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Nova Relatividade NCE (Não Curvatura Espaço ) 03-2012

Nova Relatividade NCE (Não Curvatura Espaço ) 03-2012

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Em 2004, 100 anos após a criação da teoria da relatividade em 1905, existiam sérias dúvidas sobre a curvatura do espaço. Essas dúvidas deram origem à criação do projecto Gravity Probe B, que promoveu o lançamento de uma sonda com giroscópios a bordo que iria estudar o comportamento do espaço em torno da Terra.
Nós tínhamos as mesmas dúvidas pelo que fomos analisar os princípios que levaram à relatividade de Einstein.
Na relatividade de Einstein, são estudadas e propostas da curvatura do tempo e da contracção do espaço.
Relativamente à contracção do espaço conclui que em referenciais que não estejam em repouso o espaço contrai na direcção do deslocamento. Na análise e cálculo do factor da curvatura do tempo, o espaço percorrido na direcção do deslocamento não é considerado contraído o que contraria o princípio da contracção do espaço.
Devido à contradição encontrada, são analisados os princípios que levaram à relatividade de Einstein.
Essa análise leva-nos a uma nova relatividade, à relatividade da Não Curvatura do Espaço, NCE.
Foi estudada a curvatura do tempo sob a acção de um campo gravítico.
É deduzida a relatividade restrita a partir dos conceitos, de equivalência energia/massa na teoria da relatividade e da equivalência energia/frequência na mecânica quântica, conduzindo também esta análise à relatividade da Não Curvatura do Espaço, NCE.
Verificando-se assim a compatibilidade da mecânica quântica, com a nova teoria da relatividade, pois esta é deduzida a partir da mecânica quântica, o que até agora era impossível de compatibilizar.
Ao ter concluído a variável gravítica universal, assim como a relatividade da Não Curvatura do Espaço NCE, estamos a alterar o paradigma da gravitação.
Em 2004, 100 anos após a criação da teoria da relatividade em 1905, existiam sérias dúvidas sobre a curvatura do espaço. Essas dúvidas deram origem à criação do projecto Gravity Probe B, que promoveu o lançamento de uma sonda com giroscópios a bordo que iria estudar o comportamento do espaço em torno da Terra.
Nós tínhamos as mesmas dúvidas pelo que fomos analisar os princípios que levaram à relatividade de Einstein.
Na relatividade de Einstein, são estudadas e propostas da curvatura do tempo e da contracção do espaço.
Relativamente à contracção do espaço conclui que em referenciais que não estejam em repouso o espaço contrai na direcção do deslocamento. Na análise e cálculo do factor da curvatura do tempo, o espaço percorrido na direcção do deslocamento não é considerado contraído o que contraria o princípio da contracção do espaço.
Devido à contradição encontrada, são analisados os princípios que levaram à relatividade de Einstein.
Essa análise leva-nos a uma nova relatividade, à relatividade da Não Curvatura do Espaço, NCE.
Foi estudada a curvatura do tempo sob a acção de um campo gravítico.
É deduzida a relatividade restrita a partir dos conceitos, de equivalência energia/massa na teoria da relatividade e da equivalência energia/frequência na mecânica quântica, conduzindo também esta análise à relatividade da Não Curvatura do Espaço, NCE.
Verificando-se assim a compatibilidade da mecânica quântica, com a nova teoria da relatividade, pois esta é deduzida a partir da mecânica quântica, o que até agora era impossível de compatibilizar.
Ao ter concluído a variável gravítica universal, assim como a relatividade da Não Curvatura do Espaço NCE, estamos a alterar o paradigma da gravitação.

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Categories:Types, Research, Science
Published by: José Luís Pereira Rebelo Fernandes on Apr 20, 2011
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03/08/2012

