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Questões de governança eleitoral

Questões de governança eleitoral

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Referências
Jonathan Hartlyn, Jennifer McCoy and Thomas M. Mustillo.
Electoral GovernanceMatters : Explaining the Quality of Elections in Contemporary Latin America
.Comparative Political Studies, 2008 41: 73.
Questões de governança eleitoral: explicando a qualidade das eleições na AméricaLatina contemporâneaJonathan Hartlyn, Jennifer McCoy and Thomas M. Mustillo
Este artigo fornece uma análise sistemática transnacionais do papel da administraçãoeleitoral na explicação aceitável eleições presidenciais democráticas em 19 países daAmérica Latina desde o ano de 1980 ou a primeira eleição, crucial de transição. Osautores apresentam duas medidas alternativas de administra-ção da eleição, umacentrada sobre o grau de partidarismo ou independência profissional e outro formal-legal independência institucional, bem como de outros fatores-chave para teste dechances proporcionais parciais, modelos logito ordenado, prevendo o probabilidade deum aceitáveis, falhos, ou não processo eleitoral. Os resultados mostram um papelimportante e positivo para o profissional, às comissões eleitorais independentes sobre osresultados eleitorais na América Latina, o controle de outros fatores socioeconômicos epolíticos, as questões da independência formal-legal quando as regras do jogo sãosusceptíveis de ser respeitado. Além disso, as eleições de baixa qualidade sãoencontrados desproporcionalmente onde operadores buscam a reeleição e onde asmargens de vitória são extremamente ampla e não restrita.
Palavras-chave
: administração eleitoral; governança eleitoral; democratização;América LatinaA euforia da terceira onda de transição democrática no mundo em desenvolvimento eex-repúblicas soviéticas, foi ultrapassado por uma visão mais sóbria que muitos regimespolíticos permanecerá em uma zona cinzenta entre a democracia liberal eoautoritarismo, a título definitivo (Carothers, 2002; Zakaria, 2003) . Na literaturacrescente sobre a natureza destes regimes de zona cinzenta, a linha divisória entre ummínimo de democracia eleitoral e uma autocracia eleitoral é definido principalmentepela qualidade de seus processos eleitorais (ver Munck, 2006; O'Donnell, 2002;Schedler, , 2006). Do mesmo modo, estabelecido democracias liberais, a governançaeleitoral foi uma questão amplamente tida como certa até o controverso eleiçõespresidenciais de 2000 nos Estados Unidos, o que levou a um novo enfoque sobre aqualidade eleitorais em análises acadêmicas e círculos políticos (Gillman, 2001;Comissão Nacional de Reforma Eleitoral Federal, 2001).Neste artigo, vamos examinar o impacto das instituições centrais do órgãos de gestãoeleitoral governança eleitoral (EMB) sobre a qualidade das eleições na América Latina.Queremos saber se essas instituições têm um efeito independente sobre a qualidade daseleições e, em caso afirmativo, qual o tipo de EMBs funcionar melhor. Em termosteóricos, isso é importante que os cientistas políticos se esforçam para deter-mina oimpacto causal independente das instituições. Em termos políticos, é importante que osgovernos nas democracias novo design, os seus organismos eleitorais e como doadoresde dar conselhos e assistência financeira.
 
Os cientistas sociais empregando uma perspectiva institucionalista estão tentandoavaliar a relativa independência política e os possíveis efeitos dos mecanismos deresponsabilização e de instituições como bancos centrais, tribunais e outros organismosde superintendência (Cukierman & Webb, 1995; Moreno, Crisp, e Shugart, 2003;Schedler , Diamond & Plattner, 1999). No que respeita aos organismos de gestãoeleitoral, há alguns anos Pastor (1999) pode lamentar o fato de que a parteadministrativa das eleições "parece ter sido ignorada sistematicamente" (p. 80) devido asuposições sobre a eficiência burocrática e de fiscalização efetiva por meio da mídia eda Judiciário nas democracias mais institucionalizada.Durante esta última década, porém, a governança eleitoral tem sido o foco de maioratenção. Governança eleitoral envolve a interação de normas constitucionais, legais einstitucionais e práticas organizacionais que determinam as regras básicas para osprocedimentos de eleição e competição eleitoral, organizar campanhas, registro deeleitores, e registra o dia da eleição e resolver os conflitos e certificar os resultados (oque Mozaffar & Schedler 2002, tornando regra chamada, aplicação de regras e julgamento regra). EMBs, fazem parte de um conjunto de instituições e regras quedefinem em conjunto a probidade dos processos eleitorais, e nas democraciasemergentes, onde os processos administrativos são fracos e desconfiança entre os atorespolíticos é alta, o seu papel no centro dos processos eleitorais tende a ser mais visível.Além da atenção ampliada pela comunidade política, que está convencido de que grandeparte independente, EMBs profissionais desempenham um papel importante na garantiade eleições competitivas na democratização contextos (por exemplo, do InstitutoInternacional para a Democracia e Assistência Eleitoral [IDEA], 2002; Organizaçãopara a Segurança e Coope-ração na Europa e no Gabinete para as InstituiçõesDemocráticas e Direitos Humanos, 2003), uma literatura acadêmica que explora aimportância dos independentes, profissionais dos órgãos eleitorais também é emergente.Isso inclui uma edição da International Political Science Review, com dois artigosimportantes conceptual e empírica (Mozaffar, 2002, examinando EMBs como variáveldependente, ver também Lehoucq, 2002; Mozaffar e Schedler, 2002), e um estudo deLópez Pintor (2000 ) que opiniões diferentes formas de organização dos órgãoseleitorais. Análises recentes têm dado uma atenção especial à forma como a criação deinstituições independentes eleitoral avançados processos de democratização na CostaRica e México (Eisenstadt, 2004; Lehoucq & Molina, 2002), e os estudos dos processosde democratização de outros países têm ressaltado como fraca administração eleitoraltem inibido curso (ver Hartlyn, 1998).Independente EMBs podem surgir em uma variedade de contextos políticos. Os partidospolíticos normalmente dispostos a manipulação eleitoral pode calcular mal e acreditoque independente dos órgãos eleitorais não vai impedir a fraude ou pré-cluir sua vitória,ou eles podem ter medo de sua eficácia, mas relutantemente concordar com eles em faceda mobilização da oposição política e social ou por razões de legitimidade. Dentro dospartidos políticos, atores-chave também podem ser divididos em conta-ção a suadisposição para empregar a fraude, proporcionando uma abertura para oestabelecimento de maior autonomia dos órgãos eleitorais. Os tipos de EMBs quesupervisionam eleições são, portanto, se o resultado de condições prévias e conflitos; aomesmo tempo, são temporalmente prévia a processos eleitorais, e há razões paraacreditar que eles são susceptíveis de ter consequências importantes para os eventossubseqüentes (cf. JM Carey, 2000).No entanto, os argumentos sobre o potencial impacto de organismos eleitorais sobre aqualidade dos processos eleitorais ainda não foram testadas empregando transnacionalanálise quantitativa. Do argumentos aparentemente plausíveis sobre a importância dos
 
