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300 Idéias para Programar Computadores

300 Idéias para Programar Computadores

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Published by André Simões
Material elaborado por Virgílio Vasconcelos Vilela cujo conteúdo consiste essencialmente de especificações de programas, não voltadas para nenhuma linguagem de programação em particular. Sua maior finalidade é fornecer idéias para que programadores ávidos possam programar, programar e programar, e assim se tornar cada vez melhores. Uma restrição é que a implementação de algumas das especificações será mais apropriada estando a tela em modo texto, o que não impede que muitas delas possam fornecer inspiração para programas em interface gráfica.
Material elaborado por Virgílio Vasconcelos Vilela cujo conteúdo consiste essencialmente de especificações de programas, não voltadas para nenhuma linguagem de programação em particular. Sua maior finalidade é fornecer idéias para que programadores ávidos possam programar, programar e programar, e assim se tornar cada vez melhores. Uma restrição é que a implementação de algumas das especificações será mais apropriada estando a tela em modo texto, o que não impede que muitas delas possam fornecer inspiração para programas em interface gráfica.

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300
ID
É
IASPARAPROGRAMARCOMPUTADORES
Na minha viv
ê
ncia profissional, como programador, analista de sistemas e professor, tenho vistoprogramadores de v
á
rios tipos. Alguns s
ã
o mais criativos, outros menos, e tamb
é
m h
á
os que parecem eternosiniciantes. Alguns t
ê
m s
ó
lida forma
çã
o em algoritmos e t
é
cnicas de programa
çã
o; outros n
ã
o a tem mas se viramquando precisam. H
á
programadores que praticamente se "viciam" em comandar computadores, e extraem grandeprazer dessa atividade, e h
á
outros que o fazem por fazer, simplesmente, talvez pelo sal
á
rio.Os programadores realmente bons, que unem forma
çã
o t
é
cnica, criatividade, curiosidade e prazer parecemser relativamente poucos. Naqueles que conheci pude perceber padr
õ
es: eles t
ê
m acesso a um computador, em casaou em outro lugar; t
ê
m uma grande disposi
çã
o de buscar solu
çõ
es por si mesmos e, acima de tudo, eles programammuito. N
ã
o dependem de algu
é
m mand
á
-los programar, tendo ou n
ã
o suas pr
ó
prias id
é
ias. Para resumir, elessimplesmente
praticam
muito, e este
é
o fator maior que, na minha opini
ã
o, os torna melhores que os outros.Por isto foi elaborado este material, cujo conte
ú
do consiste essencialmente de especifica
çõ
es deprogramas, n
ã
o voltadas para nenhuma linguagem de programa
çã
o em particular. Sua maior finalidade
é
fornecerid
é
ias para que programadores
á
vidos possam programar, programar e programar, e assim se tornar cada vezmelhores. Uma restri
çã
o
é
que a implementa
çã
o de algumas das especifica
çõ
es ser
á
mais apropriada estando a telaem modo texto, o que n
ã
o impede que muitas delas possam fornecer inspira
çã
o para programas em interfacegr
á
fica.A maioria das especifica
çõ
es propostas s
ã
o voltadas para iniciantes em uma linguagem de programa
çã
o, eestruturadas na forma que considero mais did
á
tica: no in
í
cio apenas comandos de sa
í
da e instru
çõ
es matem
á
ticassimples, de forma a n
ã
o sobrecarregar o estudante que, nesse momento, ainda est
á
normalmente assimilando umas
é
rie de novas informa
çõ
es sobre processadores, instru
çõ
es, seq
üê
ncia, controle e o pr
ó
prio compilador. Oscap
í
tulos seguintes gradativamente incorporam
à
s especifica
çõ
es novos t
ó
picos: vari
á
veis, tipos de dado e entrada,decis
ã
o, repeti
çã
o e outras.Os primeiros cinco cap
í
tulos est
ã
o organizados em t
ó
picos, e estes focalizados em estruturas deprograma
çã
o. Os exerc
í
cios, embora variados, n
ã
o s
ã
o todos diferentes: alguns combinam dois ou mais exerc
í
ciosde cap
í
tulos anteriores, resultando em um mais complexo e no qual o estudante pode aplicar a experi
ê
nciaadquirida.O
ú
ltimo cap
í
tulo sugere id
é
ias para programas, existentes ou n
ã
o, que podem ser implementadas porprogramadores que j
á
tenham amadurecido os recursos b
á
sicos de uma linguagem de programa
çã
o, podendotamb
é
m ser usadas para trabalhos pr
á
ticos de iniciativa pessoal ou determinados pelo professor. Em alguns casos,
é
dado algum direcionamento inicial para a implementa
çã
o; em outros, o desafio
é
todo do programador!Este
é
um material para ser usado como um complemento, n
ã
o servindo por si s
ó
para suportar um curso.Dependendo da proposta did
á
tica do professor que o adote, ser
á
necess
á
rio adequar a seq
üê
ncia em que asespecifica
çõ
es ser
ã
o propostas aos estudantes.Obviamente n
ã
o h
á
qualquer limite para a evolu
çã
o deste trabalho; por isto, cr
í
ticas, sugest
õ
es e eventuaiscorre
çõ
es ser
ã
o sempre muito bem vindas.Virg
í
lio Vasconcelos Vilelavirgilio@tba.com.brBras
í
lia, Fevereiro/1999.
 
