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Equipe de jornalistas é montada para rastrear e responder críticas a Sarney nos sites

Equipe de jornalistas é montada para rastrear e responder críticas a Sarney nos sites

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Published by Marcelo Träsel
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), decidiu reagir ao que considera uma campanha midiática para retirá-lo do cargo. Uma equipe de 15 jornalistas foi contratada há três semanas para fazer parte de um bunker de contrainformação. Matéria publicada no Correio Braziliense: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2009/07/28/interna_politica,130133/index.shtml
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), decidiu reagir ao que considera uma campanha midiática para retirá-lo do cargo. Uma equipe de 15 jornalistas foi contratada há três semanas para fazer parte de um bunker de contrainformação. Matéria publicada no Correio Braziliense: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2009/07/28/interna_politica,130133/index.shtml

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Sarney: assessoria do presidente do Senadonega montagem do bunker fora do Congressopara rebater denúncias
ESTRATÉGIDA DA CONTRAINFORMAÇÃO »
Equipe de jornalistas é montada para rastreare responder críticas a Sarney nos sites
Flávia ForequeRicardo BritoPublicação:28/07/2009 08:00Atualização:28/07/2009 08:31 O presidente do Senado, José Sarney(PMDB-AP), decidiu reagir ao queconsidera uma campanha midiática pararetirá-lo do cargo. Uma equipe de 15jornalistas foi contratada há três semanaspara fazer parte de um bunker decontrainformação. Os profissionaisanalisam diariamente o noticiário dosjornais, municiando os assessores deimagem de Sarney. Com base na análisedos jornalistas, o gabinete de crise dopresidente do Senado elabora um“relatório de intervenção” para rebater asreportagens. Contratados inicialmente aténovembro, os jornalistas do bunkertrabalham todos os dias, até mesmo nosfins de semana. O pagamento pela tarefa,segundo um dos contratados, será feito emdinheiro vivo, forma encontrada para não deixar rastros diretos do vínculo com o presidente do Senado.A estrutura foi montada num shopping center do Lago Norte, a 10km da Casa que Sarney preside. Oobjetivo principal é vencer a guerra de informação. Para isso, os jornalistas, a maioria recém-formada,abastecem endereços eletrônicos com opiniões favoráveis ao parlamentar. Blogs de jornalistas políticos eredes sociais como Twitter e Orkut são os alvos. A orientação é publicar comentários positivos a respeitodo político e questionar a isenção dos veículos de imprensa que denunciam a família Sarney. A tática éusar nomes falsos para participar do debate, de preferência comuns, como “Maria Mercedes” e “RaimundoNonato”.No Orkut, a comunidade GuarnicêMaranhão — referência a uma dasmanifestações folclóricas do estado, obumba meu boi — foi criada com esse fim.“Aqui, se encontram aqueles que amam oMaranhão”, aponta a descrição doendereço. No Twitter, a página de“guarnice_ma” elogia a biografia deSarney e questiona as críticas feitas pelosjornais. Até o início da noite de ontem, apágina contava com 61 seguidores eacompanhava outros 356 perfis. Somentena segunda-feira, foram publicados, até ocomeço da noite, 27 comentários, todosfavoráveis ao presidente do Senado. “Jornais estão fazendo tudo o que for possível para derrubar Sarney”,dizia um dos textos.
Ferramentas
A orientação, segundo um jornalista contratado, é obter o maior número de seguidores para, assim,aumentar a área de influência. A equipe também rastreia, por meio de uma ferramenta da internet, todosos comentários postados no Twitter que envolvam Sarney.Sem saber do propósito real do trabalho, os profissionais foram recrutados numa seleção realizada mêspassado, no Hotel Eron, próximo à Torre de TV. Quem distribuiu currículo no Senado foi sondado para asvagas. Eles tiveram que fazer uma prova de 30 questões de português, inglês e conhecimentos sobre aconjuntura política atual. Também fizeram parte do questionário perguntas sobre afinidade partidária ouvisão pessoal sobre política. Os candidatos que acertaram 25 ou mais questões foram convocados para umtreinamento e, só após três dias de palestras, souberam o que fariam: reverter a imagem negativa deSarney na internet.A maioria dos jornalistas receberá R$ 1,8mil mensais por seis horas de trabalho. Noinício do mês, receberam adiantado umaajuda de custo de R$ 200 para gastos comtransporte. A equipe conta ainda comcoordenadores e dois advogados paraconsultas jurídicas. Há um monitoramentointenso da imprensa do Maranhão e doAmapá, respectivamente a base política eeleitoral do presidente do Senado. Nessesestados, quase 300 veículos decomunicação, entre rádios, televisões,jornais impressos, revistas e sites, sãoanalisados. A expectativa é que aestrutura seja ampliada na próximasemana, quando termina o recesso — e apressão política contra a permanência deSarney vai aumentar. Procurada pelareportagem, a assessoria de Sarney naPresidência do Senado negou o trabalho decontrainformação. “Asseguramos que da

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