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Relatorio Final de Estagio Supervision Ado II

Relatorio Final de Estagio Supervision Ado II

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08/16/2013

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1. Identificação:Estagiária:
Juliana Costa Meinerz Zalamena
Estágio Supervisionado IILocal de Estágio
: Prefeitura Municipal de TuparendiSecretaria Municipal de Saúde e Ação Social
Supervisor de campo
: Elizabét da Silva Cabaldi
Supervisor Acadêmico
: Prof. Lislei Teresinha Preuss
Total de horas
: 104
Semestre
: 6º/2009
 
2. Descrição e Análise da Prática Profissional de Estágio
Durante a experiência vivenciada no desenrolar do Estágio Supervisionado II, foipossível um aprofundamento de cada faceta da atividade profissional nesse espaço deatuação.Primeiramente, o estágio pôde ser iniciado apenas no mês de setembro, quando asupervisora de campo Elizabét Cabaldi retornou de suas férias. Este aspecto prejudicou oandamento do estágio, uma vez que no retorno, houve a surpresa de que o dia decomparecer não seria mais na quinta-feira, e sim na sexta-feira. O motivo é que asupervisora acolheu mais três estagiárias da Fundação Educacional Machado de Assis, e oshorários delas acabaram por interferir.Este aspecto teve suas repercussões positivas e negativas. As negativascompreendem os fatos de que não seria possível continuar com as atividades no Grupo deIdosas e no Grupo de mães do PETI, ambos realizados às quintas-feiras e também, quanto aparticipação na Reunião Ordinária do CMAS – Conselho Municipal de Assistência Social,na segunda quinta-feira do mês. Entretanto, os aspectos positivos compreendem o fato deque na sexta-feira normalmente realizam-se as visitas e outras atividades pendentes, sendoum dia com ações bastante diversificadas, e dificilmente pré-agendadas.Nos atendimentos no Plantão Social recebemos uma grande demanda de usuáriosrequisitando auxílios como materiais de construção, fraldas, alimentos e outros gêneros,mas para aqueles que já possuem cadastro nas Fichas Sócio- econômicas este procedimentonão é mais responsabilidade da Assistente Social. Os auxílios emergenciais fazem parte dosprocessos sócio- assistenciais da profissão, especificamente sendo uma ação sócio-emergencial, visando atender as solicitações com caráter de emergência, que estão ligadas anecessidades de urgência das famílias.Os atendimentos no Plantão Social e os auxílios emergenciais, são uma demandarelevante da profissão nesse espaço sócio-ocupacional, e são importantes na medida quevisam garantir o suprimento das necessidades básicas das pessoas em extremavulnerabilidade social. Porém, segundo Martinelli (2006):
 
A nobreza de nosso ato profissional está em acolher aquela pessoa por inteiro, emconhecer a sua história, em saber como chegou a esta situação e como é possívelconstruir com ela formas de superação deste quadro. Se reduzirmos a nossaprática a uma resposta urgente a uma questão premente, retiramos dela toda suagrandeza, pois deixamos de considerar, neste sujeito, a sua dignidade humana(MARTINELLI, 2006).
Ainda segundo essa autora, temos de pensar em nossa profissão como “umaprofissão que através de sua intervenção na realidade, de sua interlocução com osmovimentos sociais, com os setores organizados da sociedade civil, participa dareconstrução do próprio tecido social” (MARTINELLI, 2006). Ou seja, somosprotagonistas de processos políticos, seja como profissionais ou como cidadãos,participando da construção lenta e gradual de uma nova proposta de sociedade.O Serviço Social é uma profissão que tem um compromisso com a construção deuma sociedade humana, digna e justa (MARTINELLI, 2006). Entretanto, os desafios sãocotidianos, pois como aponta Hobsbawn (1995, p. 421), “O Brasil é um verdadeiromonumento vivo à desigualdade social”. É esse contexto brasileiro e também mundial quese reflete nas demandas serem atendidas pelo assistente social no município de Tuparendi,na medida em que os usuários estão inseridos e são produto da conjuntura sócio- históricabrasileira. É nesse pedacinho de realidade brasileira, agravada em alguns aspectos pelascaracterísticas específicas locais, que nos cabe intervir.Além de precisar ter leitura da conjuntura, precisamos também saber compreender oconhecimento, como afere Martinelli (2006):
Somos profissionais cuja prática está direcionada para fazer enfrentamentoscríticos da realidade, portanto precisamos de uma sólida base de conhecimentos,aliada a uma direção política consistente que nos possibilite desvendaradequadamente as tramas conjunturais, as forças sociais em presença. É nesteespaço de interação entre estrutura, conjuntura e cotidiano que nossa prática serealiza. É na vida cotidiana das pessoas com as quais trabalhamos que asdeterminações conjunturais se expressam (MARTINELLI, 2006).
Como denomina Sarlo (1997, p.57), o assistente social precisa ter um “olharpolítico” que nos permita “aguçar a percepção das diferenças como qualidades alternativase saber descobrir as tendências que questionam ou subvertem a ordem”. Conformerelaciona Martinelli (2006), o “social”, palavra presente na denominação da nossaprofissão, não está ali por acaso, e sim, faz parte da nossa identidade. Sobre isso ela reitera:

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