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Relatrio Cincia Dos Materiais - Cida

Relatrio Cincia Dos Materiais - Cida

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06/27/2011

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Metalografia – Preparação e Exame de Amostras1.Objetivo
Aprender a preparar uma amostra (corpo) de prova atrvés de técnicas depreparação para análise micrográfica, costumeiramente empregadas em produtossiderúrgicos comuns, e analisá-la de forma a entender e visualizar os conceitos básicosdas estruturas metálicas.
2.Introdão Teórica
O controle de qualidade de um produto metalúrgico pode ser estrutural edimensional. O segundo preocupa-se em controlar as dimensões sicas de umdeterminado produto, denominado Metrologia. O primeiro preocupa-se com o materialque forma a peça, sua composição, propriedade, estrutura, aplicação, etc. Pode ser:físico, químico, metalográfico e especial.2.1.Ensaio metalográficoProcura relacionar a estrutura íntima do material com as suas propriedadesfísicas, com o processo de fabricação, com o desempenho de suas funções e outros.Pode ser: Macrográfico e Micrográfico.2.1.1.MacrografiaExamina o aspecto de uma superfície após devidamente polida e atacada por um reagente adequado. Por seu intermédio tem-se uma idéia do conjunto, referente àhomogeneidade do material, a distribuição e natureza das falhas, impureza e aoprocesso de fabricação.2.1.2.MicrografiaConsiste no estudo dos produtos metalúrgicos, com o auxílio do microscópio,onde se pode observar e identificar a granulação do material, a natureza, a forma, aquantidade, e a distribuição dos diversos constituintes ou de certas inclusões.2.2.Corpo de provaParte do material ou produto com forma e dimensões especifica da superfície aser analisada podendo está ser embutida ou não.2.3.Ataque químicoA superfície da amostra, quando atacada por reagentes específicos, sofre uma sériede transformações eletroquímicas baseadas no processo de óxido-redução, cujoaumento do contraste se deve ás diferenças de potencial eletroquímico. Sãoformadas células locais onde os constituintes quimicamente pobres atuam como umânodo, reagindo com o meio de ataque de maneira mais intensa que os mais nobres.Para o ataque químico são usados soluções aquosas ou alcoólicas de ácidos, basese sais, bem como sais fundidos e vapores. O contraste varia em função dacomposição química, temperatura e tempo. Pode ser dividido em:2.3.1.MacroataqueEvidencia a macroestrutura, o qual pode ser observado a olho nu ou através de umalupa de baixo aumento.2.3.2.Microataque
 
Evidencia a estrutura íntima do material em estudo, podendo esta ser observadaatravés de um microscópio metalográfico. Após o ataque químico a amostra deve ser rigorosamente limpa, com álcool absoluta para a reação química ser neutralizada, eposteriormente seca através de jato de ar quente.Tabela 1- Método, Designação metalográfica e Aplicação do Ataque Químico.MétodoDesignaçãometalográficaAplicaçãoAtaque poimersãoNital 2%Em ataques microscópicos de açãoprofunda para tornar visíveisconstituintes especiais da estruturaem aços e ferros (carbonetos, eutéticofosforoso) não ligados e de baixa liga.Em casos isolados também comoreativo p/ microscopia de alta liga. Emmacroscopia para camadascementadas respectivamenteprofundidade de endurecimento.DescriçãoA superfície daamostra éimersa nasolução deataque; é ométodo maisusado98 ml deálcool etílico;2 ml de ácidonítricoconcentrado
O exame ao microscópio da superfície polida de uma amostra revela somente algumascaracterísticas estruturais como inclusões, trincas e outras imperfeições físicas (incluindo-sedefeitos no polimento propriamente dito).
2.4.Microconstituintes2.4.1.FerritaApresenta-se ao microscópio em grãos claros com finos contornos pretos.2.4.2.CementitaApresenta-se clara com contornos pretos.2.4.3.PerlitaCorresponde a lamelas de ferrita e cementita. As lamelas podem ser planas, curvas ouondeadas. A perlita se apresenta escura ao microscópio.
Equipamentos, Instrumentos e Materiais Utilizados
Vergalhão (aço carbono);
Molde de PVC;
Massa plástica (resina);
Espátula;
 
Acelerador;
Placa petri;
Vaselina
Desmoldante;
Placa de vidro;
Secador;
Álcool absoluto;
Algodão hidrófilo;
Lixas nº (180, 280, 320, 400, 600);Folha com material abrasivo destinado a dar à abrasão a peça. Sendo necessáriovariar a granulação da mesma para ir melhorando o acabamento (rugosidadesuperficial). No lixamento o poder de desgaste é avaliado pela dureza do grão e pelasua granulometria da lixa. Geralmente, para os trabalhos metalográficos as lixasutilizadas têm como grão abrasivo o óxido de alumínio, em casos especiais, sãoutilizados o diamante e o carbeto de boro. A granulometria é relatada em números.Portanto, o mero de grãos abrasivos é definido como a quantidade de grãosabrasivos é definido como a quantidade de grãos mais grossos, que uma peneira comum determinado número de malhas por polegada que permite passar através damesma.Figura 1. Lixadeira manual.
Nital 2% (ácido nítrico com álcool absoluto);
Politriz;

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