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Table Of Contents

1.2 Das origens ao aqueduto romano de Olisipo
1.4 Propostas para a reconstrução do aqueduto romano
1.3 Os antigos chafarizes de Lisboa
1.5 O Aqueduto das Águas Livres
1.6 Os projectos de Pezeratface à falta de água no século XIX
1.8 A 2ª.Companhia das Águas e o Alviela
1.9 O projecto de 1908 para captação de água no Tejo
1.11 Duarte Pacheco e o contrato de 31 de Dezembro de 1932
1.12 Os problemas da qualidade das águas
1.13 As duas opções em confronto - Tejo ou Zêzere
1.14 Expansão do abastecimento
1.15 A EPAL e o Castelo do Bode
1.16 Referências bibliográficas
2.4.2 Perdas de carga contínuas
2.6 Cálculo hidráulico
2.6.1 Regime uniforme e permanente
2.4.3 Perdas de carga localizadas
2.5 Redes hidráulicas
2.5.1 Classificação das redes hidráulicas
Fig.4 - Curva característica da instalação
2.8 Curva característica da instalação
2.7 Dimensionamento económico de condutas
2.9 Bombas centrífugas
2.9.1 Definição
2.9.2 Constituição
2.9.3 Curva característica da bomba
2.10 Cavitação e NPSH
2.11 Leis de semelhança
2.12 Ponto de funcionamento de uma bomba centrífuga
2.13 Referências bibliográficas
3.3 Centrais hidropneumáticas
3.3.1 Constituição e princípio de funcionamento
3.2 Tipos de sistema de elevação de pressão
3.3.2 Grupos electrobomba
3.3.3 Reservatórios de membrana
3.3.4 Reservatórios hidropneumáticos
3.3.5 Exemplos de situações-tipo
3.3.6 Características das centrais hidropneumáticas
3.4 Sistemas por bombeamento directo
3.4.1 Constituição e princípio de funcionamento
3.4.2 Bombas de velocidade fixa
3.4.3 Sistemas com bombas de velocidade variável
3.5 Dimensionamento e selecção
3.5.1 Determinação do caudal máximo
3.5.2 Determinação da pressão
3.5.3 Regulação das pressões de arranque e paragem
3.6 Referências bibliográficas
4.2 Modelo de cálculo
4.3 Critérios de cálculo
4.4 Condições de fronteira
4.5 Dispositivos de protecção
4.5.1 Volantes de inércia
4.5.3 Reservatórios de ar comprimido
4.5.2 Válvulas de retenção
4.6 Circuito de desvio
4.7 Chaminés de equilíbrio
4.8 Reservatórios unidireccionais
4.9 Reservatório parcialmente bidireccional
4.10 Dispositivos de manutenção das pressões transitórias
4.10.1 Válvulas motorizadas
4.10.2 Arrancadores suaves
4.11 Caso prático
4.12 Referências bibliográficas
5. O CUSTO DO CICLO DE VIDA COMO FACTOR
5.2 O que é o Custo do Ciclo de Vida?
5.3 Razões para a utilização do CCV
5.4 Determinação do Custo do Ciclo de Vida
5.5 Implementação da metodologia
5.5.1 Na fase de projecto
5.5.2 Aplicação a sistemas existentes
5.6 Exemplos de aplicação do Custo do Ciclo de Vida
5.6.2 Escolha do sistema de pressurização na fase de projecto
5.7 Referências bibliográficas
6. SISTEMAS DE PRESSURIZAÇÃO GRUNDFOS
6.2.1 Sistema Hydro 100
6.2.2 Sistema Hydro 1000
6.2.2.1Sistema Hydro 1000 CS
6.2.3Sistema Hydro 2000
6.3.1 Sistema Hydro Solo E
6.3.2 Sistema Hydro 2000 E
6.3.3 Sistema Hydro 2000 F
6.4 Teste de sistemas
7.2 Controlo de sistemas de bombeamento
7.2.1 Controlo por nível
7.2.2 Controlo por caudal
7.2.3 Controlo por pressão
7.3.1 Necessidade de comunicação
7.3.2 Comunicação entre sistemas de controlo da mesma rede
