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A importância da educação em saúde bucal nas escolas

A importância da educação em saúde bucal nas escolas

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Artigo de Revisão / Review Articie
299
Odontologia. Clín. -Cientíc., Recife, 8 (4) 299-303, out./ dez., 2009www.cro-pe.org.br
A Importância da educação em saúde bucal nas esco-las de Ensino Fundamental - Revisão de literatura.
The importance of education in oral health in schoolsof basic education - review
Larissa Oliveira de Sá*, Márcia Maria Vendiciano Barbosa Vasconcelos**
* Cirurgiã-dentista graduada pelo Curso de Odontologia da UFPE** Professora do Departamento e Clínica de Odontologia Preventiva da UFPE
Descritores
Saúde bucal; Educação em saúde bucal;Promoção de saúde.
Resumo
A educação em saúde bucal é o principal instrumento na Saúde Bucal Coletiva, sendo, cada vezmais, requisitada, visando a uma adequada promoção de saúde. Este meio de abordagem é con
-
siderado de baixo custo e com possibilidades de alto impacto odontológico no âmbito público ecoletivo. Sabendo-se que os professores podem e devem atuar como educadores na formação deopiniões e na assimilação de informações, faz-se necessária uma maior contribuição por partedestes na educação em saúde bucal. O objetivo deste trabalho foi o de realizar uma revisão deliteratura sobre a educação para promoção de saúde bucal, em escolas de ensino fundamental, in
-
cluindo seus métodos e os agentes promotores. A metodologia foi obtida por meio do levantamentode periódicos em bases de dados, como SciELO, LILACS, Bireme, BBO dos últimos 10 anos, acercado assunto. O desconhecimento quanto aos cuidados e à higiene bucal ainda está presente nestapopulação, podendo ocasionar uma deciência na saúde bucal. Por isso, é essencial que haja umamaior participação, nessas escolas, de agentes promotores de saúde bucal (como os professores),além de métodos mais participativos e demonstrativos. Essa educação deve ser contínua para ob
-
 tenção de melhores resultados.
 Abstract 
The oral health’s education is the main instrument in the Preventive Dentistry and is increasingly re
-
quired, aimed at promoting an adequate health. This mode of approach has a low cost and with pos
-
 sibilities of dental impact on the public and collective. Knowing that teachers can act as educatorsin the formation of opinions and assimilation of information, it is necessary a greater contributionby those in education in oral health. The objective of this work is to carry out a review of literatureon education for the promotion of oral health in schools of basic education, including its methodsand agents promoters. The methodology was obtained through the lifting of journals in databasesas SciELO and LILACS, in last 10 years, about the matter. The ignorance about the care and oralhygiene is still present in this population and can cause a deciency in oral health. So a greater participation in these school, promoters, agents, oral health is essencial, as well (such as teachers),as well as more participatory methods and demonstrating. This education must be continued toobtain better results.
Key-words
Oral health; Health education; Oral healthin schools.
Correspondência para / Correspondence to:
Larissa Oliveira de SáRua General Salgado, 649/ 501 – Boa viagem - Recife/PE CEP: 51130-320E-mail: larissa.o.sa@hotmail.com
INTRODUÇÃO
A educação em saúde bucal vem sendo, aos pou
 -
cos, introduzida na vida dos brasileiros, levando à conscien
 -
tização de que a boca é tão importante quanto o resto do
corpo e, com isso, contribuindo na melhoria da saúde des-
sa população. Mas se sabe que essa educação ainda não
abrange todo o país, muitos não têm acesso a lugares ondeela pode ser transmitida, como os consultórios odontológi-
cos, ou simplesmente não há, em suas comunidades, meiosde divulgação desses conhecimentos.Apesar de os índices de cárie terem diminuído,são notáveis as diferenças na distribuição das doenças bu
 -
cais pelo país. De acordo com o Projeto SB Brasil 2003, oBrasil atingiu as metas da OMS para o ano 2000 somente na
idade de 12 anos, e, em parte, isso somente aconteceu devi-
do às crianças das regiões Sul e Sudeste (BRASIL, 2004)
2
.
