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SALERNO, Mario S. Projeto de organizações integradas e flexí

SALERNO, Mario S. Projeto de organizações integradas e flexí

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Published by: Marcelo De Menezes Gonçalves on Jun 07, 2011
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1
 
Mario Sergio Salerno
PROJETO DE ORGANIZAÇÕES INTEGRADAS EFLEXÍVEIS:
 
PROCESSOS, GRUPOS E GESTÃO DEMOCRÁTICA VIA ESPAÇOS DECOMUNICAÇÃO-NEGOCIAÇÃO
Direitos do autor - Pode ser difundido livremente, desde que citada a fonteSão Paulo, 2008Edição impressa (esgotada):Editora Atlas, São Paulo, 1999.
ISBN 85-224-2274-5
Este trabalho é dedicado à Wanda Salerno e à Gioconda Rizzo.Uma filha da outra.A primeira me apóia integralmente, mesmo que não saiba exatamente o queeu esteja fazendo.A segunda, na sua sabedoria literalmente centenária, ensina a todos aalegria de viver. Mesmo, hoje, não estando aqui.
 
 
2
 
AGRADECIMENTOS
 Este livro nasce de uma tese de livre-docência defendida junto ao Departamentode Engenharia de Produção da escola Politécnica da Universidade de São Paulo, aondetrabalho.O apoio dos colegas do Departamento foi fundamental. Afonso Fleury, que na suamissão de formador, formou-me para a vida acadêmica, e me incentivou ao longo dosanos. Israel Brunstein deu todo o apoio que um professor experiente pode dar.Outros professores foram forçados a lerem versões parciais do trabalho. Por ordemalfabética, cada qual com sua característica: Glauco Arbix (Departamento deSociologia), no apoio à interface com filósofos (“misturar
esses
autores?!?”); RobertoMarx fez uma leitura minuciosa, que aproveitei sobretudo na discussão sobre processose grupos; Mauro Zilbovicius foi fundamental na discussão sobre abordagem clássica ealternativas de abordagem de projeto. Edson Paladini (UFSC), Roberto Sbragia (FEA-USP) e Henrique Rozenfeld (EESC-USP) fizeram uma série de críticas pertinentes que,na medida do possível, tentamos incorporar.O período de pós-doutorado junto ao LATTS-ENPC (Laboratoire Techniques,Territoires et Sociétés - École Nationale des Ponts et Chaussées, França) foi essencial naampliação de horizontes. Pierre Veltz e sua equipe me receberam de uma maneiraindescritível; Philippe Zarifian, além do privilégio que me concedeu de discutir umasérie de assuntos, viabilizou pesquisa em fábricas, acesso a material, a eventosacadêmicos e não acadêmicos. Ele não come
tarte tatin
com sorvete ... paciência, todomundo tem seus defeitos.Ainda sobre a França, Helena Hirata (GEDISST-IRESCO-CNRS) desdobrou-seno apoio, nas dicas, na amizade.Bem, sem bolsa não haveria França. O Núcleo de Política e Gestão em Ciência eTecnologia da USP (NPGCT-USP) aprovou meu projeto, abrindo-me acesso a umabolsa institucional (PADCT) via CAPES. O projeto LATTS-EPUSP/PRO tambémpropiciou contato mais intenso com os pesquisadores franceses, tanto lá quanto cá.Gostaria de poder agradecer nominalmente às empresas que tornaram possível apesquisa de campo, mas os pedidos de sigilo não me deixam. Mas posso agradecer aoSindicato dos Metalúrgicos do ABC; é gratificante ver que ele sempre se renova, inova eavança positivamente rumo a um futuro melhor.
 
3
 
PROJETO DE ORGANIZAÇÕES INTEGRADAS EFLEXÍVEIS:
 
PROCESSOS, GRUPOS E GESTÃO DEMOCRÁTICA VIA ESPAÇOS DECOMUNICAÇÃO-NEGOCIAÇÃO
 
ÍNDICE
 
Índice (sumário)Lista de tabelasLista de figurasLista de abreviaturasPROJETO ORGANIZACIONAL DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO INTEGRADOS EFLEXÍVEIS: UMA NECESSIDADE CONTEMPORÂNEA..............................................8
O Projeto de Organizações Integradas e Flexíveis:....................................................17Limites da abordagem sócio-técnica tradicional....................................................20Conflitos nas Organizações e Gestão Democrática....................................................22Desenvolvimento dos Trabalhos: o plano do livro.....................................................23
ABORDAGEM DO PROBLEMA E METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO DECAMPO......................................................................................................................25
Metodologia e Abordagem da Pesquisa de Campo....................................................25
PROJETO: UMA CONSTRUÇÃO SOCIAL.................................................................35
Abordagem Clássica da Atividade de Projeto: funcional-cartesianismo....................37Abordagens Alternativas, Alternativas de Abordagem...............................................45Comunicação no trabalho: intercompreensão mútua como alternativa àcoordenação hierárquica.........................................................................................47Dimensão cognitiva da comunicação: mobilização de competências................48Dimensão normativa da comunicação: validação social das normas e objetivosde produção........................................................................................................49Dimensão expressiva da comunicação: a mobilização individual frente aocognitivo/normativo...........................................................................................51Linguagem, regras e informação: os informáticos, Wittgenstein e a lingüística51Prática, tradição e transcendência na abordagem de projeto..................................55As organizações como
locus
de relações sociais e de disputa política...................57Uma síntese para prosseguir...................................................................................60
ORGANIZAÇÃO E GESTÃO POR PROCESSOS......................................................63
A Problematização Crítica do Modelo Clássico de Gestão........................................66Processos, Projetos, Fluxo: clarificando conceitos.....................................................72Gestão por Atividades: características e limitações....................................................75Abordagem por Processos: uma análise crítica..........................................................77Um Método para o Projeto de Processos....................................................................78Da coerência do método e de seus problemas: o caso FREMBAL........................81
TRABALHO EM GRUPO: CONCEITO, PROBLEMAS DE COORDENAÇÃO,RELAÇÃO COM SERVIÇOS DE APOIO....................................................................86
Concepções de “Grupo”: mesmos nomes, práticas diferentes....................................89Grupos ao estilo clássico Toyota............................................................................90Polivalência operária, células de produção, enriquecimento..................................92A descentralização dos serviços de apoio: “mini-fábricas”, “células/timesintegrados”, “UTE” etc...........................................................................................93Trabalho em grupos semi-autônomos....................................................................93Grupos de projeto, grupos-tarefa ou interfuncionais..............................................94

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