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63Activity

Table Of Contents

1 INTRODUÇÃO
1.1 Problematização
1.2 Objetivos da pesquisa
1.2.1 Objetivo geral
1.2.2 Objetivos específicos
1.3 Justificativas
1.4 Delimitação da pesquisa
1.5 Hipótese principal
1.5.1 Hipóteses secundárias
1.6 Relevância e contribuição
1.7 Seqüência lógica do trabalho
2 REVISÃO DE LITERATURA
2.1 Construção do conhecimento (cognitivo)
Figura 2.01 – Ciclo da dinâmica da metodologia científica
Figura 2.02 – Relações do conhecimento
Figura 2.03 – Relações sócio-econômico ambiental
2.2 Análise de sistema dinâmico por linguagem sistêmica
Figura 2.04 – Diagrama de enlace causal (adaptação para condições ambientais)
Figura 2.05 – Diagrama do enlace de uma dor de cabeça
Figura 2.06 – Arquétipo – Controle de poluição
2.3 Contextualização dos assuntos têxteis
2.3.1 Legislação aplicada aos resíduos têxteis
2.3.1.1 Legislação ambiental brasileira
2.3.1.1.1 Resíduos líquidos - Brasil
Quadro 2.01: Classificação dos corpos receptores - Resolução Conama nº 20/86
Quadro 2.02: Súmula dos padrões para efluentes líquidos – limite de despejo
2.3.1.1.4 Penalidades e multas ambientais - Brasil
2.3.1.2 Legislação ambiental - Península Ibérica - (PI)
2.3.1.2.1 Legislação ambiental - Portuguesa
Quadro 2.06: Macrorrepresentação da estrutura ambiental portuguesa
2.3.1.2.1.a Efluentes líquidos - Portugal
Quadro 2.07: Portaria 423/97 - Parâmetros de descarga para o setor têxtil
Quadro 2.08: Valores-limites de emissão de efluentes líquidos - Portugal
Quadro 2.09: Valores-limites de emissão - substâncias organocloradas - Portugal
2.3.1.2.1.b Resíduos sólidos - Portugal
Quadro 2.10: Critérios de classificação de RSs - Composição do Eluato4
Quadro 2.11: Critérios de classificação dos RS - Propriedades físico-quimicas
Figura 2.07 – Classificação de Resíduos Sólidos usada pela UE
Quadro 2.12: Valores-limite de metais pesados no solo agrícola - Portugal
2.3.1.2.1.c Licenças ambientais - Portugal
2.3.1.2.2 Legislação ambiental Espanhola - Catalunha
Quadro 2.13: Principais valores-limite dos parâmetros de despejos
2.3.1.3 Aplicação das diretivas ambientais comunitárias européias
2.3.2 Processo fabril têxtil e os resíduos gerados
Figura 2.08 – Classificação das fibras têxteis
Figura 2.09 – Fluxograma fabril-têxtil básico e os resíduos gerados
2.3.3.1 Resíduo líquido – visão qualitativa e quantitativa
2.3.3.2 Cor - parâmetro de impacto ambiental
Figura 2.10 – Estrutura molecular do corante mauveina
Figura 2.11 – Estrutura molecular de grupos químicos dos principais corantes
Figura 2.12 – Classificação dos corantes pela solubilidade em água
Quadro 2.15: Classificação de corantes por uso e natureza química
Quadro 2.16: Principais aspectos ecológico dos corantes
2.3.3.3 Cor - formas de remoção
2.3.3.3.1 Remoção de cor por processos primários
Quadro 2.18: Eficiências da flotação em efluentes têxteis
2.3.3.3.2 Remoção de cor e degradabilidade - tratamento secundário
Quadro 2.19 - Biodegradação de corantes têxteis - Cultura bacteriana
2.3.3.3.3 Remoção de cor – processos avançados - Tratamento terciário
2.3.3.3.3.a Processos oxidativos e não-fotoquímicos
2.3.3.3.3.b Processos fotoquímicos
2.3.3.3.3.c Processo fotocatalítico
2.3.3.3.3.d Adsorção
2.3.3.3.3.e Membranas
Figura 2.14 – Esquematização de retenção de sólidos em diferentes membranas
Figura 2.15 – Classificação das membranas em função do fluxo