Considerando-se a saúde bucal como parte integrante
e indissociável da saúde geral, a infância é o período que
pode ser considerado o mais importante para o futuro da
saúde bucal do indivíduo. Na infância, as noções e os hábi
 -tos de cuidados com a saúde devem começar a se formar,permitindo assim que as ações educativas implementadas
mais tarde se baseiem no reforço de rotinas já estabelecidas(FRANCHIN et.al., 2006)
5
.Assim sendo, o grande desao da odontologia atual é
o de atuar educativamente junto à população infantil, pro-
vendo-a de informações necessárias ao desenvolvimento dehábitos
para manter a saúde e prevenir as doenças bucais,
 
A importância da educação em saúde bucal nas escolas de ensino fundamental - Revisão de literaturaSá, L. O.; Vasconcelos, M. M. V. B.
300
Odontologia. Clín. -Cientíc., Recife, 8 (4) 299-303, out./ dez., 2009www.cro-pe.org.br
numa mudança de atitude em relação a essas doenças que
frequentemente são tidas como inevitáveis pela população(VASCONCELOS et. al., 2001)
15
.Essa atividade pode ser desenvolvida em espaços di
 -versos, como escolas, por exemplo, permitindo a expansãoe o fortalecimento da saúde por meio de um trabalho co-letivo e participativo com toda a comunidade escolar, semesquecer que a escola representa um ambiente educacionale social propício para trabalhar conhecimentos e mudanças
de comportamento (FLORES; DREHMER, 2003)
4
.O objetivo deste trabalho foi o de realizar uma revisão
de literatura sobre a importância de se implementar a edu-cação para promoção de saúde bucal em escolas de ensinofundamental, incluindo os métodos que podem ser empre-
gados e os agentes promotores adequados a essa ação.
REVISÃO DA LITERATURA
De acordo com Freire et. al.
6
(1999), os resultados ob
 -servados em sua pesquisa permitem concluir que a situação
de cárie dos escolares de 6 a 12 anos da rede pública dosmunicípios pesquisados é preocupante. Para que se possaproduzir impacto no quadro atual vericado através do referi
 -do estudo, as ações a serem desenvolvidas devem adequar-seà realidade da população, exigindo mudanças no meio social
e não apenas, alterações nos hábitos individuais.Em estudo feito por Narvai, Castellanos e Frazão
9
 
(2000), em São Paulo, concluiu-se que, entre 1986 e 1996,o declínio na cárie dentária aos 12 anos de idade foi da or
 -
dem de 68,2% entre escolares. Por outro lado, os resultados
analisados indicam a necessidade de se buscar a ampliaçãoda população coberta pelas ações coletivas em saúde bucal,
cujas características permitem tornar efetivas as práticaseducativas, preventivas e de promoção da saúde.A deciência de educação em saúde bucal no Brasil éencontrada em resultados de diversas pesquisas. Dados obti
 -
dos em estudos realizados com 141 escolares, com idade entreseis e dez anos de idade, mostraram que medidas preventivas,
como as ações de educação sem saúde bucal, precisam ser
tomadas, pois 19% das crianças compartilham o uso da escovacom algum familiar; 83,6% nunca receberam orientação quan
 -
to à realização da escovação dentária; 57,4% já apresentavamo primeiro molar acometido por cárie e 3,5% das crianças nãopossuíam escova dental (PRADO et.al., 2001)
11
.De acordo com Vasconcelos et.al.
