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Sempre há uma luz... A viagem de um roqueiro ao além. Sérgio Lúis.

Sempre há uma luz... A viagem de um roqueiro ao além. Sérgio Lúis.

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Sempre há uma LuzCopyright © 2001 by Sérgio LuísAgradecimentosA Deus, a Jesus e à Espiritualidade (ou Espírito Santo), sem os quais nada épossível;Em especial, aos espíritos: Francisco e Luiz Sérgio, que assistiram RuggeriRubens nesta obra.Ao Editor José Carlos (e toda Equipe DPL).Ao Espírito Ruggeri pelas horas de intercâmbio. Com ele aprendi um poucomais sobre amar. (Algum dia, quem sabe, caroamigo, o mundo passará a ser nosso!)...Às artistas Fátima Sena e Juliana Morosowiski, pelas magnificas pinturas, cedidas gentilmente para esta obra.Do AutorAo leitor que nos prestigia e conosco, igualmente, haure energias para continuar a caminhada;A todos que direta ou indiretamente, têm contribuído na divulgação dos livros e da Doutrina Espírita.Deus é fantastico, nos permitindo conhecer as pessoas, não por estarem sobum pálio, mas por sua essência.Todos os direitos reservados pela: DPL - EDITORA E DISTRIBUIDORA DE LIVROS LTDA.Rua Cinco de Julho, 59 - São Paulo - SPCep. o4281-ooo Fone/Fax: (11) 5o61-8955Endereço para correspondência:Caixa Postal 42467 - CEP o42 18-97o - SPInternet: www.dpl.com.br. E-mail: dpl@dpl.com.brPalavras aos MédiunsO Apóstolo João, na Epístola, Cap. 4, 2-3, nos adverte que não devemos acreditar em todos os espíritos, perscrutando se vêm de Deus.O que se pode deduzir logicamente de tal assertiva?Primeiro, que existem Espíritos! Segundo, que eles sempre nos trazem algu
 
ma mensagem, notícia ou revelação, manifestando-se independente de local,pessoa, classesocial ou crença religiosa. Terceiro, não se pode tomar a mensagem apostolarao pé-da-letra, pois na verdade, todos os espíritos vêm de Deus! . .sejam eles superioresou inferiores. Somos filhos de um mesmo Pai, criados simples e ignorantes, logo, todos viemos de Deus. Quarto, alguns deles podem estar eivados deembuste, maledicênciae aparente bondade, nada produzindo de bom, razão pela qual o Apóstolo nosadvertiu contra esses, em particular.Como médiuns e por dever Cristão de caridade, no mínimo, devemos recebe-los, ouvi-los e, se necessário for, tentar reencaminhá -lo na senda da compreensão de suasreais situações, com preces e esclarecimentos. (E não é isso que se faz nasreuniões mediúnicas sérias?)Sempre eles nos trazem alguma coisa a ser aprendida, seja quando retratama pureza angélica, seja quando mostram aberta e honestamente, como chegaram até esse graude entendimento e evolução.Aqueles que não partilham desse entendimento, no mínimo, deveriam rever suas posições ao julgar uma mensagem, pois a todo instante o Cristo nos tem concitado a exercitarmoso perdão, misericórdia e a piedade, como forma de elevação.Há, decerto, os que só desejam palavras de rara beleza dos bons Espíritos.Mas os Espíritos sofredores têm muito o que nos ensinar, sim! Nos mostramque foram aocampo de batalha da vida e, por erros ou ignorância, desceram aos tormentos conscienciais. Como nada é absoluto (Só o Creador), por misericórdia, enfim, conseguiramdivisar algum dia, um pouco do sol que nasce para todos... e só não enxerga quem não quer! E isso não é maravilhoso? Sinal de que nenhuma ovelha doPai se perderá...!Está lá no Cap. 28: seria injusto colocar os sofredores e arrependidos na categoria dos maus espíritos. Podem alguns ter sido maus, mas a partir do momento em quereconhecem suas faltas e as lamentam; são apenas infelizes, alguns até mesmo começam a gozar de uma felicidade relativa. (E.S.E*)Quem poderá contradizer que a Doutrina Espírita, principalmente, o próprioEvangelho Segundo o Espiritismo e O Céu e o Inferno, não tiveram a participação de espíritossofredores? Confiramos, nesse último compêndio... nada menos que 3 a 4 capítulos com depoimentos dessa classe de Espíritos, de riquíssimo valor mo
 
ral, pois que visama nos alertar a não cometer os mesmos erros.A mediunidade não implica necessariamente relações habituais com EspíritosSuperiores; é simples aptidão para servir de instrumento mais ou menos útil aos Espíritosem geral. E o bom médium não é aquele que se comunica facilmente, mas aquele que é simpático aos bons Espíritos (Cap. 24 os bons não tem necessidade de médicosE.S.E)Ruggeri Rubens é um pseudônimo, similar aos de André Luiz, Irmão X, Emmanuel e tantos outros. Os Espíritos têm pudor de suas obras, palavras dobondoso Espíritode São Vicente de Paula (Paris, 1858 E.S.E, Cap. 13).Se essa entidade tivesse se revelado como a celebridade musical que o marcou por duas décadas (cuja obra continuará a ser apreciada ao longo dos anos vindouros);se houvesse trazido ao leitor sistemas absurdos e imponderáveis; se houvesse mesmo abjurado o Pai, Jesus e a Espiritualidade; se não corroborasse com as informa-ções que temos visto, ouvido e lido acerca do que nos aguardam no pós-vida,eu mesmo diria, com convicção, que este livro seria uma falácia grosseira.Todavia, o leitor (em maioria) tem provado o contrário! Tanto que nos permitiu chegar a uma 2 edição. Recebemos inúmeras cartas/e-mails, onde as pessoas que leramesta obra afirmam que encontraram no contexto redenção, misericórdia, esperança, caridade, fé... luz.Gostaria de reiterar o brado que expressei na 1a edição, não como forma de esvaziar os bancos das salas de cursos mediúnicos, pois quem não conhece a mediunidade,precisa conhecê-la. Mas que não se dê maior valor ao academismo, onde aspessoas se tornam vazias mesmo aprendendo, estimulando em maior grau ainteligência. Epreciso lembrar que os principais objetivos a serem atingidos são: caridade, disciplina e amor, e somente os conquistaremos com o labor ativo no bem.Portanto, deixamos os quartos de estudo, não significa abandoná-los, pois o próprio Kardec nos disse: ... instruí-vos, mas antes, ressaltou com propriedade: Espíritas,amai-vos.., caindo no mundo semeando todo o bem que pudermos, pois é lá queestá o infortúnio, dor, miséria., lá é que está o mal a ser curado, que éa ignorância!

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