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O Setor Da Construção Civil No Brasil

O Setor Da Construção Civil No Brasil

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O Setor da Construção Civil no BrasilSegundo o Sebrae-RS:
As atividades da construção civil representam 73,45% do macrossetor,seguido da indústria associada à construção (20,34%) e dos serviços associadosà construção (6,21%).Os elos que formam a cadeia também são responsáveis por empregar 6,2milhões de trabalhadores, o que representa 9,3% do total no país.Fonte:://www.sebrae-rs.com.br/manager.aspx?ID_MENU=1710&ID_LAYOUT=42&ID_PAGINA=2851
Segundo
Construção civil emprega 5,9% a mais em 2005
O desempenho do emprego formal na construção civil brasileira registroualta de 5,9% em 2005 na comparação com a média de empregados apurada noano anterior. O resultado, divulgado pelo Sindicato da Indústria da ConstruçãoCivil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e da GVconsult, com base emdados do Ministério do Trabalho, apontou a abertura de 75.940.O crescimento, conforme a pesquisa, foi influenciado pelas contratações nosegmento de serviços de construção (aluguel de equipamentos, incorporação deimóveis e engenharia e arquitetura), com alta de 34,02% no nível de emprego nacomparação com a média de 2004.Apesar do bom desempenho na média ponderada do setor, o nível deemprego com carteira assinada no segmento de obras, que representa 79,2% dototal de vagas formais da construção civil brasileira, cresceu apenas 1,02% no anona comparação com a média de empregados em 2004.Conforme o SindusCon-SP, o resultado no ano no segmento de obras foi"tímido", tendo em vista seu peso na composição das vagas da construção civil.Na comparação entre o número de vagas existentes em dezembro de 2004 e nomesmo mês do ano passado no segmento de obras, o crescimento foi de 2,86%.Segundo a pesquisa, na comparação com novembro, o número de vagas formaisna construção civil brasileira em dezembro recuou 2,21%, "acentuando a quedado mês anterior (0,17%)". No encerramento do ano, foram registradas 31.590demissões no setor, mês em que tradicionalmente o saldo de demissões supera ode contratações. "Ao final do ano, o setor contabilizou 1,396 milhão detrabalhadores formalizados (com registro em carteira)", acrescentou o sindicato.Na comparação entre o número de vagas existentes em janeiro e aquele apuradoem dezembro, conforme a pesquisa, a alta foi de 8,51%, com a abertura de 109,43mil vagas. Segundo o sindicato, a comparação dos números entre o primeiro e oúltimo mês do ano pode distorcer os resultados em razão da sazonalidade. Dessaforma, o sindicato opta por trabalhar com a comparação entre as médias deemprego ponderadas.
 
O SindusCon-SP informou ainda que, no Estado de São Paulo, o ritmo decrescimento inverteu o sinal positivo dos últimos meses e caiu 1,22% emdezembro. No último mês do ano, foram demitidos 4.758 trabalhadores no Estado,mas no acumulado dos 12 meses, houve abertura de 32,5 mil trabalhadores. "Aofinal do ano, a construção civil paulista gerava 384,9 mil postos com carteira",acrescenta o sindicato.O emprego da construção civil na Região Sudeste, por sua vez, registrouqueda de 1,7% em dezembro, com o maior fechamento absoluto de vagas(-13.166), na comparação com o mês anterior. A Região Norte apresentou a maior queda porcentual do período, de 5,9%.
Segundo
A São Paulo fértil
Sessenta imóveis novos são vendidos por dia na cidade.Do pedreiro ao decorador, o mercado imobiliárioemprega diretamente cerca de 600 000 pessoasDa próxima vez que sair de casa, observe com mais atenção a paisagem. Masnão exatamente o céu, os outdoors ou as árvores que possam existir no caminho.Rodeados de concreto, os moradores de São Paulo não imaginam que, por trásdo mar de prédios e construções que faz da metrópole a maior cidade do país, háum mercado exigente, dinâmico e capaz de empregar milhares de pessoas: docorretor de imóveis ao decorador encarregado de arrumar a casa nova. O setor imobiliário paulistano é palco de construções como a mansão de cinco andares doex-banqueiro Edemar Cid Ferreira no Morumbi, avaliada em 80 milhões de reais, ea casa de dois quartos no bairro de Ermelino Matarazzo lançada ao preço de 35000 reais no ano passado. Do luxo ao superbásico, há empresas dispostas ainvestir em todos os segmentos. Nesse caso, as desigualdades revelamoportunidades. Até mesmo para a classe média, que deve voltar a ocupar o centrodas atenções dos lançamentos de imóveis nos próximos anos. E com direito aempreendimentos caprichados. Mesmo com áreas internas menores, osapartamentos terão cada vez mais opções de lazer e espaços livres. Sinal dostempos, a mesma indústria que trouxe a demanda por novos escritórios ehabitações agora cede seus galpões para a construção de megacondomínios.
 
