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FORMAÇÃO DE PEDAGOGOS, EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E TECNOLOGIAS DIGITAIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

FORMAÇÃO DE PEDAGOGOS, EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E TECNOLOGIAS DIGITAIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

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Published by Dennys Leite Maia
Artigo apresentado na XIII Conferência Interamericana de Educação Matemática (CIAEM).

Para citá-lo:

BARRETO, Marcilia Chagas; MAIA, Dennys Leite; SANTANA, Larissa Elfisia Lima. Formação de pedagogos, Educação Matemática e tecnologias digitais: um relato de experiências. In: Anais da XIII Conferência Interamericana de Educação Matemática (CIAEM). Recife: EDUMATEC-UFPE, 2011.
Artigo apresentado na XIII Conferência Interamericana de Educação Matemática (CIAEM).

Para citá-lo:

BARRETO, Marcilia Chagas; MAIA, Dennys Leite; SANTANA, Larissa Elfisia Lima. Formação de pedagogos, Educação Matemática e tecnologias digitais: um relato de experiências. In: Anais da XIII Conferência Interamericana de Educação Matemática (CIAEM). Recife: EDUMATEC-UFPE, 2011.

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07/04/2013

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 Formação de pedagogos, educação matemática e tecnologiasdigitais: um relato de experiência
Marcília Chagas
Barreto
 Universidade Estadual do CearáBrasilmarcilia_barreto@yahoo.com.brDennys Leite
Maia
 Curso de Mestrado Acadêmico em Educação, Universidade Estadual do CearáBrasildennysleite@hotmail.comLarissa Elfisia Lima
Santana
 Curso de Mestrado Acadêmico em Educação, Universidade Estadual do CearáBrasillarissalimasant@gmail.com
Resumo
O presente trabalho relata uma experiência de formação de pedagogos para o ensinoda Matemática com base em tecnologias digitais, realizada durante uma disciplina docurso de Pedagogia de uma universidade cearense. Analisamos aspectos deobservações feitas ao longo da disciplina e dados de um questionário. Evidenciamosque apesar do consenso entre os sujeitos sobre a importância do uso de ferramentastecnológicas em suas práticas, estes não conseguiram propor atividades queenvolvessem tais recursos. Ao lhes solicitar a elaboração de um plano de aulautilizando tecnologias digitais, percebemos uma concepção estreita do potencial detais recursos para o ensino e aprendizagem da Matemática. Asseveramos odespreparo destes futuros profissionais para o uso destas ferramentas, explorando seupotencial pedagógico. Os cursos de Pedagogia trazem entre seus requisitos prepararpara o uso apropriado dos recursos tecnológicos, contudo constatamos a necessidadede mais espaço nos currículos para a garantia uma efetiva preparação.
Palavras chave
: formação inicial docente, tecnologias digitais, educação matemática.
 
 
2
Formação de pedagogos, educação matemática e tecnologias digitais: um relato de experiência XIII CIAEM-IACME, Recife, Brasil, 2011.
Introdução
O presente texto objetiva apresentar uma experiência na formação de pedagogos para o en-sino da Matemática com o suporte de recursos tecnológicos realizada durante a disciplina de
 Ma-temática na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental I 
do curso de Pedago-gia de uma universidade pública cearense. A referida disciplina recentemente reservou espaço emseu programa para a inserção das tecnologias digitais
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(TD) como estratégia de ensino. Com efei-to, aqui trataremos de aspectos observados no momento de introdução das TD no programa dareferida disciplina.Para o trabalho com uso pedagógico de recursos digitais, foi criada uma unidade denomi-nada de
 Informática Educativa e a Aritmética
. Para este momento foi planejada uma apresentaç-ão que abordava a relação entre computadores e Educação, o uso de alguns recursos digitais co-mo objetos de aprendizagem (OA) e as possibilidades dos
softwares
educativos/educacionais
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 (SE) livres para o ensino de Matemática na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Funda-mental.As atividades da disciplina foram realizadas em encontros presenciais e complementadoscom a utilização do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA)
 Moodle,
um
software
educativolivre de apoio à aprendizagem bastante difundido, principalmente, em cursos na modalidade adistância ou semipresencial. A opção por tal ferramenta justifica-se por pretendermos proporcio-nar aos alunos não somente a familiarização com o uso das TDs em Educação, mas, sobretudo,pelo fato do AVA se constituir como uma ferramenta tecnológica que auxilia no processo de en-sino e aprendizagem de Matemática. No AVA os alunos tinham a possibilidade de participar defóruns de discussão acerca dos conteúdos estudados, acessar materiais didáticos, como textos,vídeos e imagens, além de receber e enviar atividades propostas.No decorrer da disciplina, buscamos tomar conhecimento acerca das percepções que os fu-turos pedagogos tinham em relação às experiências vivenciadas. Para tal, além de observaçõesrealizadas ao longo da referida unidade do curso, propusemos um questionário on-line ao final dadisciplina.Tendo em vista a análise destes elementos de formação que ora se discute, buscamos com-preender a realidade da formação docente no Brasil. Verificamos que até meados dos anos 1980pouco se tinha escrito sobre a formação docente e menos ainda no que se refere à formação parao trabalho com a Matemática (FERREIRA, 2003). Todavia, nos últimos anos pôde-se evidenciar
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Embora reconheçamos que os termos Tecnologias Digitais (TDs) e Tecnologias da Informação eComunicação (TICs) tenham uma pequena distinção conceitual, para este estudo optamos por tratá-loscomo sinônimos.
 
