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ATIVIDADES - VARIAÇÃO LINGUÍSTICA

ATIVIDADES - VARIAÇÃO LINGUÍSTICA

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atividades variação linguística
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 INSTITUTO EDUCACIONAL PORTAL DO SABER 
DOCENTE
: SUZANA OLIVEIRA MARTINS
DATA
: ___/05/11
DISCENTE:
______________________________________________TURMA: 2º ano
ATIVIDADES ± VARIAÇÃO LINGUÍSTICA
01. O personagem Chico Bento pode ser considerado um típico habitante da zona rural, comumentechamado de ³roceiro´ ou ³caipira´. Considerando a sua fala, essa tipicidade é confirmada primordialmente pela
a)
transcrição da fala característica de áreas rurais.
b)
redução do nome ³José´ para ³Zé´, comum nas comunidades rurais.
c)
emprego de elementos que caracterizam sua linguagem como coloquial.
d)
escolha de palavras ligadas ao meio rural, incomuns nos meios urbanos.
e)
utilização da palavra ³coisa´, pouco frequente nas zonas mais urbanizadas.02. O viajante chegou numa cidade e perguntou o que tinha pra se fazer ali, pra móde distrair um pouquinho. Logo lhe disseram que havia lá no arrabalde da cidade uma rinha de galo. Lugar ondecolocam os coitados para brigar. Almanaque Brasil de Cultura Popular, n.º 84, mar/2006.A expressão empregada pelo autor para registrar uma fala tipicamente caipira éa) ³pra móde distrair´. b) ³arrebalde da cidade´.c) ³µrinha de galo´.d) ³distrair um pouquinho´.e) ³logo lhe disseram´.
03.FOI SONHO
 (Mário de Andrade ± 
 Melhores Contos
)- Antão, Frorinda, que é isso! Você tá loca...Será que você qué abandoná seu negro prucauso de outra muié? ... Inda que eu fosse um dessesmiserave que dêxum fartá inté pão em casa, mais eu, Frorinda! Que nunca te dexei sem surtimento!E inté trago tudo de sobra pá gente pudê sê filiz...Quando que na casa da sua mãi ocê usô argola nasorêia, feito deusa? Sô eu, que quero ocê bunita sempe, bunita pr¶eu querê bem, e não bunita pâ gozá
 
