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OAB-Apostila Direito Penal

OAB-Apostila Direito Penal

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Published by Mônica Berrondo
Direito Penal.. quem não gosta? Apostila complementar.
Direito Penal.. quem não gosta? Apostila complementar.

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Direito PenalApostila Complementar
PRINCÍPIOS DO DIREITO PENAL
Intervenção mínima:
O direito penal só deve elencar como crime os bens mais importantes e necessários a vida em sociedade.
Lesisivade:
Limita ainda mais o poder do legislador, dizendo o quedeve ser tratado como crime, ou seja, apenas as conduta mais lesivas.
Adequação Social:
Dirigido primordialmente ao legislador, onde estedeverá, como crime, qualificar apenas aqueles que se adequem com asociedade.
Obs.:
Costume não revoga Lei. Apenas uma nova lei posterior revoga leianterior, nos casos em que a lei anterior não for mais adequada socialmente.
Fragmentariedade:
Uma vez escolhidos os bens fundamentais, deacordo com a intervenção mínima e lesão mínima, somente estes poderãoser objetos de punição.
Insignificância:
Uma determinada conduta realizada e consideradacrime, deverá ter materialidade material e não apenas formal.
Não basta oato ser atípico, deve ser relevante.Obs.:1) Teoria Tripartite do Crime
Conduta antijurídicaConduta típicaCulvel
2) Pequeno valor = 1 salário mínimo, de acordo com jurisprudência.
Individualização da pena:
Deve ser vista na visão do legislador (critério trifásico da individualização da pena) e na visão do Juiz, aplicandoao mesmo critério, observando o art. 59 do CP.
Obs.:1) Art. 68 CP – 
 prevê a individualização das penas.
Prof 
a
. Mônica Berrondo
1
 
Direito PenalApostila Complementar
2)
Devido a este princípio, foi permitida a progressão de regimes, mesmoem crime hediondos. Este princípio deve ser aplicado também durante aexecução da pena.
Proporcionalidade:
As penas devem ser proporcionais ao crimecometido. Penas maiores para crime mais graves. Penas menores paracrime menos graves.
Responsabilidade Pessoal:
A pena não pode passar da pessoa docondenado, seja privativa de liberdade, restritiva de direitos ou multa.
Obs.:
A multa é executada na Vara de Fazenda Pública
Limitação das Penas: Art. 5°, XLVII – impede as seguintes penas:
Morte, salvo em caso de guerra declarada.De caráter perpetuoDe trabalhos forçadosDe banimentoCris
 Só poderá, portanto, haver pena de privação de liberdade, de restrição dedireitos ou de multa.
Culpabilidade:
 juízo de censurabilidade. É elemento do crime. Oinimputável não tem culpabilidade, tem periculosidade. Para Damásio E.de Jesus a culpabilidade não é elemento do crime, seguindo a teoria bipartite, configurando crime como conduta antijurídica e ilícita, sendo aculpabilidade analisada na aplicação da pena.
Obs.
: A culpabilidade é utilizada para a dosimetria da pena (art. 59, CP), bem como é limitadora da responsabilidade objetiva (observa-se o dolo e aculpa).
Legalidade – Art. 1° CP – Art. 5°, inciso XXXIX, ConstituiçãoFederal:
 Não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem péviacominação legal.
É sinônimo do princípio da Reserva LegalLei ordinária (regra) e Lei complementar (quando houver previsão naConstituição Federal), podem criar pena, APENAS.
Prof 
a
. Mônica Berrondo
2
 
Direito PenalApostila Complementar
Anterioridade:
A Lei que descreve o crime ou a cominação da penadeve ser anterior ao fato cometido.
A Pena refere-se a sanção penal (pena e medida de segurança) – art. 1°CP.
LEI PENAL NO TEMPOArts. 2°, 3° e 4°, CP
Artigo 2° CP:
Os efeitos penais apenasABOLITIO CRIMINIS extingue todos os efeitos do crime, exceto osextrapenais, extinguindo ainda a execução. Ainda que haja sentençacondenatória com trânsito em julgado, a Lei posterior que beneficiar oréu retroage.Refere-se este artigo, a todas as leis, em geral.
Retroatividade da Lei penal
A lei penal não retroage, com exceção de beneficiar ao réu.
Atividade da Lei Penal:
A Lei nasce ao entrar emvigor e morro ao ser revogada.
Extra-atividade da Lei Penal.MODALIDADES:
Retroatividade:
Art. 2° CP. Tudo o que for  posterior e beneficiar o réu retroage
Ultra-atividade:
Mesmo depois derevogada, a Lei revogada será aplicada ao fato realizado emsua vigência, se beneficiar ao re.
CONFLITO INTER TEMPORAL
Prof 
a
. Mônica Berrondo
3

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