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Espiritismo orientação para católicos

Espiritismo orientação para católicos

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1
Espiritismo
 – 
orientação para católicos
Frei Boaventura Kloppenburg
 
2
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO .........................................................................................................I - O ESPIRITISMO ...............................................................................................1. A11an Kardec e sua codificação do espiritismo............................................2. A doutrina espírita .........................................................................................3. Doutrina espírita e mensagem cristã ..............................................................4. O espiritismo de umbanda .............................................................................II - A EVOCAÇÃO.................................................................................................1. Será possível comunicar-se com os falecidos?
...............................................
2. Rejeição cristã da revelação mediante falecidos............................................
 
3. Os efeitos negativos da evocação
...................................................................
III - O FUNDAMENTO ESPIRITA DA DOUTRINA..........................................1. Os quatro fatores formativos da doutrina espírita..........................................2. A credibilidade dos médiuns ..........................................................................3. A credibilidade dos espíritos que se comunicam............................................44. A credibilidade da codificação .......................................................................
5.
As fontes humanas da doutrina espírita ..........................................................IV - A REENCARNAÇÃO .........................................................................................1. Ensinou Jesus a pluralidade das vidas terrestres?..................................2. Ensinou Jesus a lei do progresso irreprimível e universal para a perfeição?.....3. Ensinou Jesus a necessidade de conquistar a perfeição final por esforços e méritos pessoais?...4. Ensinou Jesus uma vida definitivamente independente do corpo?...5. João Batista seria a reencarnação do profeta Elias?....6.
Nascer de novo
(Jo 3,3)V - O FLUIDO ......................................................................................................1. O mesmerismo ............................................................................................2. O fluidismo espírita .....................................................................................3. Fluidismo curandeirista ...............................................................................VI - A PSICOGRAFIA .........................................................................................1. Kardec encontra as mesas falantes..............................................................2. A insuficiência da crítica kardecista ............................................................3. A psicografia apresentada por Allan Kardec ...............................................4. Análise psicológica de uma mensagem psicografada.................................5 . A psicografia de Chico Xavier ....................................................................6.
Nosso Lar
: um exemplo concreto.............................................................7. O sobrinho também psicografava.. ..............................................................VII - A IGREJA CATÓLICA E O ESPIRITISMO ..............................................1. O espírita perante a Igreja ............................................................................2. A Igreja perante a fenomenologia mediúnica ...............................................3 . Caridade e fé ............................. ..................................................................VIII - O ALÉM CRISTÃO ...................................................................................1. Jesus, o revelador do além..........................................................................2. A doutrina cristã sobre a morte ..................................................................3. A morte não é o fim de nossa existência ....................................................4. Somos destinados à vida eterna ..................................................................5. A morte é o fim do estado de provação ......................................................6. Os falecidos que estão no céu.....................................................................7. A comunhão dos santos ..............................................................................8 . As almas do purgatório ..............................................................................9 . O limbo das crianças que morrem sem batismo.........................................10. Os condenados ao inferno..........................................................................11. A ressurreição dos falecidos.......................................................................12. Os anjos......................................................................................................13. O anjo da guarda.........................................................................................14. O diabo e seus demônios............................................................................15. Deus conosco..............................................................................................
 
