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O Lugar de HPB Na Literatura Mundial

O Lugar de HPB Na Literatura Mundial

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Uma Obra Única nos Últimos 25 Séculos
Uma Obra Única nos Últimos 25 Séculos

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05/08/2011

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O Lugar de H.P.B.na Literatura Mundial
Uma Obra Única nos Últimos 25 Séculos
O Teosofista
 
Manuscrito original da "Doutrina Secreta", com letra de HPB
P
ara quem observa com objetividade a evolução da literatura esotérica no período quevai desde 1950 até a primeira década do século 21, há um duplo fenômeno editorial.De um lado, os livros de Annie Besant e C.W. Leadbeater, antes best-sellers, têm sidoabandonados por leitores e editores devido à superficialidade dos seus conteúdos e aosseus numerosos erros, que o tempo tornou óbvios. De outro lado, as obras de Helena P.Blavatsky ganham novas edições em diferentes idiomas. Mesmo hoje, quase cento evinte anos depois da morte de H.P.B., ainda há escritos inéditos dela, sendo planejadospara publicação em inglês.Deve-se olhar o conjunto da história humana para compreender a estatura de HPB.Desde que o uso da escrita generalizou-se, gradualmente, em um processo começado
 
em torno de 2.500 anos atrás, poucos pensadores de qualquer época ou área deconhecimento tiveram, mais de um século depois de sua morte, as suas obras aindapublicadas em dezenas de volumes e em vários idiomas ao redor do mundo. HP.B. estáentre eles.Mas qual é o perfil do conjunto da obra desta pensadora russa?Na bibliografia teosófica, o maior empreendimento editorial do século vinte foi acoleção de 15 volumes dos “Collected Writings”, os “Escritos Reunidos” de H.P.B. eminglês. Ali estão os seus textos curtos, e sua publicação concluiu-se já nos anos 1990.Além dos “Collected Writings”, cuja importância e valor são extraordinários, temos asobras mais famosas de H.P.B., “A Doutrina Secreta” (seis volumes na ediçãobrasileira), e “Ísis Sem Véu” (quatro volumes na edição brasileira ). Há também assuas numerosas obras que cabem cada uma em um só volume. Entre elas, “A Voz doSilêncio”, “A Chave Para a Teosofia”, “Glossário Teosófico”, “Letters of H.P.B. toA.P. Sinnett” (“Cartas de H.P.B. para A.P. Sinnett”), “Transactions of the BlavatskyLodge” (“Atas da Loja Blavatsky”), “The Inner Group Teachings”(“Ensinamentos aoGrupo Interno de Londres”), e “From the Caves and Jungles of Hindustan” (“DasCavernas e Florestas do Hindustão”).Por uma questão de afinidade de conteúdo e unidade de idéias, devemos colocar ao ladoda vasta obra escrita de H.P.B. e no primeiro plano da literatura teosófica as “Cartasdos Mahatmas” (editadas por Trevor Barker ), as “Cartas dos Mestres de Sabedoria”(editadas por C. Jinarajadasa); a obra “Luz no Caminho” e os livros de William Q.Judge.Os livros e escritos de Robert Crosbie, B. P. Wadia, Subba Row, DamodarMavalankar e Eliphas Levi, entre outros, constituem uma valiosa literatura de apoio.Com este material, do qual apenas uma pequena parte já está disponível em português,temos hoje uma literatura ou um
cânone
filosófico sem igual em extensão e emprofundidade. Um tal conjunto de ensinamentos não tem paralelo no âmbito domovimento esotérico, e também é único na literatura mundial dos últimos 2000 anos.Não há de fato, na literatura humana, um corpo de ensinamentos nem remotamenteparecido.Outras grandes obras de sabedoria, conhecidas por seu grande porte, são, por exemplo:* Os escritos de Platão (um pitagórico de 23 séculos atrás);* A Torá e o Talmude judaico;* As grandes obras indianas (os Vedas, etc.); e* O vasto cânone budista, o Tripitaka.
 
 Mas só a obra escrita por H.P.B., em cooperação com os Raja Iogues dos Himalaias,nos dá uma chave universal que permite abrir todas as portas da
Torre de Babel
doconhecimento humano. E HPB o faz em uma linguagem relativamente acessível aopúblico moderno.A tendência bibliográfica no movimento teosófico tem sido indiscutível, e por bonsmotivos, portanto. Os escritos do ensinamento original têm tido o seu valorreconhecido à medida que passa o tempo, enquanto as obras da fase pseudo-teosófica(1900-1935) caem no esquecimento, assim como outras obras superficiais maisrecentes. Possivelmente, esta tendência natural irá prosseguir. Nas próximas décadas eséculos, a literatura teosófica autêntica deverá chegar a mais idiomas e mais países,influenciando novas gerações de autores.Podemos mencionar um exemplo ibérico de desafio editorial e histórico. A Sociedadede Adyar abandonou na década de 1970, em língua inglesa, a edição adulterada de “ADoutrina Secreta”, que fora “preparada” e publicada por Annie Besant em 1897. Nãose trata de uma edição inútil para o leitor, e, na ausência de outra melhor, merece serestudada e é muito útil. Mas está prejudicada, especialmente nos volumes cinco e seis,e por isso a própria Sociedade de Adyar abandonou esta edição. Adyar adotou, eminglês, uma edição igual à original, tal como fazem desde o início a Loja Unida deTeosofístas e a Sociedade de Pasadena.No entanto, em português e em espanhol, só a edição defeituosa e pouco legítima de “ADoutrina Secreta” está disponível até hoje.Um estimulante desafio bibliográfico para os estudantes de língua espanhola eportuguesa é promover, nos próximos anos ou décadas, a publicação de ediçõesautênticas e originais desta obra máxima da filosofia esotérica. O caso de “A DoutrinaSecreta” é apenas um exemplo entre outras oportunidades que estão à frente dosteosofistas.Outro ponto a ser observado diz respeito ao estudo da obra de H.P.B. Os autores queproduziram uma versão adulterada do ensinamento criaram o tabu segundo o qual “éimpossível ler HPB”. De acordo com este mito, a obra dela seria “excessivamentedifícil”. Assim, apresentaram a sua própria versão falsificada, açucarada e “facilitada”de teosofia, como se fosse algo equivalente à obra de H.P.B.É necessário, por isso, examinar de frente a questão: até que ponto a leitura de H PB é“demasiado difícil”?Seguramente, a preguiça mental deve ser deixada de lado, quando vamos ler HPB. Ostextos da teosofia autêntica não estão dirigidos ao eu inferior. Eles estão dedicados edirigidos aos que querem aprender a ter olhos para ver. A sua leitura desperta novasconexões cerebrais e um novo tipo de inteligência no estudante, e por isso parece difícilà primeira vista. Trata-se da inteligência espiritual ou buddhi-manásica, a nova

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