diferentes tipos de administração eleitoral na democratização contextos desapareceruma vez que se considera outros factores políticos e institucionais e ao nível do país, dodesenvolvimento econômico? Não EMBs que são independentes da influência partidáriadesempenho melhor do que os que foram concebidos explicitamente para representar asforças partidárias? Nós encontramos a evidência forte para o argumento de um papelimportante e positivo para o profissional, às comissões eleitorais independentes sobre osresultados eleitorais na América Latina, o controle de outros fatores políticos esocioeconômicos.Ao mesmo tempo, como a literatura de governança eleitoral também indica, podemosconfirmar que as comissões eleitorais não podem ser considerados independentes docontexto sociopolítico: Nós achamos que formal-legal independência institucional deveser conjugada com o respeito pelas regras do jogo para ter um impacto sobre qualidadeeleitoral, e nós achamos que outros fatores também são importantes.Na primeira seção seguinte, vamos explicar como podemos operacionalizar nossavariável dependente, a qualidade das eleições. Em seguida, fornecer um quadro dosprincipais fatores institucionais consideradas importantes na compreensão de que asvariações de qualidade e apresentar as medidas que utilizam para esses fatores, comdestaque para a adopção de medidas alternativas à natureza do EMBs. Na segundaseção, apresentamos e discutimos os resultados de análises estatísticas usando parcialproporcional odds-modelos logito ordenado. A conclusão resume os resultados econsidera caminhos para novas pesquisas.
Quadro de AnáliseVariável Dependente
Nosso primeiro objetivo é determinar uma medida para a qualidade das eleições naAmérica Latina. Determinar a medida em que as eleições permitem uma concorrênciaefectiva e reflecte a vontade dos eleitores (em termos populares, quer sejam livres e justas) é um exercício complicado, devido à necessidade de considerar preelection dia,dia da eleição, e questões do dia pós-eleitoral; dificuldades em saber quanto peso aaplicar a cada um, e as múltiplas dimensões envolvidas em cada (cf. Boneo, 2000;Elklit, 2000; Elklit & Svensson, 1997; Mozaffar e Schedler, 2002). Dado que ademocracia pode sempre ser melhorado, as eleições também podem ser feitas maisplenamente livres e justas.Como uma análise sumária da extensa literatura sobre eleitorais obser-vação e daqualidade dos processos discute eleitoral, nas eleições de julgar um pode assumir umaperspectiva de legitimidade ou numa perspectiva de qualidade (Hartlyn & McCoy,2006). Uma medida da legitimidade de uma eleição é centrada nas opiniões dosprincipais atores políticos relevantes, e uma eleição pode ser considerada livre e justa se"todos os grandes partidos aceitar o processo e respeitar os resultados" (Pastor, 1998, p.159). Isto tem a vantagem da simplicidade e alta confiabilidade. No entanto, devido àfragilidade organizativa do partido ou cálculo político estratégico, a avaliação parte deuma eleição pode não se correlacionar com os de observadores independentes.Liderança de um partido perdedor pode acusar o partido vencedor da fraude, ao invés deadmitir a derrota, como um meio de manter a sua posição dentro do partido, o que éalegado para ter ocorrido no México em 1994 (Eisenstadt, 2004) e na Nicarágua, em1996 (Booth , 1998). Por sua vez, em alguns casos, perdendo partes pode julgar uma

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