Figura 2.16 – Classifica das membranas em função da configuração
Figura 2.17 – Ilustração de um sistema tubular de membrana de ultrafiltração
Figura 2.18 – Esquemas de sistemas de bioreatores de membranas
Figura 2.19 – Esquema de recuperação de água industrial têxtil por NF e RO
Quadro 2.21: Comparação de eficiência para diferentes tipos de membranas
Quadro 2.22: Resumo das principais tecnologias usadas em STETs
Quadro 2.23: Métodos específicos de tratamento para STETs
2.3.3.3.3.f Processos combinados
2.3.3.4 Toxicidade do efluente têxtil
Quadro 2.24: Informações ecotoxicológica – corante ácido vermelho 17 (azo)
Quadro 2.25: Aminas aromáticas de tingimento com azocorantes - Clivagem
Figura 2.20 – Esquema de vias biológicas em tratamento de azocorantes
2.3.3.5 Remoção de AOX
2.3.3.6 Metais pesados no efluente têxtil
Quadro 2.26: Metais pesados versus a fontes contaminação têxtil
Quadro 2.27: Relação de corantes metálicos em uso na indústria têxtil
2.3.3.7 Resíduos sólidos
2.3.4 Minimização de resíduos - carga hidráulica e orgânica
2.3.4.1 Recuperação de gomas
Figura 2.21 – Tipos de desengomagem
Figura 2.22 – Processo de engomagem/desengomagem e recuperação de goma
Figura 2.23 – Unidade de Ultrafiltração
Figura 2.24 – Membrana de ultrafiltração
2.3.4.2 Recuperação de lixívia de soda cáustica
Figura 2.25 – Fluxo de balanço de massa de recuperação de lixívia de soda
Figura 2.26 – Detalhe do estágio de recuperação de lixívia de soda
Figura 2.27 – Sistema recuperação de lixívia de soda com 3 estágios
2.3.4.3 Recuperação de lanolina – fibra de lã
2.3.4.4 Recuperação de corantes
Figura 2.28 – Esquema de filtração de membranas para recuperação de índigo
2.3.4.5 Alvejamento com peróxido de hidrogênio
2.3.4.6 Reutilização e reciclagem dos efluentes têxteis
2.3.4.6.1 Reciclagem dos efluentes
2.3.4.6.2 Reciclagem de efluentes após remoção de corante
Figura 2.29 – Esquema para recuperação água - microfiltração
Figura 2.30 – Membrana de microfiltração – recuperação água e pasta
2.3.5 Tipos de tratamento para efluente têxtil
2.3.5.1 Tratamento preliminar
2.3.5.1.1 Segregação dos efluentes
2.3.5.1.2 Gradeamento
2.3.5.1.3 Peneiramento
Figura 2.31 – Peneira hidrodinâmica
Figura 2.32 – Resíduo de lavanderia
Figura 2.33 – Peneira rotativa - escova
Figura 2.34 - Peneira rotativa jato d’água
2.3.5.1.4 Desarenação e caixa de gordura
2.3.5.1.5 Resfriamento
Figura 2.35 – Trocador de calor - placa
Figura 2.36 –Trocadores calor -tubulares
2.3.5.1.6 Homogeneização e equalização
2.3.5.1.7 Neutralização
2.3.5.1.7.a Neutralização com ácidos
2.3.5.1.7.b Neutralização com dióxido de carbono (CO2)
Figura 2.37 – Distribuição de equilíbrio das espécies carbonatadas
Figura 2.38 – Distribuição de equilíbrio das espécies carbonatadas
2.3.5.1.7.c Neutralização com gás de combustão (CO2)
2.3.5.2 Tratamento primário
2.3.5.2.1 Físico-químico
2.3.5.2.1.a Coagulação e floculação
Figura 2.39 – Misturador lento axial
Figura 2.40 – Representação da ação dos polieletrólitos
Figura 2.41 – Floculador vertical de paleta
Quadro 2.28: Principais coagulantes e floculantes para aplicação em STETs
2.3.5.2.1.b Flotação
Quadro 2.29: Processos de flotação e sistemas de geração de bolhas
Figura 2.42 – Flotador com raspador de espuma sem recirculação (típico)
2.3.5.2.1.c Sedimentação (decantação)
Figura 2.43 – Sistema de decantação com raspador
Figura 2.44 – Sistema de decantação com lamela
