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Laura Elias - Saga Reis Vermelhos 02 - Lua Negra

Laura Elias - Saga Reis Vermelhos 02 - Lua Negra

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10/28/2013

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LUA NEGRA – LAURA ELIASVOLUME 2 DA SAGA RED KINGSApós ter sido salva das garras da morte pelosangue de seu amado Bill Stone, a adolescenteMegan Grey se às voltas com o misteriosoavanço de criaturas monstruosas, que deixaram olido Ártico rumo à pequena cidade de RedLeaves com propósito desconhecido. Por algumarazão, a aproximação delas está criando o piorinverno de todos os tempos no Hemisfério Norte.Como se isso não bastasse, Megan emenfrentando transformações no próprio corpo,que ameaçam substituir sua natureza humana poroutra, animalesca e totalmente selvagem.Gigantes ancestrais, vampiros, rovdyrs, ódios esegredos milenares, temperados por uma paixãoque atravessou rios culos, unem-se nosegundo volume da saga
Red Kings
, lançando a jovem Megan em um abismo de sombras, em quesomente morrendo ela poderá sobreviver. Disponibilização: Marisa HelenaDigitalização: Marina CamposRevisão: MarleneFORMATAÇÃO: ROSEMegan Grey, uma garota de 17 anos, tem sua vida totalmente desconstruída pela chegada deSimon Blackwell, um misterioso jovem de olhos avermelhados. Simultaneamente, a famosa banda derock Red Kings of Paradise decide fazer um show na pequena cidade onde mora, deixando a vida deMegan ainda mais conturbada.Graças à banda, ela acaba conhecendo Bill Stone, o fascinante vocalista dos Kings, e vê seucoração ser arrebatado pelos hipnóticos olhos azuis do cantor. Só há um problema: nem Simon nemBill são humanos. Eles pertencem a uma raça desconhecida, os
rovdyrs,
que há milênios habita nossoplaneta em segredo. Dotados de força e capacidades inimagináveis, esses seres caçam vampiros, não
 