Nos últimos doze anos foram construídos 5 270empreendimentos residenciais (436 067unidades de casas e apartamentos) em 59,4milhões de metros quadrados na regiãometropolitana, o que gerou negócios de 33,9bilhões de dólares. Na média, sessenta imóveisnovos são vendidos todos os dias na cidade,conforme estimativa do Sindicato das Empresasde Compra, Venda, Locação e Administração deImóveis Residenciais e Comerciais de SãoPaulo (Secovi). As demandas dos paulistanosmudaram muito nos últimos anos no que serefere à moradia. Se há quatro décadas o itemgaragem não era o mais importante na decisãode compra de um apartamento, hoje é condiçãomínima para a venda. O mesmo vale para ainfra-estrutura do condomínio, seja deapartamentos, seja de casas. O jardim e a áreade lazer são fundamentais para alimentar asensação de propriedade.O resultado dessa evolução é um setor formado por mais de 8 400incorporadoras, construtoras e empreiteiras. Em 2004 foram lançados 479 prédiosde apartamentos e condomínios horizontais na cidade. No primeiro semestredeste ano foram vendidas 11 156 unidades habitacionais, numa conta de 3,4bilhões de reais. Para ganharem espaço num mercado tão amplo, incorporadoras,construtoras e imobiliárias têm lá as suas estratégias. Duas delas sãoparticularmente importantes: a pesquisa das melhores oportunidades e o trabalhoduro no fim de semana. "Pelo menos 50% das vendas de imóveis são acertadasaos sábados e domingos, com o fechamento do negócio durante a semana",afirma Alberto Du Plessis, vice-presidente de tecnologia e relações de mercado doSecovi.Primeira colocada no ranking da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio(Embraesp) das maiores imobiliárias em vendas de lançamentos residenciais e deescritórios da região metropolitana, a Lopes tem funcionários encarregados depercorrer ao menos uma vez por semana todos os plantões da empresa e daconcorrência. A imobiliária conta com 800 corretores e é parceira de 200incorporadoras e construtoras para a oferta de lançamentos. "Fazemos pesquisascom base nas demandas dos clientes", afirma o diretor-geral de atendimento daempresa, Tomás Salles. Além do acompanhamento do mercado, a prestação deserviços à clientela de altíssimo poder aquisitivo foi a aposta da Coelho daFonseca, a terceira colocada entre as imobiliárias. Desde 2003 a empresa possuium departamento especializado nesse público, o Private Brokers. A iniciativa incluiuma loja de 50 metros quadrados dentro da Daslu e já responde por 25% dareceita da empresa. Na unidade instalada dentro da butique, maquetes e vídeosexibidos em televisores de plasma apresentam as novidades de alto padrão. HáMario Rodrigues
R$ 20 milhõesé o valor da cobertura maiscara da cidade, no edifícioL'Essence, na Vila NovaConceição. Tem 1 380 metrosquadrados e doze vagas degaragem

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