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NBR-11682 - 2006 - Estabilidade de Encosta

NBR-11682 - 2006 - Estabilidade de Encosta

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Projeto NBR 11682:2006Projeto NBR 11682:2006 versão 18 de maio de 2006
Sede:Rio de JaneiroAv. Treze de Maio, 13 / 28º andar CEP 20003-900 ± Caixa Postal 1680Rio de Janeiro ± RJTel.: PABX (21) 210-3122Fax: (21) 220-1762/220-6436Endereço eletrônico:www.abnt.org.br 
ABNT ± AssociaçãoBrasileira deNormas Técnicas
 
Copyright © 2000,ABNT±Associação Brasileira de Normas TécnicasPrinted in Brazil/Impresso no BrasilTodos os direitos reservados
 
MAIO 2006
Projeto NBR 11682
Origem: NBR 11682: 1991 ABNT/CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção CivilCE-02:004.07 - Comissão de estudo de estabilidade de taludesSlope StabilityDescriptors: SlopeEsta Norma substituí a(s) NBR 11682:1991Palavra(s)-chave: Encosta, Talude 18 páginas
Sumário
Prefácio
1
Objetivo
2
Referências normativas
3
Definições
4
Condições gerais
5
Procedimentos preliminares
6
Investigações do terreno
7
Projeto
8
Execução de obras
9
 Acompanhamento
10
Manutenção
11
Monitoramento
ANEXOSA
Denifições
 B
Laudo de vistoria
Prefácio
  A ABNT ± Associação Brasileira de Normas Técnicas ± é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujoconteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS),são elaboradas por Comissões de Estudo (ABNT/CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendoparte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ONS circulam para Consulta Pública entre osassociados da ABNT e demais interessados.
1
 
Obj
etivo
Esta Norma prescreve as condições exigíveis no estudo e controle da estabilidade de encostas naturais e de taludesresultantes de cortes e aterros realizados em encostas. Abrange, também, as condições para projeto, execução, controlee observação de obras de estabilização. Não estão incluídas nesta Norma as condições específicas aplicáveis a taludes decavas de mineração e barragens, bem como qualquer outra situação distinta que não envolva encostas.
2
 
eferência normativa
NBR 11682 - Estabilidade de encostas
 
 2
 As normas relacionadas a seguir contém disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para estaNorma. A edição indicada estava em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão,recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usar a edição maisrecente da norma citada a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.a) Normas ABNTNBR-6118: ____ - Projeto e construção de obras de concreto armadoNBR-6122: ____ - Projeto e execução de fundaçõesNBR-6497: ____ - Levantamento geotécnico (AINDA NÃO CITADA)NBR-8044: ____ - Projeto geotécnicoNBR-9288: ____ - Emprego de terrenos reforçadosNBR-9286: ____ - Terra armadaNBR-9285: ____ - MicroancoragemNBR-6501: ____ - Rochas e solosNBR-9604: ____ - Abertura de poço e trincheira de inspeção em solo, com retirada de amostras deformadas eindeformadasNBR-9820: ____ - Coleta de amostras indeformadas em solo em furos de sondagemNBR-6484: ____ - Execução de sondagens de simples reconhecimento dos solosNBR-9061: ____ - Segurança de escavações a céu abertoNBR-12589: ____ - Proteção de taludes e fixação de margens em obras portuáriasNBR-5629: ____ - Execução de tirantes ancorados no terrenoNBR-13896: ____ - Aterros de resíduos não perigosos ± critérios para projeto, implantação e operação..(AINDA NÃOCITADA)NBR-5681: ____ - Controle tecnológico da execução de aterros em obras de edificações.(AINDA NÃO CITADA)NBR-9653: ____ - Guia para avaliação dos efeitos provocados pelo uso de explosivos nas minerações em áreas urbanas ±procedimentoNBR-13602: ____ - Avaliação de dispersibilidade de solos argilosos pelo ensaio sedimentométrico comparativo (ensaio dedispersão SCS (AINDA NÃO CITADA)b) Normas ASTM (NENHUMA CITADA ± DEVEM SAIR SE NÃO CITADAS)D2216: 1998 - Standard test method for laboratory determination of water (moistures) content of soil and rock mass bymassD2850: 2003 - Standard test method for unconsolidated undrained triaxial compression test for cohesive soilsD3080: 2004 - Standard test method for direct shear test of soils under consolidated drained conditionsD3213: 2003 - Standard practices for handling, storing and preparing soft undisturbed marine soilD4220: 2000 - Standard practices for preserving and transporting soil samplesD4254: 2000 - Standard test methods for minimum index density and unit weight of soils and calculation of relative densityD4648: 2000 - Standard test method for laboratory miniature vane shear test for saturated fine-grained clayey soilD4767: 2004 - Standard test method for consolidated undrained triaxial compression test for cohesive soilsD6026: 2001 - Standard practice for using significant digits in geotechnical datac) Normas DNIT (NÃOA CITADA ± DEVE SAIR SE NÃO CITADA)DNER-ME 093: 1994 - Solos ± Determinação da densidade real
3
 
D
efinições
Para efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições:
3.
1
 
altura do talude (aplicável a cortes e aterros):
Distância, medida na vertical, entre o topo e o pé do talude em estudo, aolongo da reta de maior declive da encosta.
 