15
(2001), são baixos
os índices de higiene bucal das crianças em idade escolar,
indicando uma deciência quanto aos cuidados preventivosnessa faixa etária, o que reforça a necessidade de se tra
 -balharem esses conteúdos através de metodologias ade-quadas ao desenvolvimento físico, mental e emocional das
crianças.Segundo Toassi e Petry
13
(2002), programas de moti
 -vação e educação em relação à higiene bucal com métodos
simples e ecientes para remoção do biolme dental e pre
 -venção das doenças que ocasiona são da maior importânciana tentativa de se implantar a escovação dos dentes como
rotina de vida da criança. Contudo, estudos comprovam quesessões de reforço parecem ser indispensáveis para reduzir,signicativamente, o biolme dental.Em estudo realizado por Flores e Drehmer
4
(2003) comalunos da 7ª série de escolas estaduais, vericou-se que amaioria reconhece a cárie como doença e já vivenciou essaexperiência. No entanto, por serem considerados problemascomuns, tanto a cárie como a gengivite são aceitas comonormais e decorrentes de situações de desequilíbrio. A negli
 -gência pessoal é considerada pelos adolescentes causa dos
problemas bucais. As razões mais citadas para a limpeza dosdentes são evitar o mau hálito e manter uma boa aparência.O mau hálito traz sentimentos de vergonha, por lhes dicultara comunicação e, por consequência, a sociabilização.O desconhecimento sobre cuidados necessários de hi
 -
giene bucal representa um fator a ser considerado, uma vez
que a informação, embora disponível nas grandes mídias,não chega a todas as camadas da população da mesma for-
ma e, dicilmente, é apreendida, de modo a produzir conhe
 -
cimento e autonomia em relação aos cuidados com a saúde.A importância de programas odontológicos educativos, que
levantem e interpretem as necessidades das populações demenor acesso aos serviços de saúde odontológicos, precisa
ser valorizada (PAULETO; PEREIRA; CYRINO, 2004)
10
.
O planejamento de programas educativos-preventivosem saúde deve considerar as diferentes condições de vida ede conhecimento para que consigam atingir as reais neces-
sidades do público-alvo (CAMPOS; GARCIA, 2004)
3
.Segundo Bastos, Nomura e Peres
1
(2004), hipoteti
 -
camente, dentre as causas atribuídas à redução da cáriedentária no Brasil, estão a uoretação das águas de abas
 -
tecimento público, a adição de compostos uoretados aosdentifrícios, a descentralização do sistema de saúde e a cria
 -
ção e implantação de programas preventivos.Educação em saúde bucal implica conhecimento naconscientização das pessoas aliado ao desenvolvimento dashabilidades necessárias para se alcançar a saúde bucal sen
 -
do, portanto, focada em oportunidades de aprendizagem. A
promoção de saúde bucal pode ser desenvolvida em umagrande diversidade de espaços sociais, grupos populacionais
e atividades, por diferentes prossionais. Escolas, por exem
 -plo, podem desenvolver uma série de ações para promoversaúde bucal, como, por exemplo, uma política de alimenta-
ção, oferecendo alimentos saudáveis na cantina; a inclusão
de tópicos de saúde bucal no currículo, destacando informa-
ções práticas, não só a discussão sobre a importância delimpeza dos dentes mas também como limpar, associadasà disponibilidade de espaços adequados para a higienizaçãodos dentes (MESQUINI; MOLINARI; PRADO, 2006)
8
.Para Souza et. al.
12
(2007), é necessário que os méto
 -dos educacionais sejam entendidos como instrumentos quepossibilitem às pessoas construírem um maior aporte de co-
nhecimentos sobre a saúde bucal e que se traduzam em mu
 -danças efetivas quanto ao autocuidado, com consequentes
resultados sobre os níveis de saúde bucal. Para tanto, a edu
 -
cação em saúde deve ser pensada como um processo capaz
de desenvolver, nas pessoas, a consciência crítica das cau-
sas reais de seus problemas. Em sua pesquisa, avaliaram se
a promoção de saúde bucal, através do acesso aos serviços
de saúde, das práticas de higiene bucal e de dieta na infân
 -
cia e na adolescência (uso de escova dental, frequência e
período de escovação, uso de dentifrício ou outro método
de exposição ao úor, frequência e período de consumo dedieta cariogênica) era eciente.
