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Igualdade - Escola - e Gênero no Brasil (página 2)

Igualdade - Escola - e Gênero no Brasil (página 2)

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Artigo publicado por Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia no Jornal A Tribuna. Trata dos déficits de igualdade entre homens e mulheres no Brasil como uma barreira ao desenvolvimento dos Direitos Humanos e mostra que a escola deve ser um ambiente de superação dessa realidade.
Artigo publicado por Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia no Jornal A Tribuna. Trata dos déficits de igualdade entre homens e mulheres no Brasil como uma barreira ao desenvolvimento dos Direitos Humanos e mostra que a escola deve ser um ambiente de superação dessa realidade.

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Published by: Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia on Aug 27, 2011
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 ANO V - EDIÇÃO Nº 299
E
NDEREÇO
: R
UA
S
ILVESTRE
F
ERRAZ
, 343
Sábado, 27 de agosto a 02 de setembro de 2011
PÁGINA 2PÁGINA 7PÁGINA 11PÁGINA 4
UM GOVERNO DE  DEMAGOGIA
Você não está mais sozinho
PÁGINA 8
OS ERROS SÃOTANTOS QUE TODO MUNDO FICA DE BOCA ABERTA
POUSOALEGRENSES VÃO A ESPÍRITO SANTO DOURADO PARA VAIARO GOVERNADOR
 EDITORIAL FDSMOLHO VIVOEXECUTIVOSOCIAL
2ª CORRIDA DA FDSM
OBRA PARADA NA PRAÇA DO BAIRRO STA. EDWIGES 
 MORTE NO SHOW DE  IVET SANGALO NO MANDUZÃO
 Divanilton Rezende de Souza, de 35 anos
 LAGOA DA BANANA, ATÉ 
QUANDO PREFEITO? 
 APÓS CRÍTICA, PREFEITO SERRA LIXEIRAS 
 DESMASCARADO PERUGINI  PERDE OS 10 MILHÕE
UM GOVERNOQUE NÃO LIGA PARA O ESPORT
PARA OFIM DOMANDATODO ATUALPREFEITO
484 DIASFALTAM
E A ILUMINAÇÃO DO TREVO ? MINA DO JOÃO PAULOCOM MAYRA ABRAHÃO
Edição 2IXIX.pmd26/8/2011, 22:321
 
Diretor:
Ladislau Rodrigues(35) 9955-9909Rosy Pantaleão MTB 08041 SP
Redação:Endereço
. Rua Silvestre Ferraz, 343CEP 37550-000 - Pouso Alegre/MG
e-mail:
tribunaredacao@yahoo.com.br
Tel
- (35) 3423-8375
Projeto Gráfico:
Empresa Jornalística A3 Ltda
Colaboradores:
Dr. Donizetti Andrade, Mayra Abrahão,Alexandre GustavoMelo Franco Bahia - Márcio Reis
Jurídico:
Vívian Paiva de Oliveira e Vinícius da Silva Gonçalves.
Tiragem Desta Edição
: 2.000 exemplares
Gráfica:
Pouso Graf (35) 3421-4896
Contato Comercial:
(35) 3423-8375 Laura HelenaOs artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores,não coincidindo necessariamente com a opinião da diretoria do jornal
Jornal de publicação semanal registrado no CNPJsob o nº CNPJ:07.599.485/0001-20 I.E. Isento
Jornalismo sério, dinâmico e comprometido com a verdade
A Tribuna. Um jornal feito com alma
ArArArArArtigotigotigotigotigo
Donizetti Andrade* 
A Tribuna - Página 2Pouso Alegre, 27 de agosto a 02 de setembro de 2011
 Péssimo Péssimo Péssimo Péssimo Péssimo Ruim Ruim Ruim Ruim Ruim
*Donizetti Andrade é advogado eespecialista em Direito Público.
