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Apostila Física I

Apostila Física I

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Physics formulae I
Physics formulae I

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1
FÍSICA I
2007
 
Física é uma ciência empírica, a ciência da medida.
“Tenho afirmado frequentemente que, quando se pode medir aquilo de que se está falando eexprimir essa medida em números, fica-se sabendo algo a seu respeito; mas quando não se podeexprimí-la em números, o conhecimento é limitado e insatisfatório. Ele pode ser o começo doconhecimento, mas o pensamento terá avançado muito pouco para o estágio científico, qualquer queseja o assunto”.(Lorde Kelvin, 1824-1907).
 
Objetivos da disciplina Física I:
Levar o aluno a realizar e analisar medidas físicas, compreender o movimento e as leis queregem estes movimentos. Entender a relação entre trabalho e energia na geração de movimento.
 
Programa da disciplina:
1. Conceitos Básicos:
Unidades. Grandezas físicas. Algarismos significativos. Tratamento de erros.
 
2. Vetores
:
Adição de vetores. Componentes de vetores. Produto de vetores.
3. Equilíbrio de uma Partícula:
Equilíbrio, Primeira e Terceira Leis de Newton. Força de reação normal de umasuperfície. Forças de atrito.
4. Movimento Retilíneo:
Movimento retilíneo e uniforme. Movimento retilíneo uniformemente acelerado.
5. Segunda Lei de Newton:
Aplicações.
 6. Gravitação Universal:
Força gravitacional.
 7. Movimento plano:
Movimento de um projétil. Componentes da velocidade. Alcance e altura máxima.
 
8. Movimento Circular e Uniforme:
Período e frequência. Velocidades angular e escalar. Aceleração e forçacentrípeta. Acoplamento de polias.
9. Trabalho e Energia:
Trabalho realizado por uma força constante ou variável. Trabalho e energia cinética.Energia potencial gravitacional. Energia potencial elástica. Potência. Conservação da energia mecânica.
10. Impulso e Momento Linear:
Relação entre impulso e momento linear. Impulso de força variável.Conservação do momento linear. Colisões.
 
Bibliografia mínima:
YOUNG, H.D.; FREEDMAN, R.A. Física. São Paulo: Pearson, 2003, v. 1.
KELLER, F. J.; GETTYS, W. E.; SKOVE, M. J. Física. São Paulo: Makron Books, 1999, v. 1.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. São Paulo: Edgard Blucher, 2002, v. 1
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física. Rio de Janeiro: LivrosTécnicos e Científicos, 1996. v. 1.
TIPLER, P.A. Física. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1999. v. 1.
HENNIES, C. E.; GUIMARÃES, W.O.N; ROVERSI, J.A. Problemas Experimentais em Física.Campinas-SP: UNICAMP, 1993. v. 1 e 2.
 
2
 
Conceitos Básicos:
Grandeza física – qualquer número ou conjunto de números usados para descreverquantitativamente um fenômeno físico. Escalar ou vetorial.
Notação científica.a = b.10
n
onde a é um número real qualquer.b é um número, cujo módulo, é 1
b<10.n é um número inteiro.Exemplo: v = 300000 km/s = 3,0.10
5
km/s.
Sistema de Unidades:Sistema Internacional de Unidades (SI): kg, metro, segundo.
Conversões de unidades:Área, volume, etc.
Alguns prefixos utilizado no S.I.:Fator Prefixo Símbolo10
-18
atto a10
-15
femto f10
-12
pico p10
-9
nano n10
-6
micro
μ
 10
-3
mili m10
-2
centi c10
3
quilo k10
6
mega M10
9
giga G10
12
tera T10
15
peta P10
18
exa E
Tratamento adequado dos erros cometidos nos processos de medidas diretas e indiretas.1. ERROS
As grandezas físicas são obtidos por comparação com um padrão ou pela leitura direta naescala de um medidor.O objetivo da medição de uma grandeza física é alcançar o seu valor real. Mas isto épraticamente impossível. Pode-se chegar, após uma série de medidas, a um valor que mais seaproxime do real.Ao se efetuar diversas medidas de uma mesma grandeza, muito provavelmente um operadornão obterá os mesmos valores.Erro é a diferença entre o valor medido e o valor real da grandeza. Os erros podem sersistemáticos ou aleatórios.
2. ERROS SISTEMÁTICOS
São as flutuações nas medidas provenientes de falhas do método empregado ou de defeitosdo operador.Podemos citar como exemplos a calibração errônea do instrumento, tempo de resposta de umoperador, relógio descalibrado, superestimar ou subestimar os valores das medidas.Os erros sistemáticos são de amplitude regular e influem na medida sempre num mesmosentido, para mais ou para menos.
3. ERROS ALEATÓRIOS
São aqueles cujas causas são acidentais e variáveis. As flutuações podem estar relacionadasà imperícia do operador, à variação na capacidade de avaliação (número de medidas efetuadas), àleitura de uma escala, à reflexos variáveis do operador (acionar o cronômetro), etc.Os erros acidentais podem ocorrer em diversas amplitudes e em qualquer sentido.
 
3
Aos erros acidentais ou aleatórios são aplicadas a teoria dos erros ou a estatística aplicadaaos erros.
4. ESTATÍSTICA APLICADA AOS ERROS4.1. VALOR MÉDIO OU MÉDIA ARITMÉTICA
Quando medimos o valor de uma grandeza, podemos realizar apenas uma medida ou váriasmedidas, que se distribuem mais ou menos simetricamente em torno de um valor médio (média).A média é definida como a somatória de todos os valores da medida, dividida pelo número demedidas.onde:x = médiax
i
= valor de cada medidaN = número de medidasA média aritmética de uma mesma grandeza x é o valor mais provável ou o valor que melhorrepresenta a grandeza.
4.2. DESVIO
Não pode-se afirmar que o valor mais provável (média) seja o valor real da grandeza.Assim se pode definir o desvio (
δ
) como a diferença entre um valor medido (x
i
) e o adotadoque mais se aproxima do valor real (valor médio de x). _ 
δ
= x
i
 
x
4.3. DESVIO MÉDIO
É a média aritmética dos valores absolutos dos desvios.onde:
δ
= desvio médiox
i
= qualquer valor da grandeza xx = média aritméticaN = número de medidas
4.4. DISPERSÃO
É interessante saber de quanto as medidas individuais x
i
se afastam, em média, do valormédio. Ou seja, de que maneira as medidas x
i
se distribuem em torno do valor médio.O desvio médio, a variança e o desvio padrão são utilizados para medir a dispersão.
4.5. VARIANÇA (
σ
2
)
Variança é definida como a média aritmética dos quadrados dos desvios de todos os valoresda grandeza, com relação ao valor médio da população.onde:
σ
2
= variançax
i
= cada medida realizada
Nxx
N1ii
=
=
 
( )
NxxN
N1iiN1i
==
=δ=δ
 
( )
Nxx
N1i2i2
=
=σ
 

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