1 - A escola de Ensino Fundamentalcomo local de informação
A escola tem sido considerada um local adequado ao
desenvolvimento de programas em saúde e higiene bucal,
por reunir crianças em faixas etárias propícias à adoção
de medidas educativas e preventivas, inclusive aquelas que
não têm acesso aos cuidados prossionais (VASCONCELOSet.al., 2001)
15
.Toassi e Petry
13
(2002) acreditam que a extensão de
programas de motivação com contínuas sessões de refor-
 
A importância da educação em saúde bucal nas escolas de ensino fundamental - Revisão de literaturaSá, L. O.; Vasconcelos, M. M. V. B.
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Odontologia. Clín. -Cientíc., Recife, 8 (4) 299-303, out./ dez., 2009www.cro-pe.org.br
ço em escolares alicerçará o sucesso futuro dos trabalhoseducativo-preventivos hoje planejados.Pauleto, Pereira e Cyrino
10
(2004) ressaltam que aeducação em saúde, realizada no ambiente escolar, pode fa
 -vorecer o envolvimento da criança para trabalhar e construirnovos conhecimentos, facilitando a mudança de atitudes,
hábitos e cuidados na faixa etária pré-escolar e escolar. Eeste é um desao que não é exclusivo do cirurgião-dentista.Para Franchin et.al.
5
(2006), uma ação integradora en
 -
tre educação e Odontologia, introduzindo-se efetivamente oconteúdo Saúde Bucal no currículo do ensino infantil e funda
 -
mental através de programas, tem ampla justicativa: formarcrianças com perl diferenciado em educação odontológica,capazes de realizar sua própria promoção de saúde bucal. Tor
 -nar todas as escolas promotoras de saúde é uma meta a ser
alcançada, já que disposição é o que não falta para a catego
 -
ria prossional em questão. Desde que embasado em evidên
 -
cias e bem capacitado, o professor poderá ser bem utilizadocomo um agente multiplicador de saúde bucal.Segundo Granville-Garcia et.al.
7
(2007), a escola apre
 -
senta uma importância extrema neste grupo etário e é um
ambiente extrafamiliar que permite reforçar respostas so-ciais aprendidas em casa, representar novas, e, até mesmo,
restringir ou excluir algumas incorretas. Apesar disso, o ensi
 -
no de saúde bucal em escolas continua deciente e não estáde acordo com as necessidades de saúde das crianças.Pesquisa feita por Souza et.al.
12
(2007) com adoles
 -centes que receberam procedimentos coletivos no ensino
fundamental, desenvolvidos pelo Sistema Único de Saúde,
em que se incluíam atividades anuais preventivas e educati-vas, revelou que esses procedimentos, enquanto ações pre-estabelecidas e de cunho preventivo, não promoveram a in-
corporação denitiva de hábitos saudáveis em saúde bucal,meta muito complexa, porém necessária para a obtenção deresultados positivos e duradouros.
2 – Agentes Promotores
Segundo Vasconcelos et.al.
15
(2001), é importante
que os odontólogos procurem atuar de forma multidiscipli-
nar, junto aos professores e demais prossionais da áreamédica, objetivando “Educar em Saúde”. Em sua pesquisa,
contratou-se que os professores avaliados têm interesse na
realização de programas pedagógicos integrados em saúdebucal. Experiências mostram que é interessante a co-partici
 -pação entre dentistas e professores do ensino fundamentalna veiculação de informações sobre saúde e higiene bucal
para as crianças. Essa associação benecia a comunidadeinfantil em uma faixa etária na qual os hábitos alimentarese de higiene estão sendo formados.De acordo com Prado et.al.