Para Refletir 
TRIBUNA
ArArArArArtigotigotigotigotigo
Obsessão Amorosa
Um Governo deDemagogia
“  
“Estão acostumados“O dia está na minha frenteesperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, oescultor que pode dar forma a este dia”
Ô cumpadi, ocê troca essi teu sessor, o manda ele fazê um cursude cumo qui organiza um projetu. Dondi já si viu mandá projetupus vereadô aprová cum coisa errada? Qui vregonha. Tem umditadu do tempo da sagaia de gancho: quem num tem cumpetêncianum se istabelece. Tá louco!
Foi o prefeito Perugini chegar praticamente junto dos baderneiros que não respeitaramEspírito Santo Dourado e vaiaram oconvidado do Prefeito Adauto. Bando desem noção, atrapalharam a festa ecomplicaram a imagem de Pouso Alegre..É a assessoria do prefeito enviar projetos paraa Câmara cheio de erros nas dotações. Depoisos governistas reclamam na demora para votaros projetos. Também pudera, é erro que nãoacaba mais!
 Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia 
Direto daRedação
Apresentação:Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia
. Mestree Doutor em Direito Constitucional pela UFMG.Professor dos cursos de Graduação e Mestrado daFDSM. Advogado. Autor do livro:
Recursos Extraordinários no STF e no STF: conflito entre interesses público e privado 
, pela Editora Juruá.
E- mail 
: alexprocesso@gmail.com.
Q
uando uma administração toma posse, imagina,naquele momento, que terá todo tempo do mundo para realizar as muitas promessas de campanha.No caso específico de Pouso Alegre, o prefeito,que en cheu o povo de promessas, vê, de forma desespera-da, sua ampulheta do tempo esvair-se; o que não o impe-de de realizar, com certa desenvoltura, seus famosos discur-sos demagógicos e ações oportunistas, visando, indubita-velmente, sua permanecer no poder.Estamos diante de uma cidade que, felizmente, cami-nha sozinha em vários aspectos. A boa localização geo-gráfica e acessibilidade, aliada à qualidade da popula-ção, acabar por impulsionar o município na rota do de-senvolvimento. Assim, nem mesmo um Poder Executivo ino- perante e inabilitado é capaz se reter os avanços de umacidade que colhe frutos plantados há muitas gerações.Quando uma administração passa a assumir filhosbonitos da iniciativa privada, tentando jogar para debai- xo do tapete os filhos feios da administração, assume parasi e para a própria sociedade, sua incapacidade adminis-trativa. Importante lembrar que as poucas realizações assina-das pela administração Perugini possuem recursos de ori-gem nos governos Estadual e Federal. Com os recursos pró- prios, nada de destaque foi realizado. Não menos surpreendente é o foco que a administra-ção passou a dar ao bairro do São Geraldo, afinal, no lo-cal se concentra grande contingente de eleitores.O povo já se cansou de servir a esse tipo de governante,que só se lembra de suas obrigações em ano eleitoral. E por  falar em obrigações, o atual prefeito tem se monstrado um péssimo pagador de promessas. Zé do Burro teria muitaslições a lhe ensinar, Santa Bárbara que o diga. Agora, ao apagar das luzes do mandato do PT na ci-dade, as promessas se renovam. Com criatividade ímpar, pipocam agrados e novos compromissos descabidos. Deconcessão irregular de área a bolsas-alimentação,o arse-nal de promessas segue afrontando a inteligência do povo. Ludibriar o povo é pecado, viu? Ou será que isso nãoestava na cartilha? Abre o olho prefeito, o tempo também dá lambadas.
