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Artigo opinião - Revista Hotelaria "Turismo 2.0 - Somewhere Over the Rainbow"

Artigo opinião - Revista Hotelaria "Turismo 2.0 - Somewhere Over the Rainbow"

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Published by olivier P. Soares
Artigo de opinião do Olivier P. Soares na revista hotelaria, da Publituris.
Sob o título "Turismo 2.0 - Somewhere over the rainbow" desenvolve o tema da evolução do turismo online e onde estamos em termos de evolução até chegarmos ao arco-iris !
Artigo de opinião do Olivier P. Soares na revista hotelaria, da Publituris.
Sob o título "Turismo 2.0 - Somewhere over the rainbow" desenvolve o tema da evolução do turismo online e onde estamos em termos de evolução até chegarmos ao arco-iris !

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Published by: olivier P. Soares on Jun 06, 2011
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01/15/2013

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Se teve oportunidade (como eu) de ler a edição de Janeiro desta revista, não deixou com certeza de darparticular atenção ao balanço dos últimos 10 anos dahotelaria em Portugal, comentado por hoteleiros eempresários portugueses.Todos estes proeminentes individuais do turismomencionaram, sem exceção, que as dinâmicas deVendas e Promoção Online, vulgo “Turismo Onli-ne”, foram as principais mudanças no nosso sector.O António Trindade, por exemplo, resumiu este pon-to da melhor forma: “Não foi propriamente a hotela-ria que mudou. Foi sobretudo o mundo (o cliente) ea relação com ele. E aqui os fenómenos “net” e “re-des” passaram a ser os grandes eixos da evolução”.Pela excelência de objectividade, e simplicidade destaobservação, eu quase que poderia me ficar por aqui...mas não, vou mesmo aproveitar ao máximo os meus3000 caracteres de dissertação ! Acrescentando aeste tema dos “grandes eixos de evolução”, mais um:O hoteleiro 2.0 ! E isto porquê ?Lembro-me perfeitamente da minha primeira pa-lestra sob o tópico dos novos canais online no turis-mo, nomeadamente das redes sociais como canaisde excelência. Nessa altura, tive clara noção que dos(poucos) presentes, a maioria olhava para mim comose eu estivesse possuído por um estranho demónio,vindo de outro planeta. Passado somente pouco maisde 2 anos, várias conferências e clientes, vejo que estesmesmos hoteleiros têm hoje uma apetência, curiosi-dade e perspectiva totalmente diferente, quase arris-cava a dizer que evoluíram; isto sem qualquer sentidopejorativo. Aliás, todos nós evoluímos drasticamentenestes últimos 3 anos, sejamos hoteleiros, consultores,fornecedores, agentes ou operadores. Mas o hotelei-ro 2.0 é claramente aquele que teve de ultrapassaras maiores dificuldades, eu costumo dizer que tevede passar pelas fases clássicas de superação de doresprofundas:Fase 1: O choque! Já falamos sobre isto, é o “Queheresia é esta do turismo online e das redes sociais ?”Fase 2: A fase “egipciana” do Denial (a Negação),retratada pelos “Isto é uma utopia” ou “É desneces-sário” ou ainda “é só uma fase passageira, um buzzpara consultores”.Fase 3: A Raiva, “Até parece que já não tinha pro-blemas suficientes, agora isto!”, “Eu é que sei comofazer, não preciso de invenções”Fase 4: A Negociação. “Ok, então mas por onde co-meçar ?”, ou “Pronto, vou criar uma página no Face-book e logo vemos o que dá”fase 5: A Depressão, aqui prefiro não dar exemplo,porque destes temos demais hoje em dia...E finalmente, a fase de Aceitação, onde estamos de-cisivamente virados para as soluções em vez dos pro-blemas.A verdade, é que nem todos estamos na mesma fase,mas não tenho dúvidas que a primeira já foi ultra-passada pelos hoteleiros 2.0 portugueses, e a grandemaioria também já deixou para trás a fase de nega-ção. Deixo ao leitor que faça o seu próprio diagnósti-co de enquadramento, mas o importante é que temosprogredido, disso estou seguro. Vejo clientes meuscomo o Turismo do Algarve, do Alentejo e hotéis noAlgarve que estão claramente na fase de aceitação, jánuma postura de desenvolvimento e de “andar paraa frente”.Em suma, nós que estamos num posicionamentode apoio ao hoteleiro 2.0, também temos de evoluire perceber que este representa a peça da engrenagemmais importante para o motor da mudança, e curio-samente é também aquele que mais precisa de ajudaporque apesar do turismo 2.0 estar “mesmo ali”, visí-vel, ao pé do arco-íris, o caminho a desbravar para láchegar é labiríntico e pode ser traiçoeiro.Vou continuar a trabalhar sob o mote do “Think &Run”, em vez do popular “Wait & See”, como tal, napróxima coluna vou querer partilhar convosco qualo caminho a trilhar para ultrapassar as dores, quesoluções proponho para andar para a frente, até aomágico arco-Íris.
osoares@quickwinsolutions.com
Abril 2011
 
hotelaria
 
19
lvr SrS
consultor 
Tuismo 2.0:
“Somewheeoe the ainbow”.
 
opinião /
management.
 
Mle Mel
/ sócia fundadora da WeFind 
É sócia e fundadora da We-Find, o primeiro motor debusca “humano” de ideiase tendências para empresas.Licenciou-se em Jornalismopela Universidade de Coim-bra e trabalhou durante 7 anoscomo jornalista para publica-ções como a Revista Veja, Re-vista Exame e o Jornal OJE. Éuma curiosa profissional e estásempre à procura de novasideias de negócio e de fontesde receita inovadoras.
Pul Seque
/ consultora AguirreNewman
Paula Sequeira é consultorasénior do Departamento deEstudos de Mercado. É licen-ciada em Matemática Aplica-da à Economia e Gestão peloISEG e pós graduada emCorporate Finance pelo ISC-TE. Esteve ligada ao sector fi-nanceiro, de estratégia empre-sarial e imobiliário, nos quaisacompanhou diversos estudose publicações de turismo ehotelaria. Antes de integrar aAguirre Newman em 2008,passou pela EDP, RDPE eColliers P&I, onde participouem importantes projectosimobiliários.
lve SeS
/ consultor 
Proveniente de uma família dehoteleiros, o gosto pela hotela-ria e o turismo sempre estevepresente. A procura constantede soluções inovadores levou-o a investir nas potencialidadesdas plataformas de redes so-ciais como factor de sucessopara o desenvolvimento co-mercial dos vários produtosturísticos, fomentando o bran-ding do destino e a divulgaçãode experiências.Foi através da sua página noFacebook “Turismo 2.0 – Pensar Online “que a sua ac-tividade ganhou notoriedade.
Hélde SS
/ administrador DynamicHotels
Possuidor de uma larga ex-periência hoteleira, quer nosmercados europeus, quer nosmercados asiáticos, encontra-se associado a cerca de 100projectos de desenvolvimentohoteleiro, como sejam a Inter-Continental, a Starwood, a Hil-ton, a Marriott, a Meliã, entreoutros. Em Portugal angariouo primeiro hotel InterConti-nental (Porto) e o primeirohotel Indigo (Lisboa), entreoutros Projectos desenvolvi-dos e em desenvolvimento,quer em território Nacionalquer internacional (Polónia,Espanha, Brasil, etc.).
.protagonistas
66
 
hotelaria
Abril 2011

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