11
(2001), a eliminação dos
depósitos bacterianos que se acumulam sobre as superfícies
dentárias é fundamental para o controle da doença cárie esabe-se que o método de eliminação mais ecaz é represen
 -
tado pelo emprego diário de dispositivos mecânicos, comoescova e o dental. Todavia, para o emprego correto de taisdispositivos, em geral, faz-se necessária uma supervisãoprossional, principalmente quando se trata de crianças emidade escolar e pré-escolar. Nessas faixas etárias, associadaao papel do prossional, também é relevante a participaçãodos pais, responsáveis e educadores.Sabendo-se que o professor atua como multiplicador
de informações e formador de opiniões, a interação profes-
sor-aluno faz-se necessária, para que a construção do conhe
 -cimento seja alcançada, também, dentro dos programas de
educação em saúde bucal. Essa interação forma o centro do
processo educativo, e os programas preventivos-educativos
em saúde bucal deveriam se utilizar dessa relação como
aliada na transmissão de conceitos para sua melhor assimi-
lação (CAMPOS; GARCIA, 2004)
3
.Para Pauleto, Pereira e Cyrino
10
(2004), é necessário reco
 -
nhecer, também, o despreparo dos prossionais da odontologiaquanto às práticas de comunicação e informação utilizadas paradesenvolver hábitos adequados de manutenção da saúde bucal.Em pesquisa feita por Franchin et.al.
5
(2006) com pro
 -
fessores em formação universitária para o Ensino Infantil efundamental, a maioria dos voluntários relatou possuir in
 -
formações a respeito dos fatores responsáveis pela doençacárie, citando, dentre os principais fatores, a falta de higie
 -
nização bucal associada ou não a outros fatores. A fonte de
informação dos fatores de iniciação e desenvolvimento da
doença cárie dentária foi o cirurgião-dentista. Os voluntários
consideraram importante a atuação do professor como um
agente multiplicador de informação e hábitos relacionados àmanutenção de saúde bucal. A efetiva atuação do professor
como agente de saúde bucal necessita da capacitação por
prossionais da área e de apoio de instâncias superiores.De acordo com Mesquini, Molinari e Prado
8
(2006), o
professor deve ser um agente que possibilita aos alunos en-
sinamentos básicos, imprescindíveis à realização da educa
 -
ção em saúde bucal. Os conteúdos ministrados para o EnsinoFundamental e Médio apresentam diversos tópicos em que otema Educação em Saúde Bucal pode ser abordado. Compete
ao professor fundamentar-se teoricamente e adequar a lin-
guagem ao nível em que seus alunos se encontram.Souza et.al.
12
(2007), em estudo realizado com ado
 -lescentes que receberam procedimentos coletivos anuais noensino fundamental, incluindo educação em saúde bucal,observaram que os jovens que não estudaram em escolas be-
neciadas por esses procedimentos, também declararam ter
aprendido sobre saúde bucal nas escolas, o que pode indicar
que o assunto é abordado pelos professores, livros didáticos
ou outros meios, de maneira distinta do componente educati-vo dos procedimentos coletivos analisado neste estudo, mas
que, na prática, resultaram no mesmo grau de conhecimentoe cuidado. Isso reforça que os professores também podem seruma fonte de aprendizado em saúde bucal.
O professor é um agente essencial na construção etransmissão de conhecimentos, devido ao contato direto e
prolongado com as crianças. Assim sendo, para que o pro
 -
fessor obtenha êxito como agente multiplicador nessa áreaé necessário que o conhecimento e as atitudes desses pro
 -
ssionais sejam revistos, para que possam auxiliar adequa
 -damente o cirurgião-dentista no difícil processo de educação
em saúde bucal (GRANVILLE-GARCIA et.al., 2007)
7
.
 
3 – Métodos para educação em saúdebucal
Tomita et.al.
14
(2001) realizaram uma pesquisa com es
 -colares de 12 a 16 anos, com os quais foram desenvolvidasatividades educativas com conteúdos teóricos e outras de ca-
ráter participativo, como jogos pedagógicos, gincanas e com
 -
petições. Esse método atingiu o objetivo de ocasionar mu
 -danças de comportamento quanto ao autocuidado em saúdebucal em adolescentes que receberam motivação periódica,
reetida na redução estatisticamente signicante dos níveisde placa bacteriana. Concluíram que programas educativos
em saúde bucal que aplicam metodologia participativa têm
fundamental importância na mudança de hábitos de higienebucal em adolescentes, independente de sua inserção social.Em pesquisa realizada por Vasconcelos et.al.
15
(2001)

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