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3º João

3º João

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A primeira edição da Bíblia King James foi publicada em Londres, em 1611 (temos uma réplica da página de apresentação original desta edição de 1611 no início do NTKJA), é justamente essa a edição sobre a qual estamos baseando o estilo: clássico, reverente e majestoso da nossa tradução em português. William Shakespeare foi o grande mentor da língua inglesa nessa época e influenciou sobremaneira o estilo da redação, o qual prevalece até nossos dias, ainda que, claro, com as devidas adaptações da linguagem que - de longe - se parece com a usada no Reino Unido do séc. XVII... Acesse http://www.bibliakingjames.com.br/.
A primeira edição da Bíblia King James foi publicada em Londres, em 1611 (temos uma réplica da página de apresentação original desta edição de 1611 no início do NTKJA), é justamente essa a edição sobre a qual estamos baseando o estilo: clássico, reverente e majestoso da nossa tradução em português. William Shakespeare foi o grande mentor da língua inglesa nessa época e influenciou sobremaneira o estilo da redação, o qual prevalece até nossos dias, ainda que, claro, com as devidas adaptações da linguagem que - de longe - se parece com a usada no Reino Unido do séc. XVII... Acesse http://www.bibliakingjames.com.br/.

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Published by: Caminho da Graça | blog on Sep 04, 2008
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05/09/2014

