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Conto erótico

Conto erótico

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08/10/2013

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A HISTÓRIA REALMENTE picante que lhes vou contar passou-se há coisa de algunsmeses atrás. Sou um jovem de 23 anos de idade, tenho um corpo saudável e belo; daí eununca ter tido grandes dificuldades com as mulheres e com as conquistas. Moro num bairro deelite, sendo meu pai empresário bem-sucedido. Minha mãe, uma coroa lindíssima de 41 anos,separou-se de meu pai e hoje vive de viajar e colecionar amantes pelo mundo. Diz ela noúltimo
e-mail 
que está em Istambul, Turquia, e “tem se divertido muito!”. Talvez um dia eurelate algumas coisas sobre minha deslumbrante mãe. Acho que essa inclinação ao prazer sexual — que minha mãe tem — é herdada, uma coisa passada de geração a geração. De outraforma, como explicar o fogo libertino, o desejo de sacanagem mesmo que é visível — pelomenos para mim; e como é! — nas minhas outras tias? Tanto mais que a história que voucontar envolve não só uma dessas minhas tias, mas também toda a família dela... o que quer dizer... sua filhinha também. Ah, meu deus, como eu sempre desejei aquela bundinha rija, branca e jovem! E, acima de tudo, como eu só agora sei: gulosa! Mas não adiemos aindamais; vamos à história.Tinha tudo para ser mais um dia tedioso; eu estava sem disposição para ir nadar ou ler alguma coisa. Quando me veio à mente a ideia de ir até a casa de minha tia; era bem perto daminha, três quarteirões, na verdade. Decidi que ia caminhando, acreditando que isso poderiame animar, que a caminhada poderia me tirar daquele tédio. Mas na verdade, o que me tirou otédio naquele dia foi outra coisa... Cheguei na casa, como sempre a empregada veio abrir o portão, só que dessa vez ela partiu dali mesmo, foi para casa mais cedo naquele dia; sendoque não havia então estranhos na casa, só mesmo os meus “parentes”.Fazia certo tempo que eu não aparecia na casa de minha tia; ela me recebeu com alegria e,como sempre, parecia me comer com os olhos; logo no abraço que me deu, percebi o calor com o qual ela o fazia; aquele corpo fogoso, aquele par volumoso de tetas sendo pressionadocontra meu pobre e ofegante peito, tudo isso aniquilou definitivamente e num só golpe aqueletédio e marasmo que estavam comigo. Minha tiazinha tem esse encanto e poder! Comodescrevê-la? Sei que é preciso; é um pouco mais baixa do que eu; (tenho 1,85 de altura), temcabelos levemente encaracolados, de um castanho cor de mel, quase loiro, cheirosos e macios;os traços são finos e harmoniosos, de fato minha falecida vovó caprichara sempre, e legava bons genes às filhas. Tem uma boca sedutora, perfeitamente insinuativa quando quer, porém oolhar é o que há de mais insinuativo nela; será que aquele olhar era exclusivamente meu?Como já disse, ela parece querer me devorar com ele, a todo momento, especialmente naqueledia. Pra encerrar a descrição, tenho que dizer que não é comum encontrar senhoras (chamadascoroas) com um corpo tão enxuto e conservado como o dela; é dois anos mais velha queminha mãe; quarenta e três anos, mas como pode aquele corpo que facilmente bate em rigideze beleza muitos que estão na casa do vinte ou trinta? A explicação é semelhante a do vinho.Falei da mamãe, mas a filha. Clara. Ah, Clarinha! Ela tinha uma sacanagem velada. Eusempre percebi isso, mas Clara, um dia eu ia lhe mostrar que isso não é vergonha, que o prazer da sacanagem é um dos mais normais, que a gente não precisa se culpar por isso.Então, leitores,
nesse dia
eu mostrei. Na verdade, s nos mostramos; mostramosmutuamente, porque, como posso explicar só hoje, depois do fato, houve naquele dia umaespécie de desvario perverso e libertino naquela casa, naquele dia. Todos queriam punir eserem punidos; no entanto, punidos de prazer. As convenções da sociedade, isso foi banido naocasião.“Meu sobrinhozinho preferido, há quanto tempo!” ela disse. “Parece que nos esqueceu!”“É vocês que nunca estão em casa, principalmente você” repliquei.“Estou sempre aqui, ainda mais pra você” ela disse. Não sei se ela queria me estremecer com isso, mas foi o que ela conseguiu.“Onde está o Noronha?” perguntei.
 
