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A Psicoped. e a Terceira Idade

A Psicoped. e a Terceira Idade

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AÇÃO DA PSICOPEDAGOGIA NA TERCEIRA IDADE
Maria dos Remédios Cardoso B. Silva
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RESUMO
Este artigo visa justifica-se pelo o papel relevante que um psicopedagogo tem sobre oidoso. Buscou-se através do pressuposto da teoria questionar o desempenho deste naintervenção junto ao idoso e sua articulação com outros profissionais de áreas afins, emsentido de aceitar, respeitar e legitimar a história do idoso, reconhecendo suaexperiência, sua sabedoria e suas perspectivas existenciais, investindo na produção deconhecimentos e na ação da gerontologia. Mostrando-se que o psicopedagogo deverá seconscientizar de sua identidade profissional e delimitar até onde vai a sua atuação e a deoutro profissional, realizando o devido encaminhamento quando se fizer necessário. Ametodologia aplicada caracterizou-se de forma descritiva, usando referências bibliográficas e pesquisas online. Este artigo inicia-se ressaltando alguns aspectos doenvelhecimento, o declínio das fuões e as mudaas que ocorrem durante oenvelhecimento, e alguns outros fatores da velhice também são destaques aqui.Palavras-chaves - idoso psicopedagogia - intervenção
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Aluna do Curso de Psicopedagogia Clinica, Institucional e Hospitalar – FAESPI - Faculdade de Ensinosuperior do Piauí
 
 
INTRODUÇÃO1.1 O envelhecimento e a chamada Terceira Idade
O envelhecimento é um processo inerente ao homem e que ocorre aolongo da vida. Ele não é um sinônimo de doenças e sendo parte importante dasociedade e por isso necessita de cuidados devido as mudaas queacontecem nesse processo .A terceira idade possui algumas características próprias. Nela ocorremudanças fisiológicas, anatômicos, psicológicos e sociais. Tradicionalmente aidade cronológica é o parâmetro que determina o início desta e se refere àidade pelo número de anos que um indivíduo haja vivido. Portanto, isto nãoconstitui o melhor parâmetro para determinar quão produtivo e capaz pode ser um sujeito tanto para si mesmo como com suafamília e a sociedade. Nos idosos se detecta as diferenças individuais devido as características individuaisde personalidade e a acentuada acumulo de experiências de cada um.Na velhice ocorre a redução da capacidade individual do indivíduo. Háuma declinação das funções intelectuais, tais como: raciocínio aritmético,criatividade, imaginação percepção e memória visual, entre outras. O idosoapresenta um menor declínio de suas faculdades intelectuais quando semantém ativo e produtivo, qualquer que seja a atividade trabalhista que realize.Ele teme ao desconhecido, porque é consciente da perda física e intelectual eisto origina um sentimento de insegurança. Sentimento agravado pela culturaque lhes colocam numa posição desvantajosa perante o adulto jovem,determinando o papel que deve desempenhar. Outros aspectos negativos antea angústia e frustração provocadas pelas perdas são a depressão e regressão.A primeira não é um necessariamente um sintoma de envelhecimento, apenasela se relaciona com o âmbito social restrito em ele vive e que o conduz aoisolamento o qual não é motivado porque ele vive só, mas porque há uma
 
dificuldade em empreender novas relações e em alguns casos , há adificuldade de abordar novas amizades. Atualmente, com as mudanças sociaisocorridas, o idoso se queixa da falta de autoridade no cleo familiar ocasionada pela independência dos filhos, dependência econômica deles, e daimpossibilidade de realizar atividades caseiras que anteriormente fazia. Oisolamento da viuvez é mais difícil para o homem, visto que a mulher, emmuitas ocasiões, continua com o trabalho ou mesmo tarefas caseiras e vivenciamais.Apesar de não haver um momento específico que defina uma pessoacomo idosa, se associa a idade de 65 anos tradicionalmente a essa fase davida porque é esse momento que, nas sociedades industrializadas, as pessoasgeralmente deixam de trabalhar, ou seja, se aposentam. Essa questão estásendo revista na atualidade em alguns países.Atualmente tem se discutido cada vez mais o conceito deenvelhecimento saudável referindo-se ao processo de envelhecimento que nãovem acompanhado de incapacidades ou doenças debilitantes. Assim, pessoasque envelhecem de uma forma saudável podem manter uma vida ativa esaudável até morrerem de velhice. Além disso, elas não sofrem os aspectosindesejáveis do envelhecimento, como a perda dos dentes e a limitação demovimentos.
1.2 O declínio das funções no envelhecimento
O declínio de várias funções do corpo humano por conta da idade demodo usual não é considerado como doença, apesar de não ser distinguidoclaramente algumas vezes. Por exemplo, a dificuldade em aprender um novoidioma e a tendência ao esquecimento é considerada sintomas normais quefazem parte do envelhecimento. Entretanto, um declínio mental mais grave,envolvendo perda extrema da memória recente e a capacidade de aprender ede compreender o ambiente, embora comum na idade avançada, éconsiderado doença.
1.3 As mudanças ocorridas no envelhecimento

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