antes de tomar qualquer atitude relativa
TECNOLOGIA | SONAR

Mixdown no Sonar
Parte II
Olá Pessoal! Neste mês, continuamos o assunto “mixdown” vendo a parte prática. O Sonar traz inúmeras possibilidades de ações e configurações dependendo do uso que você faz do software. É de olho nestes detalhes que vamos mergulhar no assunto

N

Daniel Farjoun é autor do livro MIX – O poder da mixagem, e trabalha com mixagens para todo o Brasil pelo site: www.opoderdamixagem.com.br

a edição passada, vimos que antes de tomar qualquer atitude relativa

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Daniel Farjoun é autor do livro MIX – O poderda mixagem, e trabalha com mixagens paratodo o Brasil pelo site:www.opoderdamixagem.com.br
MixdownMixdown
no Sonar
a edição passada, vimos que an-tes de tomar qualquer atituderelativa ao mixdown, é preciso pensarno produto final que você está produ-zindo. Se sua produção vai para CD,DVD, DVD-Áudio, rádio AM ou FM,Internet ou qualquer outro suporte énecessário ajustar o Sonar para estefim. Ao finalizar um projeto do Sonar,o normal é que se queira exportartudo o que há nele. Vamos partir des-te princípio e depois desenvolver ou-tras possibilidades.Para poder abrir a janela de exporta-ção de arquivos (menu file/export/ audio), é necessário que antes vocêdefina todas as pistas que quer que se-jam exportadas. O Sonar reconheceas pistas mutadas e exporta apenas asativas, ou seja, aquelas que você escu-ta. Clips mutados também não sãoexportados. O que é exportado éapenas aquilo que você está ouvin-do no projeto.Existe a possibilidade também de ex-portação apenas das pistas “soladas”no projeto. Por exemplo: se você temuma música completa (bateria, baixo,teclados, etc), mas quer exportarapenas as pistas da voz e dos violões,basta “solar” estas pistas e abrir a ja-nela de exportação através do menufile/export/audio.
Olá Pessoal!Neste mês,continuamos oassunto “mixdown”vendo a parte prática.O Sonar traz inúmeraspossibilidades deações e configuraçõesdependendo do usoque você faz dosoftware.É de olho nestesdetalhes que vamosmergulhar no assunto
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Parte II
NOME DO ARQUIVO(FILE NAME)
No campo “nome do arquivo”, vocêinsere o nome do arquivo que seráexportado, como o nome da músicaque você produziu, por exemplo. Sevocê está em um processo de produ-ção e nomeia seus projetos com nomestipo amanhecer.cwp, amanhecer2.cwp,amanhecer3.cwp, e assim por diante,para cada mudança significativa que fazna música, é importantíssimo nomearo arquivo de acordo com o nome doprojeto. Assim você saberá qualexportação corresponde a qual ar-quivo. Se chegar lá na frente evocê preferir o resultado do arqui-vo amanhecer2.wav, já saberá que
 
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SONAR |TECNOLOGIA
deve ir ao arquivo amanhecer2.cwppara fazer qualquer ajuste que queira.
ARQUIVOS DO TIPO (FILESOF TYPE)
É neste campo que você define o tipode arquivo que será exportado. Se.wav, .wma, .mp3 ou qualquer outroformato dentro das opções do Sonar.Seguem algumas descrições dos tiposmais usados:• Wave – É o formato de áudio digitalpadrão usado pelo windows e porCDs. A extensão do arquivo é .wav;• Broadcast Wave (time-stamped) –É um arquivo wave que carrega as se-guintes informações: Descrição –Uma breve descrição do que é o arqui-vo de até 256 caracteres.Originator
 
– É o autor do arquivobroadcast wave. Esta informação écaptada através do campo Author”que encontra-se na janela que se abreao clicar no menu “File / Info...”Originator Reference – Uma iden-tificação de referência criada pelopróprio Sonar.Time Reference – O SMPTE (Societyof Motion Picture and TelevisionEngineers) time stamp para o iníciodo arquivo. SMPTE é o sinal desincronismo que permite que áudioe vídeo, por exemplo, estejam sem-pre juntos.• Windows Media Advanced StreamingFormat
 