2.3.5.3 Tratamento secundário
2.3.5.3.1 Processos anaeróbios
2.3.5.3.2 Processos aeróbios
2.3.5.3.2.a Lodos ativados
Figura 2.45 – Esquema do sistema de lodos ativados
Quadro 2.30: Processos de lodos ativados e principais variantes
Quadro 2.31: Vantagens e desvantagens do processo de lodos ativados
2.3.5.3.2.b Filtro biológico
Quadro 2.32: Vantagens e desvantagens do filtro biológico (percolador)
2.3.6 Eficiências dos processos usados nos STETs
2.3.7 Fluxogramas de STETs implantados
Figura 2.46 – Fluxograma de STET – Acabamentos de fios de algodão
Figura 2.47 – Fluxograma de STET – 20 indústrias têxteis e esgoto
Figura 2.48 – Fluxograma do STET – Condomínio de 200 industrias - Alemanha
Figura 2.49 – Fluxograma do STET – Tratamento conjunto têxtil e sanitário
Figura 2.50 – Fluxograma de um STET – Utilização de tecnologias avançadas
Figura 2.51 – Fluxograma de STET projetado na década de 1970 – (biológico)
Figura 2.52 – Fluxograma de STET de 1970 físico-químico e biológico)
Figura 2.53 – Fluxograma STET – Tratamento biológico e land-application (1970)
Figura 2.54 – Fluxograma STET – Efluentes têxteis e sanitários - Condomínio
Figura 2.55 – Fluxograma STET – Efluentes têxteis e sanitários - Condomínio
Figura 2.56 – Fluxograma STET – Efluentes têxteis e sanitários - Condomínio
3 ASPECTOS METODOLÓGICOS
3.1 Pesquisa - definição
3.2 Classificação da pesquisa
3.3 Metodologia do trabalho
3.3.1 Aplicação do estudo de caso
3.3.2 Fontes de informações para o trabalho
3.3.3 Forma de obtenção e registros das informações
3.3.4 Critérios para seleção das fontes de informação
3.3.5 Forma de designação dos atores no contexto da pesquisa
3.3.6 Receptividade para aplicação das entrevistas
4 CENÁRIOS E ATORES
4.1. Brasil – pólo têxtil de Americana (SP)
Figura 4.01 – Mapa da localização da cidade de Americana – São Paulo
4.1.1 Ações ambientais - Americana (SP)
Figura 4.02 – Foto: o rio Piracicaba, nas proximidades de Piracicaba
4.1.2 Cetesb – Pólo têxtil de Americana (SP)
4.1.3 STETs - Pólo têxtil de Americana (SP)
4.1.3.1 Santista Têxtil S/A - (Americana – SP)
4.1.3.2 Canatiba Têxtil (Santa Bárbara D’Oeste – SP)
4.1.3.3 Companhia Jauense de Tecidos (Jaú – SP)
4.1.3.4 Cermatex (Santa Bárbara D’Oeste – SP)
4.2. Brasil – pólo têxtil de Blumenau (SC)
Figura 4.03 – Mapa da localização da cidade de Blumenau – Santa Catarina
4.2.1 Ações ambientais - Blumenau (SC)
Figura 4.04 – Fotos do rio Itajaí-açu - STETs - IBA-02
4.2.2 Órgãos ambientais – Pólo têxtil de Blumenau (SC)
4.2.3 STETs - Pólo têxtil de Blumenau (SC)
4.2.3.1 Anglian Water – STETs - (Brusque – SC)
4.2.3.2 Artex – Grupo Coteminas – (Blumenau – SC)
4.2.3.3 Dölher Têxtil (Joinville – SC)
4.2.3.4 Companhia Hering (Blumenau – SC)
4.2.3.5 Karsten Têxtil (Blumenau – SC)
4.2.3.6 Malwee Malhas (Jaraguá do Sul – SC)
4.2.3.7 Marisol (Jaraguá do Sul – SC)
4.2.3.8 Tecelagem Kuehnrich - Teka (Blumenau – SC)
4.2.3.9 Sulfabril têxtil (Blumenau – SC)
4.2.3.10 Momento Engenharia Ambiental – Aterro Industrial - (SC)
4.3. Brasil – projetistas
4.3.1 – Jacques Conchon – Neotex - SP
4.3.2 – Renan César Lindner – AO Engenharia Ambiental - SC
4.4. Brasil – pesquisadores
4.5. Portugal – pólo têxtil do Minho (Vale do Rio Ave - PT)
Figura 4.05 – Mapa da localização da região do Minho – Portugal
4.5.1 Ações ambientais - Minho (PT)
Figura 4.06 – Fotos do rio Ave em dois pontos distintos
4.5.2 Órgãos ambientais – Minho (PT)
