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O Evangelho segundo João

O Evangelho segundo João

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A primeira edição da Bíblia King James foi publicada em Londres, em 1611 (temos uma réplica da página de apresentação original desta edição de 1611 no início do NTKJA), é justamente essa a edição sobre a qual estamos baseando o estilo: clássico, reverente e majestoso da nossa tradução em português. William Shakespeare foi o grande mentor da língua inglesa nessa época e influenciou sobremaneira o estilo da redação, o qual prevalece até nossos dias, ainda que, claro, com as devidas adaptações da linguagem que - de longe - se parece com a usada no Reino Unido do séc. XVII... Acesse http://www.bibliakingjames.com.br/.
A primeira edição da Bíblia King James foi publicada em Londres, em 1611 (temos uma réplica da página de apresentação original desta edição de 1611 no início do NTKJA), é justamente essa a edição sobre a qual estamos baseando o estilo: clássico, reverente e majestoso da nossa tradução em português. William Shakespeare foi o grande mentor da língua inglesa nessa época e influenciou sobremaneira o estilo da redação, o qual prevalece até nossos dias, ainda que, claro, com as devidas adaptações da linguagem que - de longe - se parece com a usada no Reino Unido do séc. XVII... Acesse http://www.bibliakingjames.com.br/.

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Published by: Caminho da Graça | blog on Sep 04, 2008
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 Autoria e data
O autor do quarto evangelho é João, discípulo por quem Jesus tinha especial carinho, amizadee respeito (13.23; 19.26; 20.2; 21.7; 20.24). Somente uma testemunha ocular dentre o círculo maisíntimo dos seguidores do Senhor, como João, poderia fornecer tantos detalhes particulares comoos que são citados nesse livro (12.16; 13.29). Relatos especiais e algumas vezes indiretos da pre-sença ou participação de João, são outros argumentos que comprovam sua autoria (1.37-40; 19.26;0.2,4,8; 21.20,24). Os pais da Igreja – como Irineu e Tertuliano – declaram que João escreveu esseevangelho, e todas as demais evidências corroboram com essa declaração.O fragmento de uma antiga cópia (datada do segundo século), indica que o original é bem maisantigo e pertence seguramente ao período em que João vivia.Teólogos, biblistas e arqueólogos respeitáveis em todo o mundo concordam que a mais prováveldata de autoria do evangelho de João esteja entre o final dos anos 50 da era cristã e antes da terríveldestruição de Jerusalém, no ano 70 d.C.
Propósitos
Vários e mundialmente reconhecidos pensadores e estudiosos apresentam diferentes interpretaçõesquanto aos objetivos de João ao escrever seu evangelho. Clemente de Alexandria chegou a declararque João teria escrito para suplementar os relatos dos evangelhos sinóticos. Outros afirmam que Joãoescreveu para pregar uma mensagem cristã que fosse atraente ao sistema de pensamento helênico. E,outros ainda, acreditam que João desejava complementar teologicamente as doutrinas apresentadasnos demais evangelhos, para combater as formas de heresia que começavam a florescer em seu tem-po, bem como opor-se àqueles que ainda seguiam fanaticamente as orientações de João Batista.Contudo, o comitê internacional de tradução da Bíblia King James Atualizada, decidiu, simplesmen-te, dar evidência à própria palavra de João acerca do propósito que teve ao escrever seu evangelho:Verdadeiramente Jesus realizou, na presença dos seus discípulos, muitos outros milagres, que nãoestão escritos neste livro. Estes, entretanto, foram escritos para que possais acreditar que Jesus é oCristo, o Filho de Deus, e para que crendo, tenhais vida em Seu Nome” (Jo 20.30-31).Desde o prefácio do livro (1.1-18), com seu ponto alto: “Vimos a sua glória...” (v.14), até à confissãode Tomé: “Meu Senhor e meu Deus!” (20.28), o leitor é constantemente motivado a render-se incon-dicionalmente em adoração sincera e absoluta a Deus. O Senhor Jesus Cristo surge como mais doque um simples homem sábio e poderoso, muito mais que uma representação da Divindade na terra.Jesus é o verdadeiro e único Deus, que se fez pessoa humana e habitou entre nós.Todavia, os judeus, esperando pelo seu Messias (Cristo), necessitavam de uma prova indiscutívelsobre a reivindicação de Jesus de ser o prometido unigênito do Antigo Testamento. E João, preocu-pado que a ninguém faltasse essa convicção e a mensagem principal do Evangelho, apresenta es-sas provas em profusão. Milagres, ensinos e pregações selecionados dentre apenas cerca de vintedias dos três anos de ministério público do Senhor são publicados com o objetivo de comprovar aposição de Jesus Cristo como Filho de Deus. Vários sinais