(a) EDI\u00c7\u00d5ES ALEM\u00c3S:
1901 Monatsschr. Psychiat. Neurolog. 10 (1) [Julho], 1-32, e (2) [Agosto], 95-143.
1904 Em forma de livro, Berlim: Karger. 92 p\u00e1gs. (Reimpress\u00e3o revista.)
1907 2\u00aa ed. (Ampliada.) Mesmos editores. 132 p\u00e1gs.
p\u00e1gs.
1922 8\u00aa ed. Mesmos editores. (Reimpress\u00e3o da anterior.)
1923 9\u00aa ed. Mesmos editores. (Reimpress\u00e3o da anterior.)
1924 10\u00aa. ed. (Ampliada.) Mesmos editores. 310 p\u00e1gs.
P\u00e1gs. 35-178. (Mesmo trad.)
1949 Londres: Ernest Benn. vii + 239 p\u00e1gs. (Mesmo trad.)
1958 Londres: Collins. viii + 180 p\u00e1gs. (Mesmo trad.)
Das outras obras de Freud, apenas uma, as Confer\u00eancias Introdut\u00f3rias (1916-17), rivaliza com esta em termos da grande quantidade de edi\u00e7\u00f5es que teve em alem\u00e3o e do n\u00famero de l\u00ednguas estrangeiras para as quais foi traduzida. Em quase cada uma das numerosas edi\u00e7\u00f5es incluiu-se novo material no livro e, nesse aspecto, poder-se-ia pensar em semelhan\u00e7a comA
constantes acr\u00e9scimos durante toda sua vida. Na verdade, contudo, os casos n\u00e3o se assemelham. Nesses dois outros livros, o material novo, em sua maior parte, consistiu em amplia\u00e7\u00f5es importantes ou em corre\u00e7\u00f5es dos dados cl\u00ednicos e das conclus\u00f5es te\u00f3ricas. Em
j\u00e1 estava presente nas primeiras edi\u00e7\u00f5es; a grande massa dos acr\u00e9scimos posteriores consistiu meramente em exemplos e ilustra\u00e7\u00f5es adicionais (parcialmente fornecidos pelo pr\u00f3prio Freud, mas sobretudo por seus amigos e disc\u00edpulos), destinados a esclarecer melhor o que ele j\u00e1 havia examinado. Sem d\u00favida, a Freud compraziam particularmente tanto as pr\u00f3prias anedotas quanto a fato de ele receber uma confirma\u00e7\u00e3o t\u00e3o ampla de seus pontos de vista. Mas o leitor n\u00e3o consegue deixar de sentir, vez por outra, que a profus\u00e3o de novos exemplos interrompe e at\u00e9 confunde o fio central da argumenta\u00e7\u00e3o subjacente. (Ver, por exemplo, em [1]-[2] e [3])
Aqui, como no caso dos livros de Freud sobre os sonhos e os chistes, por\u00e9m talvez em maior escala, o tradutor tem de enfrentar o fato de que uma grande parcela do material com que ir\u00e1 lidar depende de jogos de palavras totalmente intraduz\u00edveis. Na vers\u00e3o anterior, Brill deu ao problema uma solu\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica; omitiu todos os exemplos que continham termos imposs\u00edveis de traduzir para o ingl\u00eas e inseriu diversos exemplos pr\u00f3prios que ilustravam pontos semelhantes aos omitidos. Esse foi, sem d\u00favida, um procedimento inteiramente justific\u00e1vel naquelas