4.5.3 STETs – Minho (PT)
4.5.3.1 Têxtil Adalberto Tinturaria – (São Tirso – Minho-PT)
4.5.3.2 Barroso Malhas – (Barcelos – Minho-PT)
4.5.3.3 Carlos Pimenta Machado – Tinturaria (Guimarães – Minho-PT)
4.5.3.4 Coelima – Indústrias têxteis - (Guimarães - Minho–PT)
4.5.3.5 Coats Clark (Vila Nova de Gaia – Minho-PT)
4.5.3.6 Crispim & Abreu Têxteis (Famalicão – Minho - PT)
4.5.3.7 Estação de Tratamento de Barcelos (Barcelos – Minho-PT)
4.5.3.8 J.M.A. – Felpos (Guimarães – Minho - PT)
4.5.3.9 Mundotêxtil Sociedade Exportadora (Vizela – Minho - PT)
4.5.3.10 Riler – Indústrias Têxteis (Vizela – Minho - PT)
4.5.3.11 Risetamega Acabamentos Têxteis (Marco Canaves – Minho-PT)
4.5.3.12 Sidva – Serzedelo e Rabada – Tratave (Guimarães – Minho – PT
Figura 4.07 – Distribuição das unidades do Sidva da bacia do Ave
4.5.3.13 T.M.G. Acabamentos Têxteis (Guimarães – Minho - PT)
4.5.3.14 Tinamar (Barcelos – Minho - PT)
4.5.3.15 Valindo Acabamentos (Fafe – Minho - PT)
4.6. Portugal – pólo têxtil de Covilhã (Serra da Estrela)
Figura 4.08 – Localização de Covilhã dentro do território português
4.6.1 Ações ambientais - Covilhã (PT)
Figura 4.09 – Vale e rio Zêzere – Região da Serra da Estrela
4.6.2 STETs – Covilhã (PT)
4.6.2.1 Paulo de Oliveira - Têxteis – (Covilhã – Serra da Estrela - PT)
4.6.2.2 Lavadora de Lã Manuel Tavares (Guarda – Serra da Estrela - PT)
4.7 Projetistas - Portugal
4.8 Pesquisadores e centro de pesquisa - Portugal
4.9 Órgão ambiental CCDR-N - Portugal
4.10 Ong’s ambientais - Portugal
4.11. Espanha – pólo têxtil da Catalunha - Barcelona
Figura 4.10 – Localização de Barcelona no contexto da Península Ibérica
4.11.1 Ações ambientais – Região da Barcelona (ES)
Figura 4.11 – Classificação da qualidade da água da península ibérica
Figura 4.12 – Rio Besòs da nascente a desembocadura - Barcelona
4.11.2 STETs – Catalunha (ES)
4.11.2.1 Abanderado - Sara & Lee – (Catalunha – Girona - ES)
4.11.2.2 Hidrocolor Acabamentos Têxteis - (Barcelona - ES)
4.11.2.3 Tybor SA – (Massanes – Catalunha - ES)
5 RESULTADO DA PESQUISA DE CAMPO
5.1 Sintetização dos resultados das entrevistas – STETs
5.1.1 IBA-01
Quadro 5.01: Síntese de dados da empresa IBA-01
Figura 5.01 – Foto do STET da empresa IBA-01
Figura 5.02 – Foto do tanque anóxico da empresa IBA-01
Figura 5.03 – Foto da bactéria filamentosa tipo 1851
Figura 5.04 – Foto do filtro biológico – empresa IBA-01
Figura 5.05 – Fluxograma do STET – empresa IBA-01
Figura 5.06 – Foto do lodo biológico - empresa IBA-01
5.1.2 IBA-02
Quadro 5.02: Síntese de dados da empresa IBA-02
Figura 5.07 – Esquema do primeiro STET da empresa IBA-02 (1986)
Figura 5.08 – Comparação - lodo de leito de secagem e o centrifugado - IBA-02
Figura 5.09 – Esquema do STET depois do 1º “upgrade” (1996) - IBA-02
Figura 5.10 – Fotos do STET - IBA-02
Figura 5.11 – Fotos do efluente do STET - IBA-02
5.1.3 IBA-03
Quadro 5.03: Síntese de dados da empresa IBA-03
Figura 5.12 – Foto aérea da empresa IBA-03
Figura 5.13 – Fluxograma do STET da empresa IBA-03
Figura 5.13 – Sistemas de reciclagem de soda cáustica e goma sintética
Figura 5.14 – Presença de espuma nos tanques de homogeneização e biológico
Figura 5.15 – Efluente final e lodo químico e biológico da IBA-03
5.1.4 IBA-04
Quadro 5.04: Síntese de dados da empresa IBA-04
Figura 5.16 – Fluxograma esquemático do STET da IBA-03
Figura 5.17 – Filtro-prensa, lodo prensado e leito de secagem (coberto)
