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Capoeira Angola Ensaio sócio-etnográfico

Capoeira Angola Ensaio sócio-etnográfico

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WALDELOIR REGO
CAPOEIRA ANGOLAensaio sócio-etnográfico
Salvador Editora Itapoan1968Edição original© Waldeloir Rego – Editora Itapoan, 1968 – In-8º de 417 páginas.Direitos para a edição de 1968 concedidos a Editora Itapuã, Rua Padre Viera, 9,Salvador, Bahia, Brasil.Impresso no Brasil nas oficinas da Companhia Gráfica Lux, rua Frei Caneca,224, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.Edição digitalRealizada devido a escassez de exemplares da edição original, para o uso privado do copista, também para poder aproveitar dos modos de pesquisaeletrónica. Escaneamento, digitação, codificação:Pol Briand polbrian@mandinga.fr 1991-2005.Escolhemos produzir um documento só. Se o computador for lento, algumasoperações podem demorar. Em caso de problemas, vejam a secção de problemastécnicosAs diferências de quantidade de texto em cada página devem-se às notas derodapé, às vezes numerosas no original. Em vez de reprodução exata temosimplantado ligações hipertextuais para facilitar a consulta.Trechos em destaque tem breves comentários do editor numérico. Deixar ocursor em cima do bloco os fazem aparecer Teste aqui.Anexo: a proposto de Waldeloir Rego.Artigos de jornais publicados na ocasião da morte do autor Revisão
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VII – Os Instrumentos Musicais70VIII – O Canto89IX – Comentário às Cantigas126Léxico141Aspeto folclórico216Aspeto etnográfico256Aspeto sócio-histórico257X – Capoeiras Famosos e seu Comportamento na Comunidade Social260XI – As Academias de Capoeira282XII – Ascensão Social e Cultural da Capoeira291XIII – A Capoeira no Cinema e nos Palcos Teatrais313XIV –  A Capoeira nas Artes Plásticas324XV –  A Capoeira na Música Popular Brasileira329XVI –  A Capoeira na Literatura353XVII – Mudanças Sócio-Etnográficas na Capoeira359Bibliografia363Índice das Matérias393Índice Remissivo395 Capa de Emanoel Araújo com fotografia de Fernando Goldgaber Ilustrações de CarybéObra publicada com a colaboração da Secretaria de Educação e Cultura do Governo doEstado da Bahia – Governador : Luiz Viana Filho – Secretário de Educação : Luís Navarro de Brito – 1968 
 
Para os infinitamente amigosZélia AmadoEmanoel Araújo1
IA Vinda dos Escravos
E por demais sabido que durante a Idade Média os Portugueses, assim como outros povos, traficaram escravos, sobretudo negros. Há mesmo vagas notícias de uma paradaaqui, outra acolá, porém a informação mais precisa, principalmente no que diz respeitoao tráfico de escravos africanos para o território português, é a fornecida por Azurara. Oautor da
Crônica do Descobrimento e Conquista da Guiné
relata a maneira de comoAntão Gonçalves, em 1441, capturou e trouxe para o Infante D. Henrique os primeirosescravos africanos. Relata também o cambalacho de Antão Gonçalves com AfonsoGoterres, para importar esses negros do Rio de Ouro, cuja essência está neste trecho – Oo que fremoso aquecimento serya nós que viemos a esta terra por levar carrego de tamfraca mercadorya, acertamos agora em nossa dita de levar os primeiros cativos ante a presença do nosso principe!12Isso foi a brecha para que o espírito de conquista do português o fiz levantar âncoras, para as terras de Africa, em busca de um novo comércio, fácil e rendoso, porémhumilhante e desumano. A coisa tomou um rumo tal, que dentro em pouco, Lisboa eoutras cidades já tinham um cheiro de cidade mulata. Em nossos dias o assunto tem preocupado estudiosos de todos os matizes e nacionalidades, como os lingüistasalemães Wilhelm Giese2, Carolina Michaëlis3e nativos outros como Leite de Vasconcelos4que, além de se manifestar sobre o tema, fornece uma bibliografia, emseu livro
 Etnografia Portuguesa
, atualizada com notas de Orlando Ribeiro. Na época, a presença de negros em Portugal mexeu com a imaginação poética dostrovadores do
Cancioneiro Geral 
5Gil Vicente6, Camões7, e mui especialmente Garcia de Resende que nasceu por volta de 1470 e morreu em 3 de fevereiro de 1536 eescreveu a sua curiosa
Miscellanea e trovas do mesmo auctor & huma variedade dehistoria, custumes, casos & cousas que em tempo accõtescerã 
, publicada postumamenteem 1554, apensa à
Crónica d'el-Rei D.
3
João II 
. No decorrer de sua Miscelânea,satirizando sempre, fornece elementos sobre a façanha dos portugueses, nas bandas deÁfrica, os cativos tirados de lá para Portugal, seus costumes e outros fatos. Na estância 48, mostra a fúria das conquistas: – Rey & principe se viode Castella, & laa andou,dij a pouco descobrioha India, & ha tomou,como todo ho mundo ouuio,tomando reynos, & terras

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