 N 
inguém poderia imaginar que, no mundo queinaugurou o momento do virtual, onde o outro,a outra, existem apenas como imagens, notici-as, impressões, algo distante, descartável, sem qualquer compromisso ou sentimentos, o desejo na relação amorosa pudesse se tornar, com crescente incidência, uma obsessão,uma doença da mente. A obsessão amorosa, como doença que ainda persiste,nos tempos de hoje causa perplexidade. Vivemos num tem- po que amar, mesmo não sendo pecado, se tornou ato raro. A prática de atos obsessivos em nome do amor, na ver-dade não se traduz em amor, nem consegue livrar quem os pratica de um prazer obtido numa relação sem qualquer  possibilidade de sucesso ou felicidade.O sexo praticado na relação amorosa obsessiva criadependência, como fica dependente o usuário de drogas.Talvez, a diferença é que o usuário de drogas sofre as con-seqüências danosas e, por vezes, irreversíveis de sua de- pendência. Já o dependente da prática sexual, o obsessivoamoroso, sofre as conseqüências por abandonar tudo, fa-mília, emprego, por ser pródigo no uso dos seus bens, doseu dinheiro, por não pensar em si, por só querer pensar,obsessivamente, na pessoa que diz amar, querer, que diz ser a razão da sua vida.Quando as relações amorosas mobilizam o individuode tal maneira que ele fica totalmente obcecado pela pes-soa que diz amar, afirmam os especialistas que ele estásofrendo de uma patologia, ou seja, da obsessão amorosa.Esta doença foi noticiada em 1761. “A obsessão amo-rosa é um tipo de neurose histérica, também conhecida,como uma psiconeurose de defesa onde a pessoa afetada é totalmente dependente emocionalmente não só de um par-ceiro, mas da relação obsessiva em si. O obsessivo amoro-so, enxerga na pessoa amada um ideal de relacionamentoque só existe para ele. Devido a isso, podemos pensar quea obsessão amorosa é diferente do amor em si”.Para Zimerman, a histeria é uma neurose complexacaracterizada pela instabilidade emocional e que tem seuinício a partir de lembranças reprimidas marcadas por for-te intensidade emocional, sendo que a lembrança do trau-ma e sua catarse é o caminho para a cura.Para Green, o comportamento exibicionista e histriô-nico, protege o portador da histeria contra a depressão.Ou seja, por trás dos “escândalos” e das “encenações”das histéricas se esconde a baixa auto-estima. Os histéri-cos, as histéricas, são extremamente frágeis e instáveis. Nunca é demais lembrar que as obsessões, em geral,estão relacionadas à ansiedade oriunda como resposta auma situação muito estressante, esmagadora e dolorosa.Uma frustração amorosa, uma família desestruturada, re-lações traumáticas na escola ou um ambiente de trabalhonocivo ou ameaçador podem causar um excesso de ansie-dade e a pessoa pode ficar comprometida emocionalmen-te, daí tentar buscar uma saída na prática obsessiva para fugir desta realidade. Devido às necessidades básicas de amor, assistência eaceitação que foram negadas, a pessoa se insere no mundodas obsessões para evitar a sensação de ansiedade e priva-ção.O portador da obsessão amorosa cria mecanismos eestratégias para seduzir o outro. Os obsessivos amorosossão mestres em tornar uma atração fatal. A possessão e ocontrole do outro fazem parte da estratégia do portador daobsessão amorosa. A falta do outro como objeto de posse,de controle, de doação de afeto, de atendimento imediatoàs demandas, inclusive, do atendimento imediato de pseu-do necessidades, provoca uma dor intensa, um desejo, umanecessidade obsessiva de se obter o que lhe dá algum pra- zer. “O obsessivo amoroso é dependente do parceiro e dador emocional que esse suposto amor lhe proporciona”.“A pessoa que sofre de obsessão amorosa possui uma idéia fixa de poder e domínio sobre a outra pessoa, além de ter uma forte tendência a se fingir de vítima, necessitandoassim de dó e de atenção”. Amar pode não ser pecado, mas pode ser mor-tal.
m dos maiores desafios que o Brasil ainda enfrenta no que tange ao direito deigualdade é, certamente, a promoção deigualdade entre homens e mulheres. Não é demaislembrar que, por exemplo, até o final do século XX,mulheres, ao se casarem, eram destituídas da condi-ção de “maiores e capazes” e se tornavam relativa-mente incapazes (art. 6º, II – CC/1916) – o que só foi alterado com a lei 4.121/62, chamada de “Esta-tuto da Mulher Casada”. Mesmo assim, a mulher ainda aparecia numacondição de inferioridade perante o marido e ape-nas com a Constituição/88 essa situação se alterou, pois que esta prevê, no “caput” do art. 5º: “Todossão iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza...”, e, em seu inciso I: “homens e mulheressão iguais em direitos e obrigações...”. De prá houve avanços, sem dúvida, masainda há um longo caminho a ser percorrido até queo Brasil alcance um nível razoável de igualdade degênero.
