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Edição 728

Edição 728

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02/12/2013

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Ano XV - 728|Três Passos, sexta-feira, 03 de junho de 2011| atosefatos@difusoraceleiro.com.br|R$ 3,00
 
Diretores
: Adelar Breitenbach e Jerônimo Breitenbach
Jornalista responsável:
Clóvis Machado
Editor:
Carlos Roberto Grün
Redação:
Carlos Roberto Grün, Paulo Farias, TiagoBorges e Christian Baum.
Diagramação/Arte:
Maicon Rodrigo Monteiro Batista
Impressão:
Diário Serrano - Cruz Alta/RS Fone: (55) 3321-1806
Os conceitos e opiniões assinadas são de responsabilidade do colunista.
 ASSINATURA:
 Anual:......................R$ 100,00Semestral:.................R$ 60,00Correio (anual):........R$ 170,00Correio (semestral):...R$ 90,00
 Filiado à Adjori  Associação dos Jornais do Interior do RioGrande do Sul 
Fundado em 19 de abril 1997
Fone/Fax: (55) 3522-1030atosefatos@difusoraceleiro.com.brwww.difusoraceleiro.com.br
 Adelar Breitenbach & Cia Ltda.Inscrição Estadual: 148/0046733 - CNPJ 04.480.825/0001-01 Av. Santos Dumont, 240 - CEP 98600-000 - Três Passos/RS
 23:18
Periodiciade:
Semanal 
GERAL
Atos e Fatos
 Jornal
Atos e Fatos
 Jornal
2  
 Sexta-feira, 03 de junho de 2011
Porque somos tão modestos:Deus é gaúcho,São Pedro é o capataz,O sol é um fogo de chão que se alastrou,O Atlântico é salgado porque a indiada daquibatia os espeto perto dos rio,O Sahara é um deserto porque foi das árvoresde lá que vieram os espetos,A maior churrascada que se fez, resultouna extinção dos dinossauros,A 2ª Guerra se deu por causa que o Turco Salim de Bagéqueria tomar conta dos bolichos em Uruguaiana,O Rio Grande amado é o único Estado que faz divisacom 3 países: Uruguai, Argentina e Brasil !Esses terremotos que andam ocorrendo por aí são decorrência de uns concursos de xula na fronteira...E por aí se vai essa porção de terras ao redor do Rio Grande, chamada MUNDO!&&&
UMA LIÇÃO DE EQUILÍBRIO
Eu acompanhava meu amigo à banca de jornal.Meu amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente,mas, como retorno, recebeu um tratamento rude e grosseiro.Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, meuamigo sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bomfinal de semana.Quando nós descíamos pela rua, perguntei:__ Ele sempre te trata com tanta grosseria?__ Sim, infelizmente é sempre assim.__ E tu és sempre tão atencioso e amável com ele?__ Sim, sempre sou.__ Por que tu és tão educado, já que ele é tão rudecontigo?__ Porque não quero que ele decida como eu devo agir.Nós somos nossos ''próprios donos". Não devemos noscurvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mer-cê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da rai-va dos outros.
&&&Não são os ambientes que nos transformam e simnós que transformamos os ambientes.&&&...Mas bicho infeliz é o bicho homem!Tem peitos sem leite!Tem ovos sem casca!Passarinho sem asas!E o pior de tudo:Saco sem dinheiro!&&&Meu abraço vai para o meu amigo Izauro Cervo,grande contrabaixista.
TCHÊ! NUNCA TEESQUEÇA!