“Teve que dar um pulo no escritório da firma, anda bastante ocupado, vai ter que fazer umas viagens pro exterior, a esposinha vai ficar mais abandonada do que nunca” disse comum suspiro fingido, brincando com o suposto drama.Eu, que estava sentado num sofá oposto ao dela, contemplando todo aquele espetáculo demulher, claramente sacana, rapidamente pensei que podia fazer companhia a ela todo dia,desde que ela não visse nada de errado nisso.Ela estava com um vestido branco de tecido leve, bem à vontade, uma senhora em suacasa, parece que não tinha saído naquele dia. Aquelas pernas lindas, aquele colo, os braços emãos, tudo tão saudável; aquela pele levemente bronzeada pelos sóis de praias paradisíacas aoredor do mundo tropical, aquele ar, aquela postura burguesa. Para quem a vida é bela e alibertinagem é necessária. Muitas vezes ficávamos longo tempo nos comendo com o olhar; ela parecia dizer que sim, que adoraria, que nos divertiríamos, enfim, que não via a hora. Eu jurava a mim mesmo que ela me daria a melhor foda jamais dada em minha curta vida. Aquiloestava ficando insuportável. Se continuássemos, o fim seria nos possuirmos ali mesmo, em plena sala de estar, que era grande e sobriamente decorada.Das coisas da minha vida que se destacam pela grandeza, excetuando-se algumas, taiscomo: a conta bancária do papai, a receita da empresa, a minha própria conta bancária, asminhas casas, a minha beleza (eu sei, parece pedante, parece um rapazinho convencido, mas pra que omitir a verdade, ainda mais essa?) há outra, cuja grandeza, naquele momento da sala,tornava-se mais e irremediavelmente evidente: meu caralho. Tenho um cacete vigoroso,leitores. A propósito, aquela mesma tia (minha preferida!) fora quem me fez ciente disso pela primeira vez, e da forma mais tácita e, se me permitem, clara possível — o olhar. Acreditoque apreciariam mais detalhes: estava em minha casa, a mesma que fica a alguns quarteirõesda dela, sempre apreciei a natação e naquele fim de tarde me preparava para algumas horas,varando a noite, de deleite na água. O fato é que eu estava me alongando inocentemente para poder cair na água sem medo quando começa a me desconcentrar e perturbar a vontade maiscomum para a idade que eu tinha então — a de bater uma bronha. Estava no mesmo vestiárioamplo e arejado que freqüento muito até hoje; e na maior negligência possível (ou inocência)quando não mais agüentava o desejo e ia tirando o cacete para fora a fim de saciar-me, quemaparece no lugar, leitores? Se não a minha “persecutória” tia? Ela me flagrou no instanteexato em que como num passe de mágica eu me libertava da aflitiva sunga. Então eu percebiaquele olhar arregalado, de surpresa, que ela me lançou. A titia — não que isso fosse claro para mim desde o primeiro momento — se espantara com o tamanho do cacete do rapazinhoseu sobrinho. Nunca esqueço as palavras que usei, muito espantado, para sair do embaraço:“Você aqui...?!” É claro que instintivamente eu já havia colocado
as coisas no lugar.
“Vimnadar com você!” foi tudo o que ela respondeu. Será que minha lasciva titia já me queria paramostrar as coisas boas da vida desde aqueles tempos? Não sei... eu tinha apenas quinze anos eera tão ingênuo, haha. Ou será que o fogo nela se ascendeu ao ver a grande madeira que eutinha para queimar?Leitores, voltemos à sala, àquele dia.Lembrei da outra criatura que rivalizava com aquela no que diz respeito a minha paixão edesejo. Clara era um mistério para mim. Eu não sabia se ela tinha aquela mesma inclinaçãoinexorável à libertinagem, ao prazer carnal, da mãe, das tias, ou se era uma “freirinha”; uma pessoa cujo fogo é difícil de ser acendido. Eu sei que mostrei uma opinião mais definida sobreClara a algumas linhas atrás; mas, pensando melhor, essa última reflexão é mais verdadeira.“Cadê a Clara?” perguntei.“Está no quarto.”“Linda como sempre?”“Hu hu” respondeu a mãe, movimentando a cabeça positivamente, para enfatizar.
 