milagrosos realizados pelo Senhor reve-lam não somente o Seu poder divino, mas igualmente atestam Sua glória como o único e verdadeiroEu Sou” (o nome de Deus em hebraico). A água transformada em vinho, comerciantes inescrupulosos e animais para sacrifícios expulsosdo Templo; o filho do nobre curado à distância; o paralítico curado no sábado; as multiplicações depães e peixes; o caminhar tranqüilo e onipotente sobre as águas revoltas; a vista restaurada ao cegode nascença; Lázaro chamado novamente à vida dentre os mortos: todos esses milagres e maravi-lhas revelam quem Jesus Cristo é e o que Ele faz.Passo a passo, João descreve Jesus como a fonte da nova vida, a água da vida, e o pão dessanova e eterna vida. Até seus próprios inimigos batem em retirada e se rendem perante o “Eu Sou”,que seguiu confiante para Jerusalém, onde se ofereceu voluntariamente, em sacrifício eterno pelahumanidade, por meio do seu sofrimento e crucificação (18.5,6).O Logos (a Palavra, em grego) eterno se fez carne (humanizou-se) e fez da terra sua habitação
I
NTRODUÇÃO
O EVANGELHO SEGUNDO
JOÃO
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temporária com a finalidade de salvar o ser humano das amarras do pecado, da condenação eternae restaurá-lo à comunhão original e ideal com Deus (1.14), bem como a uma vida de santidade(estilo de vida em que a expressão sincera de adoração a Deus e amor ao próximo ocupam lugarde prioridade absoluta).Por meio exclusivo de Sua Graça, homens fracos e corrompidos encontraram a necessária qualifi-cação para serem habitados por Seu Espírito (14.20) e, finalmente, para terem acesso às “mansõeseternas” (14.2,3). Em Sua própria pessoa, Jesus cumpre o sentido principal das grandes profeciasbíblicas e todas as celebrações do Antigo Testamento. Jesus vence até mesmo a morte e a sepultura,e lega a todos os seus seguidores, de todos os tempos, uma notável herança para que Sua missãosiga e seja completada até o final dos tempos, quando de Seu glorioso retorno.Estendendo-se de eternidade a eternidade, o quarto evangelho une o destino tanto de judeuscomo de gentios (todos os que não são judeus), como parte de toda a criação, à ressurreição doCristo encarnado e crucificado. Nosso Logos Eterno.
sboço Geral de João
. A Encarnação do Filho de Deus: (1.1-18)2. A Apresentação do Filho de Deus: (1.19 – 4.54) A. Por João, o Batista: (1.19-34)B. Aos discípulos de João: (1.35-51)C. Em um casamento em Caná da Galiléia: (2.1-11)D. No Templo em Jerusalm: (2.12-25)E. A Nicodemos: (3.1-21)F. Por João, o Batista: (3.22-36)G. Para a mulher samaritana: (4.1-42)H. A um oficial em Cafarnaum: (4.43-54)3. Os debates do Filho de Deus: (5.1 – 12.50) A. Em uma festa em Jerusalém: (5.1-47)1. O sinal de Betesda: (5.1-9)2. A reação de todos: (5.10-18)3. A pregação: (5.19-47)B. Durante a Páscoa na Galiléia: (6.1-71)1. O sinal da multiplicação dos pães e peixes: (6.1-21)2. A pregação: (6.22-40)3. As reações: (6.41-71)C. Na Festa dos Tabernáculos em Jerusalém: (7.1-10.21)1. Primeira discussão – a pregação: (7.1-29)2. As reações: (7.30-36)3. Segunda discussão – a pregação: (7.37-39)4.As reações: (7.40-53)5. Terceiro debate – os discursos: (8.1-58)6. A resposta: (8.59)7. Quarta discussão: o sinal (milagre): (9.1-12)8. As reações: (9.13-41)9. Quinta discussão: sobre o Bom Pastor: (10.1-18)10. As reações: (10.19-21)D. Na Festa da Dedicação em Jerusalm: (10.22-42)1. O discurso: (10.22-30)2. A rejeição: (10.31-42)E. Em Betânia: (11.1 – 12.11)1. O sinal da ressurreição de Lázaro: (11.1-44)2. As reações: (11.45-57)3. A unção por Maria: (12.1-8)4. As reações: (12.9-11)F. Em Jerusalm: (12.12-50)1. A entrada triunfal: (12.12-19)2. A doutrina de Jesus: (12.20-50)
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. As orientações do Filho de Deus: (13.1 – 16.33) A. Quanto ao perdão: (13.1-20)B. Quanto à traição: (13.21-30)C. Quanto à sua partida: (13.31-38)D. Quanto ao cu: (14.1-14)E. Quanto ao Advogado: (14.15-26)F. Quanto à paz: (14.27-31)G. Quanto ao desenvolvimento espiritual: (15.1-17)H Quanto ao mundo: (15.18 – 16.6)I. Quanto ao Espírito Santo: (16.7-15)J. Quanto à sua segunda vinda: (16.16-33). A oração do Filho de Deus: (17.1-26). A crucificação do Filho de Deus: (18.1 – 19.42) A. A prisão: (18.1-11)B. Os inquéritos: (18.2 – 19.16)1. Diante de Anás: (18.12-23)2. Diante de Caifás: (18.24-27). Diante de Pilatos: (18.28 – 19.16)C. A crucificação: (19.17-37)D. O sepultamento: (19.38-42)7. A ressurreição do Filho de Deus: (20.1 – 21.25) A. O sepulcro vazio: (20.1-10)B. Os reaparecimentos de Jesus Cristo: (20.11 – 21.25)1. A Maria Madalena: (20.11-18)2. Aos discípulos: (20.19-25). A Tomé: (20.26-31)4. A sete discípulos: (21.1-14). A Pedro e a João – o discípulo amado: (21.15-25)
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