Conançailimitada
Confiança não se compra no supermercado. Lealdadenão se acha no bar da esquina. Procura-se cada vez mais oporto seguro, na ânsia de não sermos surpreendidos nas re-lações, sejam elas pessoais ou negociais.Não adianta ouvirmos o discurso messiânico de que te-mos de acreditar piamente na índole divina do ser humano,mesmo após anos de credibilidade. Prevalece a impressãode que uma vez instaurada a desconfiança, cada um temsuas próprias razões e arranja desculpas para ela, principal-mente quando se trata de quebrar um pacto de fidelidade.Abrir deliberadamente as portas da nossa masmorra in- terna, nem sempre resulta num encontro agradável. Acon- tece nos momentos de solidão e reclusão interior, visto quenem sempre um é sinônimo do outro. De frente com o nos-so eu, não há como mentir. É impossível admitir que dentrode nós, algo se espatifou, não dá mais para manter uma li-gação com alguém.Cobramos dos outros os valores que nos dão segurança;para nos garantirmos que o nosso todo restou íntegro. Mas,que direito temos de cobrar a fidelidade alheia, se a luta é sónossa; nada mais que uma batalha quanto à autenticidadedos nossos propósitos?No longo caminho que vai do inconsciente às atitudes oprocesso de certeza vai se desvanecendo, se acoplando àsopiniões externas, se transformando até que culminar coma verbalização das idéias e na efetivação dos nossos atos.Sabedores da mobilidade da nossa condição hu-mana, cada ser é um celeiro dúvidas que se esforça por criar um núcleo coeso, formado pelos princípios que nossão caros.Confiar está diretamente ligado a crer que podermos con- tar com quem caminha conosco. Confiança não é incondi-cional por natureza. Se para nós é fundamental que o seja,que contribuamos com a parte que nos cabe. Não se trata sóde regar, cuidar, acarinhar. É imprescindível conter-se, pre-servar o afeto que nos é tão importante. Ao alimentar a con-fiança ganhamos em troca o porto que buscamos; adicio-namos mais um componente ao nosso núcleo de valores.Não temos o direito de exigir fidelidade dos outros se onosso próprio processo de credibilidade condiciona-se aosabor das nossas mutações. Se não podemos confiar se-quer em nós mesmos, como exigi-lo do alheio? Relaxemos.Sejamos menos exigentes conosco e com o outro. Que pos-samos domar as angústias e assim, poder usufruir melhor cada dia.
DORES NA COLUNA,QUEM NÃO TEM?Parte II
No texto da semana passada abordamos a origem das dores nacoluna em relação aos aspectos da anatomia da coluna, suas curva- turas normais e salientamos a importância da manutenção de umapostura adequada durante a realização de atividades diárias bemcomo no trabalho.Nesta segunda parte temos como objetivo apresentar algumassugestões de como manter uma postura adequada:A primeira delas se refere à proteção da coluna através da utili-zação de bons mecanismos do corpo, como dobrar os joelhos aopegar ou colocar algo no chão, evitando a inclinação do tronco parafrente. As demais dicas serão descritas a seguir:*Ao carregar objetos pesados, utilize as duas mãos, mantendo acarga acima da cintura.*Quando tiver que realizar atividades com os braços elevados,mantenha-os na altura do ombro ou no máximo até a altura da cabe-ça. Se necessário, utilize uma escada, banco ou estrado;*Nos casos em que é necessário trabalhar em pé, deve-se usar um banco alto de apoio, tendo o cuidado de colocar os pés no chãoe evitar curvar a coluna;*Evite trabalhar com o tronco totalmente inclinado: se você tra-balha em frente a uma bancada, ou se estiver passando roupa, certi-fique-se de que a mesa tem altura suficiente para que você não pre-cise se inclinar.*Caso necessite ficar muito tempo em pé, utilize um pequenosuporte (tamanho de um tijolo) para colocar os pés, alternando-os.*Quando for varrer, passar o aspirador de pó ou passar panoprocure manter a coluna reta, sem muita inclinação.*Mochilas devem ser presas às costas e não penduradas em umsó ombro. Malas e outros objetos pesados devem ser levados emum carrinho, que deve ser empurrado e não puxado;*Ao sentar, considere que a cadeira ideal tem encosto reto, deforma a apoiar a região média da coluna. As coxas devem estar apoiadas suavemente em todo o assento com os joelhos em 90º eos pés apoiados no chão;*Ao caminhar, olhe para frente (queixo paralelo ao solo). O tipode sapato ideal para o dia-a-dia deve ser fechado atrás para dar es- tabilidade às passadas, ter o salto de base larga e leve, com alturade no máximo 5 centímetros, de preferência, com amortecimento.*Para caminhadas, utilize um tênis adequado;*Evite o uso contínuo de sapatos de salto alto, o que distorcea forma normal do pé e desalinham as curvas naturais da coluna;*Em frente ao computador: procure deixar a sua coluna ereta erente ao encosto da cadeira, mantenha seus pés retos no chão e for-mando um ângulo de 90°. Mantenha os cotovelos sempre na linhado punho, nunca abaixo ou acima deles, bem como os punhos nãopodem ficar abaixo da linha dos dedos. Deixe o monitor a pelo me-nos 50cm de distância do seu rosto. Faça uma pausa a cada 50 mi-nutos de trabalho. Levante, caminhe se alongue!*Controle o seu peso, o excesso de peso prejudica a colunaao estimular que ele vá para frente, esticando demasiadamente osmúsculos das costas e enfraquecendo os abdominais (essenciaisna manutenção da postura ereta);*Durma bem! Dê preferência a colchões firmes e um travessei-ro que mantenha a curva da coluna cervical normal. Quando estiver de lado, coloque um travesseiro entre as pernas, mantendo a colu-na lombar estabilizada. Evite a posição de bruços! Ela sobrecarre-ga a região lombar;*Para se levantar da cama: deite de lado, sem levantar a cabeça,dobre as pernas e impulsione o corpo com a mão, ao mesmo tem-po em que coloca as pernas para fora da cama.*Exercite-se regularmente; o exercício fortalece e tonifica osmúsculos, auxiliando na manutenção da postura ereta e apropriada,além de proporcionar o condicionamento físico;*Se você tiver dificuldades procure o Fisioterapeuta.