Figura 5.18 – Coloração do efluente bruto e tratado – IBA-04
5.1.5 IBB-01
Quadro 5.05: Síntese de dados da empresa IBB-01
Figura 5.19 – Desenho esquemático do parque florestal da IBB-01
Figura 5.20 – Fotos do aterro industrial da IBB-01
Figura 5.21 – Fluxograma esquemático do STET da IBB-01
Figura 5.22 – Sistema de neutralização de efluente por gases de combustão
Figura 5.23 – Vista aérea do processo biológico – valo de oxidação- IBB-01
Figura 5.24 – Comparação visual dos efluentes bruto e final – IBB-01
Figura 5.25 – Tela do programa de controle e automação do STET – IBB-01
5.1.6 IBB-02
Quadro 5.06: Síntese de dados da empresa IBB-02
Figura 5.26 – Vista aérea da unidade IBB-02
Figura 5.27 – Fluxograma do STET da IBB-02
Figura 5.28 – Secagem do lodo da IBB-02
Figura 5.29 – Sistema de resfriamento utilizado na IBB-02
Figura 5.30 – Comparação de coloração dos efluentes bruto e tratado na IBB-02
5.1.7 IBB-03
Figura 5.31 – Gráfico de pizza referente à distribuição de área da IBB-03
Figura 5.32 – Montagem de fotos do parque ecológico da IBB-03
Quadro 5.07: Síntese de dados da empresa IBB-03
Figura 5.33 – Montagem de fotos que mostram diferentes tipos de aeração
Figura 5.34 – Fluxograma esquemático do STET da IBB-03
Figura 5.35 – Montagem de fotos para comparação visão do efluente IBB-03
Figura 5.36 – Campanha do “Naturinho” pela coleta seletiva na IBB-03
5.1.8 IBB-04
Quadro 5.08: Síntese de dados da empresa IBB-04
Figura 5.37 – Posicionamento da IBB-04 em relação ao centro da cidade
Figura 5.38 – Multiciclone e lavador de gases da IBB-04
Figura 5.39 – Fluxograma esquemático do STET da IBB-04
5.1.9 IBB-05
Quadro 5.09: Síntese de dados da empresa IBB-05
Figura 5.40 – Fluxograma esquemático do STET da IBB-04
Figura 5.41 – Comparação visual dos dois tanques de aeração da IBB-05
Figura 5.42 – Problema de bulking no decantador secundário da IBB-05
Figura 5.43 – Comparação visual entre efluente no inicial e final do STET
5.1.10 IBB-06
Quadro 5.10: Síntese de dados da empresa IBB-06
Figura 5.44 – Fluxograma do STET da IBB-06
Figura 5.45 – Secador rotativo de lodo e amostra de lodo seco
Figura 5.46 – Forma de aeração do tanque biológico da IBB-06
5.1.11 IBB-07
Quadro 5.11: Síntese de dados da empresa IBB-07
Figura 5.47 – Fluxograma esquemático do STET da IBB-07
Figura 5.48 – Perfil e fluxo de efluente e ar do efluente no Deep Shaft
Figura 5.49 – Comparação visual entre efluente bruto e tratado – IBB-07
Figura 5.50 – Lagoas de disposição de lodo têxtil – aterro industrial – IBB-07
Figura 5.51 – Vista aérea da cidade e o sistema tratamento - IBB-07
5.1.12 IBB-08
Quadro 5.12: Síntese de dados da empresa IBB-08
Figura 5.52 – Prensa desaguadora e secador de lodo – IBB-08
Figura 5.53 – Fluxograma esquemático do STET IBB-08
Figura 5.54 – “Qualito” - defensor da qualidade dos produtos e do ambiente
Figura 5.55 – Vista aérea da fábrica e do STET – IBB-08
Figura 5.56 – Monitoramento através de bioteste com peixes – IBB-08
5.1.13 IBB-09
Quadro 5.13: Síntese de dados da empresa IBB-09
Figura 5.57 – STET construído em aço carbono – IBB-09
Figura 5.58 – Fluxograma esquemático do STET – IBB-09
Figura 5.59 – Comparação visual de coloração entre efluente bruto e o tratado
5.1.14 IBB-10
Quadro 5.14: Síntese de dados da empresa IBB-10
Figura 5.60 – Fluxo esquemático de implantação do aterro industrial - classe 2
Figura 5.61 – Preparação da célula de resíduo de classe 2