3
INTRODUÇAO
Não sou novato em matéria de espiritismo. Na década de 50 publiquei sobre a matérialivros, cadernos, folhetos e artigos sem conta. Era antes do Concílio Vaticano II (1962-1965),quando defendíamos nossa fé cristã e nossa Santa Igreja contra os ataques de seus adversários. Eentre eles estava evidentemente o espiritismo. Era a apologética. Meus escritos, então, estavamsem dúvida marcados pelo ânimo de defesa da fé, para a orientação dos católicos. De um dosmeus folhetos (
Por que o católico não pode ser espírita
) chegamos atirar, em sucessivasedições de cem ou duzentos mil exemplares, mais de um milhão de cópias.Veio então o Concílio com seu apelo ecumênico para o diálogo e a união. Dizia-se que oVaticano II acabara de vez com a apologética. Em consequência e obediente, afastei-me da liça.Meus livros sobre a matéria não foram mais publicados. Os espíritas respiraram então àvontade. Mas, de fato, depois não houve nem diálogo nem muito menos união.E como poderia haver união entre afirmar e negar a reencarnação? Não ensinara o próprioConcílio Vaticano II a unicidade da vida humana na terra? E como conciliar a evocação dosmortos com a proibição divina da necromancia? Não nos recordara o mesmo Concílio ainterdição de quaisquer práticas de evocação dos espíritos?O espiritismo prosseguiu, pois, sua sistemática ofensiva de propaganda e penetração nosambientes católicos do Brasil, já sem encontrar da parte da Igreja uma atitude de defesa e deorientação. As obras de seu codificador, Allan Kardec, continuaram a ser editadas e difundidasentre nossos fiéis.
O evangelho segundo o espiritismo,
que até 1958 tivera um total de 555 milexemplares postos no mercado, recebeu agora, em 1986, sua 92ª edição, alcançando a cifra de1.920.000 exemplares. Distribuídos por cinco editoras, já se venderam cerca de onze milhões delivros das obras do codificador do espiritismo. Allan Kardec só é superado por Chico Xavier,com quinze milhões de exemplares vendidos.Se na década de 50 em São Paulo houve um total de 1.869 novas associações mediúnicas(de espiritismo, umbanda e candomblé) registradas nos cartórios, na década de 70, já depois doConcílio, houve um registro de 8.685 novas entidades deste tipo, só na cidade de São Paulo.Estas cifras, por si sós, evidenciam que o espiritismo, em suas várias modalidades,continua sendo um grave problema também depois do Concílio. E o retraimento da Igreja pós-conciliar foi certamente uma das causas de sua difusão. Nem é verdade que o Vaticano II nãomais quis de nós uma atitude de defesa da fé. Na Constituição
 Lumen Gentium
os bispos sãoexortados para que
com vigilância afastem os erros que ameaçam seu rebanho
(n. 25a). NoDecreto
Optatam Totius
determina o Concílio que nos seminários as disciplinas teológicassejam ensinadas de tal forma que os alunos
possam anunciá-las, expô-las e defendê-las noministério sacerdotal
(n. 16a). Segundo a
 Lumen Gentium
os leigos devem
difundir e defendera
(n. 11a). E no Decreto
 Apostolicam Actuositatem
lemos:
Grassando na nossa épocagravíssimos erros que ameaçam inverter profundamente a religião, este Concílio exorta decoração todos os leigos que assumam mais conscientemente suas responsabilidades na defesados princípios cristãos
(n. 6d). A própria Declaração
 Dignitatis Humanae,
sobre a liberdadereligiosa, recorda:
O discípulo tem o grave dever de anunciar a verdade recebida de Cristo comfidelidade e de defendê-la com coragem
(n. 14d). Também defesa da fé depois do Concílio.Diálogo ecumênico com o espiritismo?O Vaticano II nos explica que por
movimento ecumênico
se entendem iniciativas eatividades que visam à união dos cristãos
(Unitatis Redintegratio,
n. 4b). Um verdadeiromovimento ou diálogo ecumênico só é possível com aquelas Igrejas ou comunidades cristãsseparadas da comunhão católica que efetivamente dão esperanças positivas de chegar outra vezà comunhão plena. Mas o espiritismo não é uma Igreja separada, nem mesmo pretende serIgreja. Não somente não há nenhuma esperança de conseguir algum dia
comunhão plena
comos reencarnacionistas, mas semelhante comunhão não é nem sequer pensável. Leia-se napresente obra o capítulo sobre a reencarnação e ver-se-á que o reencarnacionismo não é cristão eque seus postulados fundamentais se opõem total e absolutamente à soteriologia cristã. Emesmo que se proclamassem cristãos, seria necessário dizer-lhes que em verdade não o são.Em sua declaração oficial de 2 de janeiro de 1978, a Federação Espírita Brasileira, que ékardecista, fez saber que
é imprópria, ilegítima e abusiva a designação de
espíritas
adotada por

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