 
Sexta-feira, 03 de junho de 2011 
  3
GERAL
Atos e Fatos
 Jornal
Oficial do Registro de Imóveis e Tabelião de Protestos*Marcos Salomão
é colunista de 18 Jornais da Regiãoabrangendo mais de 100 municípios gaúchos.Acesse o site e saiba mais: www.marcossalomao.com.br 
Novas regras para cartões de crédito:
Desde quarta feiraestão valendo as novas regras para cartões de crédito no Bra-sil. O Conselho Monetário Nacional determinou a diminuiçãodo número de tarifas cobradas pelas operadoras (agora sãoapenas 5 tipos), o aumento do valor do pagamento mínimo ea existência de apenas dois tipos de cartões para pessoas fí-sicas, além da obrigação de constar nas faturas uma série dedados. É importante lembrar que em alguns modelos de car- tões o número de tarifas chegava a oitenta 80 tipos diferentes.Na dúvida o consumidor deve ligar para o PROCON.
O direito de namorar:
Em Santa Rosa um jovem de 23anos portador de uma paraplegia congênita dos membros in-ferior afirmou que sempre levou uma vida normal, mas depoisde iniciar um relacionamento descobriu que sofria de disfun-ção erétil, ficando extremamente deprimido. Procurando auxí-lio médico foi-lhe indicado a aplicação de injeções de caver-jec 15mg, mas o medicamento não fazia parte da lista forneci-da gratuitamente pelo Estado e ele não possuía condições decomprar. Procurou o Judiciário que mandou o Estado fornecer o medicamento. Em grau de recurso o Tribunal de Justiça en- tendeu que o caso era inédito e baseado no princípio de pro- teção da dignidade da pessoa humana, que abrange a saúde,o prazer, a tranqüilidade, os sentimentos, a paternidade e o di-reito em constituir uma família, entre outros, confirmou a de-cisão. (fonte: TJRS)
Caminhar bêbado pode, dirigir bêbado não:
Em SantaCatarina a 2ª. Câmara Cível fixou em R$ 30 mil a indeniza-ção devida por um homem que alcoolizado atropelou e ma- tou outro homem que caminhava sobre a calçada, e que tam-bém estava embriagado (ele havia saído de um bar). Em suadefesa o atropelador argumentou que havia culpa de ambos,pois os dois haviam bebido, mas o juiz do processo não en- tendeu desta forma. No processo ainda foi comprovado quea via era urbana, chovia e era noite, o que necessitava ummaior cuidado pelo motorista. Além disso, a viúva é do lar, enão possui potencial financeiro, já que dependia de seu mari-do. Além da indenização foi determinada uma pensão. (Fonte:Ap.Cív.2010.01.0766-6)
Luxemburgo diz que o árbitro é veado e tem que indeni-zá-lo em R$ 50 mil:
O técnico de futebol Wanderlei Luxem-burgo foi condenado a pagar uma indenização de R$ 50 milpor ofender o juiz de futebol Rodrigo Martins Cintra em 2006.O fato ocorreu após o jogo entre Santos e São Paulo, quan-do Wanderlei era o técnico santista e levantou suspeita de queo juiz havia lhe paquerado durante a partida. “O juiz apitava eolhava para mim. Não parava de me olhar. Eu não sou veado.Quem sabe é a minha camisa rosa.” disparou o treinador. Oárbitro alegou que passou por constrangimentos na família ecom amigos. Em sua defesa Wanderlei argumentou que é nor-mal após o jogo existirem críticas e algumas palavras chulas,bem como xingamentos e ofensas. Mas a juíza da 3ª. Vara Cí-vel de São Paulo não gostou do que aconteceu e condenou o treinador a indenizar o árbitro, argumentado que ser homosse- xual não é vexatório, mas a intenção de Luxemburgo era niti-damente de ofensa e tornando-o alvo de chacotas, o que con-seguiu. (Fonte: TJSP)
 Das minhas leituras da madrugada: O êxito parece es-tar relacionado com a ação. Os homens de êxito permane-cem sempre em movimento. Cometem erros, mas não sedão por vencidos. (Conrad Hilton)