– É o formato de compressão deáudio da microsoft. A extensão do arqui-vo é .wma. Se você escolher este tipode arquivo, aparecerá mais uma janelapara preenchimento de outras infor-mações sobre o arquivo, como o tipode codificação (qualidade final do ar-quivo) que se deseja, nome do arqui-vo, autor, etc. Pode ser consideradocomo o MP3 da Microsoft que eu par-ticularmente prefiro ao invés do tra-dicional MP3. É bom para o inter-câmbio de arquivos pela internet du-rante o processo de gravação à distân-cia que já é uma grande realidade. Nasmesmas configurações que o MP3,oferece melhor qualidade de áudio.• MP3 – É o formato mpeg-3 cuja ex-tensão é o tão conhecido .mp3. É preci-so comprar a licença do codec MP3para salvar nesta opção direto do Sonar.
SOURCE CATEGORY 
Neste campo, você pode escolheruma das quatro opções abaixo:
Entire Mix
– Cria um único* ar-quivo de toda a sua mix. É exportadotudo do jeito que você ouve, se vocênão alterar as configurações padrãodo campo mix enables
.
Main Outputs
– Cria um único*arquivo para cada uma das saídasprincipais de sua placa que você esco-lhe no campo Source Buses/TracksField
.
Digamos que você mande áudiosdistintos para as saídas 1 e 2 - 3 e 4 - 5 e6. Com esta opção, você pode exportarcada uma delas separadamente e tercomo resultado 3 arquivos distintos.
Tracks
– Cria um* arquivo paracada pista do projeto que você seleci-onar no campo Source Buses/TracksField. Selecionar este tipo pode sermuito útil para você exportar todas aspistas do seu projeto para passar, porexemplo, para outro computador queuse outro sistema de gravação. A van-tagem neste caso é poder aplicar osefeitos e automações (se você quiserassim é claro) em cada uma das pistasantes de exportar, automaticamente.É bom também para você ter cadauma das pistas como um único “clip”.Falo isto porque muitas vezes em umapista podemos encontrar dezenas declips e fragmentos de gravações quesão pequenos arquivos armazenados napasta de áudio do projeto. Se fossemospegar a pasta de áudio para levar para ooutro computador, seria uma loucuraidentificar cada pedaço e colocar nolugar certo da música. Justamente poristo, é bom poder exportar todas aspistas de uma vez (ou aquelas quevocê selecionar no campo SourceBuses/Tracks Field) sabendo que vocêpode ter:
1) Todas as pistas com a mesma du-ração2) Pistas com duração otimizada
1) Para exportar todas as pistas com amesma duração, basta, antes de abrira janela de exportação, selecionar oprojeto de acordo com a duração de-sejada. Digamos que você quer expor-tar o projeto do compasso 1 até o 60.Basta selecionar este trecho na barrahorizontal que marca os compassosclicando no número 1 e arrastando omouse até o número 60. Tendo seleci-onado o trecho desejado, basta abrir ajanela de exportação de áudio e seguiro procedimento descrito nesta maté-ria. Todas as pistas criadas terão amesma duração, ou seja, se você tiver
É bom também para vocêter cada uma das pistascomo um único “clip”.Falo isto porque muitasvezes em uma pistapodemos encontrar dezenas de clips efragmentos de gravaçõesque são pequenos arquivosarmazenados na pasta deáudio do projeto
 
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10 pistas no projeto, todas elas vãocomeçar no compasso 1 e terminarno compasso 60.2) Pense no caso 1, só que imagineque uma das 10 pistas só tinha áudioaté o compasso 5. É um grande des-perdício de espaço no HD criar umarquivo que vá até o compasso 60,certo?Neste caso, antes de abrir a janela deexportação, simplesmente não sele-cione qualquer trecho de compassos.Deixe tudo sem seleção e abra a janelade exportação. O Sonar irá reconhe-cer automaticamente que, ao selecio-nar a opção “tracks”, todas as pistasselecionadas terão sua duração até oúltimo clip de áudio na pista, evitandoo desperdício de espaço em branco.
Buses
– Cria um arquivo para cadabus que você selecionar no campo
Source Buses/Tracks Field
. Se você pos-sui, por exemplo, um bus chamado“base”, outro “vozes” e outro “main”(onde está toda a música), você podeem um único processo de exportaçãoobter 3 arquivos, cada um com oáudio de cada bus. O resultado final seráum arquivo (wav por exemplo) da basesem as vozes, outro só com as vozes eoutro com tudo junto. Simples e rápido.* É possível criar mais de um arquivocom a opção split mono ativada, queirá salvar 2 arquivos mono ao invésde 1 estéreo.
CHANNEL FORMAT 
Neste campo, você define se o arqui-vo exportado será mono, estéreo ousurround. Veja as opções:Mono – Todos os arquivos exporta-dos (buses, tracks, mains ou entiremix) serão obrigatoriamente mono.Stereo – Todos os arquivos expor-tados, mesmo aqueles original-mente mono, serão exportados emdois canais (L e R).Split Mono – Todos os arquivos ex-portados, mesmo aqueles original-mente estéreo, serão exportadoscomo mono. Um arquivo monopara L e outro arquivo mono para R.Multichannel – Todas as pistas ex-portadas de um projeto surroundserão reduzidas a um arquivomultichannel (multicanal) con-tendo o número de canais confi-gurados na aba “surround” da ja-nela que se abre ao clicar no menu“Options/Project...”
SOURCE BUSES/TRACKS
É neste campo que são selecio-nados os itens que devem ser ex-portados, de acordo com o esco-lhido em “source category”. Sevocê escolher a opção “tracks”,apenas as pistas aparecerão nes-te campo. Se escolher a opção“Buses”, apenas os Buses apare-cerão nesta lista.
SAMPLE RATE
Aqui você escolhe a taxa de amos-tragem dos arquivos que serão expor-tados. É bom lembrar que CD deáudio usa 44100 Hz.
BIT DEPTH
Aqui você escolhe a profundidade debits dos arquivos que serão exporta-dos. É bom lembrar que o CD deáudio usa 16 bits. Se você vai fazeruma redução, ou seja, gravou em 24 evai passar para 16, é importante ati-var a opção de Dithering a seguir.
DITHERING
Sempre que houver uma redução dataxa de bits, é importantíssimo que odither seja aplicado para reduzir ouevitar ruídos provenientes do erro dequantização ou distorção harmônicano sinal. Você pode escolher um dostipos abaixo:• Retangular• Triangular• Pow-r 1• Pow-r 2• Pow-r 3Os melhores resultados serão alcan-çados usando o Pow-r 3, embora seja oque mais solicita recursos da CPU. Ébom lembrar que não se deve aplicardither sobre dither com esta configura-ção. O som ficará abafado, sem brilho.
MIX ENABLES
É neste campo que você encontraráuma série de opções de ativação/ desativação de recursos que serão ex-portados. Como padrão, o Sonar dei-xa tudo selecionado, garantindo queo seu mixdown soará exatamentecomo você escuta quando dá play namúsica. Veja as opções disponíveispara exportação:
Deixe tudo sem seleção e abra a janela de exportação.O Sonar irá reconhecer automaticamente que, aoselecionar a opção “tracks”, todas as pistas selecionadasterão sua duração até o último clip de áudio na pista,evitando o desperdício de espaço em branco

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