Figura 5.62 – Sistemas auxiliares usados no aterro industrial – IBB-10
Figura 5.63 – Fluxograma de operação do aterro
Figura 5.64 – Comparação visual entre o efluente bruto (lixiviado) e o tratado
Figura 5.65 – Vista aérea do aterro industrial – IBB-10
Figura 5.66 – Lago a jusante do aterro – pontos de monitoramento do aterro
5.1.15 IPM-01
Quadro 5.15: Síntese de dados da empresa IPM-01
Figura 5.67 – Fluxograma esquemático do STET da IPM-01
Figura 5.68 – Comparação visual da cor entre efluentes na IPM-01
Figura 5.69 – Filtro aeróbio percolador do STET da IPM-01
5.1.16 IPM-02
Quadro 5.16: Síntese de dados da empresa IPM-02
Figura 5.70 – Fluxograma esquemático do STET da IPM-02
Figura 5.71 – Tanque biológico e prensa desaguadora do STET da IPM-02
Figura 5.72 – Efeito da ozonização na remoção de cor na IPM-02
5.1.17 IPM-03
Quadro 5.17: Síntese de dados da empresa IPM-03
Figura 5.73 – Fluxograma do STET da IPM-03
Figura 5.74 – Tanque de homogeneização e lodos ativados por batelada
Figura 5.75 – Equipamentos e esquemas da coagulação, floculação e flotação
Figura 5.76 – Armazenamento de lodo químico e biológico no pátio da indústria
Figura 5.77 – Baterias de membranas de ultrafiltração e osmose reversa
5.1.18 IPM-04
Quadro 5.18: Síntese de dados da empresa IPM-04
Figura 5.78 – Recuperação de soda
Figura 5.79 – Fluxograma esquemático do STET da IPM - 04
Figura 5.80 – Imagens envolvidas com o lodo químico e biológico da IPM - 04
5.1.19 IPM-05
Quadro 5.19: Síntese de dados da empresa IPM-05
5.1.20 IPM-06
Quadro 5.20: Síntese de dados da empresa IPM-06
Figura 5.86 – Vista aérea do sistema integrado da IPM - 06
Figura 5.87 – Fluxograma esquemático do sistema integrado da IPM – 06
Figura 5.88 – Vista do filtro aeróbio percolador – aeração natural - IPM – 06
Figura 5.89 – Efluente na saída dos decantadores primário e secundário
5.1.21 IPM-07
Quadro 5.21: Síntese de dados da empresa IPM-07
Figura 5.90 – Fluxograma esquemático do STET – IPM-07
Figura 5.91 – Leito de secagem desativado – IPM-07
Figura 5.92 – Tanque biológico – IPM-07
5.1.22 IPM-08
Quadro 5.22: Síntese de dados da empresa IPM-08
Figura 5.93 – Desidratação do lodo químico – IPM-08
Figura 5.94 – Tanque de homogeneização com pré-oxigenação
Figura 5.95 – Fluxograma do STET (Processo físico-químico) – IPM-08
Figura 5.96 – Comparação visual de cor entre os efluentes bruto e tratado
5.1.23 IPM-09
Quadro 5.23: Síntese de dados da empresa IPM-09
Figura 5.97 – Tanque biológico próximo à margem do rio – IPM-09
Figura 5.98 – Fluxograma esquemático da IPM-09
Figura 5.99 – Filtro de proteção do trocador de placa da IPM-09
Figura 5.100 – Separação do lixo – coleta seletiva na IPM-09
5.1.24 IPM-10
Quadro 5.24: Síntese de dados da empresa IPM-10
Figura 5.101 – Equipamento de recuperação de soda cáustica na IPM-10
Figura 5.102 – Equip. de neutralização por gases de combustão – IPM-10
Figura 5.103 – Fluxograma esquemático da IPM-10
5.1.25 IPM-11
Quadro 5.25: Síntese de dados da empresa IPM-11
Figura 5.104 – Fluxograma do pré-tratamento do efluente IPM-11
Figura 5.105 – Tanque de homogeneização – efluente colorido e sem agitação
Figura 5.106 – Ponto de despejo de efluente apenas pré-tratado – IPM 11
5.1.26 IPM-12
Quadro 5.26: Síntese de dados da empresa IPM-12
Figura 5.107 – Fluxograma esquemático do pré-tratamento – IPM 12
Figura 5.108 – Comparação visual entre efluente bruto e recuperado
5.1.27 IPM-13