7.2.4 Outros tipos de controlo
7.3 Comunicação entre sistemas de bombeamento
7.4 Gestão integrada entre sistemas de bombeamento
7.4.1 Monitorização e gestão de sistemas mistos
7.4.2 Vantagens de um sistema integrado
8.2 Requisitos para instalação
8.2.1 Localização do equipamento de bombeamento
8.2.2 Necessidades de ventilação
8.2.3.Utilização de reservatórios de membrana
8.3 Instalação de sistemas de bombeamento
8.3.1 Aspiração negativa
8.3.2 Aspiração de cisterna elevada
8.3.3 Aspiração de uma rede sob pressão
8.4.1 Manutenção aos equipamentos de bombeamento
8.4.2 Manutenção aos sistemas de monitorização e controlo
9.2.2 Elementos de dimensionamento
9.2 Sistema de abastecimento público
9.2.1 Aspectos gerais
9.2.5 Entrada em serviço dos sistemas
9.2.3 Ramais de ligação
9.2.4 Elementos de instrução dos processos de projectos
9.3.2 Elementos dos sistemas
9.3.3 Concepção dos sistemas
9.3 Sistema de abastecimento predial de água
9.3.1 Aspectos gerais
9.3.4 Classificação dos sistemas
9.3.5 Dimensionamento dos sistemas prediais
9.4 Sistemas prediais de distribuição de água fria
9.4.1 Aspectos gerais
9.4.2 Dimensionamento hidráulico
9.4.3 Reserva predial de água para abastecimento doméstico
9.4.4 Instalações elevatórias e sobrepressoras
9.4.5 Dimensionamento dos reservatórios hidropneumáticos
9.5 Sistemas prediais de distribuição de água quente
9.5.1 Aspectos gerais
9.5.2 Aparelhos produtores de água quente
9.5.4 Sistemas de distribuição de água quente com recirculação
9.6.1 Aspectos gerais
9.6.2 Isolamento das canalizações
9.6.3.Execução das redes prediais
9.7 Elementos acessórios da rede
9.7.1 Torneiras e fluxómetros
9.7.2 Válvulas
9.7.3.Contadores
9.8 Verificação,desinfecção e funcionamento hidráulico
9.8.1 Verificação
9.8.2 Desinfecção dos sistemas
9.8.3 Prova de funcionamento hidráulico
9.9 Referências bibliográficas
10.1 Introdução
• A concepção global dos sistemas de distribuição em Lisboa;
10.2 Concepção global dos sistemas de distribuição em Lisboa
10.2.1 Aspectos gerais
10.2.2 Caracterização da rede de Lisboa
10.3 Concepção global dos sistemas prediais em Lisboa
10.3.1 Aspectos gerais
10.3.2 Estrutura do Manual de Redes Prediais
10.3.3 Descrição dos capítulos estruturantes do Manual
10.3.4 Outras publicações complementares
10.3.5 Resultados práticos
10.4 Enquadramento legislativo
10.5 Referências bibliográficas
11.1 Introdução
11.2 Classificação dos sistemas de rega
11.2.1 Sistemas de rega por gravidade
11.2.2 Sistemas de rega sob pressão
11.3 Polivalência dos sistemas de rega
11.3.1 Águas convencionais
11.3.2 Águas não convencionais
11.4 Eficiência de rega e sua classificação
11.4.1 Eficiência de transporte (et)
11.4.4 Eficiência de armazenamento
11.4.5 Eficiência de uso de água
11.4.6 Eficiência total de rega
11.7 Referências bibliográficas
12.2.3 Ambiente
12.1 Introdução
12.2 Critérios de selecção de equipamento de processo
12.2.1 Qualidade
12.3.2 Circuitos térmicos
12.4 Referências bibliográficas
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grundfospressurizacao

grundfospressurizacao

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