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Dir. Penal I

Dir. Penal I

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DIREITO PENAL IPROF. CADU, Carlos EduardoBIBLIOGAFIA – serve para Penal I e II1.DIDÁTICO Curso de Direito Penal (vol. 1), Rogério Greco, Editora Impetus2.TÉCNICO Curso de Direito Penal (vol. 1), Luiz Regis Prado, Editora RT3.CNICO CONCURSO Fundamentos de Direito Penal (vol. 1), sar Roberto Bitencourt,Editora Saraiva4.RESUMIDO Curso de Direito Penal (vol. 1) Fernando Capez, Editora SaraivaTrazer o código para a aula, utilizado em prova, baixar internetAvisos de assunto de provaCódigo Penal – decreto lei 2848/40Parte Geral – do artigo 1º ao artigo 120 – principalParte Especial – do artigo 121 ao artigo 361PENAL I – do artigo 1º ao artigo 26PENAL II – do artigo 26 ao artigo 107PENAL III – do artigo 107 ao artigo 183PENAL IV – demais artigo até 361Em 1984 toda a parte geral foi reformada.CONCEITO DE DIREITO PENALÉ o conjunto de normas que cria crimes e prevê as suas respectivas sanções.Não se resume a apenas ao código penal 2848/40, considera outras leis que complementam oC.P.: leis de trânsito, Estatuto da Criança e do Adolescente, Estatuo do Idoso, etc.Inclui também o processual penal, onde como alusão seria: o trem seria o C.P.; o trilho seria oProcesso e as estações seriam as fases.O C.P. e o Processual se complementam, são dependentes e harmônicos entre si.Pode ser entendido em sentido estrito (crimes e sanções) ou em sentido amplo/macro (todo oprocesso).FINALIDADE DO DIREITO PENALPromover a justiça, entender o conteúdo do crime, manter a imparcialidade do juízo. Não éacusar. O Direito Penal existe para proteger os bens jurídicos que são: a vida, o patrimônio, ahonra, a liberdade ...DIREITO PENAL OBJETIVO E SUBJETIVODireito Penal Objetivo são as normas, o que está positivado, são todas as leis, inclusive oprocessual penal, composto pelo Direito Material Penal e o Direito Processual Penal.Direito Penal Subjetivo é o direito de punir, de aplicar as leis e as normas, titularizado peloEstado, não delegado a ninguém.DIREITO PENAL SUBSTANTIVO E ADJETIVODireito Penal Substantivo é desmembrar o direito material penal.Direito Penal Adjetivo é desmembrar o direito processual penal.
 
AULA DE 09\02\2011CARATERÍSTICAS DA NORMA PENALNorma no sentido de não fazer algo e lei no sentido de faze. No penal não há distinção entre osdois termos, são sinônimos.
a)
Imperatividade: conhecida como obrigatoriedade, todos ficam a ela subordinados. Há a previsãopara caso de imunidade, parlamentares e diplomáticas.
 b)
Exclusividade: somente uma lei pode prever um crime e suas sanções, emanado do legislativofederal. Municipal e Estadual não possuem competências para legislar, compete somente aunião.Prefeito do Rio buscou aplicar a lei ao caso concreto, urinar na rua, referente intepretação de atoobsceno. Em contraposição, há a alegação de estado de necessidade pelo infrator, por falta debanheiros químicos, atrelado ao consumo de bebida diurética (cerveja). Também há municípioque considera o beijo em praça pública como obsceno, porém ninguém é preso por essainterpretação.
c)
Generalidade: não pode ser casuísta, para apenas um caso concreto.
d)
Bilateralidade: ao mesmo que protege os direitos, também nos impõe a obrigação de respeitar odireito do próximo.
e)
Irrefragabilidade: não se revoga pelo desuso, somente a partir de uma nova norma expressa damesma categoria. Adultério era crime até 2005 artigo 240, apesar de que ninguém era preso;em 2005 foi revogada por uma nova lei.CLASSIFICAÇÃO DAS NORMAS PENAIS
a)
Incriminadoras: surge para tornar crime um fato que até então não era. Exemplo lei 12015\09,mudou vários artigos, criando as leis 218-a e 218-b.
 b)
Permissivas: autorizar a prática de condutas que em tese seriam criminosas. Exemplo artigo 23C.P., são as excludentes de licitude. Estado de necessidade e legítima defesa; estrito exercícioregular de direito, dever de cumprimento legal. Art. 128 CP, aborto por estupro ou gravidez emrisco da gestante.
c)
Explicativas: o que não estiver claro na lei. Exemplo: art. 150, parágrafos 4º e 5º, violação dedomicílio, explica o que é casa e o que não é. (do 312 ao 326 crime praticado por funcionáriopúblico contra a administração) Art. 327 CP, esclarece o que é funcionário público, conceitobastante amplo, norma explicativa.
d)
Em branco: quando não encontra resposta na própria lei, necessitando de outro dispositivo, outranorma. Deve-se saber de qual categoria partiu. Hierarquia das leis de Kelsen:Legislativo: lei complementar, maioria absoluta, 260 deputadosLegislativo: lei ordinária, maioria simples; presentes.Executivo: portaria, decretos, resoluções, medidas provisórias.D1) homogêneas: quando parte da mesma categoria, ex art. 237 CP conhecimento prévio deimpedimento (contrair casamento sabendo de impedimento para nulidade); quais as hipóteses,quais os casos de impedimentos (ex. não se pode casar com ex sogra); no código civil possui acomplementação. São duas leis ordinárias, mesma hierarquia. (PROVA: não é matéria civil ou
 
