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Espiritismo Allan Kardec - Revista Espirita - 1860

Espiritismo Allan Kardec - Revista Espirita - 1860

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Revista Espírita - Terceiro Ano – 1860
Revista Espírita
Jornal de Estudos Psicológicos
PUBLICADA SOB A DIREÇÃO DE
ALLAN KARDEC
Todo efeito tem uma causa. Todo efeito inteligente tem uma causainteligente. O poder da causa inteligente está na razão da grandezado efeito.
Terceiro Ano – 1860
Titulo original em francês:
REVUE SPIRITEJOURNAL D'ÉTUDES PSYCHOLOGIQUES
Tradução:
SALVADOR GENTILE
Revisão:
ELIAS BARBOSA1
a
edição - 1.000 exemplares - 19932
a
edição - 300 exemplares - 2001© 1993 Instituto de Difusão Espírita
http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/re/1860/index.html7/4/2004 11:11:55
 
O Espiritismo em 1860
O Espiritismo em 1860
Revista Espírita, janeiro de 1860
A
Revista Espírita começa
seu terceiro ano, e estamos felizes ao dizer que ela o faz sob os amais favoráveis auspícios. Aproveitamos com zelo esta ocasião para testemunhar aos nossosleitores toda a nossa gratidão pelas provas de simpatia que deles recebemos diariamente. Sóisto seria um encorajamento para nós, se não encontrássemos, na própria natureza eobjetivo de nossos trabalhos, uma grande compensação moral pelas fadigas que lhes sãoconseqüência. A multiplicidade desses trabalhos, aos quais nos consagramos inteiramente, étal que nos é materialmente impossível responder a todas as cartas de felicitações que noschegam. Isso nos força, pois, endereçar aos seus autores um agradecimento coletivo, querogamos aceitarem. Estas cartas, e as numerosas pessoas que nos honram vindoconferenciar conosco sobre essas graves questões, nos convencem, cada vez mais, dosprogressos do Espiritismo
verdadeiro,
e entendemos por isso o Espiritismo cumprido emtodas as suas conseqüências morais. Sem nos iludirmos sobre a importância dos nossostrabalhos, o pensamento de havermos para ele contribuído, lançando alguns grãos nabalança, é, para nós, uma doce satisfação, porque esses alguns grãos sempre servirão parafazer refletir.A prosperidade crescente de nossa coletânea é um indício do carinho com que é acolhida; nãotemos, pois, senão que prosseguir nossa obra na mesma linha, uma vez que recebe aconsagração do tempo, sem nos afastarmos da moderação, da prudência e da conveniênciaque nos guiaram sempre. Deixando aos nossos contraditores o triste privilégio das injúrias edas personalidades, não os seguiremos, não mais, no terreno de uma controvérsia semobjetivo; dizemos sem objetivo porque ela não poderia trazer a eles a convicção, e é perderseu tempo discutir com pessoas que não conhecem a primeira palavra daquilo que falam. Nãotemos senão uma coisa a dizer: Estudai primeiro e nos veremos em seguida; nós temos outracoisa a fazer senão falar àqueles que não querem ouvir. Que importa, aliás, em definitivo, aopinião contrária deste ou daquele? Essa opinião é de uma importância tão grande que possaentravar a marcha natural das coisas? As maiores descobertas encontraram os mais rudesadversários, o que não lhes fez soçobrarem. Deixamos, pois, à incredulidade murmurar aonosso redor, e nada nos fará desviar do caminho que nos está traçado, pela própriagravidade do assunto que nos ocupa.Dissemos que as idéias Espíritas progridem. Há algum tempo, com efeito, elas ganharam umterreno imenso; dir-se-ia que elas estão no ar, e certamente não é ao bombo da imprensaperiódica, pequena ou grande, que elas são devedoras. Se elas progridem para com e contratudo, e não obstante a má vontade que se encontram em certas regiões, é porque elaspossuem bastante de vitalidade para se bastarem a si mesmas. Aquele que se dá ao trabalhode aprofundar esta questão do Espiritismo, nele encontra uma satisfação moral tão grande. Asolução de tantos problemas dos quais em vão pedira a explicação às teorias vulgares; ofuturo se abre diante dele de um modo tão claro, tão preciso, tão LÓGICO, que se diz, comefeito, que é impossível que as coisas não se passem assim, e que admira não se as tenhamcompreendido mais cedo; que um sentimento íntimo lhe dizia dever estar aí; a ciênciaEspírita, desenvolvida, não faz outra coisa senão formular, tirar do nevoeiro, as idéias jáexistentes no seu foro interior; desde então o futuro tem, para ele, um objetivo claro,preciso, limpidamente definido; não caminha mais no vago, vê seu caminho; não é mais essefuturo de felicidade ou de infelicidade que a razão não podia compreender, e que por issomesmo ele repelia; é um futuro racional, conseqüência das próprias leis da Natureza,
http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/re/1860/01a-o-espiritismo-em-1860.html (1 of 4)7/4/2004 11:11:59

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