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Praticas Imobiliarias Na America Latina Mkt Beat

Praticas Imobiliarias Na America Latina Mkt Beat

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Marketbeat Latin America2007
 
A capa do Marketbeat Latin America foi concebida parademonstrar a abrangência do estudo, contendo reproduçõesartísticas de pontos turísticos e históricos, paisagens oucartões postais que representem cada cidade ou país.
Moais
Ilha de Páscoa, Chile
Cristo Redentor
Corcovado, Rio de Janeiro, Brasil
MASP (Museu de Arte deSão Paulo Assis Chateaubriand)
Avenida Paulista, São Paulo, Brasil
Vulcão Arenal
Parque Nacional Vulcão Arenal, Costa Rica
Monastério de San Francisco
Plaza de San Francisco, Quito, Equador
Pirâmide de Maio
Praça de Maio, Buenos Aires, Argentina
Cidade Inca de Machu Picchu
Peru
Capitólio Nacional
Praça Bolívar, Bogotá, Colômbia
Estátua do General José Artigas
Praça Independência, Montevidéu, Uruguai
Ópera de Arame
Parque das Pedreiras, Curitiba, Brasil
Arco da Federação
El Calvario, Caracas, Venezuela
Cabeça de Serpente no Templo de Quetzalcóatl
Cidade Asteca de Teotihuacán, México
 
Cushman & Wakefield • 2007
CONTRASTES E CONVERGÊNCIASNA AMÉRICA LATINA
Países da região vivem realidades diferentes, mas se consolidamcomo opção de investimento
Ipit aute feu faci erostiemodolore dunt nummodoloretet acilisl eui bleit nonsectet,quamcom molobor perilit
EDITORIAL
 A região da América Latina e Caribe vive uma ase econômica avorável.O crescimento é mais lento do que o da média dos países emergentes,mas, no triênio 2004/2006, oi o maior das últimas décadas, segundorelatório recente do FMI. Commodities valorizadas, economia inter-nacional dinâmica e alta liquidez (as reservas em moeda conversívelatingiram US$ 250 bilhões) removeram entraves cambiais de paísesque pesam 90% no PIB da região. Com superávit na conta corrente dobalanço de pagamentos estimado em 1,3% do PIB, em 2006 e 0,5% doPIB, em 2007, a região benecia-se com as relações avoráveis de troca. A inação caiu de 13,2% ao ano, em média, no período 1995/2003,para a casa dos 5% ao ano, no biênio 2005/2006. Brasil, México, Chile,Colômbia e Peru adotaram o regime de metas (ination targeting). Osmaiores problemas são regulatórios – e, neste particular, disseminados.Há ainda problemas políticos, circunscritos a nações com peso eco-nômico inerior a 10% do PIB regional. O otimismo com a AméricaLatina aparece, concretamente, na redução do risco país – que, noBrasil, alcançou o menor patamar his-tórico, no início de evereiro.Com a perspectiva de acomodação doritmo econômico dos países ricos, osinvestidores globais buscam oportunida-des. Na América Latina, não são bene-ciados apenas os mercados acionários.Imóveis localizados na região atraeminvestidores, dados os altos preços domundo desenvolvido. São Paulo, Rio de Janeiro, Buenos Aires, Santiagodo Chile, Cidade do México, Caracas e Bogotá, entre outras metró-poles, são pólos econômicos sustentáveis, com bairros ou regiões cujodesenvolvimento e sosticação é comparável ao das capitais de paísesricos. São, portanto, como as cidades-Estados descritas nas obras de Fer-nand Braudel por sua capacidade de abrigar o comércio, eiras, expo-sições e o turismo, ou ainda as instituições nanceiras e as indústriascom tecnologia avançada e não-poluidoras. Tratam-se, assim, de núcleosonde a propriedade imobiliária de alto padrão é escassa e demandada,atraindo vultosos capitais aplicados em residências, escritórios e centroscomerciais destinados a empresas emergentes e amílias beneciadas pelamobilidade social. Entre os grandes investidores, despontam os undosde pensão e investidores institucionais locais e estrangeiros, que preci-sam obter renda de locação superior à dos países ricos.
Região de contrastes
Os aspectos mencionados são mais importantes para os investidoresdo que os políticos – que caracterizam a América Latina como regiãode contrastes. Em minoria, há os países com governos estridentes – emmaior ou menor grau – como Venezuela, Bolívia, Equador e Nicará-gua. Na outra ponta estão Chile, México, Colômbia e, provavelmente, oPeru, avoráveis ao livre mercado e aos laços comerciais estreitos com osindustrializados. No meio, estão o Brasil, que ruma para a estabilidademacroeconômica, e a Argentina, ambos com pontos ortes na indústria,comércio e agronegócio, armando-se como economias autônomas,apesar da dependência do gás da Bolívia. E há pequenas e promissorasnações emergentes, como Costa Rica e República Dominicana – grupoao qual o Uruguai poderá se incorporar, com diplomacia.Como um todo, a América Latina está melhor do que nos anos 80 ou 90. A receita para se desenvolver é conhecida: seguir agendas semelhantes àsdos países que mais crescem no mundo; privilegiar a redução de custosde transação e carga tributária; ortalecer as agências reguladoras; terregras estáveis; desburocratizar a Justiça; investir em segurança pública.O que az a dierença é a percepção dos problemas e da necessidade deenrentá-los, contrapondo-se ao populismo.Com mais emprego e renda, redistri-buição de riqueza, ortalecimento dosmercados de massa e de segmentos deelite, apesar do aperto da classe média,o Brasil é o maior pólo de atração. Omotor da atividade é o aumento do cré-dito, inclusive imobiliário. Os lucros dasgrandes empresas são elevados. O jurobásico ainda é alto, mas caiu de 19,75%ao ano, em agosto de 2005, para 13% ao ano, em janeiro de 2007; é maiscondizente com a rolagem da dívida pública mobiliária de 50% do PIB.O PIB deverá crescer entre 3,5% a 4% ao ano até 2010, mas o ritmo émais estável. O obstáculo é a carga tributária de quase 40% do PIB e oaumento das despesas públicas.O México também é atrativo. Tem a economia arrumada, inaçãocontida e balanço de pagamentos estável. Cresceu estimados 4,7% em2006 e deverá avançar 3,2% em 2007. Destaca-se o aumento do nan-ciamento habitacional. Há tensões políticas após as eleições presidenciaisde 2006, mas o governo Calderón tende a se impor, desanuviando oambiente de negócios e avorecendo os mercados. O país colhe os rutosda abertura comercial. A Argentina recuperou-se nos últimos três anos, apesar das restriçõesdecorrentes da moratória de 2002 e calote nos credores. Saiu da estaga-ção e cresceu 9% em 2004, 9,2% em 2005 e 8,5% em 2006. O ambientepara os negócios é bom, “sem quaisquer grandes transtornos provenien-tes das muitas distorções econômicas”, na avaliação de economistas debancos norte-americanos. E isto se deve às reormas microeconômicaspromovidas pela Argentina e à carga tributária moderada, da ordem de
MARKETBEAT LATIN AMERICA

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