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Resenha - Do Contrato Social[1]

Resenha - Do Contrato Social[1]

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Resenha do clássico livro de Rousseau.
Resenha do clássico livro de Rousseau.

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Published by: Ezequiel Schukes Quister on May 26, 2011
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LIVRO ICapitulo IASSUNTO PRINCIPAL
Aqui o autor procura estabelecer o cerne da queso potico-social quefundamentará suas idéias com relação ao estabelecimento dos governos e sua origemestatizada, formada pelas convenções: familiares, sociais e individuais.
(REFUTAÇÃO DAS FALSAS DOUTRINAS DA AUTORIDADE)
 
Capitulo IIDAS PRIMEIRAS SOCIEDADES
Colocando a família como pilar e principal exemplo de estrutura política, o autor demonstra que o Estado segue o mesmo padrão de domínio exercido pelo pai dentrodo circulo familiar, sendo este o cabeça da família, ou o próprio governador; tendoseus filhos sob seu jugo assim como são os governados e, todos alienados a umautilidade comum familiar. Diferentemente do Estado, o pai nesta situação se vêrecompensado pelo amor dos filhos e pela progressão da falia, pom, asautoridades do Estado se locupletam no simples prazer de dominação.
 
Capitulo III DO DIREITO DO MAIS FORTE
Visto como uma das principais características do Direito, o autor demonstra queforça, na verdade, não encontra qualquer sustentação na aplicação e execução deste.Demonstra a idéia de que o emprego da força no intuito de se obter obediência gera,se não, apenas um ceder pela prudência, certa cautela.Tal atitude se torna frágil e inevitavelmente ineficaz, sabendo que o cessar daforça torna derradeira a real intenção: Mostrar que o Direito deve ser empregado erespeitado como dever, não como necessidade ou conveniência. Ratificando: forçanão produz o Direito.
 Capitulo IVDA ESCRAVIDÃO
 Dos males vividos e sofridos pela humanidade a escravidão sem dúvida foi eainda é uma das mazelas geradas pelo poder de déspotas e, da frouxidão daquelesque se deixaram escravizar. Grócio
1
diz a respeito da cessão da liberdade feita por um particular e ressalta que tal atitude pode ser uma questão apenas de subsistência.Tomando este exemplo faz equiparação aos súditos de um rei, que apenas alienamsuas liberdades à promessa de segurança civil. Ignorância tal atitude demonstra, poisa alienação também traz as conseqüências de se arcar com as ambições do déspota,bem como os atos praticados por este, que podem trazer certa tranqüilidade, mastambém lhes trazer os infortúnios de guerras e o peso da ruína.A liberdade é da natureza humana e o pode ser subjugada pelo seusemelhante. o se pode aceitar o poder absoluto nem a obediência ilimitada.Igualmente se aplica o contexto nas guerras, cujo fundamento maior se encontra nãona relação entre seres humanos, mas na relação entre as coisas destes. Assim, pode
1
Hugo Grócio (1583-1645) jurista holandês
 
se dizer que as guerras são na verdade conflitos entre estados e seus representantes – soldados – de modo algum entre homens ou cidadãos. 
Capitulo VDE COMO É MISTERREMONTAR A UMA CONVENÇÃO ANTERIOR
A questão deste capitulo é reflexiva e busca o entendimento na questão doassentimento por parte de um povo, que sem questionar se entrega aos encargos deum representante déspota, que se utiliza do poder de governo para seus própriosinteresses.Cabe ressaltar que o povo aqui descrito como uma unidade de conjunto sesubmete a obediência civil e não tem por anseio o arbítrio de idéias, nem procura aliberdade de opiniões, porque se assim o fora, não se deixariam subjugar pelo poder,no mínimo o fariam, por prudência, não por querer.Conforme se pode notar nas argumentações finais deste capítulo, o autor discute a legitimidade das eleições, colocando a questão da democracia como pontoprincipal, mas deixa claro que esta só aparece nos textos e se expressa na vontadedos demais, pois ainda não é o sistema político predominante à época.
(DO FUNDAMENTO DA AUTORIDADE)Capitulo VIDO PACTO SOCIAL
Estabelecem-se aqui as bases para o que é chamado de contrato social. Umconjunto de idéias e normas aplicadas a um grupo de pessoas com interesses emcomum: a unificação de um grupo, um Estado. Com o intuito de conservarem seusdireitos, seus bens e a si próprios, buscam um equilíbrio de forças necessário à

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