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A mediação com princípio educacional

A mediação com princípio educacional

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
EDUCAÇÃO
A mediação como princípio educacional
 
|21.9.2004
 
Ana Maria Martins de Souza (*) “Na área educacional, nos últimos tempos, algumas expressões têm sido freqüentemente usadas: ‘aprender a pensar’, ‘aprender a aprender’, ‘formar para competências’ e ‘inclusão’”. Com esse parágrafo, inicia-se esse livro, cujo objetivo primeiro é trabalhar o conceito de “mediação”, outra palavra muito usada atualmente (tão estereotipada, quanto as que estão noparágrafo que iniciou este texto). O livro coloca em evidência as bases teóricas das abordagens do Professor Reuven Feuerstein,psicólogo romeno, radicado em Israel desde os 17 anos de idade. Feuerstein desenvolveu umprograma conhecido como PEI – Programa de Enriquecimento Instrumental, que se propõedesenvolver nas pessoas (de qualquer idade e nível sócio-econômico) o pensar organizado quefavorece a aquisição de competências cognitivas do pensar, conhecer, fazer, saber ser e estar nomundo. Um dos capítulos do livro descreve esse programa. Essas competências são desenvolvidas, na teoria de Feuerstein, por meio da mediação dosprocessos de aprendizagem. A diferença com relação a outras abordagens é que, em Feuerstein, apresença do mediador humano é imprescindível nas relações educacionais, quaisquer que elassejam.O mediador é um agente de mudanças. O professor-mediador é o agente que possibilita aoeducando um olhar renovado diante do conhecimento – neste sentido, o educando que se percebetendo esse olhar, torna-se, ele também, agente criador de outros conhecimentos. Essa relação é dereciprocidade. Ambos, educador e educando, constroem significados para seu cotidiano que farãoparte de sua história, de seu aprendizado, da construção de suas relações.Essa relação entre educador e educando também é encontrada em outros processos deaprendizagem, não se restringindo a situações comuns de sala de aula. Feuerstein amplia a atuaçãodo mediador em sua teoria. Para ele há algumas categorias que não prescindem das relações demediação, como ele a concebe: pai/mãe e filho(a); chefe/gerente e funcionários; tutor e tutoriado;pessoa adulta e alguém sob sua responsabilidade. Enfim, qualquer relação humana comporta amediação. Em Feuerstein, a mediação é intencional, organizada, tendo como princípio o respeito aooutro, à sua individualidade, ao ser diferente em que ele se constitui. Colocar-se no lugar desse “outro”, entendendo o seu espaço e o seu tempo de aprendizagem, não é tarefa fácil. O livro contém sete capítulos, quatro deles explicitando as bases da teoria de Feuerstein. Os outroscapítulos focalizam Piaget e Vygotsky - autores nos quais Feuerstein buscou os principais conceitosde sua teoria, desenvolvendo-os e renovando-os em sua abordagem – e também Paulo Freire, cujaperspectiva humanista é a mesma que se percebe em Reuven Feuerstein.O livro “A mediação como princípio educacional – bases teóricas de Reuven Feuerstein” é leiturapara todos: pais, mães, educadores, gestores, profissionais liberais, estudantes, professores de
Página 1 de 2A mediação como princípio educacional - Prattein01/09/2006http://www.prattein.com.br/prattein/imprimir.asp?id=88&foto=0

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