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relatorio 3 fisquim-b

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ESCOLA POLITÉCNICA DA USPUNIVERSIDADE DE SÃO PAULOINSTITUTO DE QUÍMICARELATÓRIO FÍSICO-QUÍMICA XVII
DETERMINAÇÃO DA CONSTANTE DEDISSOCIAÇÃO DO ÁCIDO ACÉTICO E DACONCENTRAÇÃO DE ÁCIDO OXÁLICO NO“SEMORIN”
ANDRÉ GRIZANTE BIANCARDI 6520168FELIPE DOS REIS UESATO 6847127GABRIELE MINA IADA 6846881TURMA 35 GRUPO 4 PROF. PAULO TENGSÃO PAULO
 
21/09/2010
OBJETIVOS
Esse experimento tem como objetivo testar algumas das teoriaspropostas por Friedrich Kohlrausch. Por meio da condutimetria, serãodeterminados o grau de dissociação (α) e a constante de ionização (K)do ácido acético.Além disso, sedeterminado, agora por meio da titulaçãocondutotrica (utilizando a água de cal como titulante), aconcentração de ácido oxálico (H
2
C
2
O
4
) no produto “Semorin”, umconhecido líquido que tira ferrugens e manchas de tecidos.
INTRODUÇÃO
O processo de dissociação ocorre quando algumas substâncias,quando em solução, fornecem íons a ela. Estes solutos sãodenominados eletlitos e suas soluções conduzem eletricidademelhor que o solvente puro. Existem eletrólitos fortes e fracos, comoé o caso do ácido clorídrico e do ácido acético, respectivamente. Emuma solução de eletrólitos fortes existem somente íons em solução, jáem uma solução de eletrólitos fracos, os íons estão em equilíbrio commoléculas não dissociadas. Uma solução não eletrolítica não liberaíons à solução à medida que se dissolve e assim, não influencia nacondutividade do solvente.Para os ácidos fracos pode-se calcular uma constante que irárelacionar a quantidade de moléculas dissociadas e a quantidade demoléculas não dissociadas quando o sistema atinge o equilíbrio. Paraácidos fortes, por estar com praticamente todas as moculasdissociadas, não faz sentido esse tipo de relação.Para um eletrólito binário do tipo AB, tem-se a equação 1.
 
+
+
B A AB
(Eq. 1)A equação 2 representa o cálculo da constante de ionização (K).
][]].[[
 AB B A K 
+
=
=
α α 
1
2
c
(Eq. 2)Onde
α 
é o grau de dissociação, que também é dado pelaequação 3.
 
α 
=
0
ΛΛ
(Eq. 3)Onde
Λ
é a condutância molar, ou seja, a condutância de umasolução, contendo um mol de soluto, colocada entre 2 eletrodosparalelos, de área convenientemente grande, afastados de 1 cm, e
0
Λ
é a condutância molar a diluição infinita. A condutância molar édada pela equação 4.
Λ
=
κ  
V =
c
κ  
1000
(Eq. 4)Onde
V
é o volume da solução em cm
3
que contém 1 mol dosoluto, c é a concentração em mol.L
-1
e
κ  
é a condutância específica(ou condutividade), isto é, a condutância medida nesse experimentopelo condutivímetro numa cela com 2 eletrodos planos, paralelos de 1cm
2
de área afastados de 1 cm.A condutividade elétrica envolve a passagem, através de ummeio, de partículas carregadas eletricamente. A condutância(recíproco da resistência) depende do número de íons, da carga e damobilidade dos mesmos.Para soluções diluídas de eletrólitos fortes, vale a relação deFriedrich Kohlraush, um físico alemão que realizou váriosexperimentos nessa área e descobriu um fenômeno interessantesobre a condutância molar de acordo com a concentração destes.Segundo sua Lei de Migração Independente dos Íons, cada íon possuiuma certa resistência elétrica específica e que, assim, a resistênciade uma solução depende somente da resistência de seus íons. Alémdisso, Kohlrausch constatou que a condutância molar de uma soluçãoaumenta com a diminuição de concentração do soluto dissociado poisaumenta a dissociação iônica. Ou seja, íons tendem a se aglomerar,quanto menos concentrados estão em um meio.A relação de Kohlraush é dada pela equação 5.
Λ
=
0
Λ
c
(Eq. 5)

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