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1
Física para o Século XXI.A relatividade NCE (não curvatura do espaço)
(Estes trabalhos estão protegidos pelos direitos de autor, registados oficialmente no I.G.A.C. sob os nºs4961/2008 a 412/2012)José Luís Pereira Rebelo Fernandes
RebeloFernandes@sapo.pt 
Resumo
Em 2004, 100 anos após a criação da teoria da relatividade em 1905, existiam sérias dúvidas sobre acurvatura do espaço. Essas dúvidas deram origem à criação do projecto Gravity Probe B, que promoveu olançamento de uma sonda com giroscópios a bordo que iria estudar o comportamento do espaço em tornoda Terra.Nós tínhamos as mesmas dúvidas pelo que fomos analisar os princípios que levaram à relatividade deEinstein.Na relatividade de Einstein, são estudadas e propostas da curvatura do tempo e da contracção do espaço.Relativamente à contracção do espaço conclui que em referenciais que não estejam em repouso o espaçocontrai na direcção do deslocamento. Na análise e cálculo do factor da curvatura do tempo, o espaçopercorrido na direcção do deslocamento não é considerado contraído o que contraria o princípio dacontracção do espaço.Devido à contradição encontrada, são analisados os princípios que levaram à relatividade de Einstein.Essa análise leva-nos a uma nova relatividade, à relatividade da Não Curvatura do Espaço, NCE.Foi estudada a curvatura do tempo sob a acção de um campo gravítico.É deduzida a relatividade restrita a partir dos conceitos, de equivalência energia/massa na teoria darelatividade e da equivalência energia/frequência na mecânica quântica, conduzindo também esta análiseà relatividade da Não Curvatura do Espaço, NCE.Verificando-se assim a compatibilidade da mecânica quântica, com a nova teoria da relatividade, pois estaé deduzida a partir da mecânica quântica, o que até agora era impossível de compatibilizar.Ao ter concluído a variável gravítica universal, assim como a relatividade da Não Curvatura do EspaçoNCE, estamos a alterar o paradigma da gravitação.
 
2
Palavras-chave:
Relatividade, espaço, tempo, universo, potencial, gravítico, gravitacional, velocidade,energia, massa.
I-IIAnálise crítica aos princípios da relatividade de Einstein.A origem de uma nova relatividade.
José Luís Pereira Rebelo Fernandes
RebeloFernandes@sapo.pt
 
Introdução
Na relatividade de Einstein, são estudadas e propostas as curvaturas do tempo e a do espaço.Relativamente à curvatura do espaço conclui, que em referenciais que não estejam em repouso, o espaçocontrai na direcção do deslocamento.Na análise e cálculo do factor da curvatura do tempo, o espaço percorrido na direcção do deslocamento,não é considerado contraído o que contraria o princípio da contracção do espaço.Estes dois princípios da curvatura do tempo e contracção do espaço são os pilares estruturantes de toda arelatividadeDevido à contradição encontrada são analisados os princípios que levaram à relatividade de Einstein.Essa análise leva-nos a uma nova relatividade, em que o espaço não contrai e que apelidamos derelatividade NCE (Não Curvatura do Espaço).
Os princípios da relatividade de Einstein.
 
O actual paradigma
Os postulados de Einstein:1º - PostuladoAs leis da Física são as mesmas em todos os referenciais de inércia. Isto é verdade tanto para amecânica como para ao electromagnetismo.2º - PostuladoA velocidade da luz no vácuo é constante (c=+- 300.000 km/s) independentemente da velocidade doobservador, (e da fonte).
 
3
Relativamente ao 1º postulado não existe qualquer reparo.As leis da física são de certeza iguais em qualquer referencial, pois se assim não fosse não teríamos física.Relativamente ao 2º postulado existem algumas dúvidas, sendo essa a razão para a elaboração do presenteartigo.
Método de Richard Feynman.
Vamos agora aplicar o mesmo raciocínio usado por Einstein para o cálculo da curvatura do tempo e dacontracção do espaço.
Relativamente ao tempo.
Vamos trazer para aqui, o celebre exemplo da observação de um sinal luminoso emitido no interior de umautocarro, o qual é emitido do piso na direcção do tecto, lugar onde existe um espelho que o reflectenovamente para o piso.O fenómeno é interpretado por um observador parado fora do autocarro, referencial O, e por outro dentrodele, referencial V.- O observador V que está dentro do autocarro vai observar o percurso da luz indicado em baixo.Referencial V-Figura 1.1: O trajecto do raio de luz, como é visto pelo observador V.O nosso referencial V em movimento é resultante de um referencial inicial O parado que é posto emmovimento.
Para o observador em V.
O tempo de ida e volta vem dado por:
=
 
 
=
 
 
2 L=
 
Se repararmos neste modelo, no referencial em movimento Einstein utiliza
L
.
- L é o comprimento não contraído
.

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