“A Clara sempre foi linda, na escola, quando estudávamos no mesmo turno, eu via comoos caras babavam nela. Nunca deu muita liberdade, ela sabe que não é pra qualquer um... Senão fosse primo dela...” disse com ar sacana.“Incesto é tão normal” disse a mãe. Não pude perceber o quanto tinha de brincadeira eseriedade na coisa.“Pra mim, primos, nem se caracteriza como incesto” respondi.“E verdade...”“Vou lá no quarto dela”“Vai me deixar sozinha?”“Só um momento.” Não é preciso dizer que toda essa conversa tinha me deixado bem excitado, mal via a horade ver Clarinha. Mas ela me viu primeiro; estava saindo ou entrando no quarto, fazendo sei láo quê... na verdade, acho que ela já tinha percebido minha presença ali; por isso estava meioatrapalhada. Então eu exercia esse poder sobre ela? Ah, beleza e inteligência, quanta coisadevo a vós!“Olá, Clara!” disse com ar propositadamente meio paternal.“Oi, primo!” ela disse com certa aflição na voz.“O que faz uma jovem bela e rica estar em casa num dia que urge por alguma alegria comoesse?“Quem foi que disse que não estou tendo alegria? Estou estudando a-l-e-m-ã-o e
 
 possodizer que meu dia está sendo maravilhoso”, sublinhei o “alemão” porque ela o pronuncioucom certa ênfase mimada.“Quer imitar nossos avós?” brinquei.“Não, redescobrir nossas origens” ela replicou.“Hummm” legal.“Vamos nadar?” sugeri.“Nadei ontem a tarde toda, estou cansada, não quero.Clara estava com um
 shorts
feminino, uma coisinha linda, coladinho, como a mãe, estava bem à vontade; não pude deixar de notar aquelas pernas lindas, aquele
 shorts
redefinindo ascurvas e reentrâncias já tão bem definidas naturalmente. A única coisa feia era o camisão queusava, muito relaxado. Brinquei: “Que camisa feia!” Ela se olhou, disse em seguida: “esperaaí!” Depois de um tempo abriu novamente a porta do vasto e mobiliado quarto, tinha mudadoa roupa, agora ela estava com um
topzinho
de ginástica, então me deliciei em ver aqueletronco sadio, aquela pele impecável, aqueles peitos médios, rijos. “Linda!” exclamei. Ela medeu um sorrisinho satisfeito.“E os namorados, Clara, como vão os amores?” perguntei. Ela me fez uma careta com a pergunta, mas respondeu: “Ainda não encontrei ninguém a minha altura.” respondeu comorgulho. “Menina inteligente”, respondi, “sabe que não é de qualquer um; tem um nome eriqueza a zelar... vê lá, hem, o seu sobrenome é o mesmo que o meu” brinquei. Ela piscou oolho, descontraída. Nesse tempo todo, a mãe não tinha dado as caras, o que fazia? Será que nos espreitava?Será que o marido tinha chegado e fora raptado por ela para apagar seu fogo? Sim, pode ser que naquele instante mesmo ela estivesse chupando-lhe o cacete, ou cavalgando; será que eragulosa, que gozava sendo comida pelo cu?Sem dúvida, naquele dia tudo me impelia (ou
nos
impelia) para uma consumação sexual. E pensar o que fazia minha tiazinha naquele momento me deixou ainda mais obsceno; ou,usando de uma linguagem mais popular:
 subindo pelas paredes.
Eu não sei se toda aquelaatmosfera liberal me impelia a pensar isso, ou se era verdade, de fato, mas parece que Claratambém queria algo mais naquele prazeroso dia. Eu estava quase certo de que, se ficássemos a

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