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Dgv Centros de recolha Objectivos Obrigações legais

Dgv Centros de recolha Objectivos Obrigações legais

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06/20/2011

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CENTROS DE RECOLHAOBJECTIVOS E OBRIGAÇÔES LEGAIS
Página 1 de 22
DSSPA
Documento: 01
 /DSSPA/ M//2010
 Revisão:Data: Dezembro de 2010
Elaborado por: Cristina Briosa eHelena MaiaVerificado por: Director de Serviços de Serviços deSaúde e Protecção AnimalHomologado por:
 
Directora-Geral de Veterinária
DGV
Direcção Geralde Veterinária
 
CENTROS de RECOLHA
OBJECTIVOS E OBRIGAÇÕES LEGAIS
 
 
CENTROS DE RECOLHAOBJECTIVOS E OBRIGAÇÔES LEGAIS
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DSSPA
Documento: 01
 /DSSPA/ M//2010
 Revisão:Data: Dezembro de 2010
Elaborado por: Cristina Briosa eHelena MaiaVerificado por: Director de Serviços de Serviços deSaúde e Protecção AnimalHomologado por:
 
Directora-Geral de Veterinária
DGV
Direcção Geralde Veterinária
 
Os canis/gatis municipais tiveram a sua origem como parte integrante daestratégia de controlo da raiva, endémica em Portugal desde o final do séc.XIX, permitindo assim o alojamento dos animais vadios ou errantes capturados,sendo já, nessa altura, obrigatório um período de internamento daquelesanimais, para observação e diagnóstico.A obrigatoriedade de instalação de canis / gatis municipais em Portugal jáestava prevista no DL nº 317/85, de 2 de Agosto, o qual previa a captura decães e gatos errantes, encontrados na via e locais públicos, como medida deluta e vigilância epidemiológica contra a raiva animal. Esta obrigatoriedademanteve-se em vigor até ao final do ano de 2001, altura em que, com apublicação do DL 276/2001, em 17 de Outubro, se refere pela primeira vez a
centros de recolha
, como sendo “qualquer alojamento oficial onde um animal
é hospedado por um período determinado pela autoridade competente,
nomeadamente os canis e gatis municipais.” 
 Não existe um modelo de Centro de Recolha Oficial único, uma vez que cadamunicípio se depara com realidades diferentes, em relação à problemática dosanimais vadios ou errantes. Por essa razão, a estrutura a edificar deve serprojectada adaptando-a à situação de cada concelho, no que se refere àdimensão, população humana e animal, dispersão geográfica da população etipo de tecido urbano, para além das diferenças nas condições climatéricasO médico veterinário municipal, como autoridade sanitária veterinária concelhiadeve, em função daquelas condicionantes, assessorar a câmara municipal paraa definição dos requisitos e estrutura adequada à realidade do Concelho ondeexerce a sua actividade.De acordo com o disposto no art. 8º do D.L. nº 314/2003, de 17 de Dezembroe artº 19º do DL 315/2003, de 17 de Dezembro, às câmaras municipaiscompete, no domínio das suas atribuições na defesa da saúde animal e pública,da preservação do bem-estar dos animais e do meio ambiente,
FACTOS HISTÓRICOSINTRODUÇÃO
 
 
CENTROS DE RECOLHAOBJECTIVOS E OBRIGAÇÔES LEGAIS
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DSSPA
Documento: 01
 /DSSPA/ M//2010
 Revisão:Data: Dezembro de 2010
Elaborado por: Cristina Briosa eHelena MaiaVerificado por: Director de Serviços de Serviços deSaúde e Protecção AnimalHomologado por:
 
Directora-Geral de Veterinária
DGV
Direcção Geralde Veterinária
proceder à recolha e captura dos animais de companhia, sempre que sejaindispensável.Para cumprimento do disposto no parágrafo anterior, as câmaras municipais, deforma isolada ou em associação com outros municípios, são obrigadas a possuire a manter instalações destinadas ao alojamento
temporário
de animais decompanhia, designadamente canis e gatis, ou centros de recolha, terminologiaadoptada pelo DL 276/2001, de 17 de Outubro, com as alterações que lheforam introduzidas pelo DL 315/2003, de 17 de Dezembro. A actual designação
decorre da definição de “animal de companhia”, que abrange uma infinidade de
espécies animais, diferentes do cão e do gato e relativamente às quais seestende a competência das câmaras municipais, no que se refere à necessidadede captura ou recolha de animais errantes ou vadios.Pelo exposto, poderão as câmaras municipais equacionar a possibilidade depromoverem e integrarem centros de recolha intermunicipais, que asseguremas suas competências, em matéria de saúde animal e pública e protecção dosanimais, com a vantagem de rentabilização de recursos materiais e humanos esem desvantagens, em termos de perda de eficácia.As câmaras municipais que já disponham de centros de recolha podemigualmente estabelecer
protocolos de colaboração e utilização communicípios vizinhos.
Para cumprimento do disposto no Artigo 3º, do D.L. nº 276/2001, de 17 deOutubro, com as alterações introduzidas pelo D.L. nº 315/2003, de 17 deDezembro, os centros de recolha oficiais carecem de licença de funcionamentoemitida pelo director-geral de Veterinária, após prova do cumprimento dosrequisitos previstos na leiTendo os centros de recolha uma finalidade específica, conforme descrito atrás,devem estas estruturas e o seu funcionamento, ser reservadas ao cumprimentodaquelas obrigações.No entanto, algumas câmaras municipais poderão sentir a necessidade deprestar aos seus munícipes outros serviços, no que respeita ao alojamento deanimais de companhia, pelo que o pressuposto anterior não invalida aconjugação de outras actividades, como é o caso de hotéis para animais.Esta hipótese a ser considerada, dado o risco potencial de contágio entre osanimais, só deve ser concretizada quando as diferentes estruturas queconstituem os 2 tipos de alojamento, forem separadas fisicamente e cumpridosos requisitos exigidos para animais de estatutos sanitários distintos,nomeadamente no que respeita aos circuitos a observar nas entradas e saídasde animais, funcionários e público.

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