 Atualmente ocupamos o penúltimo lugar nesse quesito na América Latina e Caribe!
Foi pre-ciso que o País fosse condenado pela Corte Intera-mericana de Direitos Humanos a aprovar uma lei de proteção contra violência doméstica às mulheres paraque surgisse a Lei Maria da Penha.O Brasil faz parte de uma rede internacional quebusca a promoção de uma “Educação não-sexista eanti-discriminatória”. Segundo pesquisa dessa rede:
Diversos estudos nacionais apontam que, apesar dasmulheres apresentarem uma escolaridade maior do queos homens, tal vantagem ainda não se reflete diretamentena melhoria de rendimentos, condições de trabalho, naocupação de postos de liderança e na partilha do traba-lho doméstico, ainda sob responsabilidade predominantedas mulheres
.
Em suma, se têm havido avanços, o fato é queainda há muito o que fazer. Um dos locais privilegi-ados para isso é a
escola
. Ela não pode ser um am-biente que reproduz estereótipos de gênero, comoseparações atividades físicas próprias a gênero evedadas ao outro. Igualdade não significa apenas tratamento iso-nômico, mas, também deve refletir tratamento dife-renciado em certos casos. A fixação de quando sedeve fazer uma ou outra coisa não há que se feitaapenas por técnicos e
experts
da área – não vamosrepetir os erros do Estado de Bem-Estar Social – masde forma comparticipativa entre os afetados pelas políticas, que devem poder influenciar os centros formadores da vontade e da opinião políticas. Tam-bém aqui pecamos, uma vez que minorias – como asmulheres – vêm tendo pouco espaço (basta citar, por exemplo, que o Brasil é um dos países com menor  proporção de mulheres na política). Há que se aprofundar a democracia em nossoPaís, cultivando uma cultura de Direitos Humanose, portanto, de promoção de igualdade e liberdadeem todos os níveis; tomando-se a questão da mulher,desde uma maior participação desta na política até o nível doméstico, passando por espaços de forma-ção e socialização como a escola.
“Igualdade”,Escola e
Gênero no Brasil
 Albert Einstein
Edição 2IXIX.pmd26/8/2011, 22:322
 
TRIBUNA
 A Tribuna - Página 3Pouso Alegre, 27 de agosto a 02 de setembro de 2011
CONSULTÓRIOJURÍDICO
Vívian Paiva de Oliveira e Vinícius da Silva Gonçalves *
* Os responsáveis pela coluna, que sãoadvogados e assessores jurídicos do JornalA Tribuna, possuem endereço profissional à RuaSilvestre Ferraz, nº 343, centro, Pouso Alegre – MG,Tel. (35) 3423-8375.
Dúvidas poderão ser encaminhadas para oendereço eletrônicocontato@vmadvogados.com.br.
 MORTE NO SHOW DE IVETE  SANGALO NO MANDUZÃO
TRAGÉDIA
TRIBUNA, UM JORNAL FEITO COM ALMA
Vem Espírito de Paze quebra o ódio que há no mundo.Faz que vençamos o mal com o bem,Espírito Santo, vem!Vem Espírito de Amor une-nos a todos como irmãosna Tua bondade e alegria.Vem, fica e sê a nossa companhia.Vem Espírito Consolador e ao coração dos aflitos,dá-lhes a beber da Tua Vida,dá-lhes o Teu sabor.Espírito de Luz, veme dá-nos a conhecer a Tua presença em nóse a Tua acção nas nossas vidas.Vem Espírito Fortevencer a nossa fraqueza,firmar a nossa confiança no Senhor.Vem e faz-nos fortes no Teu amor!Amém.
