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20912473-Fanfic-Candie

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01/07/2013

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Promoção “E agora Sookie?”
 
To Have and Not To Hold
 
Minh'alma ardente é uma fogueira acesa,É um brasido enorme a crepitar!Ânsia de procurar sem encontrarA chama onde queimar uma incerteza!Tudo é vago e incompleto! E o que mais pesaÉ nada ser perfeito. É deslumbrarA noite tormentosa até cegar,E tudo ser em vão! Deus, que tristeza!...Aos meus irmãos na dor já disse tudoE não me compreenderam!... Vão e mudoFoi tudo o que entendi e o que pressinto...Mas se eu pudesse a mágoa que em mim choraContar, não a chorava como agora,Irmãos, não a sentia como a sinto!...
O meu impossível”, poema de Florbela Espanca
 
 
 
Estou parecendo uma idiota olhando para o espelho e imaginando o vestido branco,a igreja, o noivo, o sim, o beijo e a lua de mel. Bill consegue com apenas algumaspalavras me tirar totalmente do sério, alguns minutos atrás achei o pedido semsentido, agora com o anel no dedo mudei totalmente de opinião e estou sentindoque foi a coisa certa. Estou pronta para casar, cuidar de nossa casa, acordar todosos dias juntos, nossos filhos, nossos filhos, nossos... Filhos. Tem alguma coisaerrada nesse conto de fadas, eu beijei o sapo e ele não é um príncipe encantado,mas um vampiro que não está vivo, que bebe sangue e jamais poderia ter filhos oufazer piquenique debaixo de um sol escaldante. Não queria pensar mais naquelemomento, o anel ficou lindo, serviu perfeitamente e eu quero apenas ser aSra.Compton. Resolvi não perder mais tempo, escancarei a porta do banheiro e fuicorrendo até o homem da minha vida ou vampiro da minha vida. Mas nada poderiame preparar para o que eu vi, tentei respirar fundo, minhas mãos tremiamdescontroladamente, senti que iria desmaiar, não queria imaginar o que tinhaacontecido. Olhei para a porta aberta e para a cadeira caída no chão, a mesabagunçada, e o que teria acontecido? Onde está Bill? Ele não poderia ter melargado sem uma resposta definitiva, ele não faria isso, seria rude, seria sujo, seriatão Eric. Eric, balancei a cabeça em negativa, por que lembrei dele? Não faz sentido,estou com problemas maiores, correndo o risco de ter perdido o noivo antes de ocasamento acontecer, virar motivo de piada e ter apenas um anel como lembrança.Não é o momento para lembrar-se da existência de Eric, precisava de concentraçãopara entender o que estava acontecendo, olhei em volta, não havia nenhuma almaviva por perto, onde estariam os funcionários? Pensei começando a sentir odesespero crescer, não tinha sangue no chão, nem na parede e, isso poderiasignificar que mortes não haviam acontecido, respirei fundo e caminhei até umaporta lateral que deveria levar para a cozinha ou qualquer outro lugar que poderiahaver pessoas. Abri a porta lentamente esperando encontrar uma cozinha lotada ebarulhenta, mas não havia sinal de ninguém, tudo na mais perfeita ordem e semsinal de seres viventes, apenas eu... Sookie, a noiva abandonada. Isso soava tãopatético, eu havia dito não e sem dúvida ele foi embora para encontrar talvez umahumana menos estúpida do que eu. Balancei a cabeça, eu não iria ficar remoendo oacontecido, e sim tentaria pelo menos encontrar Bill, falar em voz alta minharesposta e tudo ficaria certo. Com esses pensamentos positivos sai pela portaescancarada do restaurante chique, apenas meu carro velho estava lá solitárionaquela noite. Abri a porta com força, sentei no banco não contendo o choro, estavasem Bill, sozinha e sem saber o que fazer. Após uma boa meia-hora de choros esoluços, recobrei os pensamentos positivos de antes, liguei o carro e parti a todavelocidade para a casa de Bill. Talvez ele ainda estivesse por lá ou Jessica saberia oque aconteceu, eu não poderia dar ao luxo de ter novas crises de choro, já tinhaacontecido tantas coisas na minha vida e não seria o sumiço de Bill que me deixariasem saber o que fazer.Dirigi como uma louca pela estradinha até a casa de Bill, eu só via pelo retrovisor apoeira levantando, nem sei como estacionei o carro, sei que quase bati com tudo na
 
