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Intra- Empreendedorismo

Intra- Empreendedorismo

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Tipos de EmpreendedorismoIntra-Empreendedorismo ou Empreendedorismo Corporativo
Texto extraído do site:www.artigonal.com Autoria: Marizete Furbino (Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale doAço).
 No séc. XXI, o que se verifica em demasia, é que o mercado está cada vez maisexigente e tal exigência se faz necessária, para alcançar pelo menos sobrevivência nomesmo. Por isso, podemos considerar como uma das características deste mercado, acrueldade. Apenas permanecem no mercado os ótimos, os mais ou menos e até os bonsserão esmagados pelos pés invisíveis do mesmo, portanto, há uma necessidade urgente,dos funciorios de se tornarem colaboradores intra-empreendedores, e dasorganizações se transformarem em organizações empreendedoras, caso contrário, serãoengolidos pelos concorrentes, não permanecendo no mesmo.Com a competitividade cada vez mais acirrada, diplomas e mais diplomas nãoconta tanto, como no século anterior, o que se avalia muito, é, se o funcionário faz jusde fato ao titulo de colaborador, ou seja, se é realmente um intra-empreendedor, umcolaborador pró-ativo, que possui iniciativa, visão do cenário de mercado, sempre preocupado com seus comportamentos e atitudes, enfim, se é um profissional que cuidada organização e executa ações como se o empreendimento fosse seu, enxergando-ocom olhos não vendados e sim bem abertos, procurando agir sempre com ousadia,criatividade, inovação, se antecipando aos fatos, buscando mais e mais conhecimentos para alcançar eficiência e eficácia, procurando assim, fazer o diferencial.Por outro lado, é preciso que as organizações propiciem e incentivem um climaorganizacional, onde possam implementar o empreendedorismo e o intra-empreendedorismo.Para o intra-empreendedor, ele não é um mero funcionário da organização, ele éalém de colaborador, um intra-empreendedor, seu sentimento é intenso pela organizaçãono qual faz parte, sentimento este, de “fazer parte” daquela organização no qual executasuas funções e que o impulsiona a agir com eficiência, alcançando a eficácia em tudoque faz.Assim como os donos do negócio, os intra-empreendedores preocupam-se com onegócio, perseguem metas e buscam soluções em prol da lucratividade. Suas ações são pautadas na ética e na cidadania. Sabem de fato o que fazer para contribuir com aorganização, sabem onde querem chegar, que caminho percorrer e quais estratégiasutilizar, para alcançar as metas e objetivos traçados. Querem fazer a diferença dentro deuma organização, buscando sempre lugar de destaque.O intra-empreendedor, além de respeitar e valorizar cada ser humano existentena organização e acreditar que cada pessoa tem o seu talento, e que constituem o maior  patrimônio de uma organização, também, tem consciência e sabedoria do valor de umtrabalho realizado em equipe, procurando atuar sempre como em um time, somando
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO
DEPARTAMENTO DE AGROTECNOLOGIA E CIÊNCIAS SOCIAISCURSO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIADISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO E EMPREENDEDORISMOProfª. Rísia Kaliane
 
talentos e forças, fazendo a diferença. Sabe que, os ativos intelectuais, tornaram-seelementos de suma importância no mundo dos negócios, constituindo-se assim,vantagens competitivas no mercado, portanto, tem plena consciência de que, investindonas pessoas, estará investindo na própria organização, pois, as pessoas são fontesgeradoras de capital, gerando capital para a organização através de suas competências,atitudes e condutas. Sabem também, que o conhecimento é a base principal no quetange a valorização das organizações de hoje, chegando a ser considerado, como omaior commodity do séc. XXI.O maior desafio de um intra-empreendedor consiste em apresentar e executar suas idéias dentro das organizações, principalmente no que tange às organizaçõestradicionais, organizações estas, que possuem toda uma forma de pensar, ver e deencarar o mercado de maneira diferente, procurando então, além de apresentar suasidéias, incutir nestas os novos valores e princípios, procurando mostrar o valor do intra-empreendedorismo, revertendo assim, todo o quadro, e fazendo acontecer. Mesmoassim, para um intra-empreendedor, isto não constitui um fardo, e sim um desafio, pois, por amar muito o que faz, se entrega de corpo e alma, se doa, não sentindo o peso,devido ter muito prazer em suas ações. O trabalho, para um intra-empreendedor, seresume em momentos prazerosos, daí o comprometimento e envolvimento em tudo quefaz, resultando no rebento denominado sucesso. Neste cenário de mercado, onde a competitividade é demasiadamente acirrada, é preciso, que as organizações se tornem organizações empreendedoras e que osfuncionários, se tornem colaboradores intra-empreendedores, caso contrário, não permanecerão no mercado.
Exemplo de Intra-empreendedorismoCaso: Gleice Luciane
9 anos na indústria automotiva francesa que produz automóveis sob asmarcas Peugeot e Citroën em Resende –RJ, Gleice Luciane é a atual Coordenadora deProcessos.Admitida em 2000 como estagiária no Setor de Engenharia da chaparia, elaenfrentou grandes desafios, sendo o primeiro deles o fato de não falar francês. Gleiceconta que aos poucos, com ajuda de colegas, exercitando a desinibição e a coragem parafalar, aprendeu em pouco tempo. Em 2001, recebeu a demanda de realizar um “estágio-operário”, que consistia em passar cerca de duas semanas realizando um trabalhomecânico e repetitivo no chão da fábrica. Desse estágio, Gleice elaborou um relatórioque foi considerado excelente em conjunto com outros três operadores pertencentes aeste posto de trabalho. Nessa oportunidade, percebeu que grandes idéias podem vir daqueles que executam as tarefas, pois segundo ela, eles sempre têm algo que não estáescrito em nenhum livro ou norma da empresa, eles têm o savoir-faire (saber fazer) – oconhecimento tácito que adquiriram no dia-a-dia, um tesouro de oportunidades demelhoria nos processos que poucos dão importância. Não demorou um mês para que ela fosse efetivada como Analista de Processosdo Setor de Engenharia, ainda no 8º período da graduação de Engenharia de Produção,se tornando responsável pela linha de produção de assoalhos do veículo Peugeot 206.Conta que ganhar credibilidade e respeito em um ambiente completamentemasculino foi um grande obstáculo. Diz sorrindo que a estratégia adotada foi não se

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