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Cibercultura - E-Love

Cibercultura - E-Love

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Published by Gian Cornachini
Cibercultura - E-Love (amor virtual)
Trabalho de Comunicação e Novas Tecnologias
Curso: Comunicação Social - Jornalismo
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Autor: Gian Cornachini
Cibercultura - E-Love (amor virtual)
Trabalho de Comunicação e Novas Tecnologias
Curso: Comunicação Social - Jornalismo
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Autor: Gian Cornachini

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Published by: Gian Cornachini on May 08, 2011
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07/30/2011

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Apoio Instucional:Realização:
UFRRJ
1ºTurmadeComunicaçãosocialComHabilitaçãoemJornalismodaUniversidadeFederalRuraldoRiodeJaneiro,temseuínicioem2010.Contacom35alunosmatriculados,quetemaprevisãodeformaturaemJunhode2014.
1ºTurmadeComunicaçãosocialcomHabilitaçãoemJornalismodaUFRRJ
1ºTurmadeComunicaçãosocialComHabilitaçãoemJornalismodaUniversidadeFederalRuraldoRiodeJaneiro,temseuínicioem2010.Contacom35alunos matriculados,quetemaprevisãodeformaturaemJunhode2014.
1ª Turma de Jornalismo da Rural
Cibercultura
E-Love
Do coreto ao bate-papo.com
A internet é um espaço que abre muitas oportunidades,seja para empregos, compras ou até mesmo romance! Aliás,quem não conhece alguém que viveu um romance online?Na época de nossos avós, a aproximação entreeles era muito diferente de hoje. Em volta do core-to na praça, os jovens davam seus primeiros olha-res, os cumprimentos, mais tarde pegavam na não
e cavam assim por meses até iniciar um namoro.
Apareceram então as cartas, que moderni-zaram a vida dos pombinhos apaixonados.Para a vez dos nossos pais, as boates e bai-les reuniam os jovens para a dança. Agora, a co-municação entre eles era feita pelo telefone.O novo milênio chegou e trouxe com ela uma sériede modernidades. Tudo é mais rápido, mais fácil, atémesmo o amor. Além do cavalo branco, universida-de ou metrô lotado, o príncipe encantado pode serencontrado também em um uma sala de bate-papo!“A Internet é o meio mais moderno de iniciar, desenvolver e manterrelacionamentos”, diz Ailton Amélio da Silva, professor de psicologia
da USP, em um argo para o site de relacionamento “Metade Ideal”da UOL. Ela possibilita um erte instantâneo com pessoas de qualquer
lugar do mundo, por meio da escrita, voz, foto ou videochamadas.”
Ailton Amélio,Professor de Psicologia da USP
 
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1ºTurmadeComunicaçãosocialComHabilitaçãoemJornalismodaUniversidadeFederalRuraldoRiodeJaneiro,temseuínicioem2010.Contacom35alunosmatriculados,quetemaprevisãodeformaturaemJunhode2014.
1ºTurmadeComunicaçãosocialcomHabilitaçãoemJornalismodaUFRRJ
1ºTurmadeComunicaçãosocialComHabilitaçãoemJornalismodaUniversidadeFederalRuraldoRiodeJaneiro,temseuínicioem2010.Contacom35alunos matriculados,quetemaprevisãodeformaturaemJunhode2014.
1ª Turma de Jornalismo da Rural
Cibercultura
E-Love
O primeiro contato entre desconhecidos po-dem ser feito através de sites de namoro, sa-las de bate-papo, comunidades no Orkut,perfis no Facebook ou até mesmo blogs pes-soais, que permitem visitas e trocas de mensa-gens entre as pessoas que não se conhecem.
As portas para o primeiro contato
Após as primeiras conversas, os internautas à procura deamor preferem usar ferramentas mais privadas, como
o Windows Live Messenger (famoso MSN, programa demensagens instantâneas) que permite ter uma conver
-
sa mais ínma, com a possibilidade de troca de fotos,
arquivos, chamadas de voz e de vídeo. Depois do com-
parlhamento de gostos e ideias, o contato passa de servitual para real em um encontro sico entre as pessoas.
Chats de jogos onlines, como GunBound, Ragnaroke Grand Chase, também são ferramentas que per-mitem o início de relacionamentos. Os jogadores, cu-
riosos com a idendade de seus adversários, começam
com perguntas básicas de um bate-papo, como “qualo seu nome?” e “onde você mora?”. Havendo um in-teresse entre eles, o próximo procedimento é o mes-mo já citado: ferramentas para conversas reservadas.
 
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1ª Turma de Jornalismo da Rural
Cibercultura
E-Love
A ordem de como segue um namoro é subverdo nos encon
-
tros pela internet. A paquera tradicional tem a aparência sica
como um fator de desempate. À princípio, repara-se na beleza
para depois “invesr” na pessoa. Nas conversas online, a apa
-
rência sica é mero detalhe. Em um bate-papo, por exemplo,onde as conversas são apenas idencadas por nome ou ape
-lido, as pessoas se sentem mais propensas a ser honestas e
deixar que suas emoções sejam transparecidas. “Mesmo que
dê errado, a pessoa se sente menos ofendida. Ela foi recusa-da pelo discurso, não pela aparência”, comenta o psicanalistaJoel Birman na matéria “Namoro Virtual: Por que milhões de
brasileiros resolveram procurar um romance pela internet?” para a revista Veja (edição1778, 20 de novembro de 2002). A vendedora
Carolina Campos, de 30 anos, destacou outroponto para a matéria da Veja: “Passei horas fa-lando com pessoas interessantes quando eu jáestava de pijama, descabelada, sem maquia-gem. É uma maravilha não precisar gastar umtempão para se arrumar e conhecer alguém”
Aparência? Mero detalhe!

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