penal e sim fonte do complemento da norma, mesmo patamar: medida provisória, resolução,decreto, portaria, lei ordinária, lei complementar, constituição federal).D2) heterogêneas: quando o complemento é obtido em outro lugar, outra fonte, diferente daoriginária. Exemplo: lei 11343\06 crime de drogas, uma portaria 33 da ANVISA estabelece quaisos tipos de droga. Exemplo: lei 10826\03 porte de arma de uso permitido e restrito, criada por leiordinária, necessita de um decreto para definir quais armas se enquadram. Há correntesdefendendo a inconstitucionalidade da classificação em branco heterogênea, mesmo comfundamento, nenhum juiz considera, pois é necessária uma complementação de entendimentopara o bom uso do direito.AULA 16\02INTERPRETAÇÃO DA LEI PENAL
1.
Quanto ao órgão – quem está interpretando
a)
Autêntica: é feita pelo próprio legislador, normas explicativas são exemplos.
 b)
Judicial: emana do poder judiciário, é o trabalho do juiz interpretar.As súmulas são interpretações do judiciário, decisões sobre as mesmas normas. Vinculantequando obrigam a todo o juizado. Não vinculante: não obriga a concordância com a súmula.
c)
Doutrinária: interpretação de doutrinadores que formam o ponto de vista.(DICA examinador da banca se tiver livro, tratar de ler, pois o ego será superior; conhecer aposição do doutrinador).
2.
Quanto ao meio – nossas leis são de difícil entendimento
a)
Gramatical ou literal: seria o ideal, o que está escrito ser capaz de entendimento único.
 b)
Lógica: sempre que não for possível entender de forma literal.Exemplo: C.P. art. 213, parágrafo 1º - conjunção “ou” – defeito literal. Punição mais severapara maiores de 14 ou menor de 18. O legislador quis dizer a expressão “e”, ou seja, menor de 14 e maior de 18. Uso da interpretação lógica. Exemplo 2 Art. 225 – investigaçãocondicionada, manifestação da vítima, caput é condicionada e no parágrafo único éincondicionada, não cabe a interpretação literal. A lógica prevalece a incondicionada.3.Quanto ao resultado
a)
Declaratória – o que o legislador quis dizer, o exato.Exemplo: art. 141, inciso III, crime contra a hora. Aumentar a pena para crime na frente devárias pessoas. Quantas pessoas seriam necessárias, requer interpretação, fazendocomparação com o que há no código penal, art. 155, parágrafo 4º, inciso IV, duas ou maispessoas; já o art. 288 quadrilha ou bando, usa expressão mais de três. Mínimos diferentesno primeiro duas e no segundo quatro. Art. 157, parágrafo 2º, inciso II, também usa duas oumais. Art. 146, parágrafo 1º, usa para mais de 3 pessoas. Interpretação de várias: usar omínimo das duas. A interpretação declaratória é de três pessoas.
 b)
Restritiva: procurar restringir.Art. 28, II, embriaguês voluntária restringe para apenas os casos de vontade – observaçãodos tipos a seguir que não isentam de pena;Há cinco tipos de embriaguês no C.P.
Voluntária - vontade pessoal.
Culposa – imprudência, negligência, imperícia.
Acidental - provocada (completa->art.28 parag.1º isenta pessoa ou incompleta->aindacom alguma lucidez, não inteiramente capaz, art.28 parag.2º).
Patológica - vício comparado a doença.
Pré ordenada - bebe para cometer o crime art.61, II, L é um agravante de pena.

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