Quadro 5.27: Síntese de dados da empresa IPM-13
Figura 5.109 – Vista aérea da IPM - 13
Figura 5.110 – Fluxograma esquemático do pré-tratamento da IPM -13
Figura 5.110 – Recuperação de soda cáustica e neutralização com CO2 líquido
5.1.28 IPM-14
Quadro 5.28: Síntese de dados da empresa IPM-14
Figura 5.111 – Fluxograma do STET implantado em 1986 na IPM - 14
Figura 5.112 – Filtro prensa desativado na IPM - 14
Figura 5.113 – Fluxograma do pré-tratamento na IPM - 14
5.1.29 IPM-15
Quadro 5.29: Síntese de dados da empresa IPM-15
Figura 5.115 – Fluxograma esquemático do STET da IPM - 15
Figura 5.116 – Construção do tanque biológico e decantador – IPM-15
5.1.30 IPC-01
Quadro 5.30: Síntese de dados da empresa IPC-01
Figura 5.117 – Fluxograma esquemático do STET da IPC - 01
Figura 5.118 – Fotos da lã suja e limpa – processo industrial da IPC - 01
Figura 5.119 – Visualização dos efluentes bruto e tratado (final) da IPC - 01
Figura 5.120 – Processo de lodos ativados – aeração por venturi - IPC - 01
5.1.31 IPC-02
Quadro 5.31: Síntese de dados da empresa IPC-02
Figura 5.121 – Fluxograma esquemático do STET da IPC - 02
Figura 5.122 – Tratamento biológico – Valo de oxidação do STET da IPC - 02
Figura 5.123 – Comparação visual da coloração do efluente da IPC - 02
Figura 5.124 – Lodo gerado no STET da IPC - 02
5.1.32 IEB-01
Quadro 5.32: Síntese de dados da empresa IEB-01
Figura 5.125 – Fluxograma esquemático do STET da IEB - 01
Figura 5.126 – Sistema biológico - bioflotação da IEB - 01
Figura 5.127 – Sistema de bombeamento e injeção de ar da IEB - 01
Figura 5.128 – Sistema de desidração do lodo da IEB - 01
Figura 5.129 – Decantador lamelar e os filtros de areia da IEB-01
Figura 5.130 – Vista aérea da indústria e o corpo receptor da IEB-01
5.1.33 IEB-02
Quadro 5.33: Síntese de dados da empresa IEB – 02
Figura 5.131 – Fluxograma esquemático do STET da IEB-02
Figura 5.132 – Etapas da desidratação do lodo químico e biológico da IEB-02
Figura 5.133 – Efluente bruto tanque biológico e efluente final da IEB-02
Figura 5.134 – Filtro eletrostático da IEB-02
5.1.34 IEB-03
Quadro 5.34: Síntese de dados da empresa IEB-03
Figura 5.135 – Fluxograma esquemático do STET da IEB-03
Figura 5.136 – Tratamento biológico do STET da IEB-03
Figura 5.137 – Conjunto de membranas de ultrafiltração do STET da IEB-03
Figura 5.138 – Conjunto de membranas de osmose reversa do STET da IEB-03
Figura 5.139 – Comparação visual entre os efluentes no STET da IEB-03
Figura 5.140 – Filtro eletrostático do STET da IEB-03
5.2 Informações dos órgãos ambientais
5.2.1 Orgão ambiental – São Paulo (Americana)
5.2.2 Orgão ambiental – Santa Catarina (Blumenau)
5.2.2.1 Orgão ambiental – estadual – regional Blumenau
5.2.2.2 Orgão ambiental – estadual – Polícia ambiental
5.2.2.3 Orgão ambiental – municipal
5.2.3 Orgão ambiental - Portugal
5.3 Informações dos centros de pesquisa (pesquisador)
5.3.1 Pesquisadores ambientais têxteis no Brasil
5.3.1.1 Pesquisador da região de Americana - Brasil
5.3.1.2 Pesquisador da região de Blumenau - Brasil
5.3.2 Pesquisadores ambientais têxteis em Portugal
5.3.2.1 Pesquisadores do centro de pesquisa - Portugal
5.3.2.2 Pesquisador do instituto de desenvolvimento - Portugal
5.3.2.3 Pesquisador universitário - Portugal
5.3.3 Pesquisas têxteis na Espanha
5.3.3.1 Centro de Pesquisas Têxteis – Pesquisador - Espanha
5.4 Informações dos projetistas
5.4.1 Projetistas brasileiros
5.4.1.1 PBA - 01 (Brasil)
