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Economist

Economist

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Prof. Artur Araujoartur.araujo@puc-campinas.edu.br - Página 1 de 2
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINASCENTRO DE LINGUAGEM E COMUNICAÇÃOFACULDADE DE JORNALISMO
 
De volta às cafeterias
1
 
The Economist.
 Back to the coffee house
. Londres : 09/07/2011, disponível em
09/07/2011
Há 300 anos,as notícias viajavam deboca em boca ou emcartas, e circulavamem tabernas ecafeterias na forma depanfletos, boletinsinformativos evolantes. "Ascafeterias são, emespecial, muitocômodas para umaconversação livre, epara a leitura, a umcusto módico, de todosos tipos de notíciasimpressas", notou umobservador. Tudomudou em 1833,quando surgiu o primeiro jornal público de massa, o
 New York Sun
, pioneiro no uso da publicidade para reduzir o custodas notícias, dando assim os anunciantes o acesso a um público mais vasto. Na época do lançamento deste
bestseller 
,este jornal vendia apenas 4.500 exemplares diários. Mas o
Sun
, com sua impressora a vapor, logo chegou a 15.000.
Aimprensa popular, seguida pelo rádio e pela televisão, fez com que o noticiário se transformasse de uma conversade duas vias para um processo de transmissão em mão única, com um número relativamente pequeno decompanhias que controlavam a mídia.
 Agora, como o nosso
relatório especial
sinaliza,
a indústria de notícias está voltando a ser algo maispróximo das cafeterias
. A internet está fazendo a notícia ser mais participativa, social, diversa e partidária, revivendo o
ethos
da era anterior à mídia de massa, o que causará efeitos profundos na sociedade e na política.
Novas Califórnias
Em grande parte do mundo, os meios de comunicação estão florescendo. A circulação de jornais aumentou,globalmente, 6% entre 2005 e 2009, ajudada pela demanda particularmente forte em lugares como a Índia, onde 110milhões de exemplares são vendidos diariamente. Mas esses números globais mascaram um declínio acentuado nonúmero de leitores em países ricos.Durante a última década, em todo o mundo ocidental, as pessoas foram deixando de ler jornais e de assistirnoticiários de TV, passando a acompanhar os eventos de forma profundamente diferente. De modo mais notável,
aspessoas comuns estão cada vez mais envolvidas na compilação, no compartilhamento, na discussão e nadistribuição de notícias
. O
Twitter 
permite que as pessoas, em qualquer lugar, relatem o que estão vendo. Documentossecretos são publicados aos milhares online. Filmes de celular sobre as revoltas árabes e os tornados norte-americanossão postados em redes sociais e mostrados nos noticiários de televisão. Um vídeo amador feito durante o terremoto japonês foi visto 15 milhões de vezes no YouTube.
Projetos de "Crowdsourcing" reúnem leitores e jornalistas parafiltrar pilhas de documentos: dos pedidos de indenização dos políticos britânicos até os e-mails de Sarah Palin.Sites de redes sociais ajudam as pessoas a encontrar, discutir e partilhar notícias com seus amigos
.E não são só os leitores que estão desafiando a elite da mídia. Empresas de tecnologia, incluindo Google,
Facebook 
e
Twitter 
se tornaram importantes (alguns dizem
muito importantes
) canais de notícias.
Celebridades elíderes mundiais, incluindo Barack Obama e Hugo Chávez, usam redes sociais
. Muitos países agora disponibilizam
dados brutos
por meio de iniciativas de transparência, de
governo aberto
. A internet permite que as pessoas leiam jornais ou assistam canais de televisão de todo mundo: o
The Guardian
, jornal britânico, agora tem mais leitores on-lineno exterior do que em casa. A
web
permitiu, a novos provedores de notícias
 – 
de blogueiros individuais até sites como o
 Huffington Post 
 – 
, a ascensão para a proeminência em um espaço muito curto de tempo. E tem possibilitado abordagens
1
Tradução do professor Artur Araujo

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Traduzi este artigo da Economist.
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