 
 3
3.2
 
ângulo médio do talude (aplicável a cortes e aterros):
  
ngulo, com a horizontal, da reta de maior declive que passa pelopé e pelo topo de um talude.
 
3.3
 
ângulo parcial do talude (aplicável a cortes e aterros):
¡  
ngulo, com a horizontal, da reta de maior declive que define umsegmnento de face do talude.
 
3.4
 
chum
b
ador:
Elemento estrutural, em geral uma barra de aço, introduzido em furo aberto no maciço rochoso, ao qual sefixa por calda e/ou argamassa de cimento e/ou por dispositivo mecânico. A extremidade externa da barra é fixada aoelemento (por exemplo: muro de concreto, lasca de rocha, etc.) que se pretende fixar à superfície rochosa. O chumbador não é protendido, sendo assim um elemento passivo.
 
3.5
Ex
tensão do talude:
Medida em planta deo seu contorno ou desenvolvimento ao nível do pé.
3.6
 
fator de segurança (em relação à resistência ao cisalhamento do solo):
Relação entre esforços estabilizantes (resistentes)e esforços instabilizantes (atuantes), para determinado método de cálculo adotado.
 
3.7
 
grampo:
Elemento de reforço do terreno constituído de perfuração preenchida com calda de cimento, argamassa,compósito ou outro aglutinante e elemento resistente à tração/cisalhamento. Tem a finalidade de distribuir cargas ao longode todo o seu comprimento interagindo com o terreno circunvizinho, podendo parte da carga mobilizada ser absorvida pelacabeça. A mobilização de carga no grampo é induzida pela deformação do terrenoou pequena cxarega aplicada naextremidade. Diferem dos tirantes conforme descrito na NBR-5629 por náo apresentarem trecho livre e serem passivos.
 
3.8
 
modelo geotécnico-geológico:
Representação, por meio de seções, vistas e/ou blocos-diagramas, das característicasgeológicas e geotécnicas básicas do subsolo, assim como da superfície do trecho que interessa ao estudo de estabilidadedo talude ou da encosta.
 
3.9
 
pé de talude (aplicável a cortes e aterros):
Parte mais baixa de um talude ou de um trecho dele.
 
3.
10
 
retaludamento:
Obra de mudança da inclinação e/ou da altura de um talude, objetivando melhorar suas condições deestabilidade.
 
3.
11
 
ruptura de um talude:
Modificação da geometria do talude ocasionada por escorregamento ao longo de umasuperfície.
 
3.12
su
b
orizontal:
Plano ou reta pouco inclinados em relação à horizontal.
3.13
su
b
-vertical:
Plano ou reta pouco inclinados em relação à vertical.
 
3.
1
4
 
su
b
sidência:
 Afundamento de uma área ou superfície do terreno em relação à sua situação original.
 
3.
15
 
talude artificial:
Talude formado por aterro ou modificado por obras.
 
3.
1
6
 
talude natural:
Talude formado pela natureza, sem interferência humana.
 
3.
1
7
 
tirante in
 j
etado:
De acordo com a Norma NBR-5629/96, ³tirantes injetados são peças especialmente montadas, tendocomo componente principal um ou mais elementos resistentes à tração, que são introduzidos no terreno em perfuraçãoprópria, nas quais por meio de injeção de calda de cimento (ou outro aglutinante) em parte dos elementos, forma um bulbode ancoragem que é ligado à estrutura através do elemento resistente à tração e da cabeça do tirante´. Para outros tiposde tirante, ver Norma NBR-5629/96.
 
3.
1
8
 
topo ou crista do talude (aplicável a cortes e aterros):
Parte mais elevada de um talude ou de um trecho dele.
 
3.
1
9
 
velocidade residual:
Velocidade dos deslocamentos do talude ou de partes do mesmo após a implantação de obras deestabilização.
 
3.2
0
 
retro-análise:
Análise de estabilidade elaborada com o conhecimento da geometria real da superfície de ruptura ocorrida e outrosfatores que estavam presentes no momento da rotura, como sobrecargas, posição do nível de água, sismos, e outros
.
 
 A Figura A1 do Anexo A, aplica-se a cortes e aterros e ilustra as definições 3.1, 3.2, 3.3, 3.5, 3.9; 3.18.
4
 
C
ondições gerais
Esta norma define os estudos relacionados à estabilidade de encostas e às minorações dos efeitos de sua instabilidadeem áreas específicas, pré-definidas, objetivando definir as intervenções a serem relacionadas, a elaboração de projetos, aexecução de obras ou serviços de implantação, o acompanhamento dos mesmos e a manutenção de tais obras ouserviços.Tendo em vista que a área de estudo pode ser influenciada por fatores externos e mais abrangentes e/ou legais, devemser consideradas e analisadas tais condicionantes, antes do estudo específico para o local.Esta norma define, dentro de uma organização cronológica, as etapas e as prescrições a respeito da estabilidade deencostas em áreas específicas, conforme a seguir itemizado.
4.
1
 
P
rocedimentos
P
reliminares

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