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Manejo Clínico e Vigi.Epid da Influenza

Manejo Clínico e Vigi.Epid da Influenza

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Published by Carla Rangel
PROTOCOLO DE MANEJO CLÍNICO E VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA INFLUENZA - Ministério da Saúde
Secretaria de Vigilância em Saúde - Versão III - Agosto 2009.
PROTOCOLO DE MANEJO CLÍNICO E VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA INFLUENZA - Ministério da Saúde
Secretaria de Vigilância em Saúde - Versão III - Agosto 2009.

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Ministério da SaúdeSecretaria de Vigilância em SaúdeGabinete Permanente de Emergências de Saúde Pública
Emergência de Saúde Pública de Importância InternacionalESPII
PROTOCOLO DE MANEJO CLÍNICO E VIGILÂNCIAEPIDEMIOLÓGICA DA INFLUENZA
O Ministério da Saúde reforça a recomendação sobre a necessidade das autoridades desaúde e todo o corpo clínico e de apoio manterem o sigilo da identidade dos casos.Esta medida visa evitar estigma social aos pacientes e resguardar o direito dainviolabilidade de sua privacidade. O não cumprimento dessa medida sujeita o infrator aações administrativas e penais.
VERSÃO III
- Brasília, 5 de agosto de 2009 -
 
Página | 2
SUMÁRIOINTRODUÇÃO GERALMÓDULO 1MANEJO CLÍNICO, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE DOENÇARESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE1. OBJETIVOS2. DEFINIÇÃO DE CASO SUSPEITO DE DOENÇA RESPIRATÓRIA AGUDAGRAVE3. ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O MANEJO CLÍNICO
a) Informações geraisb) Fatores de Risco para complicações por Influenzac) Avaliação simplificada de gravidade em serviços de saúde de atençãoprimária e secundária
4. ASPECTOS LABORATORIAIS
a) Informações geraisb) Indicação de coleta de amostras no indivíduo doentec) Indicação para a coleta de amostras em situação de óbito
5. INDICAÇÕES PARA O USO DO OSELTAMIVIR
a) Para tratamentob) Quimioprofilaxiad) Informações adicionais
 
6. MEDIDAS DE PRECAUÇÃO E CONTROLE A SEREM ADOTADAS NAASSISTÊNCIA
a) Informações geraisb) Medidas preventivasc) Quem deve adotar as medidas de precauçãod) Equipamentos de Proteção Individual (EPI)e) Higienização das mãos
7. MEDIDAS A SEREM IMPLEMENTADAS NO ATENDIMENTOAMBULATORIAL E PRONTO ATENDIMENTO8. MEDIDAS A SEREM IMPLEMENTADAS NO TRANSPORTE DE PACIENTES
 
Página | 3
9. ORIENTAÇÕES PARA ISOLAMENTO NO AMBIENTE HOSPITALAR
a) Isolamento em quarto privativo dos casos de Doença Respiratória AgudaGraveb) Isolamento por Coortec) Outras orientações
10. PROCESSAMENTO DE PRODUTOS PARA SAÚDE
a) Informações geraisb) Limpeza e desinfecçãoc) Processamento de roupasd) Tratamento de resíduos
MÓDULO 2VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA INTEGRADA DA INFLUENZAINTRODUÇÃOI. VIGILÂNCIA DA DOENÇA RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE
a) Objetivob) Informações Geraisc) Definiçõesd) Busca ativa de contatos próximos de caso suspeito ou confirmado de doençarespiratória aguda gravee) Condutas em relação aos contatos próximos com sinais e sintomas
II. DETECÇÃO E INVESTIGAÇÃO DE SURTOS DE SÍNDROME GRIPALa. Informações Geraisb. Definições
a) Definições de caso suspeito de síndrome gripalb) Definição de surto de síndrome gripalc) Critérios para confirmação do surtod) Critérios para descarte do surto
c. Etapas da investigação epidemiológica
a) Caracterização clínico-epidemiológicab) Coleta e amostras clínicas para diagnóstico laboratorialc) Controle do surtod) Tratamento de casose) Medidas adicionaisf) Notificação e Análisef.1) Informações gerais

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