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Planejamento do segundo semestre de 2011

Planejamento do segundo semestre de 2011

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07/16/2011

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Planejamento da LO no segundo semestre de 2011
 
Análise do desenvolvimento da LO.
Será que estamos crescendo?I Período (segundo semestre de 2009) – Palavra-chave: dedicação. Formação da LO junto com o Otávio.II Período (primeiro semestre de 2010) – Palavra-chave: depressão. Criação da LO e do seu Estatuto.Criação do jornalzinho; Saída do Otávio; Eleições do Grêmio e participação da Ana Flávia, do Rodrigo e daJéssica. Desentendimento entre entre eu, a Ana Flávia, o Rodrigo e a Jéssica.III Período (segundo semestre de 2010) – Palavra-chave: persistência. Reconciliamento com a AnaFlávia, com o Rodrigo e com a Jéssica, tentativa de construção da organização, entrada do Genaro e do Marlon.Organização dos encontros semanais para debater.IV Período (primeiro semestre de 2011) – Palavra-chave: sistematização. Entrada do Mateus, da Letícia;Desenvolvimento dos grupos de trabalho; Revitalização do jornalzinho e sua publicação semanal; Afastamentoda Ana Flávia, do Rodrigo e da Jéssica; Criação de um segundo grupo de debates; Entrada do Oscar, do Egner,do Vinícius, do Rodrigo e do Marcelo. Desenvolvimento do primeiro capítulo do Manual de Saúde;Desenvolvimento de uma campanha de propaganda; Tentativa de independência.Se olharmos a um curto prazo, muitas vezes vemos crescimentos muito rápidos (dando a impressão deum super desenvolvimento) seguidos por uma queda igualmente brusca (dando uma impressão de regressão). Na verdade, essas variações são normais devido aos vários fatores que influenciam o desenvolvimento da LO edevido a sermos pequenos. Isto é, se tivermos apenas um dado, por exemplo, é normal ter variações muito bruscas em seus resultados entre uma jogada e outra. Mas, se temos 100 dados, o resultado mais provável seráque se mantenha sempre ao redor, em média, de 3,5. Isso se explica dizendo que quando um falha, o outro poderá ajudar. Isso também tem a ver com o fato de que, devido ao nosso desenvolvimento ainda ser pequeno,as pessoas tem um interesse mediano, em relação ao interesse que poderiam ter para se dedicar, assim, sãomuito suscetíveis a variações.Mas, se olharmos a longo prazo, como fizemos acima, temos um significativo desenvolvimento. O maiscurioso é que, apesar de algumas pessoas terem se afastado, acabou entrando mais do que saíram. Só que, sefôssemos analisar os dados de uma forma isolada em curto espaço de tempo, teríamos a seguinte interpretação:mal entrou novas pessoas, e essas já saíram. Isso foi ainda mais trágico no II Período, em que parecia que ascoisas só tenderiam a piorar. Foi, de fato, o período mais deprê da minha vida. Sinceramente, não foram poucasas vezes que passaram pela minha cabeça a ideia de desistir ou de mudar de escola...Eu estava como alguém que a recém tinha descoberto a Segunda Lei de Newton e se via de baixo deuma gota de chuva. Fazendo os cálculos, supunha que a gota de chuva ia acelerar a uma aceleração constante de9,8 m/s². Pensando dessa forma, a gota logo, logo atingiria velocidades fatais e certamente me mataria quandoencostasse minha cabeça. O fato foi que a gota veio se aproximando e quando tocou em minha cabeça nadaaconteceu... Então, eu vi que estava fazendo tempestade em copo da água, e tinha que levar em conta maiscoisas para ter uma análise mais correta. Entre elas, me faltava analisar o atrito do ar. Na verdade, o principal conceito que eu estava avaliando de forma equivocada, metáforas a parte, era omodo que deveria ser construída a organização. A minha ideia de construção de organização era do tipo dereprodução bacteriana: eu deveria conseguir formar uma pessoa capaz e interessada para que ela pudesse meajudar a formar novas pessoas capazes e interessadas e assim ter um crescimento exponencial: 1, 2, 4, 8, 16, 32,64... Mas, isso não funcionou por causa da relação de egoismo e desinteresse que está muito enraizado nas pessoas. Dessa forma, até poderia ser possível que a organização fosse crescendo, mas demoraria muito mais e provavelmente eu mesmo seria afetado por uma descrença.Então, o pensamento teve que mudar. Foi necessário primeiro agregar mais pessoas, para que aorganização se tornasse mais estável e quando um não pudesse, outro pudesse ajudar. Além disso, com apenasuma pessoa participando, essa pessoa começa a se sentir essencial (e de fato é, porque todas as fixas estãosendo apostadas nela) e isso somado ao seu egoismo, faz começar a não querer fazer nada. Aí também entra aquestão de querer chamar a atenção.Então, por mais que o desenvolvimento da LO é configurado a curto prazo com altos e baixos, a longo prazo a LO está em grande crescimento. Crescimento aqui não significa apenas juntar mais pessoas, mastambém o desenvolvimento da capacidade e do interesse de cada uma. E isto tem acontecido, inclusive comigo.
Comparação do Planejamento de 2011/1 com o que de fato foi feito.
1§ 
O ano de 2010 foi muito importante para a LO. Além de ser o ano em que se concretizou sua fundação, foium ano – volto a repetir – de muita persistência, de uma gigantesca tentativa de descobrir um boa forma paraa LO realizar suas atividades. De começo, era de minha concepção que a LO, de imediato, deveria ser um
 