Desde que a Lei Maria da Penha foi sancionada em 7 de agos- to de 2006, a comarca de Três Passos, que também abrange osmunicípios de Bom Progresso, Tiradentes do Sul e Esperança doSul, recebeu cerca de 600 pedidos de medidas contra homensque agrediram e ameaçaram suas companheiras. A informação éde Fernando Vieira dos Santos, titular da 2ª Vara e Juiz da Violên-cia Doméstica e Familiar contra a Mulher. Atualmente, segundoele, a média mensal é de seis a oito denúncias. Mas esse númerojá foi bem maior, a redução é decorrente das penas aplicadas aos“machões” e também das campanhas e palestras de conscienti-zação que são realizadas com frequência.O magistrado revela que a cada dez denúncias, sete são reti-radas atendendo solicitação das próprias mulheres, mesmo ha-vendo pedido de separação. Muitas desistem por temer represá-lias dos homens, salienta o juiz, apesar delas estarem amparadaspela lei que é considerada um marco na defesa da mulher contraa violência doméstica. Ela somente poderá renunciar à denúnciaperante o juiz.Cerca de 60% dos casos ocorrem nos finais de semana. E nogeral, 98% dos fatos são ocasionados por homens embriagados.A maioria dos pedidos vem de mulheres que residem na áreaurbana e que são de baixa escolaridade e renda. “A mulher do inte-rior ainda não teve a coragem de denunciar as formas de violênciaa que são submetidas”, diz o juiz. No entanto, revela ele, os casosde solução mais difíceis são justamente aqueles registrados emfamílias de renda privilegiada e de nível cultural mais elevado. “Al-guns homens dessa classe social relutam em aceitar as puniçõesimpostas pela Maria da Penha, muitas vezes para preservar a ima-gem que construíram e procuram manter perante a sociedade”.O magistrado salienta que dos pedidos que chegam para a suaapreciação, 95% são deferidos.
MARIA DA PENHA NELES
Mulheres ainda resistem em levar adianteprocessos contra homens violentos
Segundo titular da 2ª Vara e Juiz da Violência Doméstica e Familiar de Três Passos, 70% das denúncias são retiradas a pedido das vítimas
A lei sobre violência doméstica ganhou o nome da biofar-macêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes, que fi-cou paraplégica após levar um tiro de espingarda do marido,professor universitário, enquanto dormia, em 29 de maio de1983. Apesar da barbárie desse e de outros abusos, o caso tramitou lentamente na Justiça. Só em outubro de 2002 oagressor, enfim, foi preso. Pegou pena de dez anos, cum-priu dois e hoje está livre. A maior vitória de Maria da Penhaviria em 2006, com a promulgação da lei. “Antes, os casoseram tratados com base em uma legislação que caracteriza-va a violência contra a mulher como um crime de baixo po- tencial ofensivo. A Lei Maria da Penha aborda-os com maisrigor”, explica a biofarmacêutica.De acordo com a Lei, confirma violência doméstica e fa-miliar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada nogênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexualou psicológico e dano moral ou patrimonial.No âmbito da unidade doméstica, compreendida como oespaço de convívio permanente de pessoas, com ou semvínculo familiar, inclusive as esporadicamente agregadas.No âmbito da família, compreendida como a comunidadeformada por indivíduos que são ou se consideram aparenta-dos, unidos por laços naturais, por afinidade ou por vonta-de expressa.Em qualquer relação íntima de afeto, na qual o agressor conviva ou tenha convivido com a ofendida, independente-mente de coabitação.
O que diz a Lei
 Juiz Fernando Vieira dos Santos

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