... Quando Romero comprô aquela brusa de seda pra muié dele, num comprei logo um vistido intêro pr¶ocê? Dexa disso Frorinda, eu exprico tudo! Num vamo agora se disgraça pr¶uma coisinha denada!...Eu onte caí na farra, tanta gente mascarado divirtino, você tava tão longe pr¶eu í buscá ... Depoisminha mulé num é pra farra não! Eu quis mulé foi pá tá im casa mi sirvindo cum duçura, intrei na premera venda e bibi. Antão me deu uma corage de sê o que num tenho sido, você bem que numtenho sido, mais quis caí na farra uma veiz. Inté tava bem triste pruque de repente me alembrei quedê-certo o Romero tava im casa cum a famia, im veiz de andá sozinho cumo eu tava feito sordadona vida... Porém já tinha bibido outra veiz, fiquei contente, pois num tenho que dá satisfaçãoninhuma pr¶u Romero, eu sô eu! Fui dexá as ferramenta na premera venda que eu sô cunhicido lá,tava todo sujo do trabaio, mai justifiquei que pra cai na farra num caricia de mi trocá. Farra évergonha, pra sujo de pensamento, sujo de corpo num faiz má. No texto acima, Mário de Andrade utilizou vários recursos lingüísticos para manifestar traços peculiares do personagem também pela ³forma´ da escrita. Dentre os recursos usados na elaboraçãodo texto estáa) uso da linguagem culta com alguns trechos que demonstram ousadia, principalmente no que dizrespeito à construção sintática. b) uso tanto da linguagem culta quanto da linguagem coloquial, para demarcar, com clareza, personagem e narrador.c) uso de uma linguagem coloquial caracterizada pela reprodução, na escrita, da pronúncia das palavras.d) uso de frases carregadas de melodia e sonoridade para enfatizar o pedido de desculpas feito pelo personagem.e) uso de linguagem regionalista, mostrando fidelidade ao vocabulário do sertanejo.04.Vivo do currá pro mato,Sou correto e munto izato,Por farta de zelo e trato Nunca um bezerro morreu.Se arguém me vê trabaiando,A bezerrama curando,Dá pra ficá maginandoQue o dono do gado é eu.Internet: <www.tanto.com.br/ patativa±clássicos.htm>Os versos acima são de Patativa do Assaré, poeta popular cearense. Sua linguagema) necessita de correções para ter valor. b) é incorreta porque imita a fala do vaqueiro.c) representa adequadamente a fala dos vaqueirosd) é inadequada para poemas populares.e) representa a fala de um estrangeiro.05. Leia:³Muitas vezes, cidadãos são marginalizados por não saberem empregar a norma culta na hora defalar ou de escrever. Esse comportamento é chamado de preconceito lingüístico. A língua é viva esofre modificações de acordo com o contexto. É um engano pensar que haja certos ou erradosabsolutos. Há razões históricas para que comunidades inteiras se expressem de uma forma e não deoutra. Exigir que todos empreguem a mesma linguagem é um desrespeito às diferenças.´ (Sarmento,Leila Lavar. Oficina de Redação. São Paulo: Moderna, 2003 vol. 3, 7ª série, pág. 131.)Seguindo as idéias do texto, podemos concluir quea) a língua é morta e não sofre modificações.
 
 b) a variação lingüística no nosso país é respeitada.c) a linguagem culta é a única língua falada no Brasil.d) muitos cidadãos são marginalizados por não saberem a norma culta.e) a linguagem coloquial não é importante para o Brasil.06. Na charge apresentada, o autor utilizou recursos lingüísticos para representar mosquitos delugares diferentes. Sobre isso, é coerente dizer quea) a intenção de mostrar a diferença lingüística ridiculariza os erros gramaticais praticados. b) os deslizes ortográficos, ressaltados com aspas, tentam reproduzir, na escrita, a pronúncia das palavras.c) um mosquito é argentino, o outro, português.d) o uso equivocado de algumas palavras não interfere na interpretação da charge.e) a utilização de palavras específicas de cada região não contribui para a identificação da origem decada mosquito.07. Leia:Depoimento do Zé da Ilha³± Seu doutor, o patuá é o seguinte: depois de um gelo da coitadinha, resolvi esquiar e caçar outracabrocha que preparasse a marmita e mandasse o meu linho no sabão.´ Correio da Manhã - Rio deJaneiro.O texto acima retrata a fala de uma pessoa, na década de 60, que utilizava muitas gírias em seulinguajar. Ao ler o texto, supõe-se que a pessoa pertence a um grupo dea) malandros. b) executivos.c) donas de casa.d) professores.e) médicos.
08. Antigamente
 
 Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completam primaveras, em geral dezoito.
 Carlos Drummond de Andrade.As expressões
mademoiselles, mimosas, prendadas constituem um recurso usado pelo autor 
 paraexplorar a mudança da língua no seu aspectoa) espacial. b) histórico.c) profissional.d) individual.e) fonético.

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GuilhermeVirgilio added this note
gabarito manda ai: gui-virgilio@hotmail.com
Suelen Najara de Mello added this note
Olá, tem como publicar o gabarito?
Juliete Vaz added this note
alguem conseguiu o gabarito? por favor publiquem!!!
Carlos Eduardo Lopes added this note
Publique o Gabarito por favor.!
Aline Santana added this note
Gostaria que mandassem, o gabarito da avaliação sobre, funções da linguagem e de todos que baixei.
Cleusa Souza Jorge added this note
gostaria de receber o gabarito.
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