5.4.2 Projetistas portugueses
5.4.2.1 PPM - 01 (Portugal)
5.4.2.2 PPM - 02 (Portugal)
5.4.2.3 PPM - 03 (Portugal)
5.4.6.3 Disposição do lodo têxtil (químico e biológico)
5.4.6.4 Reaproveitamento de efluente têxtil
5.4.6.5 Tecnologias avançadas (membranas, ozonização e outras)
5.4.7 Questões ambientais envolvendo os STETs
5.4.7.1 Sistema de gestão ambiental (SGA) na indústria têxtil
5.4.7.2 Certificação ISO 14.001
5.4.7.3 Marketing ambiental
5.4.7.4 Envolvimento da comunidade local
5.4.7.5 Legislação ambiental e órgãos ambientais (fiscalização)
5.4.7.6 Toxicidade dos efluentes têxteis
5.4.7.7 Desenvolvimento de pesquisas científicas
5.4.7.8 Processos diferenciados utilizados nos STETs pesquisados
5.4.7.9 Serviços de projetos de STETs
6 ANÁLISES DOS RESULTADOS
6.1 Localizações das indústrias têxteis
6.2 Ações que envolve o processo industrial
6.2.1 Recuperação de calor
6.2.2 Co-geração de energia elétrica e o uso do gás natural
6.2.3 Recuperação de goma
6.2.4 Recuperação de soda cáustica (NaOH)
6.2.5 Reúso de efluentes baseado na condutividade
6.3 Tratamento preliminar – sólidos grosseiros
6.4 Tratamento primário
6.4.1 Tanque de homogeneização e equalização
6.4.2 Neutralização
6.4.2.1 Ácido sulfúrico (H2SO4)
6.4.2.2 Gás carbônico - (CO2)
6.4.2.2.1 CO2 - líquido
6.4.2.2.1 CO2 – Reaproveitamento de gases de combustão
6.4.2.3 STET sem processo de neutralização
6.4.2.4 Sintetização da análise em relação à neutralização
6.4.3 Inversão de posição entre o físico-químico e o biológico
6.4.4 Tratamento químico - decantação versus flotação
6.4.5 Tratamento secundário - biológico
6.4.5.1 Processos biológicos diferenciados dos lodos ativados
6.4.5.2 Forma de injeção O2 nos processos biológicos aeróbios
6.4.6 Tratamento terciário
6.4.6.1 Remoção de cor
6.4.6.2 Desidratação do lodo têxtil (químico e biológico)
7 ANÁLISE GLOBAL EM LINGUAGEM SISTÊMICA
7.1 Situação dos cenários pesquisados
7.1.1 Região de Americana (SP-Brasil)
Figura 7.01 – Diagrama de força ambiental (DFA) – região de Americana - SP
7.1.2 Região de Blumenau (SC-Brasil)
Figura 7.02 – Rio Itajaí-açu, perímetro urbano Blumenau – Área poluida
Figura 7.03 – Diagrama de força ambiental (DFA) – região de Blumenau - SC
Figura 7.04 – Diagrama de força ambiental (DFA) – cidade de Brusque - SC
7.1.3 Região do Minho (Portugal)
Figura 7.05 – Flagrante de poluição – rios Vizela e Ave – Bacia do Minho
Figura 7.06 – Diagrama de força ambiental (DFA) – Sidva - região do Minho (PT)
Figura 7.07 – Diagrama de força ambiental (DFA) – STETs próprios – Minho(PT)
7.1.4 Região de Barcelona – Catalunha (Espanha)
Figura 7.08 – Corpo receptor dos efluentes da IEB-01 – Catalunha – ES
7.2 Comparação entre os cenários – Brasil – Portugal e Espanha
7.2.1 Comparação do cenário – Brasil versus Portugal
7.2.2 Comparação do cenário – Brasil versus Espanha
7.3 Cenário hipoteticamente ideal
10 APÊNDICE
11 ANEXOS
11.1 Figuras
Figura A-01: Balanço de Soda Cáustica I – Sistema Recuperação de lixívia
Figura A-02: Balanço de Soda Cáustica II – Sistema Recuperação de lixívia
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SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES TÊXTEIS

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES TÊXTEIS

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Tese de doutorado - tema gestão ambiental na indústria têxtil
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