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 Autoria
Essa é a terceira carta canônica de reconhecida autoria do apóstolo João, desde os primórdiosda Igreja, e atestada por vários dos chamados pais da Igreja. Nos primeiros versículos de 2 João,assim como em 3 João, o autor se identifica da mesma forma humilde e pastoral: “o presbítero”ou “ancião”. Outras semelhanças internas ainda são bem visíveis, como as expressões “amo naverdade” ou “amo por causa da Verdade”, no primeiro versículo das duas cartas, e “andando naverdade” no quarto verso de ambas, bem como desfechos muito parecidos.
ropósitos
Jesus e o apóstolo Paulo já haviam dado instruções sobre como a Igreja deveria ser cordial egenerosa no recebimento dos obreiros cristãos que realizavam árduo trabalho itinerante, levandode cidade em cidade a Palavra de Deus e a sã doutrina. Alguns falsos mestres, no entanto, estavamtentando negociar influências políticas e religiosas, bem como lucrar com suas viagens e palestras.O objetivo do autor, nessa sua segunda carta, é elogiar e encorajar o irmão Gaio por sua hospitali-dade e sustento aos discíulos de João verdadeiros mestres na Palavra. Esses irmãos haviam sidomaltratados, em uma das igrejas da sia, por um líder carnal e autoritário chamado Diótrefes, queexcomungava qualquer membro da comunidade que se mostrasse amável e generoso para comos missionários enviados pelo apóstolo. A carta de João é também uma advertência à arrogância eprepotência dos ditadores.
ata da primeira publicação
udo indica que essa terceira carta tenha sido composta na mesma poca que as duas anteriores,por volta do ano 90 d.C. Mais detalhes na introdução de 1 João.
sboço geral de 3 João
1. Saudações apostólicas de João ao amado irmão Gaio (v.1-8) A. Fraternal e entusiástica saudação (v.1,2)B. O testemunho do filho na f jubiloso (v.3-8)2. O contraste das atitudes tristes dos líderes carnais (v.9-12) A. O mau exemplo do líder apóstata Diótrefes (v.9-11)B. O testemunho cristão de amor de Demétrio (v.12)3. Saudações finais a Gaio e aos amados irmãos (v.13-15)
I
NTRODUÇÃO
3 JOÃO
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3 JOÃO
Prefácio e saudação
1
O presbítero ao amado Gaio, a quem euamo por causa da Verdade.Amado, oro na expectativa de que tenhasoa saúde, que sejas bem-sucedido emudo o que empreenderdes, assim como épróspera a tua alma.
3
Pois senti extremo júbilo ao recebera visita de alguns irmãos que nos de-ram boas notícias sobre a tua fideli-dade, de como segues caminhando naVerdade.
4
Ora, não tenho alegria maior do queesta: saber que meus filhos estão andan-do na Verdade.
bom testemunho de Gaio
5
Amado, tu és fiel no que estás realizan-do pelos irmãos, ainda que eles lhe sejamdesconhecidos,
3
os quais, perante a igreja deram tes-temunho a respeito deste teu amor. Tufarás bem se os encaminhares na suaviagem de modo digno de Deus.
7
Porquanto, foi por causa do Nome quesaíram, sem aceitar nada dos gentios.
 4
8
Sendo assim, devemos acolher todosque forem como eles, para que seja-mos também cooperadores a favor daVerdade.
O prepotente e o cristão fiel 
9
Escrevi à igreja, mas Diótrefes, que apre-cia ser considerado a pessoa mais impor-tante entre eles, não nos recebe.
5
Por este motivo, se eu for vos visitar,chamarei a atenção dele para o mal queestá fazendo ao proferir palavras insen-satas contra nós. Não satisfeito com essedesplante, ele se recusa a receber os ir-mãos, impede os que desejam recebê-lose os expulsa da igreja.
11
Amado, jamais imites o que é mau,mas sim o que é bom. Aquele que faz obem é de Deus; aquele que pratica o malnão conheceu a Deus.
6
12
Entretanto, quanto a Demétrio, to-dos tecem bons comentários sobre ele,
1
Diferentemente de 2 João, esta carta não é direcionada primeiramente a um grupo de crentes, mas para um indivíduo eiscípulo (v.4) chamado Gaio. Nome bastante comum na época e região de João (1Co 1.14; Rm 16.23; At 19.29; 20.4).
2
O coração pastoral de João se alegrava ao constatar que seus filhos na fé (discípulos) estavam vivendo de acordo com asã doutrina do Evangelho de Cristo.
3
João louva a visão missionária e a dedicada hospitalidade de Gaio, atitudes que muito encorajaram os verdadeirosmissionários do Senhor (2Jo 7-11), ainda que estrangeiros na província da Ásia (Rm 12.13; Hb 13.2; 1Pe 4.9; 1Tm 5.10; 3.2; Tt1.8). Os mestres itinerantes enviados por João foram rejeitados por Diótrefes, líder tirano de uma das igrejas da região, que,inclusive, excomungava os cristãos que dessem abrigo aos mensageiros enviados por João.
 4
 Até hoje, muitos judeus ortodoxos se referem a Deus por meio de um de seus muitos títulos honrosos:
Hashem
“o Nome”,omo sinal de reverência, e crendo que assim evitam mencionar o nome do Senhor em vão. Os missionários enviados porJoão foram fiis ao princpio de não aceitar ofertas dos gentios (aqui enfatizando o sentido de incrdulos e pagãos, alm denão judeus). A obra de Deus deve ser sustentada pelo povo de Deus, pois o mundo que não quer receber o Senhor, tambémnão deve financiar a igreja e os projetos de evangelização. Sustentar os obreiros do Senhor um privilgio dos crentes, poisestão investindo nas vidas dos que levam “o Nome” ao mundo, especialmente aqueles que se dedicam integralmente obrae não têm outra fonte de sustento (1Tm 5.17-18), e porque esta é uma boa e prática maneira de nos tornarmos cooperadoresmissionrios com Deus (Rm 15.24; Fp 4.15-19).
5
Embora essa pareça ser a igreja chamada de “senhora eleita” (2Jo 1), a carta na qual João pede à igreja liderada porDiótrefes, para receber sua comitiva de missionários, não foi preservada. É possível que Diótrefes simplesmente a tenhaestruído, já que seu personalismo era maior do que seu amor pelo Senhor e sua obra (Cl 1.18,19).
6
 A prática contínua do bem deve ser uma característica do cristão sincero e prova moral do seu novo nascimento (1Jo2.3-29; 3.4-10; 5.18).
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