SUM
Á
RIO
1. B
Á
SICOS ________________________________________________________________________ 1
1.1. SA
Í
DA SIMPLES_______________________________________________________________________ 11.2. MATEM
Á
TICA ________________________________________________________________________ 41.3. CONTROLE DE TELA __________________________________________________________________ 61.4. SONS ________________________________________________________________________________ 6
2. VARI
Á
VEIS E ENTRADA DE DADOS _______________________________________________ 9
2.1. SA
Í
DA SIMPLES_______________________________________________________________________ 92.2. MATEM
Á
TICA ________________________________________________________________________ 92.3. CARACTERES E CADEIAS_____________________________________________________________ 122.4. CONTROLE DE TELA _________________________________________________________________ 122.5. SONS _______________________________________________________________________________ 13
3. ALTERNATIVAS E DECIS
Ã
O _____________________________________________________ 15
3.1. SA
Í
DA SIMPLES______________________________________________________________________ 153.2. MATEM
Á
TICA _______________________________________________________________________ 153.3. CARACTERES E CADEIAS_____________________________________________________________ 173.4. CONTROLE DE TELA _________________________________________________________________ 173.5. SONS _______________________________________________________________________________ 173.6. VARIADOS __________________________________________________________________________ 18
4. REPETI
ÇÃ
O ____________________________________________________________________ 21
4.1. SA
Í
DA SIMPLES______________________________________________________________________ 214.2. MATEM
Á
TICA _______________________________________________________________________ 224.3. CARACTERES E CADEIAS_____________________________________________________________ 244.4. CONTROLE DE TELA _________________________________________________________________ 254.5. SONS _______________________________________________________________________________ 264.6. REGISTROS E VETORES ______________________________________________________________ 264.7. ARQUIVOS __________________________________________________________________________ 284.8. VARIADOS __________________________________________________________________________ 29
5. CRIA
ÇÃ
O DE INSTRU
ÇÕ
ES ______________________________________________________ 31
5.1. MATEM
Á
TICA _______________________________________________________________________ 315.2. CARACTERES E CADEIAS_____________________________________________________________ 325.3. CONTROLE DE TELA _________________________________________________________________ 345.4. SONS _______________________________________________________________________________ 345.5. REGISTROS E VETORES ______________________________________________________________ 355.6. ARQUIVOS __________________________________________________________________________ 355.7. VARIADOS __________________________________________________________________________ 36
6. ID
É
IAS E MAIS ID
É
IAS __________________________________________________________ 39
6.1. ENTRETENIMENTO __________________________________________________________________ 396.2. DOM
É
STICOS________________________________________________________________________ 406.3. EDUCATIVOS________________________________________________________________________ 416.4. VARIADOS __________________________________________________________________________ 416.5. DESAFIOS ___________________________________________________________________________ 42
 
1
1.B
Á
SICOS
Quando come
ç
amos, h
á
muita informa
çã
o nova a ser assimilada. Por isso, conv
é
m iniciar pelomais simples. Para implementar os programas especificados neste cap
í
tulo, basta conhecer a estruturade um programa e algumas poucas instru
çõ
es (veja o ap
ê
ndice A). N
ã
o s
ã
o necess
á
rias aindainstru
çõ
es para tomar decis
õ
es ou controlar repeti
çõ
es. Isto lhe d
á
tempo para assimilar as(possivelmente) novas ferramentas, como editor, compilador e outras.
1.1.
SA
Í
DASIMPLES
1.1.1
Frase na tela
- Implemente um programa que escreve na tela a frase "O primeiro programa agente nunca esquece!".
1.1.2
Etiqueta
- Elabore um programa que, ap
ó
s limpar a tela, escreve seu nome completo naprimeira linha, seu endere
ç
o na segunda, e o CEP e telefone na terceira.
1.1.3
Frases assassinas -
Fa
ç
a um programa que mostre na tela algumas frases assassinas, que s
ã
oaquelas que fazem com muitas id
é
ias sejam perdidas antes que amadure
ç
am ou seja aprofundadas.Eis alguns exemplos (bole tamb
é
m os seus):"Isto n
ã
o vai dar certo""Voc
ê
nunca vai conseguir""Voc
ê
vai se estrepar""N
ã
o vai dar em nada""Est
á
tudo errado!"
1.1.4
Mensagem
- Escreva uma mensagem para uma pessoa de que goste. Implemente um programaque imprima essa mensagem, e envie-a.
1.1.5
Ao mestre
- Escreva um bilhete ao seu professor, informando seus objetivos nesta disciplina e oque espera dela e do professor. Implemente um programa que mostra seu bilhete na tela.
1.1.6
Quadrado
- Escrever um programa que mostre a seguinte figura no alto da tela:
XXXXXX XX XX XXXXXX

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