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QUEIMADURA

QUEIMADURA

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DETERMINAÇÃO DO GRAU DA LESÃO DA QUEIMADURA:2.5.2 Profundidade
(esse tipo de classificação direciona o atendimento pré - hospitalar)
1° Grau:
Camadas mais superficiais da epiderme. Quadro clínico: rubor,dor ao toque, edema leve, sem bolhas. As reações são após 6 a 12 horasdo episódio e a cicatrização leva de 2 a 5 dias (despelamento da camadacórnea) Ex: Queimadura solar 
2° Grau
 superficial ou 2º Grau A
:
Destruição da epiderme e lesões parciais da derme. Quadro clínico: muita dor pela irritação dasterminações nervosas, com presença de bolhas (barreira de proteção ainfecção). A cicatrização vai de 5 a 21 dias
2º Grau Profundo ou 2º Grau B:
Destruição da epiderme e de grande parte da derme. Quadro clínico: lesões avermelhadas, bronze ou brancas.Com edema e úlceras. Cicatrização: 3 a 5 semanas sem infecção. Seinfectadas haverá que fazer enxerto
3° Grau:
lesão atinge todas as camadas da pele, chegando ao tecidosubcutâneo. É a forma mais grave. As lees se apresentamesbranquiçadas, secas, com aspecto carbonizado, acompanhada de dor intensa. Quadro clínico: lesões anestesiadas, duras e ressecadas. Úlcerasmais profundas
4º Grau
– Queimadura Elétrica: Ocorre destruição completa de todos ostecidos. Sempre duas feridas: uma de entrada que é carbonizada edeprimida, outra de saída com bordas explosivas.
2.5.2.1 Lesão de espessura parcial
: há comprometimento completoda epiderme e parcial da derme, com sinais de eritema e bolha e, quando é parcial superficial, a coloração é rosada e brilhante. Quando profunda, éavermelhada ou esbranquiçada, sem brilho. Neste caso, há reparação por reeptelização dos anexos epiteliais ou da região adjacente, com reparaçãoquase imperceptível.
 
2.5.2.2 Lesão de espessura total:
há comprometimento completo daderme, podendo ser acompanhado pelo prejuízo de tecidos anexos aocutâneo, necessitando a formação de um tecido de granulação, sendo que aepilelização ocorre somente nas margens da região acometida. A coloração é branca nacarada ou evidente carbonização com sintomas de choque.
GRAVIDADE DA LESÃO
Vários são os fatores que vão influenciar o prognóstico e determinar a maior oumenor gravidade de uma queimadura.Forma indireta — doença de base, agente causai, traumas associados a queimadurae a idade do paciente, em que crianças menores de 2,5 anos e adultos com idade superior a 65 anos apresentam um pior prognóstico.2 Recomendamos a maior cautela ao tratar  pacientes idosos, valorizando ou mesmo supervalorizando cada fato e cada sintoma.Éimportante também esclarecer à família a gravidade do quadro, tendo em vista a idade.Em crianças pequenas esta maior gravidade não é tão notória, com um prognóstico um pouco melhor.Outro fator indireto de prognóstico e de morbidade é a lesão de vias aéreas por queimaduras. Mesmo em pacientes com superfície corporal queimada de pequena oumédia intensidade o índice de mortalidade é de 90 a 100%. Devemos investigar a presença de queimadura de vias aéreas superiores quando houver a menor suspeita. Na lesão térmica, dois fatores irão influenciar diretamente o prognóstico: a profundidade da lesão e a extensão de superfície corporal queimada. Quanto mais profunda e mais extensa, pior será o prognóstico de sobrevida deste paciente.• Queimaduras leves - sem indicação de internação ambulatório: — l° grau qualquer extensão. — 2° grau menores que 10%. — 3° grau menores que 2%.Queimaduras moderadas - indicação dependente de outros fatores: — 2° grau entre 10 a 20%. — 3°grau entre 3 a 10%.• Queimaduras graves - internação sempre:
 
 —2a grau que excedem 20% da SC. — 3° grau que excedem 10% da SC.• Queimaduras moderadas - fatores: — Menores de 2 anos. — De acordo com a etiologia (elétrica, química). — Concomitância de doença sistêmica (ex.: desnutrição). — Presença de vômitos impossibilitando a hidratação oral. — Situação socioeconômica. — Queimadura de face (grande edema). — Queimadura da genitália (maior risco de contaminação). — Outros traumas associados.
REPOSIÇÃO VOLÊMICA
O melhor parâmetro para avaliação e controle da reposição volêmica no pacientequeimado é o débito urinário. Os demais parâmetros, como a pressão arterial e pressãovenosa central, não são adequados, tendo em vista a descarga adrenégica a qual o paciente é submetido. Na ausência de patologia renal prévia e sendo a reposição volêmica eficaz, ataxa de filtração glomerular senormal. 0 paciente deve ser submetido àcateterizão vesical (cateter de Foley) e o bito uririo horário deve semonitorizado. Um dos objetivos a ser perseguido na reposição volêmica consiste namanutenção do débito urinário em 0,5 a 1 ml/kg/h.Apenas como uma referência, sugerimos a infusão de solução cristalóide na proporção de 2 a 4 ml/kg/% de área queimada, até se obter um adequado volumecirculante e conseqüente débito urinário.O volume total de quidos a ser infundido é determinado ao longo dotratamento, porém salientamos que 2/3 desse volume total deverão ser infundidos nas primeiras oito horas após o trauma térmico.Estas fórmulas apresentadas aqui devem ser encaradas meramente comouma orientação nesta difícil tarefa de ressuscitar um paciente grande queimado.C o lheita de E x am e s Prelim inares

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