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A depender de sua finalidade e uso, um
software
pode ser educativo ou educacional. Educativo é aqueledesenvolvido para o propósito de ser uma ferramenta no auxílio do ensino e da aprendizagem. Jáeducacional é o programa que não foi idealizado com o caráter pedagógico, mas pode ser utilizado paraesse fim, como um processador de texto, por exemplo.
 
 
3
Formação de pedagogos, educação matemática e tecnologias digitais: um relato de experiência XIII CIAEM-IACME, Recife, Brasil, 2011.
o aumento no interesse de pesquisadores sobre a temática, sobretudo, relacionado com a formaç-ão de professores na Educação Matemática (EM), que se mostra como um dos mais ativos cam-pos de pesquisa.Nas décadas de 1990 e 2000 assistiu-se a uma efervescência política e ideológica no quediz respeito à formação docente. Em certa medida, o
 Decênio da Educação
, entre os anos de1996 e 2006, colaborou para este cenário. É suficiente lembrar que o referido período, instituídopela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN – Lei Nº 9.394/96) como a Déca-da da Educação, previa forte atuação governamental com vistas a qualificar melhor os professo-res e, consequentemente, contribuir para a aprendizagem discente. Com efeito, a temática
For-mação Docente
começou a conquistar espaço dentre as pesquisas no campo da Educação.Confirmando isto, Pimenta (2009) afirma que a formação docente, inicial e contínua, temsido foco de diversas análises que visam compreender aspectos relativos a práticas pedagógicas.Para Damico (2007, p. 15) as pesquisas sobre formação docente “cresceram não só quantitativa-mente, como qualitativamente, o que tem possibilitado um conhecimento mais detalhado dasnecessidades formativas dos professores”. Desta forma, os saberes necessários ao exercício dadocência, ganham espaço em investigações que buscam encontrar alternativas e compreenderdificuldades, dentro de um contexto educacional de incertezas e perplexidades.Sobre a formação de professores para o ensino da Matemática, Barreto (2007) observa queos debates referentes à temática tendem a se polarizar na atuação docente dos licenciados e ba-charéis em Matemática em detrimento dos outros profissionais que trabalham a disciplina emseus níveis iniciais, como os pedagogos. São estes profissionais que introduzem as crianças nomundo da Matemática escolar, importante base teórica para a vida estudantil futura. Esta ponde-ração mostra-se relevante uma vez que são esses professores que têm, em sua formação, defi-ciências no tocante aos conceitos matemáticos (NACARATO; MENGALI; PASSOS, 2009) emostram-se pouco afeitos à disciplina, possivelmente, em virtude de experiências negativas ante-riores (BARRETO, 2007).Os futuros professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental (AIEF) “trazem marcasprofundas de sentimentos negativos” para com a Matemática que implicam em “bloqueios paraaprender e ensinar” (NACARATO; MENGALI; PASSOS, 2009, p. 23). Curi (2004) acrescentaque as deficiências dos pedagogos não se restringem aos conteúdos da disciplina, mas tambémaos conhecimentos didáticos e curriculares. Consequentemente, esses bloqueios, em certa medi-da, contribuem para os baixos níveis de proficiência dos alunos brasileiros em Matemática, comoatestam as avaliações de larga escala em âmbito internacional, nacional e local.Assim, dentre outras ações, as expectativas de melhoria desse quadro voltam-se a pesqui-sas e novas práticas baseadas em teorias capazes de propiciar a superação das dificuldades. Den-tre as categorias de análise, bastante em voga na atualidade, está o uso pedagógico das tecnolo-gias digitais, no campo da EM. De acordo com Fiorentini e Lorenzato (2006) as linhas de pes-quisa sobre
i)
informática, computadores e ensino-aprendizagem da Matemática e
ii)
tecnologiaeducacional (vídeo, uso de calculadores etc) estão entre os focos de investigação mais explorados

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