 grupo de pessoas dedicadas e capacitadas para exercer todas atividades necessárias para a RevoluçãoSocialista. Mas, eu estava errado. Tinha colocado a carroça na frente dos bois. O fato era que eu tinha a recém saído de uma organização que tinha como grande problema a não-realização das atividades. Muitoacomodada. Então, a LO tinha como objetivo ser totalmente contrária a isso: organizada. Mas, quando eucomecei a apresentar essa ideia ao pessoal que estava participando (Ana, Rodrigo e Jéssica), apesar de eles ficarem empolgados no início, logo começaram a contestar a ideia. Eles estavam certos.
2§ 
Para poder-se entender o meu erro, devemos mergulhar a fundo na Teoria da Informação. A Teoria da Informação nos diz que para resolvermos um problema, temos que primeiro ter um registro (o problema em si e suas circunstâncias), uma técnica (o entendimento do problema) e um planejamento (a solução do problema). Eu tinha uma boa noção quanto ao registro e a técnica (pois já vinha de uma outra organização) e para mim o planejamento era muito claro e necessário. Porém, para o pessoal que estava começando era algo totalmentedistante, não só por ser algo realmente novo em todos os aspectos, mas por não terem uma boa consolidaçãodo registro e da técnica. Porém, apesar de eu já ter formulado a Teoria da Informação nessa época, o grupo dedebates da LO não foi exatamente uma criação consciente justificada pela razão (e que, por isso, demoraramtanto para serem resolvidas por tentativa e erro). Foi algo espontâneo, foi para onde as coisas tenderam.
3§ 
Nesse sentido, o grupo de debates da LO contribuiu com três coisas importanssimas para odesenvolvimento da LO como um todo:
a)
ajudou a desenvolver e a consolidar um registro e uma técnica, não só entre os demais membros, mas quanto a mim que aprendi várias coisas interessantes e algumas vezes tiveque admitir que estava errado em alguns aspectos – o que não tem nada de ruim, muito pelo contrário isso sódemonstra quão proveitoso foi para mim pois eu deixei de ter uma ideia errada para ter uma ideia maiscorreta, isto é, eu aprendi. Mas, sou consciente da contribuição que também tive ao grupo e que em momentosde debates também pude enriquecer muito a discussão;
b)
ajudou a fazer o pessoal amadurecer e refletir (graças ao Tempo que foi grande agente nesse período); e
c)
deu condições de novas pessoas virem participar dos debates contribuindo para o grupo para o seu aumento de participantes. Hoje, temos um pensamento por mais que diversificado, mas também mais sincronizados, mais harmônico.
4§ 
Nesse sentido, o grupo de debates foi de muita utilidade. Mas, com certeza, será de maior utilidade cadavez mais.
5§ 
Porém, não podemos nos esquecer que, por mais que o grupo de debates foi criado espontaneamente, agoratemos consciência da sua importância: colocar e entender o problema. Se estamos falando de um problema é  porque também estamos falando de uma solução; uma ação ou prática que resolverá o problema. E que solução é essa? Poderia continuar dizendo a Revolução Socialista, mas durante o próprio período da criançãodo grupo de debates nem eu mais usava este objetivo para definir a LO. Eu dizia o seguinte: que era um grupoque pretendia realizar debates sobre os mais diversos assuntos, tendo em vista os problema que toda a sociedade enfrenta hoje em dia. Porém, acho que a LO está em uma nova fase que não é avançada o suficiente para poder resolver o problema por completo, mas também não está tão simples a ponto de continuarmos como mesmo objetivo. Isso porque a maioria dos membros, pelo menos, concorda que existem vários problemas na sociedade (e, portanto, que existe uma necessidade de sua solução). E um desses problemas é que a própria sociedade se vê rara em debater-los, muito pelo contrário, os meios de comunicação, a literatura e a escolatentam ignorar-los, afinal, poderiam ir bem mais afundo nesse debate.
6§ 
E como há vários membros que vêem a necessidade de, principalmente, mais pessoas terem consciênciadesses problemas e de as pessoas consciente terem como desenvolver mais ainda sua consciência, eu proponhoa criação de grupos de trabalho, que continuarão junto com o grupo de debates.
7§ 
Os grupos de trabalho serão de adesão voluntária e desenvolverão de forma organizada algumas tarefasque eu fiz ou tentei fazer sozinho, como por exemplo o jornalzinho da LO. O objetivo dos grupos de trabalho,então, será o de desenvolver as várias atividades que já eram desenvolvidas na LO mas agora em grupo. Porém, quero deixar claro que os grupos de trabalho exigiram, por sua natureza, uma dedicação maior que os grupos de debate. Além disso, deverá participar dos grupos de debates e também do grupo de trabalho. E,apesar de ser voluntária sua adesão, isso não significa que será apenas voluntário o cumprimento das tarefas,isto é, quem aderir ao grupo de trabalho deverá ter a responsabilidade de ajudar a cumprir as suasresponsabilidades. Por outro lado, não quero que as pessoas deixem de participar dele por achar que haverámuito trabalho. Haverão atividades, mas nada que venha atrapalhar ninguém, pois não seria interessante

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