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Freud 12

Freud 12

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Obras completas do Freud
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O caso Schereber, artigos sobre técnica eoutros trabalhosVOLUME XII
(
1911-1913)
 
Dr. Sigmund Freud
NOTAS PSICANALÍTICAS SOBRE UM RELATO AUTOBIOGRÁFICODE UM CASO DE PARANÓIA (DEMENTIA PARANOIDES) (1911)
NOTA DO EDITOR INGLÊS
PSYCHOANALYTISCHE BEMERKUNGEN ÜBER EINEN AUTOBIOGRAPHISCHBESCHRIEBENEN FALL VONPARANOIA (DEMENTIA PARANOIDES)(
a
) EDIÇÕES ALEMÃS:1911
Jb. psychoan. psychopath. Forsch
., 3 (1), 9-68.1913
S. K. S. N 
., 3, 198-266. (1921, 2ª ed.)1924
G. S
.., 8, 355-431.1932
Vier Krankengeschichten
, 377-460.1943
G. W 
., 8, 240-316.1912 ‘Nachtrag zu dem autobiographisch beschriebenen Fall von Paranoia(Dementia paranoides)’,
Jb. psychoan. psychopath. Forsch
., 3, (2), 588-90.1913
S. K. S. N 
., 3, 267-70. (1921, 2ª ed.)1924
G. S
., 8, 432-5.1932
Vier Krankengeschichten
, 460-3.1943
G. W 
., 8, 317-20.(
b
) TRADUÇÃO INGLESA:‘Psycho-Analytic Notes upon an Autobiographical Account of a Case of Paranoia(Dementia paranoides)’ 1925
C. P 
., 3, 387-466. - ‘“Pós-escrito” ao Caso de Paranóia’, ibid., 467-70. (Trad. de Alix e James Strachey.)A presente tradução inglesa constitui reedição da publicada em 1925, algumascorreções e notas adicionais.As
Memórias
de Schreber foram publicadas em 1903; mas, embora houvessem sido
 
amplamente debatidas em círculos psiquiátricos, só parecem ter atraído a atenção de Freud noverão de 1910. Sabe-se que falou sobre elas e sobre todo o tema da paranóia durante suaviagem à Sicília, com Ferenczi, em setembro desse ano. No retorno a Viena, começou aescrever o artigo, cujo término foi anunciado a Abraham e Ferenczi em cartas datadas de 16 dedezembro. Não parece ter sido publicado até o verão de 1911. O ‘Pós-escrito’ foi lido perante oTerceiro Congresso Psicanalítico Internacional (realizado em Weimar), em 22 de setembro de1911, e publicado no início do ano seguinte.Freud atacara o problema da paranóia numa fase muito prematura de suas pesquisasem psicopatologia. Em 24 de janeiro de 1895, alguns meses antes da publicação dos
Estudossobre a Histeria
, enviou a Fliess longo memorando sobre o assunto (Freud, 1950
a
, Rascunho H).Este incluía uma breve história clínica e um exame teórico que visava a estabelecer dois pontosprincipais: que a paranóia é uma neurose de
defesa
e que seu mecanismo principal é a
 projeção
.Quase um ano depois (em 1º de janeiro de 1896), enviou a Fliess outra nota, muito mais breve,sobre paranóia, parte de um relato geral sobre as ‘neuroses de defesa’ (ibid., Rascunho K), quepouco depois ampliou em seu segundo trabalho publicado com aquele título (1896
b
). Nessapublicação, a Seção II incluía outra história clínica, mais extensa, intitulada ‘Análise de um Casode Paranóia Crônica’, caso para o qual Freud (em nota de rodapé acrescentada quase 20 anosdepois) preferiu o diagnóstico corrigido de ‘dementia paranoides’. Com referência à teoria, essetrabalho de 1896 pouco acrescentava às suas sugestões anteriores; mas, numa carta a Fliessnão muito posterior (9 de dezembro de 1899, Freud, 1950
a
, Carta 125), há um parágrafo umtanto crítico, que prenuncia considerações posteriores de Freud, inclusive a sugestão de que aparanóia acarreta o retorno a um auto-erotismo primitivo. Este parágrafo é transcrito na íntegrana Nota do Editor Inglês ao artigo sobre ‘A Disposição à Neurose Obsessiva’, com relação aoproblema da ‘escolha da neurose’. (Ver a partir de [1].).Entre a data desta última passagem e a publicação da história clínica de Schreber, maisde dez anos se passaram quase sem haver menção à paranóia nos escritos publicados deFreud. Informam-nos Ernest Jones (1955, 281), contudo, que em 21 de novembro de 1906 eleapresentou um caso de paranóia feminina perante a Sociedade Psicanalítica de Viena. Nessadata, aparentemente ainda não havia chegado ao que deveria ser sua generalização principalsobre o assunto, a saber, a vinculação existente entre paranóia e homossexualismo passivoreprimido. Não obstante, pouco mais de um ano mais tarde, apresentava esta hipótese emcartas a Jung (27 de janeiro de 1908) e Ferenczi (11 de fevereiro de 1908), dela pedindo erecebendo confirmação. Mais de três anos se passaram antes que as memórias de Schreber lheoferecessem a oportunidade de publicar sua teoria pela primeira vez e de apoiá-la em um relatodetalhado de sua análise dos processos inconscientes em ação na paranóia.Há várias referências a essa enfermidade nos escritos posteriores de Freud. As maisimportantes foram seu artigo sobre ‘Um Caso de Paranóia que Contraria a Teoria Psicanalítica

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