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Prova Equivalencia 2011 a v2

Prova Equivalencia 2011 a v2

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Published by António Gomes
Prova de equivalência à frequência de Filosofia. Escola Secundária Emídio Navarro de Viseu. Primeira fase. Versão 2.
Prova de equivalência à frequência de Filosofia. Escola Secundária Emídio Navarro de Viseu. Primeira fase. Versão 2.

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PROVA 161/ 6 Págs.
PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA
11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004)
Curso Científico - Humanístico
Duração da prova: 90 minutos 20111.ª FASE
PROVA ESCRITA
 
DE FILOSOFIAVERSÃO 2
Indique na sua folha de respostas a versão da prova.Se o não fizer, algumas respostas serão cotadas com zero pontos.Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta.Não é permitido o uso de corrector. Sempre que precisar de alterar ou de anular uma resposta,risque de forma clara o que pretende que fique sem efeito.A prova é constituída por 5 grupos questões e termina com a palavra
FIM
.Escreva de forma legível a numeração dos itens, bem como as respectivas respostas.As respostas ilegíveis ou que não possam ser claramente identificadas são classificadas com zeropontos.Para cada item, apresente apenas uma resposta. Se apresentar mais do que uma resposta a ummesmo item, só a primeira será classificada.Para responder aos itens de escolha múltipla, escreva, na folha de respostas:o número do item;a letra que identifica a opção escolhida.As cotações dos itens encontram-se no final do enunciado do teste.Prova de Filosofia [161]Página 1/6
 
GRUPO I
1.Leia o texto A. TEXTO A
[…] constitui um facto empírico evidente que o nosso comportamento não é previsível damesma maneira que é predizível o comportamento dos objectos rolando por um planoinclinado. E a razão por que não é predizível dessa maneira é porque, muitas vezes, poderíamos ter agido de um modo diferente de como agimos efectivamente. A liberdadehumana é precisamente um facto de experiência.
(John Searle.
Mente, cérebro e Ciência
. Lisboa: Edições 70, 2000)Na resposta a cada um dos itens 1.1 e 1.2, seleccione a opção que permite obter a únicaafirmação correcta.1.1.No texto A, Searle defendeA.a existência da vontade livre.B.o determinismo moderado.C.o egoísmo ético.D.…que, dado que os nossos quereres não eso sob o nosso controlo, eno nãosomos livres.1.2.Para defender a sua tese, Searle argumenta queA.…isso nos foi ensinado pelas gerações que nos antecederam.B.isso é algo de que temos experiência.C.…isso não tem uma justificação aceitável por todos, como sabemos por experiência.D.o nosso destino está traçado.2.
 Justifique
se a afirmação “não é possível construir a vida social sem a ideia deresponsabilidade” pode ser uma objecção ao determinismo radical.
GRUPO II
1.Leia o texto B. TEXTO B
Que coisa é boa em si mesma? A esta pergunta Stuart-Mill responde que a coisa boa em si mesma é o prazer ou felicidade.Uma das razões invocadas por Mill para defender esta resposta é que todas as pessoasdesejam a sua própria felicidade; logo, a felicidade de todas as pessoas é desejável.
Na resposta a cada um dos itens 1.1 e 1.2, seleccione a opção que permite obter a únicaafirmação correcta.1.1.De acordo com o texto B, a teoria de Mill éA.uma forma de relativismo.B.uma forma de hedonismo.C.uma teoria deontológica.D.uma forma de subjectivismo.Prova de Filosofia [161]Página 2/6
 
1.2.Segundo a teoria de Mill, e considerando conhecimentos exteriores ao texto B, umaacção é moralmente correcta…A.…se trouxer a maior felicidade para o maior número de pessoas implicadas.B.…se trouxer a maior felicidade para o agente dessa acção.C.…se trouxer mais prazeres físicos que outro tipo de prazeres.D.se estiver de acordo com o dever.1.3.
 Justifique
, servindo-se de elementos da filosofia kantiana, se Kant concordaria coma resposta de Mill referida no texto B.2.
Explique
porque é que, segundo Rawls, a escolha de princípios “sob um véu de ignorância”tende a ser uma escolha justa (na resposta, esclareça o conceito de “véu de ignorância”).
GRUPO III
Na resposta a cada um dos itens 1 a 4, seleccione a oão que permite obter a únicaafirmação correcta.1.O argumento “Todas as cidades portuguesas têm mais de 2 milhões de habitantes. / Viseu éuma cidade portuguesa. / Logo, Viseu tem mais de 2 milhões de habitantes”…A.…é um argumento falso.B.…é um argumento dedutivo inválido.C.…é um argumento dedutivo válido.D.…é um argumento não dedutivo.2.Se é falso que todas as verdades são relativas, então é necessariamente verdade queA.…nenhuma verdade é relativa.B.…algumas verdades não são relativas.C.…algumas verdades são relativas.D.…não sabemos se as verdades são relativas ou não.3.O argumento “Todos os lisboetas são portugueses. / Todos os lisboetas são cidadãos deLisboa. / Logo, todos os portugueses são cidadãos de Lisboa”…A.…é um silogismo inválido porque o termo médio não está distribuído.B.…tem um termo distribuído na conclusão mas não na premissa: é uma falácia da ilícitamenor.C.…comete a falácia das premissas exclusivas.D.…não é um silogismo.4.A conclusão de um silogismo válido com as premissas “Todos os filósofos são sereshumanos” e “Todos os seres humanos são mortais” pode ser…A.“Nenhum filósofo é mortal”.B.“Todos os filósofos são mortais”.C. “Todos os seres humanos são filósofos”.D.“Alguns seres humanos são filósofos”.Prova de Filosofia [161]Página 3/6

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