R.M.P.O
ASSINE E LEIA3423-8375OU3422-7083
ORAÇÃO AOESPÍRITO SANTOS
R E C A D I N H OPARA O PREFEITO
 A população está  esperando a instalação das Academias ao Ar Livre, prometidas pelo senhor  não cumpridas.Olha isto com carinho  prefeito.Prefeito Perugini,
Por ocasião do show da cantora IveteSangalo, no dia 19 (sexta-feira), um homem foimorto no Estádio do Manduzão.De acordo com a Polícia Militar, ovigilante de uma empresa de segurança,Divanilton Rezende de Souza, de 35 anos, teriase envolvido em uma discussão com um casaldurante o show.Na briga, ele foi atacado por um homeme teve a garganta perfurada, possivelmente poruma faca. Divanilton foi socorrido pelaambulância da prefeitura que estava no local elevado ao Hospital Samuel Libânio, mas nãoresistiu aos ferimentos, deixando dois filhosmenores.Segundo a organização do show, haviacerca de 100 seguranças particulares no Estádiodo Manduzão. Ainda conforme a organização,o público do show foi de aproximadamente novemil pessoas e havia mais seguranças do que oexigido por lei. A Polícia Militar também faziapatrulhamento pelo local.O crime aconteceu por volta de 3 horas.A arma usada para matar Divanilton não foiencontrada.Até o fechamento desta ediçãoninguém havia sido preso.A grande discusão no momento é comouma pessoa supostamente armada tenha tidoacesso à uma festa deste porte.De ora em diante, o poder público precisaser mais rigoro na hora de conceder o alvarápara a realização de eventos, para que casoscomo este não voltem a se repetir.O interessante disto tudo é que o estádioestá interditado para a finalidade a que foiconcebido, mas para a realização de shows, não.É muita contradição.
Esta semana seguiremos com as respostas per-tinentes ao sistema financeiro bancário. Envie-nossuas dúvidas.
1 - Quais são os prazos de bloqueio de cheque acolhido em depósito?
O prazo de bloqueio varia apenas em funçãodo valor do cheque. Para liberação dos valoresdepositados, esse prazo é contado a partir do diaútil seguinte ao do depósito, sendo de: até doisdias úteis para cheques de valor inferior a R$300,00 e um dia útil para cheques de valor igualou superior a R$ 300,00.
 2 - Quando os valores depositados ficam dis- poníveis?
Para saque, os valores ficam liberados no diaútil seguinte ao último dia do prazo de bloqueio.Para compensar débitos na respectiva contacorrente do depositante, os valores depositados ficam disponíveis na noite do último dia do prazode bloqueio.
 3 - Quais são os prazos máximos de bloqueio e de entrega de cheque devolvido no caso de depó- sito de cheques em outra dependência do mesmo banco?
Os depósitos em cheques de outra dependên-cia do mesmo banco observam os mesmos prazosmáximos de bloqueio e de entrega previstos ante-riormente para os cheques de outro banco, po-dendo ser reduzidos, de acordo com os critérios próprios de cada banco.
 4 - O banco pode cobrar tarifa pela compen- sação de cheques?
 Não. A compensação de cheques é considera-da “serviço essencial” e não pode ser cobrada pela instituição financeira.
 5 - Um cheque apresentado antes do dia neleindicado (pré-datado) pode ser pago pelo banco?
Sim. O cheque é uma ordem de pagamento àvista, válida para o dia de sua apresentação aobanco, mesmo que nele esteja indicada uma data futura. Se houver fundos, o cheque pré-datado é  pago; se não houver, é devolvido pelo motivo 11ou 12. Do ponto de vista da operação comercial, di-vergências devem ser tratadas na esfera judicial.
Edição 2IXIX.pmd26/8/2011, 22:323

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