podem se envolver com humanos e vêem o amor como uma eterna maldição.Contrariando as estritas leis rovdyrs, Bill e Simon — inimigos declarados — apaixonam-se porMegan e esse amor a faz cair nas garras de um vampiro cruel e vingativo. Correndo contra o tempo,Bill consegue resgatá-la... mas para salvar a vida da amada ele é obrigado a lhe dar grandequantidade de seu sangue.A partir de então, a vida de Megan nunca mais será a mesma, pois o sangue que a salvou é omesmo que a amaldiçoou para sempre.
Prólogo
O homem alto e loiro olhou interessado para a mulher à mulher á sua frente. Apesar de nãoser jovem, era extremamente bela. E pela maneira como o abordou, tinha tanto caráter quanto ele.O homem lhe acenava com a liberdade, com a possibilidade de vingar um ódio antigo emtroca de alguns favores. Ela estava disposta a negociar, ele sempre aberto a negociações. Ela eralouca, ele um psicopata. Os dois eram perfeitos um para o outro.Ele colocou seu preço, ela pediu alguns dias para pensar. Logan, no entanto, não era idiota.Sabia que ao aceitar aquele acordo estaria empenhando muito mais do que a possibilidade de sercapturado e preso: seu pescoço estava em jogo. Ela era muito perigosa e contava com umsobrenome de peso. Ele tinha apenas um carma ruim.Alguns dias depois, ela voltou com a resposta: aceitaria as exigências se ele concordasse ementregar-lhe Megan Grey com vida. Ela mesma queria matá-la da maneira mais lenta e dolorosapossível. Quanto ao irmão de Logan, Sebastian, ela o localizara no Ártico, vivendo entre os agura.Ah, sim. Ao contrio do que todos pensavam, os agura existiam e continuavam oselvagens quanto sempre se acreditou que seriam.Por que aquela mulher tinha tanto interesse em matar uma humana, ele não conseguiaentender. Assim como não entendia por que ela mesma não capturava a tal Megan, mas imaginouque fosse algo ligado ao peso de sua família. Os Blackwell não gostavam de sujar as mãos.Ele foi solto e enviado ao Canadá de avião, viajando de primeira classe em meio a humanosendinheirados como se fosse um deles. O restante do trajeto fez a pé, exercitando os músculos hátanto tempo em desuso.Encontrou seu irmão vivendo como um selvagem em meio à neve, cercado por aquele povoasqueroso e bruto como se estivesse no Paraíso. Não foi difícil convencê-lo a partir. O difícil foi sairde lá sem um exército de aguras atrás deles.Os selvagens demoraram algum tempo para perceber que Sebastian sumira e, quando sederam conta, partiram em seu encalço. O resultado disso foi o pior inverno que os humanos jáhaviam presenciado. Logan sabia que eles eventualmente acabariam por encontrar seu irmão e,quando isso acontecesse, Megan Grey já estaria morta há muito tempo...
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Capítulo IMedo de Escuro
Nevava pesado há mais de uma semana. Os ventos estavam mais gelados do que o habitualem nossos invernos e todos os dias acordávamos com as máquinas da prefeitura limpando as ruas,suas pás gigantes raspando e afastando a neve das calçadas.Em Red Leaves não havia aquecimento global, havia 'congelamento' global. Tudo estavabranco e, embora paisagens nevadas possam parecer atraentes para quem vive em lugaresensolarados, garanto que não havia nada de atraente em caminhar com neve até os joelhos, ter omotor dos carros congelado e viver sob a ameaça de falta de energia.O aquecedor de nossa casa, um modelo antigo e nada ecológico, movido a óleo, trabalhavacom força total, mas mesmo assim temíamos que a energia faltasse a qualquer momento, o que eraum milagre ainda não ter acontecido. O inverno estava sendo um transtorno para todos: há umasemana meu pai não dormia em casa, pois era impossível viajar de Green Falls até Red Leaves emsegurança. Ou seja, ele estava temporariamente instalado na casa de Joyce. Minha mãe andava comos nervos à flor da pele, ainda um tanto assustada pelas alterações que via em mim. Meu irmão Fred,como sempre, estava insuportável, correndo para cima e para baixo, criando caso por qualquer coisa.E o pior, muito pior de tudo: eu e Bill não podíamos nos ver.Claro que a neve não era problema para ele, mas como explicar à minha mãe que só Billconseguira se deslocar em meio às nevascas quando ninguém mais era capaz disso? E ele estava deviagem marcada para Los Angeles dentro de dois dias, onde a banda faria uma apresentação numshow beneficente em prol das vítimas de uma catástrofe. Dessa vez eu não poderia acompanhá-lo.Tinha aulas! Nunca odiei tanto ter 17 anos. Como se não bastasse, precisava voltar a ver o Dr.Strideus, já que o remédio que ele me dera estava terminando.Enfim, meu começo de ano, que havia sido um sonho, se transformara em um pesadeloirritante.Uma semana antes de terminar janeiro, a energia elétrica finalmente acabou. Por volta das 7da noite, quando nos preparávamos para jantar, o mundo mergulhou nas trevas. Todas as luzes dacidade se foram, silenciando rádios e TVs. A escuridão deixou no ar apenas o som do vento, queassobiava uma canção mórbida e sem vida.Foram apenas alguns segundos de silêncio antes que as pessoas começassem a procurarvelas e lanternas, e a telefonar para a central de energia em busca de informação, mas os segundosforam agourentos. Estranhos. Dando a sensação de que precediam uma catástrofe.Quando as luzes se apagaram, Fred estava sentado na mesa, minha mãe tinha uma tigela depurê de batatas nas mãos e eu vinha entrando na cozinha. O primeiro som que ouvi foi o grito dela.O segundo, da tigela se espatifando no chão. Tudo isso em segundos que demoraram milênios.Segundos que me fizeram dar conta de que eu enxergava perfeitamente, embora não houvesse luz
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