 
varanda, sorte que sou uma boa motorista e pisei no freio antes do pior. Seria algoestranho contar para a polícia o sumiço de Bill e eu destruindo sua varanda, semdúvida me prenderiam pensando que ele havia me largado, e louca da vida tenteidestruir sua casa. A velha mansão estava com as luzes apagadas, reprimipensamentos sobre o tanto de alegria que tinha passado ali, não era o momento deagir como a pobre donzela apaixonada. Subi correndo a escadinha da frente, piseisem querer num buquê de flores que estava colocado na frente da porta, estragueias belas flores com meu pisão. Peguei o buquê procurando por alguma mensagem,não encontrei nada, também não estava preocupada de estar invadindo privacidadede alguém. Parecia coisa de admirador secreto e só podia ser para Jessica,mulheres não fazem isso, não deixam buquês na porta de seu amado. Claro quenão queria imaginar que tinha alguma mulher bancando a admirado secreta de Bill,era para Jessica e ponto final. Bati várias vezes com força na porta:- Bill, Bill, Bill, Jessica, tem alguém aí?
 –
continuei batendo e gritando pelo nomedeles, sem sucesso, a casa estava sozinha. E mais uma vez sem Bill, sentei nodegrau, olhei para aquele anel lindíssimo e comecei a retirá-lo com raiva, tristeza,uma mistura de sentimentos
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Oh, meu deus, era só o que faltava
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falei em vozalta. O maldito anel não queria sair, reparei que meu dedo estava inchado, meiovermelho, eu simplesmente não conseguia retirar o anel, não passava nem dametade e de lá também não saia. Já estava prendendo meu sangue e gemi de dor,levantei num pulo, agora andava em círculos puxando o anel com força, sendo queele nem se movia, continuava lá, um pouco abaixo da metade do dedo, o vermelhodo sangue havia se intensificado, balancei a mão gritando de dor. Vou até oMerlotte, demorei a pensar no bar de Sam, meu patrão calmo e compreensivo. Corripara o carro, dirigira novamente como uma louca, também não havia ninguém naestrada, era tarde e depois da turbulência de Maryann, as pessoas estavam meiocomedidas. Chegando perto do bar, notei luzes de ambulância, todo mundo paradoem frente ao bar, estacionei o carro perto da entrada dos funcionários, caminhandoem seguida na direção das pessoas. Arlene foi a primeira que me viu, nem preciseiabrir a boca para perguntar, ela já estava tagarelando:- Oh, Sookie, que bom que chegou. Tara vai precisar da sua ajuda, imagina, tambémcom o que aconteceu, eu estava lá dentro servido as mesas, sabe, Terry estava nacozinha, tudo estava normal, nem notei nada de diferente, até que um barulho detiro, nosso susto foi...nem te conto, pior que derrubei a bandeja, quebrei um montede copos, espero que o Sam não fique bravo quando voltar.Quando ela parou para recuperar o fôlego, perguntei:- Arlene, não entendi nada do que aconteceu e por que Tara precisa de minhaajuda?
 –
e antes que ela pudesse responder, senti o sangue fugir da minha facequando vi o motivo. Tara estava debruçada em cima do corpo de Eggs que jazia emcima de uma poça de sangue. Comecei a empurrar as pessoas para chegar atéTara, cai de joelhos ao seu lado, evitando olhar para a cabeça aberta de Eggs e os

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